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Remédios caseiros para cessar o ronco 17 de Agosto de 2014

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Mel: Além de ser muito utilizado para aliviar os males que atingem a garganta, o mel também ajuda a evitar o ronco, devido à sua ação anti-inflamatória que liberará as vias aéreas.

Aloe: A aloe é uma ótima erva para tratar o ronco e outros problemas respiratórios. Prepare um chá com algumas folhas desta erva: basta deixar ferver por alguns minutos, coar e beber uma hora antes de dormir.

Cebola: A cebola também é muito boa para tratar o ronco e outras doenças respiratórias. Para aproveitar os benefícios proporcionados por este alimento, o indicado é preparar um chá com açúcar mascavo: coloque uma cebola em fatias por cada litro de água e deixe ferver por 15 minutos. Coe e, com a água ainda quente, coloque algumas colheres (de sopa) de açúcar mascavo a gosto. Beba essa mistura uma ou duas horas antes de dormir.

Leite de soja: Trocar o leite de vaca pelo leite de soja é indicado, pois os produtos lácteos são conhecidos por aumentar o muco na garganta e, consequentemente, provocar mais roncos.

Azeite de oliva: Graças à sua ação anti-inflamatória, o azeite de oliva ajuda no tratamento para parar de roncar. Além disso, é um ótimo óleo para a saúde, por possuir menor quantidade de gorduras saturadas e maior quantidade de gorduras insaturadas.
Chá de hortelã-pimenta: Este chá ajuda a eliminar o catarro.

Peixe: Segundo alguns estudos, a carne vermelha ou gorduras saturadas podem causar espasmos leves resultando em inflamação das vias nasais. Por isso, o indicado é comer mais carne branca ou peixe, especialmente atum.

Inspirações de vapor: Fazer inspirações de vapor faz com que a respiração através da via nasal seja livre e adequada. Antes de dormir, coloque uma panela de água para ferver, cubra a cabeça com uma toalha e inale profundamente o vapor. A adição de alguma erva estimulante do sistema respiratório, como o eucalipto, dá um resultado ainda melhor.

Quatro benefícios da prática sexual 16 de Agosto de 2014

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1- mais anticorpos

Pessoas com vida sexual ativa têm mais defesa corporal contra germes, vírus e outros invasores. Pesquisadores da universidade de Wilkes, na Pensilvânia, descobriram que alunos que tiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana apresentavam níveis mais elevados de um determinado anticorpo.

2- prevenção contra câncer

Homens que ejaculam com freqüência (pelo menos 21 vezes por mês) são menos propensos a ter câncer de próstata, segundo estudo divulgado em publicação da Associação Americana de Medicina. A pesquisa, entretanto, não confirma se a ejaculação é o único fator a influir no resultado.

3- queima de calorias

Especialistas afirmam que a prática de sexo também é uma ótima forma de exercitar o corpo, apesar de não substituir uma corrida na esteira. Uma relação gasta cerca de 5 calorias por minuto, quatro a mais do que assistir TV, por exemplo. E, assim como nos exercícios, a freqüência amplia os resultados.

4- combate a dores

Segundo médicos, o orgasmo feminino tem o poder de bloquear a dor, através da liberação de hormônios. A estimulação vaginal pode amenizar dores crônicas nas costas e pernas, e a masturbação pode reduzir cólicas menstruais, incômodos e artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Fonte: O Globo

Pessoas estressadas comem mais e queimam menos calorias; entenda por quê 4 de Agosto de 2014

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Estresse ou stress (em inglês) é a resposta do organismo frente a um perigo, que prepara o corpo para fugir ou lutar, um processo de adaptação geral, no qual ocorrem respostas fisiológicas aos estímulos ambientais.

E o estresse engorda? A resposta é sim, engorda. Segundo Fábio Cardoso, especialista em medicina preventiva e emagrecimento, o estresse faz você ficar mais gordo. E não é somente porque as pessoas tendem a comer alimentos menos saudáveis quando estão estressadas, mas principalmente porque o ele reduz a capacidade do corpo “queimar” calorias.

Pesquisadores da Ohio State University, nos Estados Unidos, publicaram recentemente um excelente trabalho. O estudo revela que o seu chefe exigente, problemas de relacionamento ou um vizinho chato, ou ainda todos eles juntos, podem reduzir sua capacidade de queimar gordura de forma assustadora.

Neste estudo, deram à 58 mulheres (média de idade de 53 anos), refeições contendo 60 gramas de gordura, 59 gramas de carboidrato e 36 gramas de proteína. Após a refeição os pesquisadores monitoraram o sangue e o gasto calórico por 6 horas. Por meio de questionários e entrevistas específicas forma determinados os níveis individuais de estresse.

O gasto calórico (capacidade de queimar calorias) foi alto logo após a refeição, mas diminuiu conforme as horas foram passando, o que é normal. O dado importante foi que a redução no gasto energético foi muito mais rápida nas mulheres que nas entrevistas e questionários afirmaram que estavam com níveis de estresse elevados (independente da causa – trabalho, família, relacionamentos).

Outro dado muito interessante: após a refeição, a oxidação de gorduras (queima das gorduras estocadas) aumentou gradualmente, porém teve elevação bem menor em mulheres que tinham descrito um nível de estresse aumentado.

A pesquisa ainda mostrou que as mulheres sob estresse tinham níveis sanguíneos mais elevados de triglicerídeos (gordura) após se alimentarem. Isto também pode indicar que o corpo tem mais dificuldade de utilizar a gordura como fonte de energia sob situações estressantes.

Um outro trabalho da mesma instituição, descreveu os achados de 354 pessoas atendidas em que metade delas admitiu ter uma relação “problemática” com o seu parceiro. Eles definiram casais que discutiam verbalmente mais de 2 vezes por semana. Foram coletados marcadores dos níveis inflamatórios no sangue destas pessoas.

A inflamação crônica faz parte da gênese de diversas doenças (derrames, infartos, câncer, demências, entre outras), e também, no ganho de peso e dificuldades de emagrecer. Tanto é verdade, que os especialistas sempre falam que o obeso é um “inflamado crônico”.

Nos pacientes com relacionamentos problemáticos, com níveis de stress elevados, os níveis de inflamação o foram sempre mais elevados que nas pessoas com bons relacionamentos.

Conclusão: estes dados demonstram os efeitos destas alterações metabólicas que dias seguidos de stress e até depressões facilitam o ganho de peso com o passar do tempo. E pelo estudo, esta diminuição nas capacidades de queimar calorias de utilizar a gordura, pode sim, no decorrer de um ano, gerar um ganho de peso de até 5 quilos…

Por isso Fábio aconselha: “Faça escolhas de vida saudáveis. Os relacionamentos, sua casa e seu ambiente de trabalho podem ter efeitos cumulativos sobre seu corpo, para o bem ou para o mal. Estresse demais não só engorda, mas pode até matar, pois aumenta a chance de desenvolvermos outras doenças. Isto não é frescura, é cientificamente comprovado”, argumenta.

Aquiete sua mente e beneficie sua saúde 2 de Agosto de 2014

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Entre as inúmeras atividades com as quais você fica envolvido durante todo o dia e parte da noite, qual é o momento em que dá uma parada, mesmo que rápida, para pensar em si mesmo? Se você pensou que isso ocorre antes de dormir, a resposta não valeu.
Geralmente, o dia foi tão atribulado que esse não é o melhor momento para se cuidar. O corpo estará tenso, os pensamentos a todo o vapor e você dificilmente alcançará os benefícios de estar sozinho consigo.

Aliás, parar nem que seja por dez minutos e se concentrar em algo que faz bem parece, para muitos, uma perda de tempo. Pedir que alguém se desligue de tudo que precisa ser feito – que é aquietar a mente – por poucos minutos pode ser um martírio.

Entretanto, muitos já se renderam aos benefícios da meditação, uma boa alternativa para desconectar-se do mundo exterior e concentrar-se apenas em si, seja para acalmar os pensamentos e ter condições de tomar decisões importantes com mais tranqüilidade ou simplesmente experimentar um momento exclusivamente seu.

“Algumas pessoas podem ter a impressão de que quem medita está parado ou não está fazendo nada. Pelo contrário, meditar exige muita disciplina e, consequentemente, esforço.

Passamos muito tempo da vida cuidando do mundo externo, enquanto todos deveriam reservar um tempo do dia para o autocuidado, a higiene não só física, mas também mental”, explica o dr. Gilbert Bang, médico fisiatra do Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Aquiete sua mente!

A meditação nada mais é do que um exercício de atenção concentrada, que pode ser realizado por qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero ou crença. Cada tipo de técnica – e vale lembrar que há milhares – tem objetivos específicos. De qualquer forma, o foco é vivenciar o momento presente, o que por si só promove relaxamento e crescimento pessoal e espiritual.

No livro Medicina e Meditação: Um Médico Ensina a Meditar (MG Editores), o dr. Roberto Cardoso, médico e pesquisador da área de meditação na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que o objetivo da meditação é apenas observar, sem tentar dominar, julgar, comparar ou analisar os pensamentos. “Qualquer que seja a técnica de meditação utilizada, trata-se apenas de um caminho para driblar a mente e atingir o estado meditativo”, explica.

As técnicas meditativas podem ter como meio de concentração ritmo respiratório, sons, objetos, movimentos, visualização de imagens. “Não é preciso meditar apenas sentado, da forma clássica como a maioria das pessoas imagina. Há técnicas de meditação ativa, que podem ser realizadas andando”, explica o dr. Bang.

Durante a meditação, as ondas cerebrais de baixa frequência (alfa, teta e delta), que estão relacionadas ao estado de relaxamento, tomam conta do cérebro. Em contrapartida, as ondas beta, de alta frequência – que são relacionadas ao estado de vigília ou atividade normal -, aparecem em menor quantidade. Com o cérebro tomado por ondas de baixa frequência, o organismo todo desacelera: diminuem a frequência cardíaca, a pressão arterial e o ritmo respiratório.

Qualquer que seja a técnica de meditação utilizada, trata-se apenas de um caminho para driblar a mente e atingir o estado meditativo
Os efeitos da prática não são sentidos apenas de forma fisiológica. O lado emocional também é afetado de forma benéfica. Entre as sensações descritas por meditadores estão o relaxamento mental, a paz interior, a felicidade, a satisfação, a harmonia e a menor tendência a perder o controle diante de situações inusitadas.

Meditar como recomendação médica

Cada vez mais, a medicina comprova os benefícios de terapias alternativas, entre as quais a meditação. Prova disso é o crescente número de pesquisas sobre o tema, muitas delas feitas no Instituto Henry Benson de Medicina para Mente/Corpo, coligado à Universidade de Harvard, nos EUA. Lá, os médicos receitam meditação para pacientes com hipertensão arterial, problemas cardíacos, insônia e dores, inclusive as crônicas, em que a meditação ajuda a suportar melhor o desconforto.

No Einstein, as terapias complementares também têm seu espaço no setor de Medicina Integrativa, vinculado ao Programa Integrado de Oncologia, coordenado pelo dr. Paulo de Tarso Lima. “O Einstein está envolvido com o desenvolvimento de protocolos de pesquisa para atestar os benefícios da meditação, um dos quais vai analisar a ressonância magnética funcional de pacientes que se submeteram a um retiro de meditação”, explica.

Outra possibilidade que está disponível aos pacientes do Programa Saúde Além da Cura são as aulas de kundalini ioga, que contemplam técnicas de respiração e meditação. O médico Rodrigo Yacubian Fernandes formou-se instrutor dessa modalidade de ioga nos Estados Unidos e há mais de um ano aplica a técnica em quem sofre com doenças psiquiátricas e oncológicas.

“Nos pacientes com transtornos de ansiedade e depressão, por exemplo, o medo da doença diminui, e a qualidade do sono e a concentração melhoram”, explica o médico. Nos pacientes oncológicos, os benefícios são demonstrados no controle da ansiedade e do medo da doença tanto no diagnóstico quanto no tratamento.

“O medo da morte costuma ser mais intenso nesses pacientes e, com a ajuda das posturas, respirações e meditações, eles podem passar a encarar isso de forma diferente, com menos medo e ansiedade”, avalia o dr. Rodrigo.

O dr. Bang recomenda técnicas de meditação para seus pacientes e a reação é positiva. É essencial, porém, o esclarecimento sobre a técnica, efeitos e a rotina necessária para alcançar os objetivos. “Nos casos de dores crônicas, de difícil tratamento, ou quando há aspectos psicológicos envolvidos, a meditação é uma ferramenta complementar interessante.

Como há o relaxamento corporal e a diminuição do ritmo biológico, os pacientes recuperam a energia, sentem-se mais dispostos e mais motivados a seguir o plano de tratamento”, afirma o fisiatra.

Fonte: A. Einstein

Confira as 14 metas para emagrecer com saúde 2 de Agosto de 2014

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As nutricionistas da USP têm uma lista de 14 metas que devemos tentar alcançar pouco a pouco, pelo menos duas a cada semana, para perder peso.

Confira as 14 metas da educação alimentar, indicadas pelo Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

1) Faça de 5 a 6 refeições por dia.
2) Frutas na sobremesa e nos lanches.
3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
6) Modere nos açúcares e nos doces.
7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.
10) Coma uma porção de leguminosas por dia.
11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.
12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.
14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.

12 hábitos para emagrecer e não engordar nunca mais 6 de Março de 2014

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Por Marcelo Correa/Boa Forma

Não foi do dia para a noite que você aprendeu a gostar de fritura, salgadinho, doce de leite. Então, se está disposta a comer melhor e mudar de vida, não espere milagre instantâneo. O pulo-do-gato é fazer uma mudança por vez. Só depois que a primeira modificação vira hábito, você parte para o próximo desafio. “Para fazer essa virada, é preciso acreditar que a nova atitude vai trazer um benefício e que não exigirá um grande esforço para entrar na nossa vida. Com isso em mente, fica mais fácil fazer as alterações na alimentação”, diz a norte-americana Kristine Clark, diretora de nutrição do Centro de Medicina Esportiva da Universidade da Pensilvânia (EUA), que aposta no método.

Para ajudar você nessa empreitada, a nutricionista Rosana de Oliveira, do Spa Naturallis, em Natal (RN), preparou um programa de três meses. Na primeira semana, você começa a beber mais água até chegar a 2 litros por dia. Fácil demais? A regra que comanda esse jogo é: devagar e sempre. Na segunda semana, você investe em mais um novo hábito e treina durante sete dias, sem, é claro, abandonar a conquista da semana anterior. E assim vai.

1º SEMANA: ÁGUA ANTES DE COMER
Você já sabe que o corpo precisa de oito a dez copos todo dia. O truque é quando tomar. Anote: dois copos de água uma hora antes do café da manhã, do almoço e do jantar. Antes de cada lanche, mais um copo. “Nosso corpo nem sempre identifica bem a sede”, diz Kristine Clark. “Por conta disso, às vezes confundimos a falta de hidratação com fome e exageramos na comida.”

Tática: você pode deixar lembretes do tipo “não se esqueça da água” na agenda ou na caixa postal do celular. Manter uma garrafinha cheia na mesa de trabalho ou na bolsa dá certo.

2º SEMANA: CAFÉ DA MANHÃ TODOS OS DIAS
Pesquisas comprovam que quem toma um café da manhã nutritivo corre menos risco de comer feito uma leoa nas outras refeições. Além disso, você garante mais pique e concentração. Uma fruta, uma xícara de café com leite desnatado e uma fatia de pão integral com presunto magro ou peito de peru é uma ótima pedida para começar bem o dia.

Tática: se não tem apetite quando acorda, comece com a fruta e, aos poucos, acrescente outros alimentos. Quem vive correndo pode optar por produtos prontos e saudáveis, como iogurte desnatado, suco light de caixinha, torrada integral e barrinha de cereais.

3º SEMANA: MAIS REFEIÇÕES
“Quem divide o que come em cinco refeições por dia acelera o metabolismo entre 5 e 15%”, diz a nutricionista Heloísa Guarita, especialista em fisiologia do exercício. Imagina se você ainda maneirar nas porções: é emagrecimento na certa, porque você evita os picos de fome.

Tática: o ideal é comer a cada três ou quatro horas. Se você toma o café da manhã às 7 h, faça um lanche às 10 h, almoce às 13 h, lanche às 16 h e jante às 20 h.

4º SEMANA: REFRI UMA VEZ POR SEMANA
Aproveite que você já adquiriu o hábito de beber mais água e reduza o refrigerante, que não acrescenta nada de bom ao organismo. Light ou normal, tanto faz: consumidos com a comida, diluem o suco gástrico e prejudicam a digestão.

Tática: nas refeições, tome no máximo meio copo de água. No barzinho ou no restaurante, vá de sucos pouco calóricos, como maracujá e limão com adoçante.

5º SEMANA: MAIS FRUTA, MENOS FOME
As frutas frescas são cheias de vitaminas, minerais e fibras. Ou seja, alimentam e enganam a fome. Coma de três a quatro porções por dia, variando os tipos e inclua sempre uma cítrica (laranja, mexerica, limão) para melhorar a absorção do ferro presente nos outros alimentos.

Tática: substitua o doce da sobremesa por uma fruta e economize um montão de calorias. Se detesta fruta, comece com as desidratadas, que são bem docinhas.

6º SEMANA: A VEZ DOS INTEGRAIS
Seu organismo consome mais calorias para digerir os produtos integrais do que os refinados. Quer mais? As fibras presentes especialmente nos grãos e nas farinhas integrais melhoram o funcionamento do intestino, varrem as toxinas do corpo e aumentam a sensação de saciedade, já que tornam a digestão mais lenta.

Tática: troque o pão branco pelo integral, de centeio ou de aveia, de preferência light. Depois, faça o mesmo com o arroz e o macarrão. Acrescente grãos (soja, cevadinha, grão-de-bico) nas saladas; aveia nas sopas; granola no iogurte; gérmen de trigo nos sucos ou nas frutas picadas.

7º SEMANA: CHOCOLATE PELA METADE
Esse é o tipo de alimento que na medida certa faz bem: a todo momento surgem estudos comprovando que o polifenol, substância presente no chocolate, protege o coração, reduz o colesterol ruim, combate o envelhecimento precoce. Em excesso, a gente já sabe: vira pneuzinho.

Tática: em vez de comer uma barra inteira, coma metade mais uma maçã ou uma fatia de mamão. A fruta vai ajudá-la a chegar a um Alpino por dia. Barrinhas de cereais e frutas secas cobertas com chocolate (tipo Supino) também matam o desejo e têm inúmeras calorias a menos.

8º SEMANA: LANCHES MAIS SAUDÁVEIS
A mania de comer biscoito, bala e docinhos o tempo inteiro arrasa qualquer silhueta. Veja só: 1 bombom + 50 g de ovinhos de amendoim + 3 balas + 3 biscoitos recheados = 553 calorias, mais de 1/3 do que deveria consumir num dia inteiro.

Tática: se você ama doce, na hora do lanche procure trocar o biscoito recheado por ameixa, banana ou damasco seco. Se não vive sem salgado, vá de sanduíche de pão integral com presunto magro. Outras opções gostosas: iogurte light com frutas; um punhado de amêndoas cruas sem sal; 1 suco light de caixinha com 2 torradas integrais; um capuccino com leite desnatado.

9º SEMANA: MASTIGUE, MASTIGUE, MASTIGUE
Quanto mais você mastigar os alimentos, melhor para a digestão e para espantar os quilos extras. A saciedade tem a ver com o tempo que levamos para comer. A partir de 20 minutos de mastigação, o cérebro começa a receber mensagens de que o corpo já está satisfeito. Se terminar a refeição antes desse tempo, vai querer repetir o prato.

Tática: a cada garfada, descanse os talheres ao lado do prato enquanto mastiga. Você também pode contar o quanto mastiga cada garfada: 20 vezes é um bom número.

10º SEMANA: 50% MENOS GORDURA
Você não vive sem batata frita? Não precisa eliminar da sua vida, mas também não dá para comer todo dia e ser feliz… Reserve as frituras para os fins de semana e corte a quantidade pela metade.

Tática: em casa, mude a forma de preparo. No lugar de mergulhar os nuggets e pasteizinhos na frigideira, leve-os ao forno. Faça o mesmo com o bife e os filés de peixe e de frango.

11º SEMANA: VERDE ANTES DE TUDO
Você pode comer folhas à vontade. São levíssimas e têm um montão de vitaminas e fibras. Um prato só de verdes antes do almoço vai ocupar seu estômago e você vai acabar comendo menos alimentos que engordam. Para temperar, use uma colher de chá de azeite com limão e pouco sal; mostarda; shoyu light, vinagre ou molho de iogurte.

Tática: rúcula, agrião, escarola, acelga e alface podem ser consumidos refogados, picadinhos nas sopas, na carne moída, no frango de panela, no recheio das tortas, massas e panquecas e até nos sucos (evite coá-los para manter as fibras intactas).

12º SEMANA: JANTAR ATÉ AS 20h
Quando dormimos, o metabolismo desacelera e a gente consome menos energia. Quanto mais próximo da hora de dormir você jantar, maior o risco de armazenar gorduras. O ideal é comer pelo menos duas horas antes de ir para a cama: se isso acontece por volta das 22 h, jantar às 20 h é uma boa pedida.

Tática: quando for impossível comer mais cedo, faça um prato mais leve, com salada, vegetais cozidos e carnes brancas magras, de preferência grelhadas, ou tome uma sopa de legumes, mas nunca deixe de jantar.

Gerencie seu Stress 17 de Setembro de 2013

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O que acontece quando você está estressado ?

Stress é o que você sente quando você tem que lidar com mais do que você está acostumado. Quando você está estressado , seu corpo reage como se estivesse em perigo. Ela produz hormônios que aceleram o coração, fazer você respirar mais rápido , e dar-lhe uma explosão de energia. Isso é chamado de resposta ao estresse de luta ou fuga.

Algum stress é normal e até mesmo útil. O estresse pode ajudar se você precisa trabalhar duro ou reagir rapidamente. Por exemplo , ele pode ajudá-lo a vencer uma corrida ou terminar um trabalho importante no tempo.

Mas se o stress acontece com muita freqüência ou dura muito tempo, pode ter efeitos ruins. Ele pode ser ligado a dores de cabeça, uma dor de estômago , dor nas costas e problemas para dormir. Ele pode enfraquecer seu sistema imunológico, tornando-o mais difícil de combater a doença. Se você já tem um problema de saúde, o stress pode torná-lo pior . Pode fazer-lhe mal-humorado, tenso ou deprimido. Seus relacionamentos podem sofrer , e você não pode fazer bem no trabalho ou na escola.

O que você pode fazer sobre stress?

A boa notícia é que você pode aprender maneiras de gerenciar o estresse. Para obter o stress sob controle:

Procure descobrir o que está causando stress em sua vida.
Procure maneiras de reduzir a quantidade de estresse em sua vida.
Aprenda maneiras saudáveis ​​de aliviar o stress ou reduzir seus efeitos nocivos.
Como você mede o seu nível de stress?
Às vezes, é claro que o stress está vindo não se sabe de onde. Outras, você pode contar com o stress durante uma grande mudança de vida, como a morte de um ente querido, casar ou ter um bebê. Mas outras vezes, pode não ser tão claro por que você se sentir estressado.

É importante descobrir o que provoca stress para você. Todo mundo se sente e responde ao stress de forma diferente. Manter um diário de stress pode ajudar. Compre um caderno e anote quando algo faz você se sentir estressado. Em seguida, escreva como você reagiu eo que você fez para lidar com o stress. Manter um diário de stress pode ajudá-lo a descobrir o que está causando o stress e quanto stress que você sente. Então você pode tomar medidas para reduzir o estresse ou manipulá-lo melhor.

Para descobrir como salientou e como você está agora, usar esta ferramenta interativa:

Qual é o seu nível de stress?

Como você pode evitar o stress?

O estresse é um fato da vida para a maioria das pessoas. Você pode não ser capaz de se livrar do sertãs, mas você pode procurar maneiras de reduzi-lo.

Você pode tentar algumas destas idéias:

Saiba melhores maneiras de gerenciar o seu tempo. Você pode fazer mais com menos stress, se você fizer uma programação. Pense em coisas que são mais importantes e fazer primeiros.
Encontrar melhores maneiras de lidar com as situações. Olha como você tem lidado com o stress. Seja honesto sobre o que funciona e o que não funciona. Pensar em outras coisas que podem funcionar melhor.
Cuide bem de si mesmo. Descanse bastante. Alimente-se bem. Não fume. Limitar a quantidade de álcool que você bebe .
Experimentar novas formas de pensar. Quando você está começando a se preocupar, para tentar parar os pensamentos. Trabalhar em desapego das coisas que você não pode mudar. Aprenda a dizer “não”.
Falar. Não ser capaz de falar sobre as suas necessidades e preocupações gera stress e pode fazer sentimentos negativos pior. Comunicação assertiva pode ajudar a expressar o que sente de uma forma consciente , tato .
Pedir ajuda. As pessoas que têm uma forte rede de familiares e amigos gerir melhor o stress .
Às vezes, o stress é muito para lidar sozinho. Conversando com um amigo ou membro da família pode ajudar, mas você também pode precisar de um conselheiro.

Como você pode aliviar o stress?

Você vai se sentir melhor se você pode encontrar maneiras de obter o stress fora de seu sistema . As melhores maneiras de aliviar o stress são diferentes para cada pessoa. Tente algumas destas ideias para ver quais funcionam para você :

Exercício. O exercício regular é uma das melhores maneiras de gerenciar o estresse. Andar a pé é uma ótima maneira de começar.
Escrever . Ele pode ajudar a escrever sobre as coisas que estão incomodando .
Deixe seus sentimentos para fora. Falar, rir, chorar, e expressar raiva quando você precisa de alguém que você confia.
Faça algo que você goste. Um hobby pode ajudar a relaxar. Trabalho voluntário ou trabalho que ajuda os outros pode ser um grande apaziguador do stress.
Aprenda maneiras de relaxar seu corpo. Isso pode incluir exercícios de respiração , exercícios de relaxamento muscular, massagens, aromaterapia, yoga ou exercícios de relaxamento, como tai chi e qi gong .
Concentre-se no presente. Tente meditação, exercícios de imagens, ou auto -hipnose. Ouvir música relaxante. Tente olhar para o humor na vida. O riso realmente pode ser o melhor remédio.

Stress e seus Riscos 3 de Setembro de 2013

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O stress é o segundo fator de risco mais encontrado nas pessoas com diagnóstico de infarto do miocárdio. O ritmo de vida agitado, principalmente o das metrópoles, impõem ao homem um estilo totalmente contrário à sua natureza. Na juventude os efeitos deste estilo de vida não chegam a ser percebidos. Mas a partir dos trinta anos, o organismo começa a dar sinais de que não foi feito para um bioritmo igual a este.

Parece difícil combater este grande mal que é o estresse. Cada pessoa tem uma maneira de enfrentar os problemas do cotidiano e também reage de maneira diversa. Contudo, para a saúde do seu coração é preciso seguir certas regras, senão as coisas podem ficar muito ruins de uma hora para a outra.

Como o Stress Influencia na Doença Coronariana?

Uma pessoa que se estressa facilmente, libera quantidade adicional de adrenalina pelo próprio corpo. Quando esta adrenalina entra na corrente sanguínea os seus efeitos são: aumento do número de batimentos cardíacos (taquicardia) e aumento da pressão arterial. Tendo hipertensão arterial, o coração irá trabalhar muito mais do que em condições normais, tendo afetada a sua própria circulação coronariana. Isto quer dizer, maior trabalho com menor oferta de energia (sangue). Num dado momento pode ocorrer o espasmo coronariano que é o fechamento ou colabamento de uma artéria coronária.

Os cientistas ainda não tem completa certeza da causa deste espasmo e porque a artéria não se relaxa a seguir. Para o seu conhecimento, quando uma artéria tem um espasmo a circulação não se completa para a região a seguir. O resultado é o infarto agudo do miocárdio.

Como Reduzir o Stress?

A primeira coisa a fazer é refletir e descobrir o que pode ser um agente estressor no seu dia a dia. Cada pessoa tem o seu limiar e tolerância para cada coisa. Em termos gerais, algumas destas “dicas” poderão ser úteis:

Dormir cedo e o suficiente para recuperar as energias gastas durante o dia (8 horas é o aconselhável)

Acordar mais cedo do que o habitual. Se você sabe que tem trânsito em um determinado local, saia mais cedo de casa

O desjejum deve ser de uma alimentação o mais saudável possível

Evite o uso do café, esta substância é estimulante

Evite o uso do cigarro

Evite ouvir músicas muito agitadas

Tenha alguma atividade física

Leia bons livros (livros de auto-ajuda)

Alimente se naturalmente, evite alimentos “pesados” (os que levam maior tempo para serem digeridos)

Estas são apenas algumas das maneiras que podem ajudar no controle do stress. Existe uma variedade deo outras formas, você deverá encontrar aquela que melhor funcione para o seu caso.

Como o estresse afeta sua saúde 27 de Agosto de 2013

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Stress:

Nós todos sentimos isso. Às vezes, o stress pode ser uma força positiva, motivando-nos para um bom desempenho. Mas muitas vezes – como quando você está preso no trânsito – é uma força negativa. Se você experimentar o stress durante um período prolongado de tempo, ela pode se tornar crônica – a menos que você tomar uma atitude.

A reação natural:

Alguma vez você já se encontrou com as mãos suadas em uma alguma data especial ou sentiu seu coração bater durante um filme de terror? Então você sabe que você pode sentir o stress, tanto o corpo quanto na mente.

Esta resposta automática desenvolvida em nossos sistemas, como forma de proteger-nos. Confrontado com o perigo, o corpo entra em ação, inundando o corpo com hormônios que elevam a sua frequência cardíaca, aumentar a pressão arterial, aumentar a sua energia e se preparar para lidar com o problema.

Você provavelmente vai enfrentar múltiplos desafios no seu dia-a-dia, como o cumprimento de prazos, pagar contas e fazer malabarismos com o cuidado com filhos ou de crianças que fazem o seu corpo reagir da mesma maneira. Como resultado, o sistema de alarme natural do seu corpo – a “luta ou fuga” resposta – pode ser colocado na posição ligado. E isso pode ter consequências graves para a sua saúde.

Pontos de pressão:

Mesmo de curta duração, pouco stress pode ter um impacto. Você pode ter uma dor de estômago antes de ter que fazer uma apresentação, por exemplo. Um stress agudo, causada por uma briga com seu cônjuge ou um evento como um terremoto ou ataque terrorista, pode ter um impacto ainda maior.

Vários estudos têm mostrado que essas tensões emocionais súbitas – especialmente a raiva – pode desencadear ataques cardíacos, arritmias e até mesmo morte súbita. Embora isso aconteça principalmente em pessoas que já têm doença cardíaca, algumas pessoas não sabem que têm um problema até que o stress agudo provoque um ataque cardíaco ou algo pior.

O estresse crônico:

Quando o stress começa a interferir na sua capacidade de viver uma vida normal por um período prolongado, torna-se ainda mais perigoso. Quanto maior for o stress, pior é será para a sua mente e corpo. Você pode se sentir cansado, incapaz de se concentrar ou irritável sem uma boa razão, por exemplo. Mas as causas de stress crônico desgaste em seu corpo também.
O stress pode tornar os problemas existentes maiores. Em um estudo, por exemplo, cerca de metade dos participantes viram melhorias na cefaléia crônica depois de aprender a parar o hábito de produção de stress “catastróficos”, ou constantemente pensamentos negativos sobre sua dor crônica. Estresse também pode causar doenças, ou por causa de mudanças no seu corpo ou por comer em excesso, tabagismo e outros maus hábitos que as pessoas usam para lidar com o stress. O stress no trabalho – alta demanda aliada à baixa capacidade de decisão – é associado com aumento do risco de doença coronariana, por exemplo. Outras formas de stress crônico, como a depressão e baixos níveis de apoio social, também têm tido grandes implicações no aumento do risco cardiovascular . E uma vez que você está doente, o stress pode também torná-lo mais difícil de recuperar. Uma análise de estudos anteriores, por exemplo, sugere que pacientes cardíacos com os chamados “Tipo D” personalidades – caracterizadas por stress crônico – sofrem mais riscos de má resultado.

O que você pode fazer:

Reduzindo os níveis de stress não só pode fazer você se sentir melhor agora, mas também pode proteger a sua saúde a longo prazo.

Em um estudo, os pesquisadores examinaram a associação entre o “efeito positivo” – sentimentos como felicidade, alegria, contentamento e entusiasmo – e o desenvolvimento de doença arterial coronariana. Eles descobriram que, para cada aumento de um ponto no efeito positivo sobre a escala de cinco pontos, a taxa de doenças cardíacas diminuiu em 22 por cento.

Embora o estudo não prova que o aumento do efeito positivo diminui os riscos cardiovasculares, os pesquisadores recomendam aumentar a sua influência positiva, fazendo um pouco de tempo para atividades agradáveis todos os dias.

Outras estratégias para reduzir o stress incluem:

Identificar o que está causando o stress. Monitore seu estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir estressado, anote a causa, seus pensamentos e seu humor. Uma vez que você sabe o que está te incomodando, poderá desenvolver um plano para lidar com isso. Isso pode significar o ajuste de expectativas mais razoáveis para si e para os outros ou pedir ajuda com as responsabilidades domésticas, atribuições de trabalho ou outras tarefas.

Listar todos os seus compromissos, avaliar suas prioridades e, em seguida, eliminar todas as tarefas que não são absolutamente essenciais.

Construir relacionamentos fortes. Relacionamentos podem ser uma fonte de stress. A investigação descobriu que, reações hostis negativas com o seu cônjuge causar mudanças imediatas nos hormônios de stress sensíveis. Os relacionamentos também podem servir como buffers de stress. Estenda a mão para os membros da família ou amigos próximos e que eles saibam que você está tendo um momento difícil. Eles podem ser capazes de oferecer assistência prática e apoio, ideias úteis ou apenas uma nova perspectiva quando você começa a lidar com o que está causando o stress.

Pare quando você está com raiva. Antes de reagir, procure tempo para se reagrupar contando até 10. Então reconsiderar.

Andar a pé ou outras atividades físicas também pode ajudá-lo a funcionar fora do vapor. Além disso, o exercício aumenta a produção de endorfinas, natural humor reforço do seu corpo. Comprometa-se com uma caminhada diária ou outra forma de exercício – um pequeno passo que pode fazer uma grande diferença na redução dos níveis de stress.

Descanse sua mente. De acordo com levantamento na América, o stress mantém mais de 40 por cento dos adultos deitado acordado à noite. Para ajudar a garantir que você obtenha melhor resultado, o recomendado são de sete a oito horas de sono, cortar na cafeína, remover distrações como a televisão ou computadores. A começar de seu quarto e ir para a cama na mesma hora todas as noites.

A pesquisa mostra que atividades como ioga e exercícios de relaxamento não só ajudam a reduzir o stress.

Se você continuar a sentir-se oprimido, consultar com um psicólogo ou outro profissional licenciado de saúde mental que podem ajudá-lo a aprender a gerir o stress de forma eficaz. Ele ou ela pode ajudá-lo a identificar situações ou comportamentos que contribuem para o stress crônico e, em seguida, desenvolver um plano de ação para mudá-las.

Por: Psicologia da Associação Americana agradece a assistência de David S. Krantz, PhD, Beverly Thorn, PhD, e Janice Kiecolt-Glaser, PhD, no desenvolvimento desta ficha.

Dor no Peito ou Dor Torácica 23 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Visão geral Dor Torácica

Se você está tendo dor severa, esmagando, espremendo ou pressão no peito que dura mais do que alguns minutos, ou se a dor se move em seu pescoço, ombro esquerdo, braço ou mandíbula, vá imediatamente a um serviço de urgência hospitalar. Não conduza a si mesmo. Ligue para o 911 para transporte de emergência.

A dor torácica é um dos sintomas mais assustadoras que uma pessoa pode ter. Às vezes é difícil, mesmo para um médico ou outro profissional médico para dizer o que está causando dor no peito e se é risco de vida.

Qualquer parte do peito pode ser a causa da dor, incluindo o coração, os pulmões, esófago, músculo, osso e pele.
Devido à distribuição do nervo complexo do corpo, dor no peito, na verdade, pode provir de uma outra parte do corpo.
O estômago ou outros órgãos na barriga (abdómen), por exemplo, pode causar dor no peito.

Causas potencialmente fatal de dor no peito são os seguintes:

* Ataque cardíaco (infarto agudo do miocárdio): Um ataque cardíaco ocorre quando o fluxo de sangue para as artérias que suprem o coração (artérias coronárias) torna-se bloqueado. Com a diminuição do fluxo de sangue, o músculo do coração não recebe oxigénio suficiente. Isto pode causar danos, deterioração e morte do músculo cardíaco.

* Angina: Angina é uma dor no peito relacionada a um desequilíbrio entre a demanda de oxigênio do coração e da quantidade de oxigênio fornecido através do sangue. É causada pelo bloqueio ou estreitamento dos vasos sanguíneos que fornecem sangue ao coração. A angina é diferente de um ataque cardíaco, em que as artérias não estão completamente bloqueados, e que provoca pouca ou nenhuma danos permanentes para o coração. Angina “Estável” ocorre de maneira repetitiva e previsível durante o exercício e desaparece com o repouso. “Instáveis” angina resulta em dor incomum e imprevisível não totalmente aliviada com o repouso, ou dor que realmente ocorre em repouso.

* A dissecção da aorta: A aorta é a principal artéria que fornece o sangue para os órgãos vitais do corpo, tais como o cérebro, coração, rins, pulmões e intestinos. Dissection significa um rasgo no forro interior da aorta. Isto pode causar hemorragia interna e interromper o fluxo de sangue para os órgãos vitais.

* A embolia pulmonar: Uma embolia pulmonar é um coágulo de sangue em um dos principais vasos sanguíneos que abastece os pulmões. É uma causa potencialmente ameaçadora da vida de dor no peito, mas não está associado com o coração.
Pneumotórax espontâneo: Muitas vezes chamado de um colapso pulmonar, esta condição ocorre quando o ar entra no espaço saclike entre a parede torácica e do tecido pulmonar. Normalmente, a pressão negativa no interior do tórax permite expandir os pulmões. Quando um pneumotórax espontâneo ocorre, o ar entra na cavidade torácica. Quando o balanço da pressão é perdida, o pulmão é incapaz de voltar a crescer. Isso corta o fornecimento normal de oxigênio no corpo.

* Víscera perfurada: Um víscera é perfurado um furo ou rasgo na parede de qualquer área do tracto gastrointestinal. Isto permite ao ar entrar na cavidade abdominal, que irrita o diafragma, e pode causar dor no peito.

* Induzida pela cocaína dor no peito: A cocaína faz com que os vasos sanguíneos do corpo se contraiam. Isso pode diminuir o fluxo sanguíneo para o coração, provocando dor torácica. A cocaína também acelera a progressão da aterosclerose, um fator de risco para um ataque cardíaco.

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