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Alimento x Emoções 31 de Março de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Depressão, Diabetes, Dicas, Dieta, Hipertensão, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Banana: contra a ansiedade. Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria. Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.  

Abacate: amigo do sono. Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral. Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo. Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada. São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse. Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta. É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação. Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz. O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação. Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo. O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por: Prof. Paulo Edson Reis Jacob Neto

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Efeitos do Stress 31 de Março de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Diabetes, Dicas, Hipertensão, Impotência, Mitos e Verdades, Obesidade, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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É difícil para os cientistas definirem o Stress, porque é um fenômeno altamente subjetivo. É diferente para cada um de nós. Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazeroso para os outros. Também respondem ao Stress de maneira diferente.

Alguns comem mais, enquanto outras crescem pálidas ou comem menos. Existem inúmeras alterações físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, apertamento da mandíbula ou dor
2. A insônia, pesadelos, perturbação e sonhos
 3. Ranger, ranger os dentes
 4. Dificuldade de concentração, pensamentos
 5. Gagueira ou gaguejar
 6. Dificuldade para aprender novas informações
 7. Os tremores, tremores dos lábios e nas mãos
 8. Esquecimento, desorganização, confusão
 9. Dor no Pescoço, dor nas costas, espasmos musculares
 10. Dificuldade em tomar decisões.
 11. Tontura, desmaio, tontura
 12. Sentindo-se sobrecarregado.
 13. Tocando, zumbido ou “faz ruídos
 14. Freqüentes crises de choro ou pensamenteos suicida
 15. corar frequentes, sudorese
 16. Sentimentos de solidão ou inutilidade
 17. Frio nos pés ou suadas mãos
 18. pouco interesse na aparência,
 19. Boca seca, problemas de deglutição
 20. Hábitos nervosos, inquietação, os pés tocando
 21. gripes freqüentes, infecções, herpes
 22. Maior frustração, irritabilidade

23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”
 24. Reação exagerada a pequenos aborrecimentos
 25. “alergia” freqüentes
 26. Aumento do número de acidentes menores
 27. Azia, dor de estômago, náuseas
 28. O comportamento obsessivo ou compulsivo
 29. O excesso de arrotos, flatulência
 30. Reduzido a eficiência do trabalho ou a produtividade
 31. Obstipação, diarreia
 32. Mentiras ou desculpas para encobrir o mau trabalho
 33. Dificuldade em respirar, suspirar
 34. Fala Rápida ou fala murmurando
 35. Súbitos de pânico
 36. Desconfiança defensiva excessiva
 37. Dor no peito, palpitações
 38. Problemas na comunicação
 39. Micção freqüente
 40. Retirada Social e o isolamento
 41. Diminuição de desejo ou desempenho sexual
 42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga
 43. O excesso de ansiedade, preocupação, culpa, nervosismo
 44. O uso freqüente de drogas.
 45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade
 46. O ganho de peso ou perda sem dieta
 47. Depressão, humor freqüente.

48. Aumento fumo, álcool ou uso de drogas
 49. Aumento ou diminuição do apetite
 50. jogo excessivo ou a compra por impulso
 

Conforme demonstrado na lista acima, o estresse pode ter efeitos de grande alcance sobre as emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos em todo o corpo, como ilustrado pelo diagrama abaixo.

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