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O que é o Stress 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Stress.
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Stress é uma palavra derivada do latim. Durante o século XVII ganhou conotação de “adversidade” ou “aflição”. No final do século seguinte, seu uso evoluiu para expressar “força”, “pressão” ou “esforço”.

Quem primeiro definiu o stress sob este prisma foi o austríaco-canadense Hans Selye, conceituando-o como qualquer adaptação requerida à pessoa. Esta definição apresenta o stress como um agente neutro, capaz de tornar-se positivo ou negativo de acordo com a percepção e a interpretação de cada pessoa.

O stress positivo, chamado de eustresse, assim como o negativo, chamado de distresse, causam reações fisiológicas similares: as extremidades (mãos e pés) tendem a ficar suados e frios, a aceleração cardíaca e pressão arterial tendem a subir, o nível de tensão muscular tende a aumentar, etc.

No nível emocional, no entanto, as reações ao stress são bastante diferentes. O eustresse motiva e estimula a pessoa a lidar com a situação. Ao contrário, o distresse acovarda o indivíduo, fazendo com que se intimide e fuja da situação.

As suas emoções e a sua saúde física dependem quase que exclusivamente da sua interpretação do mundo exterior. A realidade de cada pessoa é o produto de sua própria criação. E quanto mais você entende as pressões e situações que o influenciam, melhor você se adapta às suas demandas.

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Fatores de Risco 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão.
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O consumo excessivo de sal pode aumentar a pressão arterial.
 
A hipertensão pode ocorrer em qualquer idade. Mas, é comum o seu aparecimento na fase adulta e em pessoas idosas. O consumo de álcool pode aumentar a pressão arterial, além de dificultar seu tratamento.
  
O fumo aumenta o risco de problemas cardiovasculares, principalmente em pessoas hipertensas. 
  
O excesso de peso prejudica o controle da pressão arterial, além de fazer o coração trabalhar mais. 
  
Uma vida com stress pode levar a pessoa a desenvolver hipertensão.
A falta de atividade física contribui para o aumento da pressão.
  
Os portadores de diabetes são mais propensos a desenvolver hipertensão. 

Depressão 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Depressão.
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Depressão é um distúrbio da emoção que afeta o corpo, o humor e o pensamento: altera o apetite e o sono, a forma como a pessoa se sente e como pensa. Não é uma tristeza passageira, não é sinal de fraqueza pessoal ou uma condição que possa ser revertida com força de vontade. Sua característica essencial é o humor deprimido ou triste na maior parte do tempo, por um período prolongado. A maioria das pessoas com depressão também tem acentuada redução da capacidade de sentir prazer (anedonia) e padrões negativos de pensamento.
O custo econômico da depressão, considerando-se a perda de produtividade e as conseqüências sociais, é muito elevado e o custo em sofrimento humano é incalculável. Estima-se que 15% das pessoas com depressão grave tentam suicídio. Mais de 60% dos suicídios são atribuíveis a depressão. A maioria das pessoas deprimidas não procura tratamento médico e, das que procuram, apenas metade são diagnosticadas como tal.

Casais Obesos têm mais problemas de fertilidade 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Obesidade.
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Um estudo realizado com 47.835 casais dinamarqueses, entre os anos de 1996 e 2002, revelou que os casais obesos precisam aguardar mais tempo para engravidar. Além da obesidade, o sobrepeso também apresenta grande influência na fertilidade das pessoas. A pesquisa foi publicada na revista científica Human Reproduction, edição de março de 2007. Pesquisas anteriores já relacionavam o excesso de peso à infertilidade, mas este foi o primeiro estudo realizado no mundo sobre a fertilidade especificamente em casais obesos.

Em geral, os casais com peso normal levam um ano para conceber uma gravidez. O estudo dinamarquês mostrou que o tempo de espera para concepção em casais obesos é 2,74 vezes maior. Em casais com sobrepeso, este índice cai para 1,4. Já entre os casais com um parceiro obeso e outro muito magro, é ainda mais difícil a gravidez no primeiro ano de tentativa. Neste caso, a baixa fertilidade é quatro vezes maior do que nos casais com peso normal, principalmente quando a mulher é obesa e o homem é muito magro. Outra constatação foi que, ao ganhar peso, mulheres muito magras conseguiram uma redução no tempo de espera para a gravidez.

A base para esta pesquisa foi obtida com dados de uma triagem nacional a partir de entrevistas com mais de 100 mil mulheres grávidas, durante os seis anos indicados anteriormente. Foram excluídos os casos de esterilidade (com necessidade de doação de esperma ou inseminação artificial), casais com informações incompletas ou quando havia relato de doenças que pudessem afetar a fertilidade, ou mesmo o peso. Cada participante respondeu a quatro entrevistas em dois anos, informando peso, grupo sócio-econômico, existência ou não de gestação anterior e hábito de fumar.

Para a coordenadora do estudo, Cecília Ramlau-Hansen, se outros trabalhos comprovarem a obesidade e o sobrepeso como causa direta de uma baixa fertilidade (considerada quando é preciso mais de 12 meses para conceber), e se a epidemia de obesidade continuar, esta redução na capacidade de reprodução pode tornar-se um problema grave de saúde pública, refletindo diretamente no crescimento da população.

Os pesquisadores analisaram um subgrupo (com 2.374 casais) formado apenas com casais nos quais as mulheres tinham Índice de Massa Corporal (IMC) normal, entre 18,5 e 24,9. Cada quilo a mais para elas representava 2,84 dias a mais de espera para a concepção da gestação. Foram avaliados outros 365 casais, cujas mulheres tinham sobrepeso antes da primeira gravidez e que conseguiram perder peso antes da segunda. Nestes casos, cada quilo a menos reduzia o tempo de espera em 5,5 dias.

Por Flavia Garcia Reis

Fonte: Agência EFE (http://www.efe.com/) e revista científica Human Reproduction (http://humrep.oxfordjournals.org/).

10 erros que não devemos cometer na educação alimentar da criança 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Alimentação.
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1. Dizer Sempre Sim: A criança sem limites vai abusar das calorias e das guloseimas. Devemos ter um dia por semana e situações em que podemos ser mais liberais.

2. Lanches Fora de Hora: Já dissemos que o ideal são 6 refeições diárias e evitar as beliscadas fora desses horários.

3. Oferecer Comida Como Recompensa: “ Coma toda a sopa para ganhar a sobremesa”. Passa a idéia de que tomar sopa não é bom e que a sobremesa é que é o máximo.

4. Ameaçar Castigos para Quem Não Cumpre o Combinado: “ Se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Isso somente vai aumentar o ódio que a criança sente das saladas.

5. Brincadeiras na Mesa: Hora de comer é hora de seriedade, evitar fazer aviãozinho. Muito mimo é sinônimo de muita manha.

6. Ceder ao Primeiro Não Gosto Disso: a criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. Cada um pode comer o que quiser, mas pelo menos, experimentar não custa nada.

7. Substituir Refeições : Não quer arroz e feijão, então toma uma mamadeira. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.

8. Tornar a Ida a Uma Lanchonete, Um Programão : A comida de casa fica meio sem graça.

9. Servir Sempre a Mesma Comida : A criança só toma iogurte, então passa o dia todo tomando iogurte. Vai enjoar, vai faltar nutrientes, vai faltar fibras.

10. Dar o Exemplo : Não adianta mandar tomar sucos e somente beber refrigerantes.

Dia Mundial da Atividade Física 27 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Atividade Físicas.
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Dia 05 de abril de 2007. 

Se você estava procurando uma oportunidade para dar início aos seus 30 minutos de atividades físicas diárias, já o encontrou. No dia 6 de abril a Organização Mundial da Saúde (OMS) celebra o Dia Mundial da Atividade Física.O principal objetivo da criação desta data é a prevenção do sedentarismo por parte da OMS, através do incentivo à prática de exercícios físicos em locais públicos. Este ano o tema da campanha mundial é Atividade Física no Local de Trabalho, que deve concentrar atividades entre os dias 1o. e 10 de abril.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 70% das pessoas, em todo o mundo, são sedentárias e mais propícias a desenvolver doenças cardíacas, diabetes e obesidade.

Para o Dr. Ricardo Munir Nahas, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva, o sedentarismo deve ser considerado como o “mal do século”. Ele diz que as facilidades da vida moderna – como o uso da internet, controles remotos, eletrodomésticos, carros automáticos e vidros elétricos – estimulam o sedentarismo da população.

Campanha para Especialistas

Há pouco mais de um ano, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) realiza uma campanha nacional chamada “E Você?”.

É uma iniciativa que tem o apoio de sociedades médicas, inclusive da ABESO, voltada para os profissionais de saúde associados visando uma melhora na qualidade de vida deles através da prática de exercícios.

Tudo começou com uma pesquisa realizada pelo site da entidade, na qual o médico deveria responder sobre a freqüência de prática de atividade física e quantas vezes indicava que o seu paciente o fizesse. Os especialistas ainda tiveram calculados o IMC e enviaram sugestões para estimular os seus colegas.

O estímulo da atividade física é inerente entre os especialistas. Fala-se que 30 minutos diários de intensidade moderada é o suficiente para que a pessoa deixe de ser sedentária. Essa meia hora pode ser dividida em três períodos de 10 minutos cada. Poucos minutos que fazem à diferença.

O que você está esperando? Se já acabou de ler a reportagem, desligue o computador e boa caminhada.

Barbará Bezerra

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