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Mal Relacionamento pode aumentar risco de problemas cardíacos Outubro 13, 2007

Posted by Geraldo Neto in Obesidade, Stress.
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Um estudo, envolvendo 9.000 britânicos, foi divulgado na edição científica Archives of Internal Medicine e revelou que o STRESS e a ansiedade gerados por um relacionamento ruim podem aumentar o risco de doenças do coração. As chances de alguém nessa situação sofrer um ataque cardíaco ou dores no peito aumentam em 34%, comparado a pessoas que vivem em harmonia com seus parceiros.

— O coração de uma pessoa parece ser influenciado por relacionamentos negativos —, disseram os pesquisadores.

—Nós mostramos que aspectos negativos de relações íntimas (…) estão associadas a doenças coronarianas —, explicaram.

— Outra pesquisa mostrou que múltiplas conexões sociais podem significar uma vida mais saudável - o “efeito proteção” - mas poucas observaram o quanto uma amizade próxima ou um casamento podem afetar a saúde —, disse Roberto De Vogli, epidemiologista do University College de Londres, que liderou o estudo.

Os persquisadores analisaram as pessoas, que completaram questionários sobre os aspectos negativos de seus relacionamentos, com o cônjuge ou amigos próximos, entre 1989 e 1990 ou entre 1985 e 1988.

A equipe acompanhou as pessoas por mais de 12 anos e descobriu que as que responderam que discussões, críticas e outros tipos de conflito eram comuns para elas tinham 34% mais riscos de sofrer ataques cardíacos ou dores no peito.

Quando os pesquisadores destacaram fatores de risco tais como obesidade, cigarro, álcool e histórico familiar, a chance de ataque cardíaco era ainda 23% maior, de acordo com De Vogli.

O estudo não analisou se maus relacionamentos influenciam no grau de severidade de um ataque do coração.

O que o Stress tem haver com Câncer? Setembro 30, 2007

Posted by Geraldo Neto in Diabetes Gestacional, Dicas, Hipertesão, Obesidade, Stress.
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Vida Sedentária, Má Alimetação, Dieta, Fumo, Álcool, Hábitos Sexuais, Medicamentos, Procedimentos Médicos, Poluição, são fatores de risco para o Câncer.

Todos os itens citados acima tem relação direta com o Stress, Hipertensão, Diabetes. O corpo sinaliza através das doenças que alguma coisa não esta bem. Desta forma temos como interferir para prevenir.

Como prevenção primária:

  • Pare de fumar imediatamente;
  • Dieta somente com profissional capacitado;
  • Faça exercícios para combater a Obesiade
  • Cuidados com a exposição solar;
  • Faça exames periódicos.

Outras recomendações:

Vacina para HPV antes do início da vida sexual ativa;

Evitar a promiscuidade sexual;

Perder peso;

Ser feliz.

O que são Dislipidemias? Setembro 30, 2007

Posted by Geraldo Neto in Diabetes, Hipertesão, Obesidade.
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Decorrem de distúrbios de metabolismo dos lipídios (conhecidos popularmente como GORDURAS), e representam um importante fator de risco para o desenvolvimento da Aterosclerose.

Podem ser de origem genética ou podem ser secundárias a algumas doenças como diabetes mellitus e a obesidade ou a medicamentos como diuréticos, corticóides e anabolizantes.

Maçã. Uma aliada saborosa. Maio 12, 2007

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Hipertesão, Obesidade.
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O consumo de maçã ajuda a controlar a pressão arterial e a taxa de colesterol. Também é muito usada para diminuir a diarréia. É indicada, ainda, nos casos de problemas respiratórios e irritações na garganta. O ideal é consumir uma fruta por dia. com casca. Prefira sempre consumir os alimentos crus.

A maçã é rica em vitaminas A, B1, B2, B3, C e minerais como potássio, cálcio, fósforo, magnésio, ferro e sódio. Quem sofre com excesso de sangue durante a menstruação, vai encontrar na maçã uma aliada. O seu consumo ajuda na reposição do potássio perdido. Como tem baixas calorias, a fruta ainda colabora no emagrecimento. Poderosa, a maça também auxilia nos casos de excesso de ácido úrico e contribui para a purificação do sangue.

Fonte Saúde em Casa

Casais Obesos têm mais problemas de fertilidade Abril 27, 2007

Posted by Geraldo Neto in Obesidade.
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Um estudo realizado com 47.835 casais dinamarqueses, entre os anos de 1996 e 2002, revelou que os casais obesos precisam aguardar mais tempo para engravidar. Além da obesidade, o sobrepeso também apresenta grande influência na fertilidade das pessoas. A pesquisa foi publicada na revista científica Human Reproduction, edição de março de 2007. Pesquisas anteriores já relacionavam o excesso de peso à infertilidade, mas este foi o primeiro estudo realizado no mundo sobre a fertilidade especificamente em casais obesos.

Em geral, os casais com peso normal levam um ano para conceber uma gravidez. O estudo dinamarquês mostrou que o tempo de espera para concepção em casais obesos é 2,74 vezes maior. Em casais com sobrepeso, este índice cai para 1,4. Já entre os casais com um parceiro obeso e outro muito magro, é ainda mais difícil a gravidez no primeiro ano de tentativa. Neste caso, a baixa fertilidade é quatro vezes maior do que nos casais com peso normal, principalmente quando a mulher é obesa e o homem é muito magro. Outra constatação foi que, ao ganhar peso, mulheres muito magras conseguiram uma redução no tempo de espera para a gravidez.

A base para esta pesquisa foi obtida com dados de uma triagem nacional a partir de entrevistas com mais de 100 mil mulheres grávidas, durante os seis anos indicados anteriormente. Foram excluídos os casos de esterilidade (com necessidade de doação de esperma ou inseminação artificial), casais com informações incompletas ou quando havia relato de doenças que pudessem afetar a fertilidade, ou mesmo o peso. Cada participante respondeu a quatro entrevistas em dois anos, informando peso, grupo sócio-econômico, existência ou não de gestação anterior e hábito de fumar.

Para a coordenadora do estudo, Cecília Ramlau-Hansen, se outros trabalhos comprovarem a obesidade e o sobrepeso como causa direta de uma baixa fertilidade (considerada quando é preciso mais de 12 meses para conceber), e se a epidemia de obesidade continuar, esta redução na capacidade de reprodução pode tornar-se um problema grave de saúde pública, refletindo diretamente no crescimento da população.

Os pesquisadores analisaram um subgrupo (com 2.374 casais) formado apenas com casais nos quais as mulheres tinham Índice de Massa Corporal (IMC) normal, entre 18,5 e 24,9. Cada quilo a mais para elas representava 2,84 dias a mais de espera para a concepção da gestação. Foram avaliados outros 365 casais, cujas mulheres tinham sobrepeso antes da primeira gravidez e que conseguiram perder peso antes da segunda. Nestes casos, cada quilo a menos reduzia o tempo de espera em 5,5 dias.

Por Flavia Garcia Reis

Fonte: Agência EFE (http://www.efe.com/) e revista científica Human Reproduction (http://humrep.oxfordjournals.org/).

Obesidade hoje. Abril 24, 2007

Posted by Geraldo Neto in Hipertesão, Obesidade.
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É considerado hoje uma doença, tipo crônica, que provoca ou acelera o desenvolvimento de muitas doenças como diabétes tipo 2, a doença coronária, a hipertensão arterial e diversos tipos de câncer. 

Medicamentos e Cirurgia na Obesidade Abril 24, 2007

Posted by Geraldo Neto in Obesidade.
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Os medicamentos quando usados devem ser recomendados sempre por um médico e usados em determinadas situações como auxiliares e não como a base do tratamento.

Formulas mágicas não existem, por isso tome cuidado no uso de medicamentos para emagrecer.

A cirurgia bariátrica consiste essencialmente em uma redução da capacidade do estômago, seguindo indicações específicas após acompanhamento médico, nutricional e psicológico.

Devo fazer um acompanhamento nutricional? Abril 24, 2007

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Obesidade.
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Claro que sim. A orientação dietética coordenada por um nutricionista é de suma importância. Uma dieta rica em frutas, legumes e verduras (ricos em antioxidantes) e com teor reduzido de gorduras e balanceado de proteínas e carboidratos é essencial para a prevenção e tratamento da obesidade.

Atividade física ajuda no combate a obesidade? Abril 24, 2007

Posted by Geraldo Neto in Atividade Físicas, Obesidade.
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Sim. Um programa de atividade física após adequada avaliação médica e supervisionado por um profissional especializado em Educação Física que associe exercício aeróbico como natação, caminhada, bicicleta ou corrida, com a musculação. Promove um aumento do gasto calórico diário, com aumento da taxa metabólica basal individual e elimina um grande vilão denominado sedentarismo.