jump to navigation

Aquiete sua mente e beneficie sua saúde 2 de Agosto de 2014

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

Entre as inúmeras atividades com as quais você fica envolvido durante todo o dia e parte da noite, qual é o momento em que dá uma parada, mesmo que rápida, para pensar em si mesmo? Se você pensou que isso ocorre antes de dormir, a resposta não valeu.
Geralmente, o dia foi tão atribulado que esse não é o melhor momento para se cuidar. O corpo estará tenso, os pensamentos a todo o vapor e você dificilmente alcançará os benefícios de estar sozinho consigo.

Aliás, parar nem que seja por dez minutos e se concentrar em algo que faz bem parece, para muitos, uma perda de tempo. Pedir que alguém se desligue de tudo que precisa ser feito – que é aquietar a mente – por poucos minutos pode ser um martírio.

Entretanto, muitos já se renderam aos benefícios da meditação, uma boa alternativa para desconectar-se do mundo exterior e concentrar-se apenas em si, seja para acalmar os pensamentos e ter condições de tomar decisões importantes com mais tranqüilidade ou simplesmente experimentar um momento exclusivamente seu.

“Algumas pessoas podem ter a impressão de que quem medita está parado ou não está fazendo nada. Pelo contrário, meditar exige muita disciplina e, consequentemente, esforço.

Passamos muito tempo da vida cuidando do mundo externo, enquanto todos deveriam reservar um tempo do dia para o autocuidado, a higiene não só física, mas também mental”, explica o dr. Gilbert Bang, médico fisiatra do Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Aquiete sua mente!

A meditação nada mais é do que um exercício de atenção concentrada, que pode ser realizado por qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero ou crença. Cada tipo de técnica – e vale lembrar que há milhares – tem objetivos específicos. De qualquer forma, o foco é vivenciar o momento presente, o que por si só promove relaxamento e crescimento pessoal e espiritual.

No livro Medicina e Meditação: Um Médico Ensina a Meditar (MG Editores), o dr. Roberto Cardoso, médico e pesquisador da área de meditação na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que o objetivo da meditação é apenas observar, sem tentar dominar, julgar, comparar ou analisar os pensamentos. “Qualquer que seja a técnica de meditação utilizada, trata-se apenas de um caminho para driblar a mente e atingir o estado meditativo”, explica.

As técnicas meditativas podem ter como meio de concentração ritmo respiratório, sons, objetos, movimentos, visualização de imagens. “Não é preciso meditar apenas sentado, da forma clássica como a maioria das pessoas imagina. Há técnicas de meditação ativa, que podem ser realizadas andando”, explica o dr. Bang.

Durante a meditação, as ondas cerebrais de baixa frequência (alfa, teta e delta), que estão relacionadas ao estado de relaxamento, tomam conta do cérebro. Em contrapartida, as ondas beta, de alta frequência – que são relacionadas ao estado de vigília ou atividade normal -, aparecem em menor quantidade. Com o cérebro tomado por ondas de baixa frequência, o organismo todo desacelera: diminuem a frequência cardíaca, a pressão arterial e o ritmo respiratório.

Qualquer que seja a técnica de meditação utilizada, trata-se apenas de um caminho para driblar a mente e atingir o estado meditativo
Os efeitos da prática não são sentidos apenas de forma fisiológica. O lado emocional também é afetado de forma benéfica. Entre as sensações descritas por meditadores estão o relaxamento mental, a paz interior, a felicidade, a satisfação, a harmonia e a menor tendência a perder o controle diante de situações inusitadas.

Meditar como recomendação médica

Cada vez mais, a medicina comprova os benefícios de terapias alternativas, entre as quais a meditação. Prova disso é o crescente número de pesquisas sobre o tema, muitas delas feitas no Instituto Henry Benson de Medicina para Mente/Corpo, coligado à Universidade de Harvard, nos EUA. Lá, os médicos receitam meditação para pacientes com hipertensão arterial, problemas cardíacos, insônia e dores, inclusive as crônicas, em que a meditação ajuda a suportar melhor o desconforto.

No Einstein, as terapias complementares também têm seu espaço no setor de Medicina Integrativa, vinculado ao Programa Integrado de Oncologia, coordenado pelo dr. Paulo de Tarso Lima. “O Einstein está envolvido com o desenvolvimento de protocolos de pesquisa para atestar os benefícios da meditação, um dos quais vai analisar a ressonância magnética funcional de pacientes que se submeteram a um retiro de meditação”, explica.

Outra possibilidade que está disponível aos pacientes do Programa Saúde Além da Cura são as aulas de kundalini ioga, que contemplam técnicas de respiração e meditação. O médico Rodrigo Yacubian Fernandes formou-se instrutor dessa modalidade de ioga nos Estados Unidos e há mais de um ano aplica a técnica em quem sofre com doenças psiquiátricas e oncológicas.

“Nos pacientes com transtornos de ansiedade e depressão, por exemplo, o medo da doença diminui, e a qualidade do sono e a concentração melhoram”, explica o médico. Nos pacientes oncológicos, os benefícios são demonstrados no controle da ansiedade e do medo da doença tanto no diagnóstico quanto no tratamento.

“O medo da morte costuma ser mais intenso nesses pacientes e, com a ajuda das posturas, respirações e meditações, eles podem passar a encarar isso de forma diferente, com menos medo e ansiedade”, avalia o dr. Rodrigo.

O dr. Bang recomenda técnicas de meditação para seus pacientes e a reação é positiva. É essencial, porém, o esclarecimento sobre a técnica, efeitos e a rotina necessária para alcançar os objetivos. “Nos casos de dores crônicas, de difícil tratamento, ou quando há aspectos psicológicos envolvidos, a meditação é uma ferramenta complementar interessante.

Como há o relaxamento corporal e a diminuição do ritmo biológico, os pacientes recuperam a energia, sentem-se mais dispostos e mais motivados a seguir o plano de tratamento”, afirma o fisiatra.

Fonte: A. Einstein

Gerencie seu Stress 17 de Setembro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , , , , , , ,
add a comment

O que acontece quando você está estressado ?

Stress é o que você sente quando você tem que lidar com mais do que você está acostumado. Quando você está estressado , seu corpo reage como se estivesse em perigo. Ela produz hormônios que aceleram o coração, fazer você respirar mais rápido , e dar-lhe uma explosão de energia. Isso é chamado de resposta ao estresse de luta ou fuga.

Algum stress é normal e até mesmo útil. O estresse pode ajudar se você precisa trabalhar duro ou reagir rapidamente. Por exemplo , ele pode ajudá-lo a vencer uma corrida ou terminar um trabalho importante no tempo.

Mas se o stress acontece com muita freqüência ou dura muito tempo, pode ter efeitos ruins. Ele pode ser ligado a dores de cabeça, uma dor de estômago , dor nas costas e problemas para dormir. Ele pode enfraquecer seu sistema imunológico, tornando-o mais difícil de combater a doença. Se você já tem um problema de saúde, o stress pode torná-lo pior . Pode fazer-lhe mal-humorado, tenso ou deprimido. Seus relacionamentos podem sofrer , e você não pode fazer bem no trabalho ou na escola.

O que você pode fazer sobre stress?

A boa notícia é que você pode aprender maneiras de gerenciar o estresse. Para obter o stress sob controle:

Procure descobrir o que está causando stress em sua vida.
Procure maneiras de reduzir a quantidade de estresse em sua vida.
Aprenda maneiras saudáveis ​​de aliviar o stress ou reduzir seus efeitos nocivos.
Como você mede o seu nível de stress?
Às vezes, é claro que o stress está vindo não se sabe de onde. Outras, você pode contar com o stress durante uma grande mudança de vida, como a morte de um ente querido, casar ou ter um bebê. Mas outras vezes, pode não ser tão claro por que você se sentir estressado.

É importante descobrir o que provoca stress para você. Todo mundo se sente e responde ao stress de forma diferente. Manter um diário de stress pode ajudar. Compre um caderno e anote quando algo faz você se sentir estressado. Em seguida, escreva como você reagiu eo que você fez para lidar com o stress. Manter um diário de stress pode ajudá-lo a descobrir o que está causando o stress e quanto stress que você sente. Então você pode tomar medidas para reduzir o estresse ou manipulá-lo melhor.

Para descobrir como salientou e como você está agora, usar esta ferramenta interativa:

Qual é o seu nível de stress?

Como você pode evitar o stress?

O estresse é um fato da vida para a maioria das pessoas. Você pode não ser capaz de se livrar do sertãs, mas você pode procurar maneiras de reduzi-lo.

Você pode tentar algumas destas idéias:

Saiba melhores maneiras de gerenciar o seu tempo. Você pode fazer mais com menos stress, se você fizer uma programação. Pense em coisas que são mais importantes e fazer primeiros.
Encontrar melhores maneiras de lidar com as situações. Olha como você tem lidado com o stress. Seja honesto sobre o que funciona e o que não funciona. Pensar em outras coisas que podem funcionar melhor.
Cuide bem de si mesmo. Descanse bastante. Alimente-se bem. Não fume. Limitar a quantidade de álcool que você bebe .
Experimentar novas formas de pensar. Quando você está começando a se preocupar, para tentar parar os pensamentos. Trabalhar em desapego das coisas que você não pode mudar. Aprenda a dizer “não”.
Falar. Não ser capaz de falar sobre as suas necessidades e preocupações gera stress e pode fazer sentimentos negativos pior. Comunicação assertiva pode ajudar a expressar o que sente de uma forma consciente , tato .
Pedir ajuda. As pessoas que têm uma forte rede de familiares e amigos gerir melhor o stress .
Às vezes, o stress é muito para lidar sozinho. Conversando com um amigo ou membro da família pode ajudar, mas você também pode precisar de um conselheiro.

Como você pode aliviar o stress?

Você vai se sentir melhor se você pode encontrar maneiras de obter o stress fora de seu sistema . As melhores maneiras de aliviar o stress são diferentes para cada pessoa. Tente algumas destas ideias para ver quais funcionam para você :

Exercício. O exercício regular é uma das melhores maneiras de gerenciar o estresse. Andar a pé é uma ótima maneira de começar.
Escrever . Ele pode ajudar a escrever sobre as coisas que estão incomodando .
Deixe seus sentimentos para fora. Falar, rir, chorar, e expressar raiva quando você precisa de alguém que você confia.
Faça algo que você goste. Um hobby pode ajudar a relaxar. Trabalho voluntário ou trabalho que ajuda os outros pode ser um grande apaziguador do stress.
Aprenda maneiras de relaxar seu corpo. Isso pode incluir exercícios de respiração , exercícios de relaxamento muscular, massagens, aromaterapia, yoga ou exercícios de relaxamento, como tai chi e qi gong .
Concentre-se no presente. Tente meditação, exercícios de imagens, ou auto -hipnose. Ouvir música relaxante. Tente olhar para o humor na vida. O riso realmente pode ser o melhor remédio.

Stress e seus Riscos 3 de Setembro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentos Funcionais, Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , , , , ,
add a comment

O stress é o segundo fator de risco mais encontrado nas pessoas com diagnóstico de infarto do miocárdio. O ritmo de vida agitado, principalmente o das metrópoles, impõem ao homem um estilo totalmente contrário à sua natureza. Na juventude os efeitos deste estilo de vida não chegam a ser percebidos. Mas a partir dos trinta anos, o organismo começa a dar sinais de que não foi feito para um bioritmo igual a este.

Parece difícil combater este grande mal que é o estresse. Cada pessoa tem uma maneira de enfrentar os problemas do cotidiano e também reage de maneira diversa. Contudo, para a saúde do seu coração é preciso seguir certas regras, senão as coisas podem ficar muito ruins de uma hora para a outra.

Como o Stress Influencia na Doença Coronariana?

Uma pessoa que se estressa facilmente, libera quantidade adicional de adrenalina pelo próprio corpo. Quando esta adrenalina entra na corrente sanguínea os seus efeitos são: aumento do número de batimentos cardíacos (taquicardia) e aumento da pressão arterial. Tendo hipertensão arterial, o coração irá trabalhar muito mais do que em condições normais, tendo afetada a sua própria circulação coronariana. Isto quer dizer, maior trabalho com menor oferta de energia (sangue). Num dado momento pode ocorrer o espasmo coronariano que é o fechamento ou colabamento de uma artéria coronária.

Os cientistas ainda não tem completa certeza da causa deste espasmo e porque a artéria não se relaxa a seguir. Para o seu conhecimento, quando uma artéria tem um espasmo a circulação não se completa para a região a seguir. O resultado é o infarto agudo do miocárdio.

Como Reduzir o Stress?

A primeira coisa a fazer é refletir e descobrir o que pode ser um agente estressor no seu dia a dia. Cada pessoa tem o seu limiar e tolerância para cada coisa. Em termos gerais, algumas destas “dicas” poderão ser úteis:

Dormir cedo e o suficiente para recuperar as energias gastas durante o dia (8 horas é o aconselhável)

Acordar mais cedo do que o habitual. Se você sabe que tem trânsito em um determinado local, saia mais cedo de casa

O desjejum deve ser de uma alimentação o mais saudável possível

Evite o uso do café, esta substância é estimulante

Evite o uso do cigarro

Evite ouvir músicas muito agitadas

Tenha alguma atividade física

Leia bons livros (livros de auto-ajuda)

Alimente se naturalmente, evite alimentos “pesados” (os que levam maior tempo para serem digeridos)

Estas são apenas algumas das maneiras que podem ajudar no controle do stress. Existe uma variedade deo outras formas, você deverá encontrar aquela que melhor funcione para o seu caso.

Como o estresse afeta sua saúde 27 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Atividade Físicas, Depressão, Dicas, Dieta, Hipertensão, Mitos e Verdades, Obesidade, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , , , , , , , ,
add a comment

Stress:

Nós todos sentimos isso. Às vezes, o stress pode ser uma força positiva, motivando-nos para um bom desempenho. Mas muitas vezes – como quando você está preso no trânsito – é uma força negativa. Se você experimentar o stress durante um período prolongado de tempo, ela pode se tornar crônica – a menos que você tomar uma atitude.

A reação natural:

Alguma vez você já se encontrou com as mãos suadas em uma alguma data especial ou sentiu seu coração bater durante um filme de terror? Então você sabe que você pode sentir o stress, tanto o corpo quanto na mente.

Esta resposta automática desenvolvida em nossos sistemas, como forma de proteger-nos. Confrontado com o perigo, o corpo entra em ação, inundando o corpo com hormônios que elevam a sua frequência cardíaca, aumentar a pressão arterial, aumentar a sua energia e se preparar para lidar com o problema.

Você provavelmente vai enfrentar múltiplos desafios no seu dia-a-dia, como o cumprimento de prazos, pagar contas e fazer malabarismos com o cuidado com filhos ou de crianças que fazem o seu corpo reagir da mesma maneira. Como resultado, o sistema de alarme natural do seu corpo – a “luta ou fuga” resposta – pode ser colocado na posição ligado. E isso pode ter consequências graves para a sua saúde.

Pontos de pressão:

Mesmo de curta duração, pouco stress pode ter um impacto. Você pode ter uma dor de estômago antes de ter que fazer uma apresentação, por exemplo. Um stress agudo, causada por uma briga com seu cônjuge ou um evento como um terremoto ou ataque terrorista, pode ter um impacto ainda maior.

Vários estudos têm mostrado que essas tensões emocionais súbitas – especialmente a raiva – pode desencadear ataques cardíacos, arritmias e até mesmo morte súbita. Embora isso aconteça principalmente em pessoas que já têm doença cardíaca, algumas pessoas não sabem que têm um problema até que o stress agudo provoque um ataque cardíaco ou algo pior.

O estresse crônico:

Quando o stress começa a interferir na sua capacidade de viver uma vida normal por um período prolongado, torna-se ainda mais perigoso. Quanto maior for o stress, pior é será para a sua mente e corpo. Você pode se sentir cansado, incapaz de se concentrar ou irritável sem uma boa razão, por exemplo. Mas as causas de stress crônico desgaste em seu corpo também.
O stress pode tornar os problemas existentes maiores. Em um estudo, por exemplo, cerca de metade dos participantes viram melhorias na cefaléia crônica depois de aprender a parar o hábito de produção de stress “catastróficos”, ou constantemente pensamentos negativos sobre sua dor crônica. Estresse também pode causar doenças, ou por causa de mudanças no seu corpo ou por comer em excesso, tabagismo e outros maus hábitos que as pessoas usam para lidar com o stress. O stress no trabalho – alta demanda aliada à baixa capacidade de decisão – é associado com aumento do risco de doença coronariana, por exemplo. Outras formas de stress crônico, como a depressão e baixos níveis de apoio social, também têm tido grandes implicações no aumento do risco cardiovascular . E uma vez que você está doente, o stress pode também torná-lo mais difícil de recuperar. Uma análise de estudos anteriores, por exemplo, sugere que pacientes cardíacos com os chamados “Tipo D” personalidades – caracterizadas por stress crônico – sofrem mais riscos de má resultado.

O que você pode fazer:

Reduzindo os níveis de stress não só pode fazer você se sentir melhor agora, mas também pode proteger a sua saúde a longo prazo.

Em um estudo, os pesquisadores examinaram a associação entre o “efeito positivo” – sentimentos como felicidade, alegria, contentamento e entusiasmo – e o desenvolvimento de doença arterial coronariana. Eles descobriram que, para cada aumento de um ponto no efeito positivo sobre a escala de cinco pontos, a taxa de doenças cardíacas diminuiu em 22 por cento.

Embora o estudo não prova que o aumento do efeito positivo diminui os riscos cardiovasculares, os pesquisadores recomendam aumentar a sua influência positiva, fazendo um pouco de tempo para atividades agradáveis todos os dias.

Outras estratégias para reduzir o stress incluem:

Identificar o que está causando o stress. Monitore seu estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir estressado, anote a causa, seus pensamentos e seu humor. Uma vez que você sabe o que está te incomodando, poderá desenvolver um plano para lidar com isso. Isso pode significar o ajuste de expectativas mais razoáveis para si e para os outros ou pedir ajuda com as responsabilidades domésticas, atribuições de trabalho ou outras tarefas.

Listar todos os seus compromissos, avaliar suas prioridades e, em seguida, eliminar todas as tarefas que não são absolutamente essenciais.

Construir relacionamentos fortes. Relacionamentos podem ser uma fonte de stress. A investigação descobriu que, reações hostis negativas com o seu cônjuge causar mudanças imediatas nos hormônios de stress sensíveis. Os relacionamentos também podem servir como buffers de stress. Estenda a mão para os membros da família ou amigos próximos e que eles saibam que você está tendo um momento difícil. Eles podem ser capazes de oferecer assistência prática e apoio, ideias úteis ou apenas uma nova perspectiva quando você começa a lidar com o que está causando o stress.

Pare quando você está com raiva. Antes de reagir, procure tempo para se reagrupar contando até 10. Então reconsiderar.

Andar a pé ou outras atividades físicas também pode ajudá-lo a funcionar fora do vapor. Além disso, o exercício aumenta a produção de endorfinas, natural humor reforço do seu corpo. Comprometa-se com uma caminhada diária ou outra forma de exercício – um pequeno passo que pode fazer uma grande diferença na redução dos níveis de stress.

Descanse sua mente. De acordo com levantamento na América, o stress mantém mais de 40 por cento dos adultos deitado acordado à noite. Para ajudar a garantir que você obtenha melhor resultado, o recomendado são de sete a oito horas de sono, cortar na cafeína, remover distrações como a televisão ou computadores. A começar de seu quarto e ir para a cama na mesma hora todas as noites.

A pesquisa mostra que atividades como ioga e exercícios de relaxamento não só ajudam a reduzir o stress.

Se você continuar a sentir-se oprimido, consultar com um psicólogo ou outro profissional licenciado de saúde mental que podem ajudá-lo a aprender a gerir o stress de forma eficaz. Ele ou ela pode ajudá-lo a identificar situações ou comportamentos que contribuem para o stress crônico e, em seguida, desenvolver um plano de ação para mudá-las.

Por: Psicologia da Associação Americana agradece a assistência de David S. Krantz, PhD, Beverly Thorn, PhD, e Janice Kiecolt-Glaser, PhD, no desenvolvimento desta ficha.

Dor no Peito ou Dor Torácica 23 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , , ,
add a comment

Visão geral Dor Torácica

Se você está tendo dor severa, esmagando, espremendo ou pressão no peito que dura mais do que alguns minutos, ou se a dor se move em seu pescoço, ombro esquerdo, braço ou mandíbula, vá imediatamente a um serviço de urgência hospitalar. Não conduza a si mesmo. Ligue para o 911 para transporte de emergência.

A dor torácica é um dos sintomas mais assustadoras que uma pessoa pode ter. Às vezes é difícil, mesmo para um médico ou outro profissional médico para dizer o que está causando dor no peito e se é risco de vida.

Qualquer parte do peito pode ser a causa da dor, incluindo o coração, os pulmões, esófago, músculo, osso e pele.
Devido à distribuição do nervo complexo do corpo, dor no peito, na verdade, pode provir de uma outra parte do corpo.
O estômago ou outros órgãos na barriga (abdómen), por exemplo, pode causar dor no peito.

Causas potencialmente fatal de dor no peito são os seguintes:

* Ataque cardíaco (infarto agudo do miocárdio): Um ataque cardíaco ocorre quando o fluxo de sangue para as artérias que suprem o coração (artérias coronárias) torna-se bloqueado. Com a diminuição do fluxo de sangue, o músculo do coração não recebe oxigénio suficiente. Isto pode causar danos, deterioração e morte do músculo cardíaco.

* Angina: Angina é uma dor no peito relacionada a um desequilíbrio entre a demanda de oxigênio do coração e da quantidade de oxigênio fornecido através do sangue. É causada pelo bloqueio ou estreitamento dos vasos sanguíneos que fornecem sangue ao coração. A angina é diferente de um ataque cardíaco, em que as artérias não estão completamente bloqueados, e que provoca pouca ou nenhuma danos permanentes para o coração. Angina “Estável” ocorre de maneira repetitiva e previsível durante o exercício e desaparece com o repouso. “Instáveis” angina resulta em dor incomum e imprevisível não totalmente aliviada com o repouso, ou dor que realmente ocorre em repouso.

* A dissecção da aorta: A aorta é a principal artéria que fornece o sangue para os órgãos vitais do corpo, tais como o cérebro, coração, rins, pulmões e intestinos. Dissection significa um rasgo no forro interior da aorta. Isto pode causar hemorragia interna e interromper o fluxo de sangue para os órgãos vitais.

* A embolia pulmonar: Uma embolia pulmonar é um coágulo de sangue em um dos principais vasos sanguíneos que abastece os pulmões. É uma causa potencialmente ameaçadora da vida de dor no peito, mas não está associado com o coração.
Pneumotórax espontâneo: Muitas vezes chamado de um colapso pulmonar, esta condição ocorre quando o ar entra no espaço saclike entre a parede torácica e do tecido pulmonar. Normalmente, a pressão negativa no interior do tórax permite expandir os pulmões. Quando um pneumotórax espontâneo ocorre, o ar entra na cavidade torácica. Quando o balanço da pressão é perdida, o pulmão é incapaz de voltar a crescer. Isso corta o fornecimento normal de oxigênio no corpo.

* Víscera perfurada: Um víscera é perfurado um furo ou rasgo na parede de qualquer área do tracto gastrointestinal. Isto permite ao ar entrar na cavidade abdominal, que irrita o diafragma, e pode causar dor no peito.

* Induzida pela cocaína dor no peito: A cocaína faz com que os vasos sanguíneos do corpo se contraiam. Isso pode diminuir o fluxo sanguíneo para o coração, provocando dor torácica. A cocaína também acelera a progressão da aterosclerose, um fator de risco para um ataque cardíaco.

4 P’s do Stress no Trabalho 19 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Dicas, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: ,
add a comment

Todos nós já lemos ou estudamos sobre os 4 P´s do Marketing – produto, preço, promoção e ponto-de-venda. Estes 4 aspectos dos estudos mercadológicos foram cunhados por Jerome McCarthy, professor da Universidade de Michigan, em 1950.

Mas e os 4 P´s do stress no trabalho, alguém conhece ou ouviu falar? Muito provavelmente não, até porque acabo de criar este paralelo…

Todos lidamos, de uma forma ou de outra, com estes 4 P’s fundamentais do stress no trabalho. Alguns os administram de forma mais equilibrada, outros nem tanto. Certos profissionais absorvem menos seus efeitos, outros chegam a adoecer por conta disso. As reações, formas de lidar, estratégias de prevenção e de correção são certamente diferentes de pessoa para pessoa. Idem para as diferenças nas organizações, que possuem posturas e políticas muito diversas em relação ao tema. Mas uma coisa é fato: todos lidamos com estes 4 P’s de forma inegável em nossas rotinas, carreiras e trajetórias profissionais.

1. Pessoas

Este é certamente o primeiro e mais importante P. Por vezes esquecemos que somos (e que estamos tratando com) seres humanos. Passamos do ponto, abusamos do ritmo, nos engalfinhamos em disputas (por vezes desnecessárias) com outros profissionais. Seres que tem emoções, razões, racionais e reações diferentes das nossas. E o jogo corporativo fica ainda mais desafiador com opiniões conflitantes, posturas agressivas, comportamentos simulados, fofocas, encenações, complôs, cascas de banana, agendas duplas, interesses, etc. Tudo isso vem no pacote Pessoas,
e colabora muito para o nosso stress no trabalho. Pessoas diferentes tem perspectivas (outro P secundário) diferentes, por diferenças na origem, criação,família,costumes,formação,experiência profissional e história de vida. Temos em comum o mesmo código genético, mas nossos pensamentos e reações são fundamentalmente diferentes em muitos
casos.

No trabalho, onde somos pagos para produzir, temos que criar uma convivência civilizada com pessoas muito diferentes de nós, salvo raras exceções. Somos pagos para produzir o que se espera da função que ocupamos, quem sabe até superando as expectativas, o que pode nos gerar ascensão de carreira e novas oportunidades. Mas tudo isso depende de outras pessoas, além de nós mesmos. Pessoas que trabalham conosco, sejam elas nosso chefes, pares ou colaboradores de nossas equipes, fornecedores, clientes, investidores. Pessoas com quem podemos colaborar de
forma produtiva, ou não, que podem nos ajudar ou não, que podem nos atrapalhar ou não (e o inverso é absolutamente verdade).

Pare para pensar em quanto do stress proveniente do seu trabalho está diretamente ligado às pessoas: a reação inesperada de um colega, um rompante do chefe, o comentário mal digerido de um cliente, uma discussão acalorada por conta de um projeto, uma reação destemperada que você não esperava ter.

Somos (e temos que ser) profissionais. Mas antes disso, somos pessoas. Temos, sim, que saber reagir, saber administrar, saber levar, saber jogar para crescer e prosperar. Mas isso não quer dizer que não sintamos todos os efeitos dessa lida, deste desafio diário de conviver, aprender, ensinar ou mesmo ter que aturar outras pessoas não por escolha, mas por necessidade, para passar a maior parte do nosso dia, no trabalho.

2. Processo

Para uma empresa crescer e prosperar, ela deve desenvolver processos. É parte inegável das necessidades do crescimento, do aumento de porte, de mais pessoas trabalhando com os mesmos objetivos, às vezes em múltiplos locais, em diferentes línguas, com diferentes culturas. Processos significam a estrada pavimentada para que estas pessoas, os profissionais, possam produzir aquilo que é esperado de sua função, de forma orquestrada e sinérgica. Algumas empresas tem processos para tudo. Outras, quase para nada. Os dois cenários podem causar stress. Se trabalho numa multinacional ou empresa mais burocratizada e quero implementar algo novo, via de regra estou preso a processos e procedimentos, que são a forma de manter a organização organizada. Ao mesmo tempo, se na empresa que trabalho não existem processos e cada um faz as coisas como bem entende ou acha que deve, as chances de caos são enormes, bem como a perda de oportunidades, acúmulo de problemas, entre outras consequências. Tudo isso causa stress, seja porque quero fazer mais e não posso, ou porque não consigo na velocidade que quero ou que o mercado exige.

Podemos levar isso para casa, podemos nos consumir, descontar isso nos colegas ou subordinados, na família, ou na saúde. O grau de convivência construtiva que temos com os processos de nossas empresas reflete muito sobre o quão estressados estamos ou podemos nos tornar.

3. Produtividade

A partir da convivência (construtiva ou não) com outras pessoas e com os processos da empresa, podemos ser mais ou menos produtivos. Nosso objetivo é sempre a maior produtividade possível, o que traz junto com ela o stress gerado pelas demandas e pressões por desempenho, o eterno dar conta de mais e mais projetos e afazeres do trabalho.

Tecnologia? Está aí para nos ajudar a ser mais produtivos. Fato.

Mas também para nos controlar e nos viciar, para nos manter plugados no trabalho o tempo todo. Fato.

Queremos ser produtivos. Somos pagos para isso. E se não conseguimos produzir como esperado? Mais stress ainda. Pressão para chegar lá (onde?) interna de nós mesmos ou externa do time, do chefe, do cliente ou do mercado.

E a produtividade também pode ser entendida como os entregáveis finais do nosso trabalho: o lucro (p de profit), a conversão do novo cliente (prospect), a manutenção do cliente atual (parceria), entre outros. Todos com seu grau inerente de exigência e stress gerado, no ambiente do trabalho e em nossas vidas pessoais.

4. Prazo

Por fim, o P que sempre nos acompanha como uma espada sobre a cabeça: o prazo. Temos prazos para tudo, deadlines e cronogramas, datas a serem cumpridas e calendários nos vigiando o tempo todo. Sonhamos com o momento em que um projeto estará entregue, esquecendo que quando isso chegar, teremos vários outros na pauta. Com mais e mais responsabilidades no trabalho, temos que ser multifuncionais.

Como ainda não inventaram uma forma de flexibilizar o tempo, e como os prazos nos exigem, empurram e medem nossa produtividade e entrega, o que fazemos? Trabalhamos mais. Invadimos as noites, abortamos o tempo da academia, emendamos o almoço no trabalho, abrimos mão do tempo com a família, levamos trabalho para o final de semana, produzimos no avião, no banheiro, na salade espera ou até dentro do carro. Temos que cumprir, dar conta, entregar no prazo. Tudo isso com o stress como efeito diretamente proporcional.

Pessoas, processos, produtividade e prazos. 4 aspectos fundamentais do trabalho, do crescimento econômico e do sucesso no mundo dos negócios. 4 forças motrizes ou elementos-chave na geração do stress do trabalho, o stress ocupacional que pode invadir nossas vidas pessoais, nossa saúde, nossa sanidade, nosso propósito de vida. E que podem retornar com igual força e impacto no resultado das empresas: em suas pessoas, em seus processos, em sua produtividade e em seu cumprimento de prazos.

4 P´s que podem ser absolutamente construtivos ou destrutivos, no âmbito individual,empresarial e da sociedade como um todo.

Por André Caldeira

Identifique sinais de estresse e evite que os sintomas se intensifiquem 19 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

No começo o estresse é apenas um estado de alerta. O corpo dá os primeiros sinais de que algo mudou: os músculos ficam contraídos e aumenta a produção de adrenalina. A pessoa está pronta para o que der e vier, fica alerta para o que se passa ao seu redor. De acordo com a especialista em estresse, Marilda Lipp, essa é a fase positiva, que prepara a pessoa para lidar com qualquer eventualidade.

Só que o efeito positivo do estresse deve durar, no máximo, 24 horas. A partir daí, é preciso cuidado para não entrar na fase de resistência. É quando mesmo depois de dormir uma noite inteira, ao acordar, a pessoa se sente cansada e a memória fica comprometida. “Esquecer de fazer uma ligação, esquecer onde colocou a chave. São esquecimentos bobos do dia a dia. É como se a vida tivesse pesando muito”, explica a especialista.

Acompanhe o Jornal Hoje também pelo twitter e pelo facebook.

A evolução do estresse não tem um prazo definido, mas as duas últimas etapas são as mais perigosas. A terceira fase é chamada de quase exaustão. Entre os sintomas estão: irritabilidade, gastrite, oscilação da pressão arterial, alteração da glicemia, queda de cabelo, ansiedade e depressão.

Até identificar que estava neste nível do estresse, qualquer barulho irritava a biomédica Loreta Pereira França. “Já fui parar duas vezes no pronto socorro com aumento de pressão repentina, de ter que ficar dois dias em repouso. É por isso que você precisa de ajuda”, relata Loreta. Ela toma remédios para controlar a ansiedade e sabe que sem o tratamento, poderia chegar ao último estágio.

Segundo a especialista em estresse, a fase da exaustão pode levar até a morte. A pessoa pode ter um enfarte, um derrame cerebral ou um câncer. “Logicamente não é o estresse que causa essas doenças, mas o estresse enfraquece o organismo e debilita a pessoa de tal maneira que outras doenças, que já estiverem geneticamente programadas, começam a ocorrer”, alerta Marilda.

Cada pessoa reage de uma maneira às fases do estresse. Por isso, antes de ficar doente, é importante colocar na rotina um tempo para a família, cuidados com o corpo e atividades que te façam sentir bem. “Na área emocional você deveria saber seu limite. Saber dizer não e manter atitude positiva frente à vida”, indica a especialista.

No ateliê de artesanato, Paula que trabalha como advogada tem um compromisso semanal com a saúde da mente. “Eu sinto muita paz e tranquilidade. Minha cabeça parece que esvazia e eu fico completamente relaxada. Isso me ajuda muito”, conta Paula.
Verifique se você tem sintomas de estresse:

Fonte: Centro Psicologico de Controle do Estresse – PUC Campinas
Marilda Lipp, psicóloga e especiliasta em estresse

Assinale os itens que indiquem como se sente neste momento:
1. Ombros levantados
2. 2. Dor ou tensão nas costas
3. 3. Aperto de mandíbula
4. Tensão ou dor na nuca
5. 5. Hiperacidez estomal (azia)
6. 6. Irritabilidade excessiva
7. 7. Boca seca
8. Taquicardia, ou coração batendo rápido demais
9. Suor excessivo
10. Mãos ou pés frios
11. Respiração ofegante
12. Desorganizado, não sabendo onde colocou as coisas.

Verifique o significado de sua pontuação:

Se não assinalou nenhum:
Parabéns, seu corpo está em pleno funcionamento no que se refere ao stress.

Se assinalou de 1 a 3:
A vida pode estar um pouco estressante para você. Avalie o que está ocorrendo. Veja o que está exigindo tanto de sua resistência. Pode ser o mundo lá fora ou pode ser você mesmo. Fortaleça o seu organismo.

Se assinalou de 4 a 8:
Há sinais de que seu nível de stress está alto e algo está exigindo demais seu organismo. Pode estar chegando no seu limite. Considere uma mudança de estilo de vida e de hábitos. Analise em que seu próprio modo de ser pode estar contribuindo para a tensão que está sentindo.

Se assinalou mais do que 8:
Seu nível de stress parece estar altíssimo. Seria bom consultar um psicólogo especialista em stress para fazer um diagnóstico. Sem dúvida, você tem fontes de stress representadas pelo mundo ao seu redor (pode ser família, ocupação, sociedade, etc) e fontes internas ( seu modo de pensar, de sentir e de ser) com as quais precisa aprender a lidar.

Por: Hellen Sacconi

Campinas, SP

Estresse no ambiente de trabalho pode causar até diabetes 24 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

O estresse experimentado por pessoas em decorrência do seu trabalho pode aumentar o risco de doenças no coração e até diabetes. Segundo novo estudo publicado na revista científica British Medical Journal, é possível observar a relação entre o processo biológico e problema no ambiente laboral. Mais de 10 mil trabalhadores com idades entre 35 e 55 anos foram acompanhados durante 14 anos para a coleta de dados. Nesse período, os pesquisadores avaliaram os fatores ligados à síndrome metabólica, tais como obesidade, pressão alta e níveis de colesterol. Também foram levados em conta eventuais hábitos comprovamente danosos à saúde, como fumo, sedentarismo e bebida alcólica. O estudo relata que homens com estresse crônico decorrente do emprego eram duas vezes mais propensos a desenvolver a síndrome em comparação com pessoas que não sofriam esse mesmo estresse. Nas mulheres o número de ocorrências não foi tão alto. Em adição aos resultados sobre a saúde masculina, foi comprovado que os homens também tinham outros mais hábitos associados ao estresse, como dietas pobres em elementos necessários, além de tabagismo, álcool e outras drogas. Uma das explicações dadas no estudo é que a exposição contínua ao estresse no trabalho pode afetar o sistema nervoso.

Imagem

Por: Diabete Net

Stress diminui apetite sexual 20 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Impotência, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , ,
add a comment

Cansaço, stress, parceiras pouco ativas e masturbação em excesso tiram o apetite sexual a 10% dos homens portugueses. Esta é a principal conclusão de um estudo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), que comparou 5255 homens heterossexuais de Portugal, Noruega e Croácia.

Imagem

A investigação sobre os Fatores Associados ao Interesse Sexual Masculino, da psicóloga Ana Carvalheira, revela que a maioria dos homens portugueses (50,8%) associa o cansaço à perda de apetite sexual. Segue-se o stress laboral (48,4%) e a parceira sexualmente passiva (27,7%). A masturbação excessiva afasta 15,7% dos homens de um relacionamento sexual a dois.

Os homens mais afetados têm entre 30 e 39 anos, ao contrário dos que têm mais de 60 anos. Segundo o estudo, os sexagenários são os que menos se deixam afetar por este problema.

A investigadora Ana Carvalheira explica por que razão são os ‘trintões’ os que menos interesse sexual revelam: “É o pico do stress. É a idade onde normalmente há mais casamentos e divórcios, mas também altura em que os homens são pais e estão no pico da atividade laboral. Creio que não existem soluções milagrosas, mas é preciso investir mais no erotismo entre os casais.”

Por: Por: Carolina Resende Matos no Correio da Manha 

Sinais comuns do Stress 16 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , ,
add a comment

There are numerous emotional and physical disorders that have been linked to stress including depression, anxiety, heart attacks, stroke, hypertension, immune system disturbances that increase susceptibility to infections, a host of viral linked disorders ranging from the common cold and herpes to AIDS and certain cancers, as well as autoimmune diseases like rheumatoid arthritis and multiple sclerosis. In addition stress can have direct effects on the skin (rashes, hives, atopic dermatitis, the gastrointestinal system (GERD, peptic ulcer, irritable bowel syndrome, ulcerative colitis) and can contribute to insomnia and degenerative neurological disorders like Parkinson’s disease. In fact, it’s hard to think of any disease in which stress cannot play an aggravating role or any part of the body that is not affected (see stress effects on the body stress diagram) or. This list will undoubtedly grow as the extensive ramifications of stress are increasingly being appreciated.

50 common signs and symptoms of stress

1. Frequent headaches, jaw clenching or pain2. Gritting, grinding teeth

3. Stuttering or stammering

4. Tremors, trembling of lips, hands

5. Neck ache, back pain, muscle spasms

6. Light headedness, faintness, dizziness

7. Ringing, buzzing or “popping sounds

8. Frequent blushing, sweating

9. Cold or sweaty hands, feet

10. Dry mouth, problems swallowing

11. Frequent colds, infections, herpes sores

12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”

13. Unexplained or frequent “allergy” attacks

14. Heartburn, stomach pain, nausea

15. Excess belching, flatulence

16. Constipation, diarrhea, loss of control

17. Difficulty breathing, frequent sighing

18. Sudden attacks of life threatening panic

19. Chest pain, palpitations, rapid pulse

20. Frequent urination

21. Diminished sexual desire or performance

22. Excess anxiety, worry, guilt, nervousness

23. Increased anger, frustration, hostility

24. Depression, frequent or wild mood swings

25. Increased or decreased appetite

26. Insomnia, nightmares, disturbing dreams

27. Difficulty concentrating, racing thoughts

28. Trouble learning new information

29. Forgetfulness, disorganization, confusion

30. Difficulty in making decisions

31. Feeling overloaded or overwhelmed

32. Frequent crying spells or suicidal thoughts

33. Feelings of loneliness or worthlessness

34. Little interest in appearance, punctuality

35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping

36. Increased frustration, irritability, edginess

37. Overreaction to petty annoyances

38. Increased number of minor accidents

39. Obsessive or compulsive behavior

40. Reduced work efficiency or productivity

41. Lies or excuses to cover up poor work

42. Rapid or mumbled speech

43. Excessive defensiveness or suspiciousness

44. Problems in communication, sharing

45. Social withdrawal and isolation

46. Constant tiredness, weakness, fatigue

47. Frequent use of over-the-counter drugs

48. Weight gain or loss without diet

49. Increased smoking, alcohol or drug use

50. Excessive gambling or impulse buying

As demonstrated in the above list, stress can have wide ranging effects on emotions, mood and behavior. Equally important but often less appreciated are effects on various systems, organs and tissues all over the body, as illustrated by the following diagram.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 461 outros seguidores

%d bloggers like this: