Publicado por: Geraldo Neto | 8 08UTC Novembro 08UTC 2009

Sinais e Sintomas do Stress

O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.

É diferente para cada um de nós.

Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.

Também respondem ao stress de maneira diferente.

Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;
3. Ranger os dentes;
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;
5. Gagueira ou gaguejar;
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;
7. Tremores de lábios e mãos;
8. Esquecimento, desorganização e confusão;
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;
10. Dificuldade em tomar decisões;
11. Tonturas e desmaios;
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;
13. Zumbido ou “sons”;
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;
15. Corar frequentemente, sudorese;
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;
17. Pés frios ou mãos suadas;
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;
19. Boca seca, problemas de deglutição;
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;
22. O aumento da frustração, irritabilidade;
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”;
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;
26. Aumento do número de acidentes menores;
27. Azia, dor de estômago, náusea;
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;
29. O excesso de arrotos, flatulência;
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;
31. Constipação, diarréia;
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;
33. Dificuldade em respirar, suspirar;
34. Resmungou;
35. Súbitos de pânico;
36. Desconfiança defensiva excessiva;
37. Dor no peito, palpitações;
38. Problemas na comunicação, a partilha
39. Micção freqüente
40. Retraimento social e isolamento;
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;
44. Uso freqüente de medicamentos;
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;
49. Aumento ou diminuição do apetite;
50. Compulsão ou impulso para jogos;

Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.

Por: Stress.org

1.  Frequent headaches, jaw clenching or
pain
26. Insomnia, nightmares, disturbing
dreams
2.  Gritting, grinding teeth 27. Difficulty concentrating, racing thoughts
3.  Stuttering or stammering 28. Trouble learning new information
4.  Tremors, trembling of lips, hands 29. Forgetfulness, disorganization,
confusion
5.  Neck ache, back pain, muscle spasms 30. Difficulty in making decisions.
6.  Light headedness, faintness, dizziness 31. Feeling overloaded or overwhelmed.
7.  Ringing, buzzing or “popping sounds 32. Frequent crying spells or suicidal
thoughts
8.  Frequent blushing, sweating 33. Feelings of loneliness or worthlessness
9.  Cold or sweaty hands, feet 34. Little interest in appearance,
punctuality
10. Dry mouth, problems swallowing 35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping
11. Frequent colds, infections, herpes sores 36. Increased frustration, irritability,
edginess
12. Rashes, itching, hives, “goose bumps” 37. Overreaction to petty annoyances
13. Unexplained or frequent “allergy”
attacks
38. Increased number of minor accidents
14. Heartburn, stomach pain, nausea 39. Obsessive or compulsive behavior
15. Excess belching, flatulence 40. Reduced work efficiency or productivity
16. Constipation, diarrhea 41. Lies or excuses to cover up poor work
17. Difficulty breathing, sighing 42. Rapid or mumbled speech
18. Sudden attacks of panic 43. Excessive defensiveness or
suspiciousness
19. Chest pain, palpitations 44. Problems in communication, sharing
20. Frequent urination 45. Social withdrawal and isolation
21. Poor sexual desire or performance 46. Constant tiredness, weakness, fatigue
22. Excess anxiety, worry, guilt,
nervousness
47. Frequent use of over-the-counter drugs
23. Increased anger, frustration, hostility 48. Weight gain or loss without diet
24. Depression, frequent or wild mood
swings
49. Increased smoking, alcohol or drug use
25. Increased or decreased appetite 50. Excessive gambling or impulse buying
Publicado por: Geraldo Neto | 8 08UTC Novembro 08UTC 2009

Esperança de Vida Melhor

A esperança humana é eterna, mas nós não somos. É bem verdade que se inevitavelmente morremos, a média de idade em que isso ocorre tem aumentado progressivamente na maior parte do mundo. Se tomarmos como exemplo um monge beneditino que vivia na Inglaterra no século 14, que tinha melhor alimentação, vestuário e higiene quando comparado com a população em geral, verá que a maioria vivia na média até seus 22 anos, e olhe lá!

No século 16 a idade média das pessoas era de 30 anos, poucos viviam mais que isso, e até o começo do século 19, poucos passavam dos 37 anos. Foi no século 20 que a expectativa de vida realmente aumentou, pulando de uma média aproximada de 30 ou 40 anos para mais de 70 anos!

O desafio da ciência tem sido tanto no sentido de aumentar essa média, quanto no sentido de aumentar nosso provável limite máximo, que gira em torno dos 115 anos. Por melhor que tenha sido o avanço da medicina, por mais que tenhamos conseguido aumentar a expectativa média de vida, o limite continua inalterado.

Alguns cientistas acreditam que o envelhecimento está geneticamente programado. Do mesmo modo que uma nave espacial é projetada para, digamos chegar até marte, mas não tem instruções em seus computadores para ir adiante, fomos programados geneticamente para viver até os 85 ou 90 anos, e a partir daí o sistema biológico simplesmente entra em declínio acentuado, como uma lâmpada que já atingiu seu limite de horas programadas pelo engenheiro.

O que causa esse declínio na capacidade do corpo manter a si mesmo? Não existe até o momento nenhuma teoria que explique totalmente esse fenômeno. Na verdade somos afetados por fatores tanto do ambiente quanto biológico.

Um fator do meio ambiente que por muito tempo foi estudado é a alimentação. Alguns cientistas chegaram a afirmar que animais com dietas com poucas calorias aumentavam o tempo de vida. Isso é verdadeiro com animais de laboratório, mas a maioria dos cientistas esqueceu de divulgar ao mesmo tempo em que esses animais realmente viviam mais anos, mas com um preço altíssimo. Simplesmente paravam de se reproduzir. Por outro lado, diversas pesquisas mostram que uma dieta balanceada, rica em fibras de vegetais, frutas e legumes, realmente dificultam o aparecimento de doenças.

Outros estudos sobre envelhecimento apontam para uma possível programação genética das células. Como a vida é sinônimo de multiplicação das células, haveria um ou mais genes que ditariam exatamente por quanto tempo a célula poderia se multiplicar. Esse limite varia nas diversas espécies animais. Uma tartaruga marinha teria como limite 180 anos, uma mosca de frutas algo em torno de 100 dias, e um ser humano entre 110 e 120 anos, na média 115 anos como limite.

Algumas alterações do envelhecimento são explicadas pelas mudanças no metabolismo do homem, como a comprovada diminuição de certos transmissores químicos do sistema nervoso. Como o cérebro regula todas as funções do organismo por meio de impulsos nervosos que determinam às glândulas e tecidos como e quando funcionarem, essa diminuição desses transmissores acabaria por acelerar o envelhecimento na medida em que as glândulas agiriam de modo inadequado. Esse é um fato já bem conhecido, e a reposição de hormônios em mulheres depois da menopausa já é um fato consumado. Outros experimentos já tiveram início para ver se realmente a reposição do hormônio de crescimento auxiliaria a postergar o declínio do envelhecimento.

Há ainda a teoria de envelhecimento baseado na possibilidade de que a partir de certa idade, nosso corpo começaria a produzir proteínas que não são reconhecidas pelo próprio organismo. A partir daí, nosso sistema de defesa imunológico cumpriria suas funções programadas de defesa e atacaria essas proteínas, destruindo ao mesmo tempo as células e paralisando as funções corporais. Outra explicação alternativa seria que o sistema imunológico, ao seguir o declínio do corpo com a idade, produziria muito menos anticorpo para combater as doenças.

O que podemos fazer para aumentar nossos anos de vida? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) podemos acrescentar entre 5 a 10 anos se tivermos uma atitude pro ativa, buscando a saúde e evitando doenças. A OMS listou 25 grandes riscos evitáveis e selecionou os 10 mais importantes a nível mundial, que são: baixo peso infantil e materno, práticas sexuais sem proteção adequada, pressão arterial elevada, uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, deficiência de ferro, e a obesidade e o sobrepeso. Esses fatores comprometem no mundo todo em torno de um terço dos anos de vida saudável perdidas anualmente.

Excluindo fatores típicos de populações menos favorecidas, como a deficiência de ferro ou o uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, observa-se que os outros fatores atingem praticamente todas as classes sociais.

Existem outros fatores que não estão listados, mas que certamente estão incluídos ainda que indiretamente. Entre esses fatores, devem ser lembradas as saúdes intestinais, a prática de atividade física regular, a evitação (JEJUM E RECOLHIMENTO ESPIRITUAL) e eliminação de tóxicos, como por exemplo, poluentes do ar, agrotóxicos alimentares, minerais pesados, radiações ionizantes, entre vários outros.

Na nossa prática TERAPÊUTICA, buscamos promover os fatores de saúde, evitar os de adoecimento e na medida do possível reparar os danos causados por esses tóxicos.

Por: Prof. Paulo Edson

Publicado por: Geraldo Neto | 4 04UTC Outubro 04UTC 2009

Alimentação para seu tipo sanguineo

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO O

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carne vermelha magra Carneiro, cordeiro, aves (frango, pato, peru, faisão, perdiz, codorna etc.), ovos, coelho. Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.)
Bacalhau, badejo, cavala, enchova, linguado, merluza, salmão, sardinha, truta Atum, carpa, garoupa, pescada, rã Carnes e peixe defumados, ostra, escargot, polvo, caviar, hadoque, lagosta, lula, mexilhão, arenque
Leite de cabra, e derivados: iogurte e queijo, leite de soja, tofu Leite de vaca e derivados (iogurte, queijo, manteiga etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de canola, de gergelim, de arroz Óleo  de amendoim, de algodão, de milho
Nozes, sementes de abóbora torradas Amêndoas, avelãs, pecãs, pinhões,  castanhas, gergelim, sementes de girassol Amendoim, castanha de caju e do Pará, pistache
Ervilhas, feijão-azuki Feijão preto, favas, tremoços, feijão-de-corda, grão-de-bico, vagem, soja Feijão-branco, fradinho, mulatinho, lentilhas
Trigo germinado Arroz branco e integral, centeio, cevada, painço, trigo-sarraceno Aveia, glúten, milho, germe de trigo, farinha de trigo branca e integral
Água mineral sem gás Cerveja, chope, vinho branco ou tinto Café ou chá normal ou descafeinado, bebidas destiladas (vodca, cachaça ou uísque), refrigerantes em geral
Chá de hortelã, dente-de-leão, salsa, frutos da roseira Chás de camomila, ginseng, alcaçuz, gengibre, chá verde Chás de alfafa, aloe (babosa), cabelo de milho, sene, equinácea
Ameixas frescas e secas, figos frescos e secos Abacaxi, amora, banana, caqui, carambola, cereja, damasco, framboesa, goiaba, groselha, kiwi, lima, limão, maçã, mamão, manga, melão amarelo, melancia, nectarina, pêra, pêssego, romã, tâmara, uvas em geral Abacate, açaí, acerola, banana-da-terra, cupuaçu, coco, graviola, laranja ácida, maracujá, morango, melão, tangerina
Açafrão, curry, pimenta-de-caiena, salsa Açúcar mascavo, ágar, alecrim, alho, aniz, araruta, cebolinha, sal coentro, cominho, cravo-da-índia, estragão, hortelã, louro, malte de cevada, manjericão, mel de abelha, melado, menta, missô, mostarda seca, páprica, pimentão, raiz-forte, sálvia, pimenta-malagueta e da Jamaica, molho de soja, maionese, molho inglês, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, baunilha, pimenta-branca e do reino, ketchup, picles e vinagres em geral, inclusive mostarda com vinagre, molho à campanha ou ao vinagrete
Abóbora, acelga, alcachofra, alface, algas, alho, alho-poró, salsa, batata-doce e baroa, beterraba e suas folhas, brócolis, cebola, chicória, couve, escarola, nabo, espinafre, pimenta malagueta, quiabo, raiz-forte Abobrinha, agrião, aipo, aipim, alface, aspargos, azeitonas verdes, brotos de bambu e de feijão, cará, cenoura, coentro, cogumelos, gengibre, inhame, pepino, pimenta amarela e mexicana, pimentão, rabanete, tomate Azeitona preta, batata-inglesa, berinjela, brotos de alfafa, couve-flor, couve-de-bruxelas, milho branco e amarelo, repolho branco, vermelho, verde e chinês, folhas de mostarda

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO A

PREFERIR MODERAR EVITAR
Frango, peito de peru, ovos Carne bovina ou de porco e derivados, búfalo, vitela, veado, coelho, pato, ganso, codorna ou faisão
Bacalhau, carpa, cavala,  garoupa, salmão, vermelho, sardinha Atum, pargo, pescada Arenque, camarão, caranguejo, caviar, cação, enchova, hadoque, lagosta, linguado, lula, merluza, mexilhões, ostra, polvo, rã, salmão defumado, tartaruga
Leite, queijo de soja Leite de cabra e derivados (iogurte, queijo, requeijão etc.) Leite de vaca e derivados (iogurte, queijo, requeijão etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz ou de canola Óleos  de amendoim, algodão, milho, gergelim
Amendoim, sementes de abóbora torradas Amêndoas, avelãs, castanhas, gergelim, nozes, pinhão, sementes torradas de girassol Castanha de caju e do pará, pistache
Ervilhas, lentilhas e feijão-preto, soja, azuki Ervilhas, feijão em vagem, feijão-de-corda, feijão-branco Feijão fradinho e mulatinho, guando, grão-de-bico
Centeio, trigo sarraceno, trigo germinado Arroz integral, aveia, cevada, milho, painço, tapioca Farinha de trigo branca e  integral, glúten, granola, semolina
Abacaxi, ameixas em geral, amora, cereja, damasco, figos frescos e secos, limão, passas Abacate, caqui, romã, carambola, framboesa, goiaba, kiwi, lima, maçã, melão amarelo, morango, pêra, pêssego, tâmara, uvas (todas) Bananas em geral, coco, laranja, mamão, manga,maracujá, acerola, tangerina, melão, cupuaçu
Alho, gengibre, melado, missô, malte de cevada, mostarda, molho de soja Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alecrim, algas, araruta, baunilha, canela, cebolinha, coentro, cominho, cravo-da-índia, cúrcuma, curry, erva-doce, estragão, hortelã, louro, manjericão, mel de abelha, menta, noz-moscada, orégano, picles em geral, páprica, pimentão, sal, salsa, sálvia, tapioca, tomilho Alcaparras, gelatina, pimentas em geral, vinagres em geral, ketchup, maionese, molho inglês
Café normal ou descafeinado, vinho tinto Vinho branco Bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), chá preto, cerveja, água gasosa
Chá verde de alfafa, aloe (babosa), camomila, ginseng, gengibre, equinácea, frutos da roseira Chás de dente-de-leão, alcaçuz, salsa, hortelã, sene Chá de cabelo de milho
Abóbora-moranga, acelga, alcachofra, alface, aipim, alho, alho-poró, folhas de beterraba, brócolis, brotos de alfafa, cebolas brancas e vermelhas, cenoura, chicória, espinafre, nabo, quiabo, raiz-forte, salsa, couve, tofu Abóbora, agrião, aipo, alface, algas, azeitona verde, aipim, aspargos, broto de bambu, coentro, cogumelos, couve-flor, couve-de-bruxelas, funcho, milho amarelo e branco, folhas de mostarda, pepino, rabanete, repolho-chinês Azeitonas pretas, batata em geral, berinjela, guando, inhame, pimentão, repolhos em geral, tomate, shiitake (tipo de cogumelo)

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO B

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro Carne bovina magra, peru, ovos, frango Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.),  aves em geral
Bacalhau, badejo, cavala,  garoupa, pargo, linguado, sardinha Atum, carpa, pescada, salmão, truta Camarão, caranguejo, enchova, lagosta, ostra, polvo, arenque, siri, rã, salmão defumado, tartaruga, caviar, hadoque, cação, lula
Leite de cabra e derivados (iogurte, queijos em geral, coalhada etc.) Leite de soja, leite de vaca desnatado e derivado (iogurte, coalhada e queijos em geral) Queijo roquefort, leite de vaca integral
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz Óleo de amendoim, canola, milho, gergelim, girassol
Amêndoas, castanhas, castanha-do-pará, nozes Amendoim, avelã, castanha de caju, pasta de gergelim, sementes de abóbora e girassol torrados, pistache
Feijão-branco, fradinho e mulatinho, feijão de soja Ervilhas em favas, guando, vagem Ervilhas em grãos, lentilhas, grão-de-bico, feijão-azuki, rajado, preto
Arroz branco e integral,  painço, aveia integral, trigo germinado Creme de arroz, granola, semolina Cevada, centeio, germe de trigo, milho e derivado, glúten, trigo e derivados, trigo sarraceno
Chás de alcaçuz, gengibre, ginseng, hortelã, frutos da roseira, salsa, sálvia Chás de alfafa, camomila, chá verde, dente-de-leão, equinácea, erva-de-são-joão, sabugueiro Chás de aloe, cabelo de milho, genciana, sene, tília
Água mineral sem gás Café-preto, chá-preto, cerveja, vinhos brancos e tintos Águas minerais gasosa, bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes
Batata-doce, berinjela, beterraba e suas folhas, brócolis, cenoura, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, folhas de mostarda, inhame, pimentas em geral, salsa, shiitake (tipo de cogumelo) Abóbora, abobrinha, alface, acelga, agrião, aipo, aipim, broto de alfafa, algas marinhas, alho, alho-poró, aspargos, batata-inglesa, baroa e doce, brotos de bambu, cebolas, chicória, escarola, espinafre, gengibre, nabo, pepino, rabanete Alcachofra, abóbora-moranga, azeitonas em geral, brotos de feijão, milho em geral, tomate
Abacaxi, ameixa fresca, banana, mamão, uvas Ameixa seca, amora, banana-da-terra, cereja, damasco, figo, goiaba, framboesa, groselha, kiwi, laranja, lima, limão, maçã, manga, nectarina, melão, morango, pêra, pêssego, tangerina Abacate, caqui, coco, carambola, romã
Curry, gengibre, pimenta-de-caiena, raiz-forte, salsa Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, algas, alho, araruta, baunilha, cebolinha, estragão, coentro, cominho, cravo, erva-doce, missô, hortelã, louro, manjericão, manjerona, menta, mel, melado, noz-moscada, sálvia, orégano, páprica, malagueta, pimentão, soja (molho), tomilho Canela, gelatina, maionese, malte de cevada, mel de milho, pimenta-branca, pimenta da Jamaica, pimenta-do-reino, ketchup, tapioca

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO AB

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro, coelho, peru Ovos Carne bovina e de porco, aves em geral, carnes secas e defumadas
Atum, bacalhau, badejo, cavala, garoupa, truta, pargo, salmão, sardinha, vermelho Carpa, linguado, pescada Arenque, rã, caviar, mexilhão, lula, camarão, siri, polvo, caranguejo, enchova, ostra, enguia, lagosta
Leite de cabra e derivados Leite de soja, leite de vaca desnatado e derivado exceto os queijos ao lado Leite de vaca integral, manteiga, queijos brie, camembert, parmesão, provolone e roquefort
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de canola, de fígado de bacalhau, de amendoim Óleo de gergelim, de milho, de girassol
Amendoim, nozes Amêndoas, castanha de caju, castanha-do-pará, pistache Avelã, gergelim (tahini), sementes de abóbora, de girassol
Feijão-branco, vermelho, soja, lentilha, tofu Ervilha em grãos e em vagens, guando, feijão de corda, vagens Feijão-azuki, feijão-preto, feijão roxinho, grão-de-bico
Arroz branco e integral, aveia, centeio, trigo germinado Cevada, farinha de trigo branca e integral, semolina, painço Milho e derivados, trigo sarraceno
Aipo, alho, berinjela, salsa,  beterraba e suas folhas, brócolis, broto de alfafa, couve, pepino, couve-flor, inhame, mostarda (folhas) Abóbora de qualquer tipo, acelga, agrião, alface, alho-poró, aspargos, azeitona verde, batatas em geral, brotos de bambu, cebola, cebolinha, repolho,  tomate, cenoura, chicória, coentro, cogumelos, couve-de-bruxelas, espinafre, gengibre, nabo, quiabo, raiz-forte Alcachofra, azeitona preta, brotos de feijão, milho em conserva, pimentas em geral, rabanetes
Abacaxi, ameixas em geral, cereja, figo, kiwi, framboesa, groselha, limão, uvas (todas) Amora, damasco, lima, maçã, mamão, melão, morango, nectarina, pêra, pêssego, tâmara, tangerina Abacate, banana, caqui, coco, carambola, goiaba, laranja, manga, romã
Café normal e descafeinado Água mineral, cerveja, vinho branco e tinto Bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes em geral
Alho, curry, missô, raiz-forte, salsa Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alecrim, alfarroba, algas, araruta, baunilha, canela, sal, cebolinha, coentro, cominho, cravo, estragão, hortelã, louro, menta, manjericão, manjerona, mel de abelha, melado, mostarda, noz-moscada, páprica, pimentão, shoyo, tomilho Alcaparras, aniz, gelatina, maisena, malte de cevada, mel de milho, pimentas em geral, picles, molho inglês, vinagres em geral, ketchup
Chás de alcaçuz, alfafa,  bardana, camomila, chá-verde, equinácea, gengibre, ginseng, frutos da roseira, bromelina Chá de dente-de-leão, erva-de-são-joão, hortelã, sálvia, sabugueiro, salsa, salsaparrilha Chás de aloe, cabelo de milho, genciana, sene, chá-preto, mate

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO AO

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carne bovina magra, carneiro, cordeiro, frango, peru, ovos Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça)
Bacalhau, badejo, truta, carpa, vermelho, sardinha, cavala, salmão Atum, enchova, linguado, merluza, pargo, pescada Camarão, lula, caranguejo, caviar, lagosta, cação, mariscos, siri, rã, mexilhões, ostra, polvo, tartaruga
Leite soja e derivados Leite e queijo de cabra e derivados Leite e queijo de vaca e derivados
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz,  canola, ou gergelim Óleo  de amendoim, algodão ou milho
Nozes, sementes de abóbora torradas Amendoim, amêndoas, avelãs, castanhas, gergelim, sementes de girassol torradas Castanha de caju e do pará, pistache
Ervilhas, feijão-azuki, feijão-preto, feijão de soja Feijão de corda Feijão-branco, fradinho e mulatinho, grão-de-bico, lentilhas e pistache
Trigo sarraceno, trigo germinado Arroz de todos os tipos, cevada, painço Aveia, milho, trigo e derivados (inclusive glúten), granola
Abóbora, acelga, alcachofra, alface, algas, alho, alho-poró, azeitonas verdes, nabo,  aipim, batata-doce, salsa, brócolis, cebolas, cenoura, chicória, espinafre, quiabo, raiz-forte, folhas de beterraba Abobrinha, agrião, aipo, aspargos,  brotos de bambu, cogumelo, gengibre, pepino, pimentão, rabanete, batata-doce, batata-baroa, brotos de alfafa Azeitona preta, batata-inglesa, berinjela, inhame, pimentão, repolhos em geral, couve-flor, couve-de-bruxelas, tomate
Abacaxi, ameixa, figo, amora, cereja, damasco, limão Caqui, carambola, framboesa, goiaba, kiwi, lima, maçã, melão amarelo e verde, pêra, pêssego, romã, tâmara, uvas em geral Abacate, banana, coco,  acerola, cupuaçu, graviola, laranja ácida, mamão, manga, melão, maracujá, morango, tangerina ácida
Vinho tinto Água mineral, café preto, vinho branco Bebidas destiladas (vodca, cachaça ou uísque), chope, cerveja, refrigerantes
Alho, curry, cúrcuma,  cebola, salsa Açafrão açúcar mascavo, ágar, alecrim, araruta, coentro, cominho, cravo, erva-doce, estragão, hortelã, louro, manjericão, manjerona, mel de abelha, melado, menta, missô, mostarda sem vinagre, orégano, páprica, pimenta-de-caiena, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, maionese, molho inglês, molho à campanha, picles, vinagres em geral,  baunilha
Chá de dente-de-leão, hortelã, salsa, gengibre, frutos da roseira, chá-verde, camomila, ginseng Chá de alfafa, equinácea, aloe (babosa) Chá de cabelo de milho, sene, chá-preto

- ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO BO

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro, coelho Peru, ovos, carne bovina magra, frango Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.)
Bacalhau, badejo, garoupa, linguado, merluza, salmão, sardinha, truta Atum, carpa, enchova, pescada Camarão, lula, caranguejo, enguia, lagosta, caviar, mexilhão, ostra, rã, tartaruga, cação, carnes e peixe defumados, caviar, lula, arenque
Leite de cabra e derivados (iogurte, queijo etc.) Leite de soja e tofu, leite de vaca desnatado e derivado Leite de vaca integral e derivado (iogurte, queijo, manteiga etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz Óleo  de amendoim, algodão, canola, gergelim, milho, girassol
Nozes Amêndoas, castanhas, sementes de abóbora torradas, pecãs, pinhões Amendoim, avelãs, castanha de caju e do Pará, gergelim, pistache
Feijão de soja, ervilha em favas, feijão-de-corda, feijão branco, fradinho e mulatinho Feijão-azuki, rajado e preto, lentilhas, grão-de-bico
Arroz branco e integral, painço, trigo germinado Aveia Centeio, cevada, milho e derivados, trigo e derivados, trigo sarraceno, germe de trigo, glúten
Água mineral sem gás Cerveja, chope, vinho branco ou tinto Café preto, bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes em geral
Ameixas em geral, bananas, mamão, uvas em geral Abacaxi, amora, cereja, damasco, framboesa, goiaba, groselha, kiwi, lima, limão, maçã, melão amarelo, manga, figo, melancia, nectarina, pêra, pêssego, tâmara Abacate, banana-da-terra, caqui, coco, carambola, laranja ácida, maracujá, morango, melão, tangerina
Açafrão, alfarroba, raiz-forte,  curry, pimenta-de-caiena, salsa Açúcar mascavo, ágar, alecrim, alho, aniz, araruta, cebolinha, coentro, cominho, cravo, estragão, hortelã, louro, manjericão, mel, melado, menta, missô, mostarda seca, páprica, molho de soja, molho inglês, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, baunilha, pimenta-branca, pimenta da Jamaica, pimenta-do-reino, ketchup, picles e vinagres em geral, molho à campanha ou vinagrete
Chás de alcaçuz, gengibre, ginseng, dente-de-leão, frutos da roseira, salsa Chás de camomila, chá verde Chá de alfafa, aloe (babosa), cabelo de milho, sene, equinácea, tília, sabugueiro, chá-preto
Abóbora, abobrinha, acelga, alho, alho-poró, batata baroa, batata-doce, beterraba e suas folhas, brócolis, cebola, cará, cenoura, couve, escarola, chicória, coentro, espinafre, nabo, quiabo, pimentão, inhame, aipim Agrião, aipo, aspargos, brotos de alfafa e bambu, espinafre, berinjela,  alcachofra, pepino, raiz-forte, gengibre Azeitonas em geral, brotos de feijão, milho em geral, folhas de mostarda, rabanete, tomate
Publicado por: Geraldo Neto | 3 03UTC Outubro 03UTC 2009

Como evitar a gripe suina

Além das recomendações das autoridades sanitárias, como lavar as mãos com frequência, etc., existem providências que devem ser lembradas, ou conhecidas que, infelizmente, não fazem parte dos cuidados necessários, sendo que, muitos deles, são mais importantes do que as orientações oficiais.

Primeiramente, tanto profissionais de saúde quanto pessoas comuns, devem saber que é necessário atuar no sentido de se possuir um sistema imunológico bem forte. Percebo que absolutamente nada está se fazendo nessa direção, de uma forma que se espalha o terror de uma nova doença, mas não se tomam as providências necessárias para reforçar o mecanismo de defesa do organismo da população, permitindo assim que todos estejam expostos à virose em questão.

Por que as pessoas adquirem mesmo a gripe comum e o que fazer para fortalecer as defesas?

Para começar, é necessário saber O QUE ENFRAQUECE o nosso sistema imunológico, e isso não é divulgado (ou sabido?) pelas autoridades sanitárias.

Sabe-se, cientificamente, que todos os vírus se beneficiam e se desenvolvem mais facilmente em ambientes orgânicos mais ácidos e, obviamente, quando o sistema imunológico está enfraquecido. E o que faz com que nosso ambiente sanguíneo fique mais ácido e o que diminui a força das nossas defesas?

São os alimentos industrializados que tendem a criar e a manter um ambiente sanguíneo mais ácido.

Os principais são:

Açúcar branco – Produz ácido carbônico em quantidade proporcional à quantidade ingerida, seja ele puro ou presente em doces, refrigerantes, bolos, tortas, guloseimas, etc. O uso regular de grandes quantidades de açúcar branco produz perda de cálcio e magnésio (e muitos microminerais), o que afeta sobremaneira de modo crônico e constante o nosso sistema imunológico. Deve ser substituído pelo açúcar mascavo orgânico, mel, etc.

Carnes vermelhas e embutidos – Produz diversos ácidos e reações ácidas, como ácido oxálico, ácido úrico, além de toxinas redutoras da imunidade como cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc. Como fonte de proteínas, dar preferência a peixes e proteínas vegetais, frutas oleaginosas, leguminosas, subprodutos da soja, etc.

Leite e derivados -  Principalmente o leite de vaca, rico em caseína (indigesto), produz  incremento do ácido lático e gera mucosidades em excesso, enfraquecimento das defesas orgânicas, expondo os seus consumidores, não só à gripe, mas a muitos outros problemas. Substituir por leite de soja pronto ou caseiro (evitar o leite de soja instantâneo, em pó). Como fonte de cálcio, preferir as verduras e os feijões.

Farinhas brancas – O pão branco e as farinhas de trigo brancas, não integrais, são fermentativas e produzem mucosidades, além de serem pobres em proteínas, vitaminas e minerais essenciais. Seu uso constante enfraquece o organismo.

Frituras, comidas em saquinhos (chips), guloseimas, fast food – Hoje consumidos em grande quantidade por crianças e adolescentes, responsáveis por grandes desequilíbrios orgânicos e muitas doenças, como diabetes, obesidade, pressão alta, etc. O seu consumo regular, associado ao açúcar branco, determina um constante estado de acidificação do sangue e depósito de compostos prejudiciais.

Álcool -  Em pequenas quantidades (vinho, etc.) pode até ajudar, mas em excesso produz reações ácidas.

Recomenda-se, portanto, evitar estes alimentos substituindo-os, sendo que esta abstenção já significa um grande passo para a prevenção de qualquer gripe e de muitas doenças.

Alimentos recomendados para aumentar as defesas orgânicas

Há alimentos particularmente úteis para reforçar a nossa imunidade, tais como o arroz integral, os subprodutos da soja (tofu, leite de soja líquido, misso), a aveia (rica em beta-glucana, um grande estimulador do mecanismo de defesa), o inhame, as verduras em geral, frutas frescas, a semente de linhaça, o gengibre, o alho, a cebola e outros.

Publicado por: Geraldo Neto | 3 03UTC Outubro 03UTC 2009

Dicas de Suplementos

Sempre importante em qualquer aspecto para uma saúde melhor.

Suplementos

A medicina ortomolecular  e a fitoterapia preconizam o uso de dois suplementos:

Vitamina C – Recomenda-se o uso de 500 mg de vitamina C (ácido l-ascórbico) orgânica de uma a duas vezes ao dia, para reforçar as defesas. Crianças pequenas, metade da dose ou sob orientação pediátrica (ACENEW). (Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Cogumelo do Sol -  Eleva a imunidade por ser rico em substâncias imunomoduladoras, como a beta-glucana. Adultos devem tomar 2 cápsulas de 500 mg 2 a 3 vezes ao dia, tanto como preventivo quanto para tratamento. Crianças pequenas, tomar metade da dose, sendo possível abrir a cápsula e misturar o conteúdo nos alimentos. No caso de dificuldade de encontrar o cogumelo do sol, procurar comer cogumelos, tipo champignon, shitake, shimeji, funghi, etc. (SUNCOGUMELO). (Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Minerais e microminerais – Com a acidificação constante do sangue devido á alimentação industrializada moderna, aliada ao estresse, perdem-se muitos minerais e microminerais que não são repostos pela dieta, haja vista o fato de que os alimentos modernos estão empobrecidos em termos de minerais (solo naturalmente pobre, uso de adubos, agrotóxicos, manipulação industrial, congelamento, microondas, etc.). Certamente que essa condição afeta a imunidade. É necessário atualmente repor estes nutrientes de modo a manter as defesas orgânicas, mas não é qualquer suplemento que serve. Recomenda-se utilizar os concentrados biominerais marinhos, principalmente aqueles extraidos da poderosa alga Lithothâmnium, que possui acima de 50 minerais e microminerais orgânicos, de alta assimilação pelas células (VITALIDADE +)(Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Frutas em geral – As frutas, principalmente as cítricas, ajudam a alcalinizar o sangue e são ricas em minerais e vitaminas, favorecendo a saúde e protegendo o organismo. Pessoas que consomem poucas frutas estão muito mais sujeitas, não só às viroses, quanto a qualquer outra enfermidade.

Estas orientações servem tanto para a prevenção quanto para serem utilizadas em casos de pessoas que contraíram qualquer tipo de gripe. Além do mais, estes procedimentos nos deixam seguros e tranqüilos em relação ao grande terror de se contrair, tanto a Influenza A quanto quaisquer outras doenças virais.

Publicado por: Geraldo Neto | 3 03UTC Outubro 03UTC 2009

INDICAÇÕES ALIMENTARES

Dada a desconfiança em relação ao Potássio, é mais prudente não comer a banana diária e reduzir as frutas sumarentas (com muito potássio), reforçando, no entanto, com absoluta confiança, os frutos secos (todos os que estiverem à disposição).

Alargar também tudo o que seja legumes frescos – garantidamente curativos apesar dos sais minerais em abundância e da ação alcalina.

Lembre-se, como ótimo, a couve-flor, a comer em abundância.

Os sumos devem ser alternados. Um dia Beterraba, outro dia Cenoura, por exemplo.

Um dia Couve, outro dia Nabo.

Um dia Alface, outro dia Couve.

Na certeza de que o grande alimento em caso de câncer, são mesmo os legumes e folhas verdes e não os frutos.

O que vai dar, em direto, ao miraculoso Caldo dos Vegetais Doces.

A forma ralada, especialmente das raízes (cenoura, nabo, etc.) é melhor ainda do que os sumos liquefeitos: conserva o magnetismo que a centrifugação faz perder.

Os macrobióticos falam também em salada prensada.

O uso dos legumes alarga-se aos legumes fermentados, ricos em enzimas:

- Couve fermentada ( Chucrute)

- Picles naturais

Por: Prof. Paulo Edson

Publicado por: Geraldo Neto | 12 12UTC Setembro 12UTC 2009

Alergias Alimentares

É o desequilíbrio entre microorganismos benéficos e maléficos gerando uma situação desfavorável à saúde do ser humano:

- Destruição e má absorção de vitaminas e minerais, causando cansaço;
- Inativação de enzimas digestivas, prejudicando a digestão e induzindo a fermentação, causando distensão abdominal;
- Desconjugação de sais biliares, comprometendo a digestão e absorção de gorduras;
- Produção de substâncias capazes de atingir a circulação sistêmica, podendo causar sintomas em outros órgãos, causando dores de cabeça;
- Destruição da mucosa intestinal, gerando hiperpermeabilidade (passagem de grandes moléculas mal digeridas para o sangue). Ativação do sistema imunológico Alergias, hipersensibilidade, Resposta auto-imune e conseqüente, causando fadiga imunológica.
- São manifestações orgânicas conseqüentes das reações que o organismo utiliza contra substâncias estranhas (alergenos) ao seu funcionamento. Estas substâncias podem ser alimentos e/ou ingestantes (toxinas, fungos, aditivos, restos de insetos etc., que estão nos alimentos) e podem ser absorvidas pela pele, inaladas e/ou ingeridas.
- Sustância (nutriente, toxina, fungo etc.) mal digerida ou estranha ao sistema digestório = MACROMOLÉCULAS. Ativação do Sistema Imunológico (liberação de imunoglobulinas que se ligam à estas macromoléculas formando imunocomplexos liberação de HISTAMINA ALERGIA ALIMENTAR.

Por: Dr. Paulo Edson

Publicado por: Geraldo Neto | 26 26UTC Julho 26UTC 2009

Mudança de hábito

Muitas pessoas não suportam bem a mudança para pão integral e produtos de farinha integral — por causa do açúcar industrializado. Estudos mostram que, ao passar para produtos integrais, os alimentos contendo açúcar refinado provocam indisposição. O açúcar refinado pode provocar mal-estar abdominal, sensação de peso, gases e até dores. Por isso, só podemos mudar a alimentação retirando o açúcar refinado no momento em que passamos para cereais integrais.

Para garantir a presença dos elementos vitais necessários, como vitaminas e enzimas, a comida precisa conter uma boa porção de frutas frescas e hortaliças não aquecidas. Também é preciso evitar as gorduras refinadas e voltar para as naturais, como a manteiga ou os óleos extraídos a frio.

Se as pessoas seguissem estes poucos princípios, dentro de 30 ou 40 anos as doenças teriam diminuído consideravelmente.

Por: Dr. Paulo Edson

Publicado por: Geraldo Neto | 24 24UTC Julho 24UTC 2009

Os 8 caminhos de Saúde e Cura

Leia todo o texto a seguir para entender a desintoxicação pelo método Honnō:

O homem, em toda a sua história, sempre questionou: “Por que sofremos?”. As respostas têm sido dadas pela ciência e pelas antigas tradições filosóficas. Ambas seguem caminhos diferentes, todavia, tentam chegar ao mesmo objetivo: a identificação do sofrimento, sua origem e o caminho que leva à cessação do mesmo, que é a felicidade.

Curiosamente, neste século XXI tem havido uma estreita aproximação dessas antigas tradições com a ciência moderna. De certa forma, segmentos filosóficos comprometidos com a valorização da vida humana e com a preservação da natureza encontram eco em pesquisas científicas atuais, sobretudo no campo das neurociências, da física moderna, da biologia e da genética.

Assim como ocorre no organismo humano, a natureza é permeada de ordem, inteligência e capacidade de auto-organização. Pelo simples fato de sermos parte indissociável da natureza, somos providos de uma inteligência inata de auto-preservação e auto-regeneração. Para tanto, a natureza nos deu a capacidade de escolher o que é melhor para nós mesmos.

O estado natural do ser humano é a saúde. A doença não é normal, e se caracteriza por uma interrupção do fluxo de inteligência do organismo, do tecido, da célula e até do gene. Em tese, nas medicinas tradicionais a doença é vista como sinônimo de ignorância e de carência de educação em saúde. Cabe ao homem decidir por seu estilo de vida, saudável ou não.

Pesquisas científicas e a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmam que:

mude_sua_historia

 

Fonte: www.senado.gov.br/jornal/noticia

Mais de 50% das causas das doenças estão relacionadas aos hábitos perniciosos de nosso dia-a-dia, o que significa dizer que há uma grande possibilidade de evitarmos o adoecimento e promovermos a cura de muitas enfermidades.

Através do Sistema Honnō de Saúde é possível desenvolver um aprendizado para a vida verdadeiramente saudável. Conhecido no Japão como os hábitos de higiene humana, os 8 Caminhos de Saúde e Cura são os 8 hábitos cotidianos, que proporcionam a saúde, o bem-estar e a felicidade.

Nossas ações no cotidiano são os processos mais ricos de aprendizagem que temos. A vivência integrada e consciente de nossos hábitos proporciona um processo de auto-compreensão e reorganização de hábitos que leva à manutenção da saúde e à cura de diversas doenças.

Segundo o renomado cientista japonês Dr. Toru Abo, professor titular da pós-graduação médica da Universidade de Nigata, no Japão, o homem moderno está adoecendo e morrendo precocemente devido ao estilo de vida equivocado e ao estresse generalizado aos quais está submetido. Na qualidade de médico imunologista e pesquisador, Dr. Abo acredita que se não houver uma mudança profunda em relação aos maus hábitos do dia-a-dia, torna-se impossível manter uma boa saúde.

Em seu último livro, que foi best seller no Japão, “Revolução Imunológica”, Dr. Abo relata sua pesquisa científica inédita que esclarece o mecanismo da regulação do sistema imunológico pelo sistema nervoso autônomo. Afirma que as medicinas tradicionais e as terapias naturais são caminhos seguros para se promover a saúde e a cura de muitas enfermidades. Todavia, é categórico em relação aos hábitos diários, como a alimentação, o exercício físico, o sono, a respiração e outras atividades cotidianas que são de fundamental importância para a nossa qualidade de vida e saúde. Enaltece a integração das práticas naturais de saúde (Sistema Honnō de Saúde) e defende o emprego das terapias orientais praticadas no Japão como recursos válidos para evitar o adoecimento.

Cabe lembrar que o Sistema Honnō de Saúde proporciona não apenas o bem-estar do corpo e da mente, mas também o equilíbrio energético. Por tratar o indivíduo como um todo, envolvendo todas as suas capacidades de auto-regeneração, o Honnō possibilita uma melhora significativa da qualidade de vida.

“De um modo geral, o indivíduo pode se livrar de muitos sintomas e pode recuperar a capacidade de reagir às enfermidades que, porventura, esteja submetido (…) Apesar de todos os obstáculos possíveis e imagináveis ( estresse, entre outros)’, sabemos que os organismos humanos, por mais prejudicados que possam estar, são capazes de reagir e de se libertar de inúmeras limitações que lhe sejam impostas”, diz o Dr. Sohaku Bastos.

O processo de reeducação para a saúde tem início com os exercícios físico-energéticos, com a reeducação alimentar associada à reeducação respiratória, formando a linha da nutrição da vida. Com a reeducação do sono e do repouso associada à reeducação dos movimentos naturais do corpo, temos a linha da sustentação da vida.

Intercalados entre os quatro caminhos, temos as linhas de conservação da vida: A Estimulação Cutânea, o Relaxamento, a Meditação e a Postura.

Todos esses processos são importantes, a começar pelas atividades mais simples de nossa vida: comer, respirar, dormir e se movimentar. A dificuldade do homem contemporâneo é reaprender essas atividades, pelo fato de estar completamente condicionado à ditadura dos costumes atuais que se encontram totalmente divorciados da autoridade da natureza. Por isso, necessita, o quanto antes, de reavaliar seus hábitos para não adoecer e, conseqüentemente, não sofrer.

8partes

 

Por: Sohako Bastos

Publicado por: Geraldo Neto | 21 21UTC Junho 21UTC 2009

A Dieta dos Franceses

Dr. Will Clower, autor de “A não-dieta dos  franceses”, lançado recentemente pela editora Campus. O médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, emagrecer com saúde, como os franceses.

“Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que estipulamos para nós. E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force. O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos: comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar”, explica no livro.

“Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios.. Onde estavam os produtos lights?”

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais – açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais. Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela que proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita. Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra porque alimentos de verdade funcionam em favor do corpo.

“Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção, e os corantes, conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram feitos para o nosso corpo”, defende.

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco quilos, respectivamente.

- Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios – fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só pra iogurtes e queijos frescos. Onde estavam os produtos lights?

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de  que se deve ter em casa, fala sobre os benefícios da cerveja e do vinho, com moderação, é claro, da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo.

Os resultados, garante ele, surgem em seguida.

Plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta!!!!

1 – Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 – Garfadas menores.. O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 – Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 – Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que tenha engolido.

5 – Sirva a comida em pratos pequenos.. Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 – Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares.

7 – Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 – Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 – Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come uma quantia normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos.

10 – Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade. 

 
Alimentos que se deve ter em casa

Peixes (salmão, sardinha, atum)
Grãos (granola, aveia, arroz)
Hortaliças (feijões, cebola, batata, abóbora, tomate)
Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre)
Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar branco ou mascavo, pimenta, sal)
Lanches (frutas desidratadas, biscoitos não-hidrogenados, nozes, azeitona)
Condimentos (mostarda, maionese de verdade)
Lacticínios (manteiga, queijo, ovos, leite, iogurte)
Bebidas (café, cerveja, suco de fruta, chá, água, vinho) 

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