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		<title>Chocolate pode ajudar no desempenho atlético da mesma maneira que o exercício físico</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Boa notícia para as chocólatras. De acordo com uma pesquisa publicada pelo Journal of Physiology, jornal americano referência em assuntos relacionados à fisiologia do corpo humano, o doce predileto de muitas mulheres tem o mesmo poder que os exercícios físicos para melhorar o desempenho atlético. Segundo o estudo, o chocolate &#8211; especialmente os amargos, de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=381&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa notícia para as chocólatras. De acordo com uma pesquisa publicada pelo<strong> Journal of Physiology</strong>, jornal americano referência em assuntos relacionados à fisiologia do corpo humano, o doce predileto de muitas mulheres tem o mesmo poder que os exercícios físicos para melhorar o desempenho atlético.</p>
<p>Segundo o estudo, o chocolate &#8211; <strong>especialmente os amargos, de coloração mais escura</strong> &#8211; contém um composto chamado <strong>Epicatequina</strong>, capaz estimular o crescimento muscular de forma semelhante ao exercício. &#8220;O exercício aeróbico, como corrida ou ciclismo, é conhecido por aumentar o número de mitocôndrias nas células do músculo,&#8221; diz o Dr. Moh Malek da Universidade Wayne State University, de Detroit, EUA. A pesquisa mostrou que o chocolate parece trazer a mesma resposta.<br />
Ainda é cedo para comprovar todos os efeitos benéficos do chocolate no corpo humano, mas testado em camundongos, a substância fez com que o corpo dos bichinhos produzissem mais mitocôndrias, gerando o crescimento do número de células que levam oxigênio ao redor do corpo, aumentando os níveis de energia.</p>
<p>Resta aguardar novos estudos e esperar que o resultado seja satisfatório. <strong>Imagina que paraíso seria devorar um bombom sem sentir peso na consciência?</strong></p>
<div>
<p>Por Mariana Di Pilla</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/381/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/381/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=381&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Café pode prevenir depressão, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentos Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Seria aquele cafezinho nosso de cada dia a bebida perfeita para prevenir a depressão? De acordo com estudos publicados pela revista norte-americana &#8220;Archives of Internal Medicine&#8221;, a resposta é sim. Durante dez anos, médicos da Harvard School of Public Health, de Boston, examinaram os hábitos de 50 mil mulheres americanas. A análise dos dados apontou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=379&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seria aquele <strong>cafezinho</strong> nosso de cada dia a bebida perfeita para <strong>prevenir a depressão</strong>? De acordo com estudos publicados pela revista norte-americana &#8220;Archives of Internal Medicine&#8221;, a resposta é sim.</p>
<p>Durante dez anos, médicos da Harvard School of Public Health, de Boston, examinaram os hábitos de 50 mil mulheres americanas. A análise dos dados apontou que aquelas que bebem, no máximo, uma xícara de café por semana tem <strong>20% mais chances de desenvolver depressão em relação àquelas que são viciadas na bebida</strong> e chegam a ingerir quatro doses diárias.</p>
<div>
<p>Mas os pesquisadores alertam: os estudos ainda não foram concluídos para saber ao certo o que causa essa reação. No entanto, eles acreditam que a cafeína tem o poder de <strong>alterar a química do cérebro de maneira positiva</strong>. Se isso for de fato comprovado, o café entraria na lista de substâncias que podem prevenir o quadro depressivo. Casos já avançados da doença não podem ser curados apenas com a bebida.</p>
<p>Por Mariana Di Pilla</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/379/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=379&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Um amigo pode aliviar o stress</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 13:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo divulgado recentemente – e publicado pela Marie Claire USA – mostrou que a simples presença da melhor amiga é capaz de provocar uma queda na produção de cortisol (hormônio produzido na glândula supra-renal que está diretamente relacionado ao stress) e a ausência faz com que o nível aumente. “Uma das coisas mais interessantes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=377&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado recentemente – e publicado pela Marie Claire USA – mostrou que <strong>a simples presença da melhor amiga</strong> é capaz de provocar uma queda na produção de cortisol (hormônio produzido na glândula supra-renal que está diretamente relacionado ao stress) e a ausência faz com que o nível aumente.</p>
<p>“Uma das coisas mais interessantes desse estudo é que não vale qualquer pessoa querida ou qualquer amigo, para produzir esse efeito <strong>é preciso ser o melhor amigo</strong>”, diz o pesquisador Ryan Adams, do Cincinnatti Childre’ns Hospital Medical Center, que comandou o estudo. Ou seja, os efeitos no corpo e nas emoções provocados pelo(a) melhor amigo(a) são maiores do que os provocador por um irmão ou parente próximo (inclusive os pais!).</p>
<p>Segundo ele, a pesquisa foi feita com crianças – cem delas com idades entre 10 e 12 anos –, mas acredita que o mesmo resultado <strong>seria encontrado em adultos</strong>. “Uma amizade tão próxima pode ser um problema, principalmente para crianças, mas também pode ser muito lucrativa no sentido de dar suporta e passar sentimentos positivos”, diz a psicóloga e educadora Karen Majors, em entrevista à Marie Claire americana. <strong>“A amizade tem um propósito importantíssimo não apenas socialmente, como emocionalmente.”</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/377/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/377/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=377&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Depressão é um sofrimento maior</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/06/11/depressao-e-um-sofrimento-maior/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 23:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[“A depressão é, provavelmente, uma das doenças que mais faz sofrer uma pessoa e que mais desrespeitada é”, referiu o Professor Rui Mota Cardoso, na conferência “Sofrimento Humano: Stress e Depressão”, realizada terça-feira, no ISAVE &#8211; Instituto Superior de Saúde do Alto Ave, em Geraz do Minho. Na sua intervenção, Rui Mota Cardoso, Professor Catedrático [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=373&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A depressão é, provavelmente, uma das doenças que mais faz sofrer uma pessoa e que mais desrespeitada é”, referiu o Professor Rui Mota Cardoso, na conferência “Sofrimento Humano: Stress e Depressão”, realizada terça-feira, no ISAVE &#8211; Instituto Superior de Saúde do Alto Ave, em Geraz do Minho.</p>
<p>Na sua intervenção, Rui Mota Cardoso, Professor Catedrático da Faculdade de Medicina do Porto e coordenador da Unidade de Educação Contínua e Difusão Científica do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, destacou que “ninguém respeita as depressões porque só respeita a depressão quem algum dia teve uma depressão”. Aquele professor justificou que “a depressão é demasiado sofrimento e é demasiado diferente do normal para que alguém entenda o que é ter um deprimido ao lado”.</p>
<p>“Além de tudo isso, é mais frequente nas mulheres e as doenças nas mulheres ainda são mais desrespeitadas”, acrescentou Rui Mota Cardoso.<br />
“De repente, deixamos de sentir vida, pressão e vitalidade no corpo. O deprimido vive no presente, de costas voltadas para o passado e o presente é vivido segundo a sua dor”, referiu o conferencista.</p>
<p>“Lembrem-se que, para além da doença, as pessoas trazem frustrações, conflitos, lutos, dores, humilhações, stress e muitos deles, cerca de 40%, na clínica geral trazem ansiedade e depressão”, elucidou Rui Mota Cardoso, perante uma plateia de futuros profissionais da saúde.<br />
Questionado pela plateia, Rui Mota Cardoso falou dos sinais que levam os profissionais de saúde a detectar uma depressão, da necessidade de se tratar rapidamente a depressão, do estigma da doença, do stress dos profissionais de saúde e das atitudes a tomar para prevenir tal situação.</p>
<p>“O sofrimento aparece sempre que a nossa individualidade é ameaçada por aquilo que acontece e é ameaçada pelas pessoas que encontramos”, explicou Rui Mota Cardoso, referindo o sofrimento físico e o psicológico, com este último a ser muitas vezes superior ao sofrimento físico. Frustração, conflito ou luto foram os três tipos de sofrimento abordados pelo<br />
conferencista. Stress ou Withrawal são as formas do indivíduo reagir ao sofrimento.<br />
“Stress é a situação em que me estão a exigir aquilo que não sou. Estão a tentar deformar-me, a dar-me outra forma”, referiu.</p>
<p>“Toda a vida é uma vida de stress. O que há é bom e mau stress “, esclareceu Rui Mota Cardoso, referindo que “quando o stress é mau há uma descarga no organismo que vai destruir ou alterar o equilíbrio que existia dentro de mim”.</p>
<p>Por: Lurdes Marques</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/373/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/373/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=373&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Descubra plantas e ervas que podem fazer mal em excesso</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 14:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos Funcionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos em ervas e verduras, dificilmente levamos em conta que alguma delas pode nos fazer mal, visto que são consideradas alimentos leves, associados à cura de pequenos transtornos. Todavia, até mesmo na hora de ingerir chás e saladas é preciso equilíbrio, pois como lembrou Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=370&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p>Quando pensamos em ervas e verduras, dificilmente levamos em conta que alguma delas pode nos fazer mal, visto que são consideradas alimentos leves, associados à cura de pequenos transtornos. Todavia, até mesmo na hora de ingerir chás e saladas é preciso equilíbrio, pois como lembrou <strong>Paulo Edson Reis Jacob Neto</strong>, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (Sinter-RJ) e terapeuta naturalista, &#8220;toda planta é tóxica. O que varia para o veneno é a dose&#8221;.</p>
<p>Por causa de suas vitaminas, minerais e nutrientes, muitas verduras e ervas devem ser consumidas com moderação para que não façam mal à saúde. O limite, segundo Jacob Neto é algo individualizado, pois leva em consideração idade, peso, sexo e outras características pessoais.</p>
<p>&#8220;Nada deve ser consumido indiscriminadamente. Nem mesmo alface! Além de ser calmante, vejo muita gente começar a fazer dieta e se jogar na alface. Rica em manganês, ela pode prejudicar o funcionamento da tireoide se for ingerida em demasia, atrapalhando o processo de emagrecimento. Por isso ressalto que o que é tóxico é o que não faz bem, não aquilo que mata&#8221;, contou o terapeuta.</p>
<p>Jacob Neto demonstrou preocupação com a crescente &#8220;moda&#8221; do consumo de produtos naturais, lembrando que muitas pessoas vão às lojas que vendem estes itens e fazem compras como se estivessem em um supermercado, porém sem qualquer orientação sobre o que estão adquirindo e como devem consumir saudavelmente aquele produto. &#8220;Virou moda consumir cápsulas de carqueja com alcachofra para emagrecer. Só que as pessoas não sabem, por exemplo, que a carqueja, em excesso abaixa a imunidade e expõe a pessoa à doenças&#8221;, destacou.</p>
<p>Segundo o terapeuta, existe uma diferença significativa entre remédios e medicamentos: &#8220;todo remédio vem de plantas, exclusivamente. Os medicamentos já são compostos 70% de vegetais, 25% de minerais e 5% de animais e tende a gerar efeitos colaterais&#8221;. O profissional também recomendou que o uso de suplementos seja feito única e exclusivamente sob prescrição médica para evitar overdoses que podem prejudicar a saúde: &#8220;quando ingerimos o alimento, dificilmente temos esse tipo de problema&#8221;.</p>
<p><strong>Chazinho da vovó</strong><br />
Nem sempre o chá pode ser um aliado no combate às doenças, pois também podem fazer mal. O conselho das avós, de sempre mesclar ervas não é para ser descartado, visto que algumas plantas podem ser mal absorvidas ou causar outros males quando ingeridas sozinhas.</p>
<p>&#8220;Temos que levar sempre em consideração a individualidade para não haver excesso. No caso dos chás, recomendo, de maneira genérica, o consumo de 30ml de líquido por kg. Também não é preciso usar sempre folhas secas, mas se usar as frescas, é preciso aumentar a quantidade do ingrediente, porque elas têm mais água&#8221;, sugeriu o terapeuta.</p>
<p>Para conseguir o efeito desejado também é preciso combater a prisão de ventre para que todas as propriedades nutricionais do alimento possam ser absorvidas corretamente pelo nosso corpo.</p>
<p>O uso de produtos naturais também não deve ser feito ininterruptamente porque o corpo se acostuma. &#8220;O ideal é fazer uso por 21 dias, parar uma semana para que todas as células se renovem, e retomar o uso&#8221;, ensinou o profissional, que recomendou a busca de orientação médica, pois &#8220;toda planta é tóxica e seu uso deve ser individualizado&#8221;.</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong><br />
Conheça a seguir alguns vegetais e nutrientes que, em exagero, podem comprometer a saúde:</p>
<p><strong>- Absinto (losna):</strong> ótimo vermífugo, o chá desta planta amarga é bom para febre, dor de estômago e problemas do fígado, mas pode destruir os glóbulos vermelhos do sangue;</p>
<p><strong>- Agrião:</strong> muito rico em iodo, deve ser evitado por gestantes no primeiro e no último trimestre de gestação, pois pode comprometer a tireoide e induzir um aborto ou o parto prematuro;</p>
<p><strong>- Alface:</strong> tem propriedades calmantes e é rico em manganês, podendo comprometer o funcionamento da tireoide quando consumido em excesso;</p>
<p><strong>- Aloe vera (babosa):</strong> usada para tratar queda de cabelo, queimaduras, eczema e erisipela, deve ser usada apenas externamente, pois caso seja consumida, pode causar nefrite;</p>
<p><strong>- Café:</strong> estimulante e rica em cafeína, é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, mas em demasia pode causar azia por sua acidez, insônia e até taquicardia;</p>
<p><strong>- Capim Limão:</strong> calmante e digestivo, pode aumentar a acidez estomacal e provocar azia;</p>
<p><strong>- Carqueja:</strong> o chá amargo é digestivo e faz bem ao fígado, mas, quando consumido em demasia, reduz os glóbulos brancos, comprometendo a imunidade;</p>
<p><strong>- Genciana:</strong> trata males estomacais, intestinais, do fígado e da vesícula. Em demasia, causa enjoo e fraqueza;</p>
<p><strong>- Guiné: </strong>pode ser usada no tratamento de dores de cabeça e cólicas intestinais. Em excesso, é tóxica;</p>
<p><strong>- Poejo:</strong> seu chá é calmante, induz ao sono e também é usado para tratar rouquidão e má digestão. É abortivo;</p>
<p>Portal Terra.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/370/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/370/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=370&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Transtorno do Pânico (TP)</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/05/17/transtorno-do-panico-tp/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 13:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos e Verdades]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[A origem do nome pânico tem relação com a mitologia grega. O deus Pã, associado ao susto e fobias, deu origem ao termo utilizado. Na atualidade, muito se fala a respeito do transtorno do pânico (TP), um distúrbio de ansiedade crônico que atinge cerca de três milhões e seiscentos mil brasileiros. Porém, em muitos meios, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=368&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A origem do nome pânico tem relação com a mitologia grega. O deus Pã, associado ao susto e fobias, deu origem ao termo utilizado.</p>
<p>Na atualidade, muito se fala a respeito do transtorno do pânico (TP), um distúrbio de ansiedade crônico que atinge cerca de três milhões e seiscentos mil brasileiros. Porém, em muitos meios, isso passa ainda sem um diagnóstico precoce ou correto. As pessoas com tal angústia dilaceradora, sofrendo de crises sem motivo algum ou inesperadas, procuram gerelamente médicos de outra especialidade e visitam pronto-socorros gerais e cardiológicos antes da ajuda especializada com psiquiatra.</p>
<p>Felizmente, a ciência tem feito um significativo avanço nos tratamentos recentes, colaborando na diminuição do sofrimento, preconceito e exclusão social a que tais pacientes são submetidos. AS diferenças de gênero também são importantes na escolha do melhor tratamento. As mulheres são, em média, duas vezes mais acometidas que os homens. A idade de início das crises situa-se, frequentemente, entre a adolescência e a terceira década de vida.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Principais sintomas do Transtorno do Pânico</span></p>
<p>O TP é caracterizado pela presença repetitiva de ataques de pânico. São crises espontâneas, súbitas, de mal estar e sensação ded perigo ou morte iminente, com vários sintomas e sinais de alerta como:</p>
<ul>
<li>Sudorese</li>
<li>Tremores</li>
<li>Rubor facial</li>
<li>Taquicardia (batedeira no coração)</li>
<li>Taquipnéia (respiração curta e superficial)</li>
<li>Sensação de falta de ar</li>
<li>Sensação de sufocamento ou nó na garganta</li>
<li>Dor ou desconforto no torax</li>
<li>Tonturas</li>
<li>Formigamentos</li>
<li>Náuseas, vômitos e diarréias</li>
<li>Urgência urinária</li>
<li>Estranheza diante do mundo ou com relação a si mesmo</li>
</ul>
<p>É importante freisarmos que os sintomas podem variar de acordo com cada pessoa. Pelo menos quatro sintomas são necessários para o disgnóstico.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Quais as causas?</span></p>
<p>Não há um único modelo explicativo. Os fatores mais importantes são:</p>
<ol>
<li>Predisposição genética: 35% dos parentes de primeiro grau de pacientes com TP sofrem do mesmo problema;</li>
<li>Fatores biológicos: alterações na química cerebral envolvendo áreas do sistema nervoso central como o lócus ceruleus, o hipocampo e a amígdala, responsáveis pelas reações de alerta e medo. Os principais mensageiros químicos envolvidos são serotonina, a noradrenalina e, mais recentemente, o óxido nítrico e o glutamato;</li>
<li>Emocionais e ambientais: pessoas com stress, depressão ou instabilidade afetivo-emocional são mais predispostas;</li>
<li>Caracteristicas de personalidade: pessoas perfeccionistas, com dificuldade de dizer não, podem ser mais predispostas;</li>
<li>Doenças clínicas associadas: pessoas com asma, broquite, prolapso de válvula cardíaca mitral parecem mais predispostas.</li>
</ol>
<p><span style="text-decoration:underline;">Há outros quadros psiquiátricos associados ao TP</span>?</p>
<p>Sim, a <span style="text-decoration:underline;">agorafobia</span> (medo de lugares ou situações onde possa se difícil ou embaraçoso escapar, como cinemas, shoppings, congestionamentos, bancos lotados) e a <span style="text-decoration:underline;">depressão</span> são frequentes.</p>
<p>Prof. Dr. Joel Rennó Jr</p>
<p>Doutor em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da USP</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/368/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=368&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Stress na mulher</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/13/o-stress-na-mulher/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos e Verdades]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[As principais fontes do Stress feminino são: Dedicar-se mais ao trabalho ou aos filhos; Mudança de estado civil; Condicionamento cultural e social; Múltiplus papéis.  Sintomas: Ansiedade; Tristeza e depressão; Falta de concentração; Irregularidades menstruais; Dores de estômago; Enxaqueca. Consequencias: No trabalho:  podem ocorrer problemas como atrasos frequentes, falta de eficiência, conflitos com colegas e dificuldade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=305&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As principais fontes do Stress feminino são:</p>
<ul>
<li>Dedicar-se mais ao trabalho ou aos filhos;</li>
<li>Mudança de estado civil;</li>
<li>Condicionamento cultural e social;</li>
<li>Múltiplus papéis. </li>
</ul>
<p>Sintomas:</p>
<ul>
<li>Ansiedade;</li>
<li>Tristeza e depressão;</li>
<li>Falta de concentração;</li>
<li>Irregularidades menstruais;</li>
<li>Dores de estômago;</li>
<li>Enxaqueca.</li>
</ul>
<p>Consequencias:</p>
<p>No trabalho:  podem ocorrer problemas como atrasos frequentes, falta de eficiência, conflitos com colegas e dificuldade de raciocínio.</p>
<p>No lar: conflito com filhos e parceiro</p>
<p>Prevenção:</p>
<p>Identificar os sinais de Stress, aplicando programas de controle do Stress específicos para mulheres incluíndo o aprendizado sobre Stress feminino, o conflito dos múltiplos papeis, habilidade de relacionamento com os filhos e companheiro, controle da ansiedade, desenvolvimento de redes pessoais e  suporte social.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/305/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=305&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Stress pós-traumático</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/08/stress-pos-traumatico/</link>
		<comments>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/08/stress-pos-traumatico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Estesse pós-traumático]]></category>
		<category><![CDATA[Stress pós-traumático]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? O transtorno de stress pós-traumático pode ser entendido como a perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O transtorno consiste num tipo de recordação que é melhor definido como revivescência pois é muito mais forte que uma simples recordação. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=346&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>O que é?<a name="o que e"></a></strong><br />
O transtorno de stress pós-traumático pode ser entendido como a perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O transtorno consiste num tipo de recordação que é melhor definido como revivescência pois é muito mais forte que uma simples recordação. Na revivescência além de recordar as imagens o paciente sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia com todo o sofrimento que ela causou originalmente. O transtorno então é a recorrência do sofrimento original de um trauma, que além do próprio sofrimento é desencadeante também de alterações neurofisiológicas e mentais.<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/estrespos.htm#topo"><img src="http://www.psicosite.com.br/separa_topo.gif" border="0" alt="" width="475" height="9" /></a></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Diagnóstico<a name="diagnostico"></a></strong><br />
O primeiro aspecto a ser definido é a existência de um evento traumatizante. Aquele suficientemente marcante, não há dúvidas quanto a ser ameaçador à vida ou à integridade individual, como os seqüestros, assaltos violentos, estupros. Há, contudo certos eventos que podem não ser considerados graves como um acidente de carro sem vítimas. Mesmo assim caso uma pessoa venha a apresentar o quadro de estresse pós-traumático perante uma situação que poderia não ser considerada forte o suficiente para causar danos à maioria das pessoas, pode causar danos para outras. Com certeza, um evento marcante, fora da rotina, que de alguma forma represente uma ameaça, tem que ter acontecido: sem isso não será possível fazer o diagnóstico, pois a definição dele envolve o evento externo. Os sintomas têm que estar diretamente relacionados ao evento estressante, as imagens, as recordações e as revivescência têm que ser a respeito do ocorrido e não sobre outros fatos quaisquer ainda que ameaçadores.<br />
Para o diagnóstico é essencial que a pessoa tenha experimentado ou testemunhado um evento traumatizante ou gravemente ameaçador. Quando esse evento ocorre é necessário também que a pessoa tenha apresentado uma resposta marcante de medo, desesperança ou horror imediatamente após o evento traumático. Depois isso o indivíduo deve passar a ter recordações vivas, intrusivas (involuntárias e abruptas) do evento, incluindo a recordação do que pensou, sentiu ou percebeu enquanto vivia o evento traumático. Podem ocorrer pesadelos baseados no tema. Sentir como se o evento fosse acontecer de novo, chegando a comportar-se como se estivesse de fato vivendo de novo o evento traumático. Nesses eventos é possível que o paciente tenha flashbacks ou alucinações com as imagens do evento traumático. As situações que lembram o evento causam intenso sofrimento e são evitadas. Ter de expor-se novamente ao local pode ser insuportável para o paciente. Por isso o paciente passa a evitar os assuntos que lembrem o evento, como também as conversas, pessoas, objetos e sensações, tudo que se relacione ao trauma. A recordação dos aspectos essenciais do trauma pode também ser apagada da memória. A pessoa pode afastar-se do convívio social e outras atividades mesmo que não relacionadas ao evento. Pode passar a sentir-se diferente das outras pessoas. Pode passar a ter dificuldade de sentir determinadas emoções, como se houvesse um embotamento geral dos afetos. Pode passar a encarar as coisas com uma perspectiva de futuro mais restrita, passando a viver como se fosse morrer dentro de poucos anos, sem que exista nenhum motivo para isso.<br />
Outros sintomas podem ser também insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, respostas exageradas a estímulos normais ou banais.<br />
Para se fazer o diagnóstico é preciso que esses sintomas estejam presentes por no mínimo um mês. Caso o tempo seja inferior a isso não significa que a pessoa não teve nada, só não se pode dar esse diagnóstico.<br />
Certos sintomas não compõem o diagnóstico, mas podem ser encontrados nos paciente com  stress pós-traumático como dor de cabeça, problemas gastrintestinais, problemas imunológicos, tonteiras, dores no peito, desconfortos.<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/estrespos.htm#topo"><img src="http://www.psicosite.com.br/separa_topo.gif" border="0" alt="" width="475" height="9" /></a></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Considerações<a name="consideracoes"></a></strong><br />
O transtorno de stress pós-traumático é provavelmente um transtorno muito comum, porém pouco conhecido, como nas décadas passadas foram desconhecidos porém freqüentes os transtornos de pânico, fobia social, obsessivo compulsivo. O stress pós-traumático se diferencia dos demais transtornos de ansiedade e da maioria dos transtornos mentais por ser causado a partir de um fator externo. O aparato mental do homem é capaz de lidar com situações estressantes sem que isso deixe cicatrizes, da mesma forma que os vasos sanguíneos são capazes de suportar elevações da pressão arterial durante o exercício físico normalmente. Há, contudo limites a partir dos quais o funcionamento mental fica perturbado. Provavelmente isso ocorre quando os mecanismos de enfrentamento e suporte contra estresse são fracos ou quando os estímulos são fortes demais.<br />
Quando surgirá o transtorno não podemos saber, o fato de uma pessoa ter passado por um trauma não significa necessariamente que ela terá estresse pós-traumático. Observa-se que num mesmo evento, algumas pessoas podem apresentar esse transtorno e outras não. Essas variações nos levam a julgar que existem também predisposições pessoais a este problema, o que de fato tem sido constatado. Pessoas com outros problemas de ansiedade prévios apresentam maior susceptibilidade a desenvolverem o estresse pós-traumático.<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/estrespos.htm#topo"><img src="http://www.psicosite.com.br/separa_topo.gif" border="0" alt="" width="475" height="9" /></a></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Grupo de Risco e Curso<a name="grupo"></a></strong><br />
Qualquer pessoa pode desenvolver stress pós-traumático, desde uma criança até um ancião. Os sintomas não surgem necessariamente logo após o evento, podem levar meses. O intervalo mais comum entre evento traumatizante e o início dos sintomas são três meses. Muitas pessoas se recuperam dos sintomas em seis meses aproximadamente, outras podem ficar com os sintomas durante anos.<br />
</span></p>
<p><a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/estrespos.htm#topo"><img src="http://www.psicosite.com.br/separa_topo.gif" border="0" alt="" width="475" height="9" /></a></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Tratamento<a name="tratamento"></a></strong><br />
Os tratamentos preconizados ainda não são plenamente satisfatórios ou estão em início de investigação. Até recentemente a única medicação autorizada oficialmente para tratamento do stress pós-traumático nos EUA era a sertralina, que continua sendo indicada. Uma medicação promissora talvez mais eficaz que a sertralina é o topiramato. As primeiras investigações com ele mostraram uma resposta altamente satisfatória. Quem não obteve resposta com o tratamento convencional pode experimentar esse novo anticonvulsivante e estabilizador do humor.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Última Atualização: 15-10-2004<br />
Ref. Bibliograf:<a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv01"> Liv 01</a> <a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv02">Liv 02</a> <a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv05">Liv 05</a> <a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv14">Liv 14</a> Psychiatry Res. 1998; 81: 179-193<br />
Epidemiological and Phenomenological Aspects of Post-Traumatic Stress Disorder<br />
Michael Maes </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/346/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/346/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=346&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sinais e Sintomas do Stress</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/07/sinais-e-sintomas-do-stress/</link>
		<comments>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/07/sinais-e-sintomas-do-stress/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 13:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Entender o Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Mente e Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas de stress]]></category>

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		<description><![CDATA[O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo. É diferente para cada um de nós. Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros. Também respondem ao stress de maneira diferente. Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=253&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.</p>
<p>É diferente para cada um de nós.</p>
<p>Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.</p>
<p>Também respondem ao stress de maneira diferente.</p>
<p>Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.</p>
<p class="MsoNormal">1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;<br />
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;<br />
3. Ranger os dentes;<br />
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;<br />
5. Gagueira ou gaguejar;<br />
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;<br />
7. Tremores de lábios e mãos;<br />
8. Esquecimento, desorganização e confusão;<br />
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;<br />
10. Dificuldade em tomar decisões;<br />
11. Tonturas e desmaios;<br />
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;<br />
13. Zumbido ou &#8220;sons”;<br />
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;<br />
15. Corar frequentemente, sudorese;<br />
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;<br />
17. Pés frios ou mãos suadas;<br />
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;<br />
19. Boca seca, problemas de deglutição;<br />
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;<br />
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;<br />
22. O aumento da frustração, irritabilidade;<br />
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, &#8220;arrepiado&#8221;;<br />
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;<br />
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;<br />
26. Aumento do número de acidentes menores;<br />
27. Azia, dor de estômago, náusea;<br />
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;<br />
29. O excesso de arrotos, flatulência;<br />
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;<br />
31. Constipação, diarréia;<br />
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;<br />
33. Dificuldade em respirar, suspirar;<br />
34. Resmungou;<br />
35. Súbitos de pânico;<br />
36. Desconfiança defensiva excessiva;<br />
37. Dor no peito, palpitações;<br />
38. Problemas na comunicação, a partilha<br />
39. Micção freqüente<br />
40. Retraimento social e isolamento;<br />
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;<br />
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;<br />
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;<br />
44. Uso freqüente de medicamentos;<br />
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;<br />
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;<br />
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;<br />
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;<br />
49. Aumento ou diminuição do apetite;<br />
50. Compulsão ou impulso para jogos;</p>
<p>Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.</p>
<p>Por: Stress.org</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:74px;width:1px;height:1px;">
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="49%" valign="top">1.  Frequent headaches, jaw clenching or<br />
pain</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">26. Insomnia, nightmares, disturbing<br />
dreams</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">2.  Gritting, grinding teeth</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">27. Difficulty concentrating, racing thoughts</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">3.  Stuttering or stammering</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">28. Trouble learning new information</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">4.  Tremors, trembling of lips, hands</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">29. Forgetfulness, disorganization,<br />
confusion</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">5.  Neck ache, back pain, muscle spasms</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">30. Difficulty in making decisions.</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">6.  Light headedness, faintness, dizziness</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">31. Feeling overloaded or overwhelmed.</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">7.  Ringing, buzzing or &#8220;popping sounds</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">32. Frequent crying spells or suicidal<br />
thoughts</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">8.  Frequent blushing, sweating</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">33. Feelings of loneliness or worthlessness</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">9.  Cold or sweaty hands, feet</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">34. Little interest in appearance,<br />
punctuality</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">10. Dry mouth, problems swallowing</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">11. Frequent colds, infections, herpes sores</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">36. Increased frustration, irritability,<br />
edginess</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">12. Rashes, itching, hives, &#8220;goose bumps&#8221;</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">37. Overreaction to petty annoyances</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">13. Unexplained or frequent &#8220;allergy&#8221;<br />
attacks</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">38. Increased number of minor accidents</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">14. Heartburn, stomach pain, nausea</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">39. Obsessive or compulsive behavior</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">15. Excess belching, flatulence</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">40. Reduced work efficiency or productivity</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">16. Constipation, diarrhea</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">41. Lies or excuses to cover up poor work</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">17. Difficulty breathing, sighing</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">42. Rapid or mumbled speech</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">18. Sudden attacks of panic</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">43. Excessive defensiveness or<br />
suspiciousness</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">19. Chest pain, palpitations</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">44. Problems in communication, sharing</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">20. Frequent urination</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">45. Social withdrawal and isolation</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">21. Poor sexual desire or performance</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">46. Constant tiredness, weakness, fatigue</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">22. Excess anxiety, worry, guilt,<br />
nervousness</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">47. Frequent use of over-the-counter drugs</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">23. Increased anger, frustration, hostility</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">48. Weight gain or loss without diet</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">24. Depression, frequent or wild mood<br />
swings</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">49. Increased smoking, alcohol or drug use</td>
</tr>
<tr>
<td width="49%" valign="top">25. Increased or decreased appetite</td>
<td valign="top"> </td>
<td width="49%" valign="top">50. Excessive gambling or impulse buying</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/253/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=253&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Conexão mente e corpo</title>
		<link>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/06/conexao-mente-e-corpo/</link>
		<comments>http://stresscombr.wordpress.com/2011/04/06/conexao-mente-e-corpo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 11:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Mente e Corpo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais surpreendente que possa parecer, a íntima conexão entre a mente eo corpo não foi bem compreendida até as últimas décadas do século passado. No início dos anos 1970, por exemplo, uma pesquisa científica artigo publicado na revista Scientific American foi um dos primeiros estudos para investigar cientificamente esta ligação. Papel especial que estudou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=338&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais surpreendente que possa parecer, a íntima conexão entre a mente eo corpo não foi bem compreendida até as últimas décadas do século passado.</p>
<p>No início dos anos 1970, por exemplo, uma pesquisa científica artigo publicado na revista Scientific American foi um dos primeiros estudos para investigar cientificamente esta ligação. Papel especial que estudou o que aconteceu no corpo quando a mente estava em um estado meditativo. O papel descobriu que enquanto a mente se estabeleceram com uma prática específica e eficaz de meditação, o corpo ganha um estado profundamente profundo de descanso.</p>
<p>Respiração resolvido de forma significativa. Os hormônios do estresse no sangue foram reduzida. Resistência aumentada da pele (um indicador de relaxamento fisiológico aumentado). O papel foi um marco no reconhecimento científico da conexão mente / corpo.</p>
<p>Também no De 1970, estávamos todos tornando-se familiarizado com o conceito de estresse. Stress tivesse estado conosco por muito tempo, claro, mas através do trabalho de cientistas como Hans Selye stress estava se tornando um processo definido. Hans Selye, um endocrinologista, tornou-se amplamente reconhecido como um especialista na área de gestão de stress. Selye definiu o estresse como resposta inespecífica do corpo a uma demanda colocada nele. Por exemplo, se nós estão em casa sozinho e um barulho estranho é ouvido em outra sala, a nossa freqüência cardíaca pode aumentar a pressão arterial e, provavelmente, o nosso também, a adrenalina dispara para cima e para os nossos sentidos tornam-se intensificado. Estas alterações fisiológicas são as resultado do que os cientistas chamam de luta ou fuga resposta. Tais mecanismos antigos na fisiologia humana são destinadas a preparar um para qualquer &#8220;luta&#8221; em uma situação desafiadora (por exemplo, o tigre no caminho antes de nós) ou para retirar-se do perigo. Embora estes mecanismos podem ser úteis em um desafio específico, que ocorre na fisiologia de forma sustentada podem criar a base para uma infinidade de saúde problemas. <br />
Entendendo e da estreita ligação entre mente e corpo desovado um outro nível de descoberta sobre a saúde ea doença, em termos de distúrbios psicossomáticos. Distúrbios psicossomáticos resultado da influência que a mente tem sobre os processos físicos. Uma doença psicossomática é aquela em que uma doença física é pensado para ser causado ou agravado por fatores mentais. Tais física doenças, incluindo doenças de pele, problemas cardiovasculares, distúrbios respiratórios, e distúrbios do sistema nervoso, incluindo esclerose múltipla pode ser particularmente agravada por fatores mentais, tais como estresse e ansiedade.</p>
<p>As mulheres são particularmente sensíveis ao estresse. Suas vidas são desafiados por estressores especial. As mulheres muitas vezes cuidar de outros muito mais do que cuidar de si. Podem empurrar-se difícil no malabarismo da vida profissional e pessoal. Stress em mulheres é também muitas vezes causadas pela matriz constante de mudanças hormonais que ocorrem na fisiologia feminina. É importante para as mulheres saiba como manter o equilíbrio: como estimular a conexão entre mente e corpo, e para evitar o acúmulo de estresse que podem quebrar essa conexão vital. Para prevenir o aparecimento de distúrbios psicossomáticos e para evitar os efeitos nocivos do estresse, as mulheres só tem a ganhar promovendo uma mente sã / corpo conexão.</p>
<p>Por: Lesley Goldman<br />
Fonte: Messaggiamo.com</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/stresscombr.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/stresscombr.wordpress.com/338/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=stresscombr.wordpress.com&amp;blog=984127&amp;post=338&amp;subd=stresscombr&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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