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Descubra plantas e ervas que podem fazer mal em excesso 17 de Maio de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas, Dieta, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Quando pensamos em ervas e verduras, dificilmente levamos em conta que alguma delas pode nos fazer mal, visto que são consideradas alimentos leves, associados à cura de pequenos transtornos. Todavia, até mesmo na hora de ingerir chás e saladas é preciso equilíbrio, pois como lembrou Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (Sinter-RJ) e terapeuta naturalista, “toda planta é tóxica. O que varia para o veneno é a dose”.

Por causa de suas vitaminas, minerais e nutrientes, muitas verduras e ervas devem ser consumidas com moderação para que não façam mal à saúde. O limite, segundo Jacob Neto é algo individualizado, pois leva em consideração idade, peso, sexo e outras características pessoais.

“Nada deve ser consumido indiscriminadamente. Nem mesmo alface! Além de ser calmante, vejo muita gente começar a fazer dieta e se jogar na alface. Rica em manganês, ela pode prejudicar o funcionamento da tireoide se for ingerida em demasia, atrapalhando o processo de emagrecimento. Por isso ressalto que o que é tóxico é o que não faz bem, não aquilo que mata”, contou o terapeuta.

Jacob Neto demonstrou preocupação com a crescente “moda” do consumo de produtos naturais, lembrando que muitas pessoas vão às lojas que vendem estes itens e fazem compras como se estivessem em um supermercado, porém sem qualquer orientação sobre o que estão adquirindo e como devem consumir saudavelmente aquele produto. “Virou moda consumir cápsulas de carqueja com alcachofra para emagrecer. Só que as pessoas não sabem, por exemplo, que a carqueja, em excesso abaixa a imunidade e expõe a pessoa à doenças”, destacou.

Segundo o terapeuta, existe uma diferença significativa entre remédios e medicamentos: “todo remédio vem de plantas, exclusivamente. Os medicamentos já são compostos 70% de vegetais, 25% de minerais e 5% de animais e tende a gerar efeitos colaterais”. O profissional também recomendou que o uso de suplementos seja feito única e exclusivamente sob prescrição médica para evitar overdoses que podem prejudicar a saúde: “quando ingerimos o alimento, dificilmente temos esse tipo de problema”.

Chazinho da vovó
Nem sempre o chá pode ser um aliado no combate às doenças, pois também podem fazer mal. O conselho das avós, de sempre mesclar ervas não é para ser descartado, visto que algumas plantas podem ser mal absorvidas ou causar outros males quando ingeridas sozinhas.

“Temos que levar sempre em consideração a individualidade para não haver excesso. No caso dos chás, recomendo, de maneira genérica, o consumo de 30ml de líquido por kg. Também não é preciso usar sempre folhas secas, mas se usar as frescas, é preciso aumentar a quantidade do ingrediente, porque elas têm mais água”, sugeriu o terapeuta.

Para conseguir o efeito desejado também é preciso combater a prisão de ventre para que todas as propriedades nutricionais do alimento possam ser absorvidas corretamente pelo nosso corpo.

O uso de produtos naturais também não deve ser feito ininterruptamente porque o corpo se acostuma. “O ideal é fazer uso por 21 dias, parar uma semana para que todas as células se renovem, e retomar o uso”, ensinou o profissional, que recomendou a busca de orientação médica, pois “toda planta é tóxica e seu uso deve ser individualizado”.

Saiba mais:
Conheça a seguir alguns vegetais e nutrientes que, em exagero, podem comprometer a saúde:

– Absinto (losna): ótimo vermífugo, o chá desta planta amarga é bom para febre, dor de estômago e problemas do fígado, mas pode destruir os glóbulos vermelhos do sangue;

– Agrião: muito rico em iodo, deve ser evitado por gestantes no primeiro e no último trimestre de gestação, pois pode comprometer a tireoide e induzir um aborto ou o parto prematuro;

– Alface: tem propriedades calmantes e é rico em manganês, podendo comprometer o funcionamento da tireoide quando consumido em excesso;

– Aloe vera (babosa): usada para tratar queda de cabelo, queimaduras, eczema e erisipela, deve ser usada apenas externamente, pois caso seja consumida, pode causar nefrite;

– Café: estimulante e rica em cafeína, é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, mas em demasia pode causar azia por sua acidez, insônia e até taquicardia;

– Capim Limão: calmante e digestivo, pode aumentar a acidez estomacal e provocar azia;

– Carqueja: o chá amargo é digestivo e faz bem ao fígado, mas, quando consumido em demasia, reduz os glóbulos brancos, comprometendo a imunidade;

– Genciana: trata males estomacais, intestinais, do fígado e da vesícula. Em demasia, causa enjoo e fraqueza;

– Guiné: pode ser usada no tratamento de dores de cabeça e cólicas intestinais. Em excesso, é tóxica;

– Poejo: seu chá é calmante, induz ao sono e também é usado para tratar rouquidão e má digestão. É abortivo;

Portal Terra.

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Sinais e Sintomas do Stress 7 de Abril de 2011

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O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.

É diferente para cada um de nós.

Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.

Também respondem ao stress de maneira diferente.

Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;
3. Ranger os dentes;
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;
5. Gagueira ou gaguejar;
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;
7. Tremores de lábios e mãos;
8. Esquecimento, desorganização e confusão;
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;
10. Dificuldade em tomar decisões;
11. Tonturas e desmaios;
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;
13. Zumbido ou “sons”;
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;
15. Corar frequentemente, sudorese;
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;
17. Pés frios ou mãos suadas;
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;
19. Boca seca, problemas de deglutição;
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;
22. O aumento da frustração, irritabilidade;
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”;
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;
26. Aumento do número de acidentes menores;
27. Azia, dor de estômago, náusea;
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;
29. O excesso de arrotos, flatulência;
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;
31. Constipação, diarréia;
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;
33. Dificuldade em respirar, suspirar;
34. Resmungou;
35. Súbitos de pânico;
36. Desconfiança defensiva excessiva;
37. Dor no peito, palpitações;
38. Problemas na comunicação, a partilha
39. Micção freqüente
40. Retraimento social e isolamento;
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;
44. Uso freqüente de medicamentos;
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;
49. Aumento ou diminuição do apetite;
50. Compulsão ou impulso para jogos;

Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.

Por: Stress.org

1.  Frequent headaches, jaw clenching or
pain
  26. Insomnia, nightmares, disturbing
dreams
2.  Gritting, grinding teeth   27. Difficulty concentrating, racing thoughts
3.  Stuttering or stammering   28. Trouble learning new information
4.  Tremors, trembling of lips, hands   29. Forgetfulness, disorganization,
confusion
5.  Neck ache, back pain, muscle spasms   30. Difficulty in making decisions.
6.  Light headedness, faintness, dizziness   31. Feeling overloaded or overwhelmed.
7.  Ringing, buzzing or “popping sounds   32. Frequent crying spells or suicidal
thoughts
8.  Frequent blushing, sweating   33. Feelings of loneliness or worthlessness
9.  Cold or sweaty hands, feet   34. Little interest in appearance,
punctuality
10. Dry mouth, problems swallowing   35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping
11. Frequent colds, infections, herpes sores   36. Increased frustration, irritability,
edginess
12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”   37. Overreaction to petty annoyances
13. Unexplained or frequent “allergy”
attacks
  38. Increased number of minor accidents
14. Heartburn, stomach pain, nausea   39. Obsessive or compulsive behavior
15. Excess belching, flatulence   40. Reduced work efficiency or productivity
16. Constipation, diarrhea   41. Lies or excuses to cover up poor work
17. Difficulty breathing, sighing   42. Rapid or mumbled speech
18. Sudden attacks of panic   43. Excessive defensiveness or
suspiciousness
19. Chest pain, palpitations   44. Problems in communication, sharing
20. Frequent urination   45. Social withdrawal and isolation
21. Poor sexual desire or performance   46. Constant tiredness, weakness, fatigue
22. Excess anxiety, worry, guilt,
nervousness
  47. Frequent use of over-the-counter drugs
23. Increased anger, frustration, hostility   48. Weight gain or loss without diet
24. Depression, frequent or wild mood
swings
  49. Increased smoking, alcohol or drug use
25. Increased or decreased appetite   50. Excessive gambling or impulse buying

Alimento x Emoções 31 de Março de 2011

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Banana: contra a ansiedade. Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria. Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.  

Abacate: amigo do sono. Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral. Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo. Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada. São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse. Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta. É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação. Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz. O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação. Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo. O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por: Prof. Paulo Edson Reis Jacob Neto

Para emagrecer com eficácia, emagreça logo e muito 18 de Julho de 2010

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Pesquisa mostra que 78% das pessoas que tentaram emagrecer “logo” conseguiram perder 15% do peso, contra 48% submetidas a um regime lento

Ao contrário da ideia geralmente aceita, inclusive entre os médicos sobre a melhor receita para perder quilos, uma nova teoria começa a tomar corpo. Diz que, para emagrecer com eficácia, é preciso emagrecer muito… e rápido, segundo estudos apresentados no Congresso internacional sobre obesidade, concluído em Estocolmo (11 a 15 de julho).

Médica endocrinologista e doutoranda da Universidade de Melbourne (Austrália), Katrina Purcell conduziu uma experiência comparativa entre dois modelos de regime: um “rápido”, em 12 semanas, visando a uma perda de 1,5 kg por semana para uma pessoa de 100 kg, e outro “gradual”, de 36 semanas, com o objetivo de perder 0,5 kg por semana para uma pessoa com esse mesmo peso.

“Espantosamente e ao contrário do que se pensa, o estudo demonstra que o regime ‘rápido’ é mais eficaz que o ‘gradual’ para quem quiser perder quilos”, comenta ela.

Os resultados obtidos mostram que 78% das pessoas que tentaram emagrecer “logo” conseguiram perder 15% do peso, contra 48% submetidas a um regime “gradual”, mais lento.

Um dos motivos, avançados pela cientista, é psicológico e diz respeito à motivação: “quando se perde 1,5 kg por semana, temos vontade de dar continuidade ao regime, o mesmo não acontecendo quando se perde 0,5 kg aqui ou ali…”

Quatro participantes do grupo “gradual” abandonaram a experiência antes do final, achando que houve muito esforço, contra apenas um no grupo do emegrecimento “rápido”.

Katrina Purcell adverte, no entanto, contra os regimes muito rápidos, as chamadas “crash diets”, que consistem numa privação extrema de calorias. “Não faça isso sozinho, faça junto com seu médico, que é o único capaz de orientar melhor sua dieta”, diz ela.

Muitos médicos e nutricionistas acham que quanto mais se perde quilos, mais somos suscetíveis de voltar a ganhá-los.

E isso leva a médica a acompanhar os dois grupos com muito cuidado, pelo que pretende divulgar os resultados finais da pesquisa em três anos.

O Instituto nacional holandês para a Saúde Pública e o Meio Ambiente estuda a ligação entre a quantidade de quilos perdidos e a eventual recuperação do peso que advém.

Segundo a pesquisa, 54% das pessoas que perderam peso tendem a conservar os benefícios disso durante um ano, independentemente da quantidade dessa perda.

Daí a conclusão de que, “quanto mais se perde peso inicialmente, mais a perda permanece importante um ano depois”, diz o cientista Jeroen Barte.

É por isso, então, que “as perdas de peso de 10% ou mais deveriam ser encorajadas e preferíveis às menos significativas porque, um ano após, os benefícios serão sentidos”, afirma, reconhecendo que o estudo “acaba com um mito”.

Barte acrescenta que estudos deverão ser realizados “para determinar os objetivos ótimos da perda de peso e estabelecer as melhores práticas, para permitir sua manutenção”.

Katrina Purcell não condena, no entanto, os regimes mais longos, uma vez que permitem uma modificação profunda no modo de vida.

Os cientistas concordam que os hábitos alimentares e o modo de vida são fatores primordiais da obesidade e do sobrepeso.

Quantidade das porções, luta contra o marketing agressivo da indústria de alimentos, reformulação de produtos com menos sal ou menos açúcar, incentivos fiscais, divulgação sistemática das calorias no menu dos restaurantes… Antes de pensar em regimes, “é preciso uma mudança cultural!”, diz o presidente da ONG International Association of Consumer Food Organizations (IACFO), Bruce Silverglade.

(Com AFP)

Doença da tireóide afetam 15% das mulheres brasileiras 9 de Maio de 2010

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O sexo feminino é mais atingido que o masculino na proposição de 7:1, em nosso meio.

O hipotireoidismo atinge de 2 a 5 % da população adulta e está se convertendo na doença prevalente das disfunções. Caracterizam-no aumento de peso, pele seca, depressão, alterações menstruais, unhas quebradiças, sensação de frio, entre outros sintomas.

Distúrbio de fabricação de hormônios produzidos pela tireóide, são conhecidos como hipotireoidismo ou hipertireodismo.

A Glândula Tireóide, glândula de secreção interna, produz hormônios tireoidianos, que vão exercer sua ação nas células da periferia. Quando há excesso em circulação o quadro clínico é denominado de hipertireoidismo; quando há falta o mesmo se designa de hipotireoidismo. Já o hipertireoidismo, menos freqüente, se caracteriza por emagrecimento, tremores, sudorese aumentada e por vezes, sinais oculares.

O diagnóstico é feito por avaliação clínica e por dosagens periféricas dos hormônios tireoidianos, dosagem de anticorpos e do hormônio tireoestimulante hipofisário.

Para o Prof. Dr. Alberto Ferraz, cirurgião de cabeça e pescoço explica que a doença pode ser mais comum entre os brasileiros. “Precisamos mencionar que 4 a 7% da população brasileira apresenta nódulos na tireóide, mesmo sem quadro clínico de disfunção. Estes números tendem a crescer, a medida que se aperfeiçoam os meios diagnósticos. O tratamento do hipertireoidismo poderá ser cirúrgico, clínico ou com iodo radioativo.

Todos eles tem seus defensores mas, a meu ver, o cirúrgico é o que apresenta melhores resultados a curto e longo prazos.

O hipotireoidismo geralmente é de alçada clínica; será cirúrgico somente se a tireóide causar compressão de vias aero-digestivas. O mesmo é feito com hormônio tireoidiano administrado por via oral”, conta o Prof. Ferraz.

Quanto à detecção de nódulos na tireóide há inúmeros aspectos atuais a serem comentados: o emprego sistemático da ultrassonografia com Doppler, o emprego quase rotineiro da biópsia aspirativa por agulha fina, a utilização do Pet-Scan em casos selecionados. Feito no sentido de estabelecer diagnósticos que vão do benigno ao maligno, contemplando esses métodos um dos princípios básicos da medicina: a prevenção.

Nenhum exame deverá ser realizado sem que antes se proceda a uma consulta médica adequada. Recomenda-se uma dieta equilibrada em iodo, atividade física regular, ausência de stress, e consultas médicas periódicas, especialmente nas pessoas que tem, em seu histórico, antecedentes familiares de tireoidopatias.

Fonte: ADJORI

Os aminoácidos essenciais de nossa alimentação 9 de Maio de 2010

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Isoleucina: levedura de cerveja, leite em pó desnatado, queijos duros, aves, salmão, carne.

Leucina: leite em pó desnatado, levedura de cerveja, legumes desidratados, fígado, clara de ovo.

Lisina: leite em pó desnatado, levedura de cerveja, legumes desidratados, fígado, carne.

Metionina: peixes do mar, clara de ovo, aves, levedura de cerveja, leite em pó desnatado.

Fenilalanina: farinha de soja, levedura de cerveja, sementes de cereais, leite em pó desnatado, queijos, aves.

Treonina: levedura de cerveja, leite desnatado, queijos, salmão, carne.

Triptofano: levedura de cerveja, leite desnatado, fígado, aves, carnes, clara de ovo.

Valina: levedura de cerveja, leite desnatado, legumes desidratados, queijos, aves, carne.

Por: Prof. Paulo Edson da Silva Neto

Stress e Depressão 22 de Novembro de 2009

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Todos nós lidamos com o stress na sociedade de hoje, um fato simples e perceptível. Todos sabem que o stress pode provocar muitas doença e até mesmo a morte, se os níveis de stress não forem mantidos sob controle.

Os sintomas mais comuns de stress são indigestão, azia, dor de estômago, hiperventilação, insônia, dores de cabeça, fadiga, diminuição do apetite, raiva, diminuiu a paciência, e de tristeza. Estes sintomas podem também ser sinais de depressão.

Se você tem vários destes sintomas por mais de alguns dias, você deve consultar um profissional de Saúde.

A forma geral de lidar com o stress é permanecer ativo: praticar esportes, fazer uma caminhada.

O ideal é dormir oito horas de sono por dia e beber muita água.

Fazer uma dieta equilibrada regular e um programa de exercícios regulares é outra maneira de diminuir o seu nível de stress e também ajuda a mantê-lo saudável.

 

 

 

Esperança de Vida Melhor 8 de Novembro de 2009

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A esperança humana é eterna, mas nós não somos. É bem verdade que se inevitavelmente morremos, a média de idade em que isso ocorre tem aumentado progressivamente na maior parte do mundo. Se tomarmos como exemplo um monge beneditino que vivia na Inglaterra no século 14, que tinha melhor alimentação, vestuário e higiene quando comparado com a população em geral, verá que a maioria vivia na média até seus 22 anos, e olhe lá!

No século 16 a idade média das pessoas era de 30 anos, poucos viviam mais que isso, e até o começo do século 19, poucos passavam dos 37 anos. Foi no século 20 que a expectativa de vida realmente aumentou, pulando de uma média aproximada de 30 ou 40 anos para mais de 70 anos!

O desafio da ciência tem sido tanto no sentido de aumentar essa média, quanto no sentido de aumentar nosso provável limite máximo, que gira em torno dos 115 anos. Por melhor que tenha sido o avanço da medicina, por mais que tenhamos conseguido aumentar a expectativa média de vida, o limite continua inalterado.

Alguns cientistas acreditam que o envelhecimento está geneticamente programado. Do mesmo modo que uma nave espacial é projetada para, digamos chegar até marte, mas não tem instruções em seus computadores para ir adiante, fomos programados geneticamente para viver até os 85 ou 90 anos, e a partir daí o sistema biológico simplesmente entra em declínio acentuado, como uma lâmpada que já atingiu seu limite de horas programadas pelo engenheiro.

O que causa esse declínio na capacidade do corpo manter a si mesmo? Não existe até o momento nenhuma teoria que explique totalmente esse fenômeno. Na verdade somos afetados por fatores tanto do ambiente quanto biológico.

Um fator do meio ambiente que por muito tempo foi estudado é a alimentação. Alguns cientistas chegaram a afirmar que animais com dietas com poucas calorias aumentavam o tempo de vida. Isso é verdadeiro com animais de laboratório, mas a maioria dos cientistas esqueceu de divulgar ao mesmo tempo em que esses animais realmente viviam mais anos, mas com um preço altíssimo. Simplesmente paravam de se reproduzir. Por outro lado, diversas pesquisas mostram que uma dieta balanceada, rica em fibras de vegetais, frutas e legumes, realmente dificultam o aparecimento de doenças.

Outros estudos sobre envelhecimento apontam para uma possível programação genética das células. Como a vida é sinônimo de multiplicação das células, haveria um ou mais genes que ditariam exatamente por quanto tempo a célula poderia se multiplicar. Esse limite varia nas diversas espécies animais. Uma tartaruga marinha teria como limite 180 anos, uma mosca de frutas algo em torno de 100 dias, e um ser humano entre 110 e 120 anos, na média 115 anos como limite.

Algumas alterações do envelhecimento são explicadas pelas mudanças no metabolismo do homem, como a comprovada diminuição de certos transmissores químicos do sistema nervoso. Como o cérebro regula todas as funções do organismo por meio de impulsos nervosos que determinam às glândulas e tecidos como e quando funcionarem, essa diminuição desses transmissores acabaria por acelerar o envelhecimento na medida em que as glândulas agiriam de modo inadequado. Esse é um fato já bem conhecido, e a reposição de hormônios em mulheres depois da menopausa já é um fato consumado. Outros experimentos já tiveram início para ver se realmente a reposição do hormônio de crescimento auxiliaria a postergar o declínio do envelhecimento.

Há ainda a teoria de envelhecimento baseado na possibilidade de que a partir de certa idade, nosso corpo começaria a produzir proteínas que não são reconhecidas pelo próprio organismo. A partir daí, nosso sistema de defesa imunológico cumpriria suas funções programadas de defesa e atacaria essas proteínas, destruindo ao mesmo tempo as células e paralisando as funções corporais. Outra explicação alternativa seria que o sistema imunológico, ao seguir o declínio do corpo com a idade, produziria muito menos anticorpo para combater as doenças.

O que podemos fazer para aumentar nossos anos de vida? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) podemos acrescentar entre 5 a 10 anos se tivermos uma atitude pro ativa, buscando a saúde e evitando doenças. A OMS listou 25 grandes riscos evitáveis e selecionou os 10 mais importantes a nível mundial, que são: baixo peso infantil e materno, práticas sexuais sem proteção adequada, pressão arterial elevada, uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, deficiência de ferro, e a obesidade e o sobrepeso. Esses fatores comprometem no mundo todo em torno de um terço dos anos de vida saudável perdidas anualmente.

Excluindo fatores típicos de populações menos favorecidas, como a deficiência de ferro ou o uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, observa-se que os outros fatores atingem praticamente todas as classes sociais.

Existem outros fatores que não estão listados, mas que certamente estão incluídos ainda que indiretamente. Entre esses fatores, devem ser lembradas as saúdes intestinais, a prática de atividade física regular, a evitação (JEJUM E RECOLHIMENTO ESPIRITUAL) e eliminação de tóxicos, como por exemplo, poluentes do ar, agrotóxicos alimentares, minerais pesados, radiações ionizantes, entre vários outros.

Na nossa prática TERAPÊUTICA, buscamos promover os fatores de saúde, evitar os de adoecimento e na medida do possível reparar os danos causados por esses tóxicos.

Por: Prof. Paulo Edson

Alimentação para seu tipo sanguineo 4 de Outubro de 2009

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– ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO O

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carne vermelha magra Carneiro, cordeiro, aves (frango, pato, peru, faisão, perdiz, codorna etc.), ovos, coelho. Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.)
Bacalhau, badejo, cavala, enchova, linguado, merluza, salmão, sardinha, truta Atum, carpa, garoupa, pescada, rã Carnes e peixe defumados, ostra, escargot, polvo, caviar, hadoque, lagosta, lula, mexilhão, arenque
Leite de cabra, e derivados: iogurte e queijo, leite de soja, tofu Leite de vaca e derivados (iogurte, queijo, manteiga etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de canola, de gergelim, de arroz Óleo  de amendoim, de algodão, de milho
Nozes, sementes de abóbora torradas Amêndoas, avelãs, pecãs, pinhões,  castanhas, gergelim, sementes de girassol Amendoim, castanha de caju e do Pará, pistache
Ervilhas, feijão-azuki Feijão preto, favas, tremoços, feijão-de-corda, grão-de-bico, vagem, soja Feijão-branco, fradinho, mulatinho, lentilhas
Trigo germinado Arroz branco e integral, centeio, cevada, painço, trigo-sarraceno Aveia, glúten, milho, germe de trigo, farinha de trigo branca e integral
Água mineral sem gás Cerveja, chope, vinho branco ou tinto Café ou chá normal ou descafeinado, bebidas destiladas (vodca, cachaça ou uísque), refrigerantes em geral
Chá de hortelã, dente-de-leão, salsa, frutos da roseira Chás de camomila, ginseng, alcaçuz, gengibre, chá verde Chás de alfafa, aloe (babosa), cabelo de milho, sene, equinácea
Ameixas frescas e secas, figos frescos e secos Abacaxi, amora, banana, caqui, carambola, cereja, damasco, framboesa, goiaba, groselha, kiwi, lima, limão, maçã, mamão, manga, melão amarelo, melancia, nectarina, pêra, pêssego, romã, tâmara, uvas em geral Abacate, açaí, acerola, banana-da-terra, cupuaçu, coco, graviola, laranja ácida, maracujá, morango, melão, tangerina
Açafrão, curry, pimenta-de-caiena, salsa Açúcar mascavo, ágar, alecrim, alho, aniz, araruta, cebolinha, sal coentro, cominho, cravo-da-índia, estragão, hortelã, louro, malte de cevada, manjericão, mel de abelha, melado, menta, missô, mostarda seca, páprica, pimentão, raiz-forte, sálvia, pimenta-malagueta e da Jamaica, molho de soja, maionese, molho inglês, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, baunilha, pimenta-branca e do reino, ketchup, picles e vinagres em geral, inclusive mostarda com vinagre, molho à campanha ou ao vinagrete
Abóbora, acelga, alcachofra, alface, algas, alho, alho-poró, salsa, batata-doce e baroa, beterraba e suas folhas, brócolis, cebola, chicória, couve, escarola, nabo, espinafre, pimenta malagueta, quiabo, raiz-forte Abobrinha, agrião, aipo, aipim, alface, aspargos, azeitonas verdes, brotos de bambu e de feijão, cará, cenoura, coentro, cogumelos, gengibre, inhame, pepino, pimenta amarela e mexicana, pimentão, rabanete, tomate Azeitona preta, batata-inglesa, berinjela, brotos de alfafa, couve-flor, couve-de-bruxelas, milho branco e amarelo, repolho branco, vermelho, verde e chinês, folhas de mostarda

ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO A

PREFERIR MODERAR EVITAR
Frango, peito de peru, ovos Carne bovina ou de porco e derivados, búfalo, vitela, veado, coelho, pato, ganso, codorna ou faisão
Bacalhau, carpa, cavala,  garoupa, salmão, vermelho, sardinha Atum, pargo, pescada Arenque, camarão, caranguejo, caviar, cação, enchova, hadoque, lagosta, linguado, lula, merluza, mexilhões, ostra, polvo, rã, salmão defumado, tartaruga
Leite, queijo de soja Leite de cabra e derivados (iogurte, queijo, requeijão etc.) Leite de vaca e derivados (iogurte, queijo, requeijão etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz ou de canola Óleos  de amendoim, algodão, milho, gergelim
Amendoim, sementes de abóbora torradas Amêndoas, avelãs, castanhas, gergelim, nozes, pinhão, sementes torradas de girassol Castanha de caju e do pará, pistache
Ervilhas, lentilhas e feijão-preto, soja, azuki Ervilhas, feijão em vagem, feijão-de-corda, feijão-branco Feijão fradinho e mulatinho, guando, grão-de-bico
Centeio, trigo sarraceno, trigo germinado Arroz integral, aveia, cevada, milho, painço, tapioca Farinha de trigo branca e  integral, glúten, granola, semolina
Abacaxi, ameixas em geral, amora, cereja, damasco, figos frescos e secos, limão, passas Abacate, caqui, romã, carambola, framboesa, goiaba, kiwi, lima, maçã, melão amarelo, morango, pêra, pêssego, tâmara, uvas (todas) Bananas em geral, coco, laranja, mamão, manga,maracujá, acerola, tangerina, melão, cupuaçu
Alho, gengibre, melado, missô, malte de cevada, mostarda, molho de soja Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alecrim, algas, araruta, baunilha, canela, cebolinha, coentro, cominho, cravo-da-índia, cúrcuma, curry, erva-doce, estragão, hortelã, louro, manjericão, mel de abelha, menta, noz-moscada, orégano, picles em geral, páprica, pimentão, sal, salsa, sálvia, tapioca, tomilho Alcaparras, gelatina, pimentas em geral, vinagres em geral, ketchup, maionese, molho inglês
Café normal ou descafeinado, vinho tinto Vinho branco Bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), chá preto, cerveja, água gasosa
Chá verde de alfafa, aloe (babosa), camomila, ginseng, gengibre, equinácea, frutos da roseira Chás de dente-de-leão, alcaçuz, salsa, hortelã, sene Chá de cabelo de milho
Abóbora-moranga, acelga, alcachofra, alface, aipim, alho, alho-poró, folhas de beterraba, brócolis, brotos de alfafa, cebolas brancas e vermelhas, cenoura, chicória, espinafre, nabo, quiabo, raiz-forte, salsa, couve, tofu Abóbora, agrião, aipo, alface, algas, azeitona verde, aipim, aspargos, broto de bambu, coentro, cogumelos, couve-flor, couve-de-bruxelas, funcho, milho amarelo e branco, folhas de mostarda, pepino, rabanete, repolho-chinês Azeitonas pretas, batata em geral, berinjela, guando, inhame, pimentão, repolhos em geral, tomate, shiitake (tipo de cogumelo)

ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO B

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro Carne bovina magra, peru, ovos, frango Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.),  aves em geral
Bacalhau, badejo, cavala,  garoupa, pargo, linguado, sardinha Atum, carpa, pescada, salmão, truta Camarão, caranguejo, enchova, lagosta, ostra, polvo, arenque, siri, rã, salmão defumado, tartaruga, caviar, hadoque, cação, lula
Leite de cabra e derivados (iogurte, queijos em geral, coalhada etc.) Leite de soja, leite de vaca desnatado e derivado (iogurte, coalhada e queijos em geral) Queijo roquefort, leite de vaca integral
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz Óleo de amendoim, canola, milho, gergelim, girassol
Amêndoas, castanhas, castanha-do-pará, nozes Amendoim, avelã, castanha de caju, pasta de gergelim, sementes de abóbora e girassol torrados, pistache
Feijão-branco, fradinho e mulatinho, feijão de soja Ervilhas em favas, guando, vagem Ervilhas em grãos, lentilhas, grão-de-bico, feijão-azuki, rajado, preto
Arroz branco e integral,  painço, aveia integral, trigo germinado Creme de arroz, granola, semolina Cevada, centeio, germe de trigo, milho e derivado, glúten, trigo e derivados, trigo sarraceno
Chás de alcaçuz, gengibre, ginseng, hortelã, frutos da roseira, salsa, sálvia Chás de alfafa, camomila, chá verde, dente-de-leão, equinácea, erva-de-são-joão, sabugueiro Chás de aloe, cabelo de milho, genciana, sene, tília
Água mineral sem gás Café-preto, chá-preto, cerveja, vinhos brancos e tintos Águas minerais gasosa, bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes
Batata-doce, berinjela, beterraba e suas folhas, brócolis, cenoura, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, folhas de mostarda, inhame, pimentas em geral, salsa, shiitake (tipo de cogumelo) Abóbora, abobrinha, alface, acelga, agrião, aipo, aipim, broto de alfafa, algas marinhas, alho, alho-poró, aspargos, batata-inglesa, baroa e doce, brotos de bambu, cebolas, chicória, escarola, espinafre, gengibre, nabo, pepino, rabanete Alcachofra, abóbora-moranga, azeitonas em geral, brotos de feijão, milho em geral, tomate
Abacaxi, ameixa fresca, banana, mamão, uvas Ameixa seca, amora, banana-da-terra, cereja, damasco, figo, goiaba, framboesa, groselha, kiwi, laranja, lima, limão, maçã, manga, nectarina, melão, morango, pêra, pêssego, tangerina Abacate, caqui, coco, carambola, romã
Curry, gengibre, pimenta-de-caiena, raiz-forte, salsa Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, algas, alho, araruta, baunilha, cebolinha, estragão, coentro, cominho, cravo, erva-doce, missô, hortelã, louro, manjericão, manjerona, menta, mel, melado, noz-moscada, sálvia, orégano, páprica, malagueta, pimentão, soja (molho), tomilho Canela, gelatina, maionese, malte de cevada, mel de milho, pimenta-branca, pimenta da Jamaica, pimenta-do-reino, ketchup, tapioca

ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO AB

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro, coelho, peru Ovos Carne bovina e de porco, aves em geral, carnes secas e defumadas
Atum, bacalhau, badejo, cavala, garoupa, truta, pargo, salmão, sardinha, vermelho Carpa, linguado, pescada Arenque, rã, caviar, mexilhão, lula, camarão, siri, polvo, caranguejo, enchova, ostra, enguia, lagosta
Leite de cabra e derivados Leite de soja, leite de vaca desnatado e derivado exceto os queijos ao lado Leite de vaca integral, manteiga, queijos brie, camembert, parmesão, provolone e roquefort
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de canola, de fígado de bacalhau, de amendoim Óleo de gergelim, de milho, de girassol
Amendoim, nozes Amêndoas, castanha de caju, castanha-do-pará, pistache Avelã, gergelim (tahini), sementes de abóbora, de girassol
Feijão-branco, vermelho, soja, lentilha, tofu Ervilha em grãos e em vagens, guando, feijão de corda, vagens Feijão-azuki, feijão-preto, feijão roxinho, grão-de-bico
Arroz branco e integral, aveia, centeio, trigo germinado Cevada, farinha de trigo branca e integral, semolina, painço Milho e derivados, trigo sarraceno
Aipo, alho, berinjela, salsa,  beterraba e suas folhas, brócolis, broto de alfafa, couve, pepino, couve-flor, inhame, mostarda (folhas) Abóbora de qualquer tipo, acelga, agrião, alface, alho-poró, aspargos, azeitona verde, batatas em geral, brotos de bambu, cebola, cebolinha, repolho,  tomate, cenoura, chicória, coentro, cogumelos, couve-de-bruxelas, espinafre, gengibre, nabo, quiabo, raiz-forte Alcachofra, azeitona preta, brotos de feijão, milho em conserva, pimentas em geral, rabanetes
Abacaxi, ameixas em geral, cereja, figo, kiwi, framboesa, groselha, limão, uvas (todas) Amora, damasco, lima, maçã, mamão, melão, morango, nectarina, pêra, pêssego, tâmara, tangerina Abacate, banana, caqui, coco, carambola, goiaba, laranja, manga, romã
Café normal e descafeinado Água mineral, cerveja, vinho branco e tinto Bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes em geral
Alho, curry, missô, raiz-forte, salsa Açafrão, açúcar mascavo, ágar, alecrim, alfarroba, algas, araruta, baunilha, canela, sal, cebolinha, coentro, cominho, cravo, estragão, hortelã, louro, menta, manjericão, manjerona, mel de abelha, melado, mostarda, noz-moscada, páprica, pimentão, shoyo, tomilho Alcaparras, aniz, gelatina, maisena, malte de cevada, mel de milho, pimentas em geral, picles, molho inglês, vinagres em geral, ketchup
Chás de alcaçuz, alfafa,  bardana, camomila, chá-verde, equinácea, gengibre, ginseng, frutos da roseira, bromelina Chá de dente-de-leão, erva-de-são-joão, hortelã, sálvia, sabugueiro, salsa, salsaparrilha Chás de aloe, cabelo de milho, genciana, sene, chá-preto, mate

ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO AO

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carne bovina magra, carneiro, cordeiro, frango, peru, ovos Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça)
Bacalhau, badejo, truta, carpa, vermelho, sardinha, cavala, salmão Atum, enchova, linguado, merluza, pargo, pescada Camarão, lula, caranguejo, caviar, lagosta, cação, mariscos, siri, rã, mexilhões, ostra, polvo, tartaruga
Leite soja e derivados Leite e queijo de cabra e derivados Leite e queijo de vaca e derivados
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz,  canola, ou gergelim Óleo  de amendoim, algodão ou milho
Nozes, sementes de abóbora torradas Amendoim, amêndoas, avelãs, castanhas, gergelim, sementes de girassol torradas Castanha de caju e do pará, pistache
Ervilhas, feijão-azuki, feijão-preto, feijão de soja Feijão de corda Feijão-branco, fradinho e mulatinho, grão-de-bico, lentilhas e pistache
Trigo sarraceno, trigo germinado Arroz de todos os tipos, cevada, painço Aveia, milho, trigo e derivados (inclusive glúten), granola
Abóbora, acelga, alcachofra, alface, algas, alho, alho-poró, azeitonas verdes, nabo,  aipim, batata-doce, salsa, brócolis, cebolas, cenoura, chicória, espinafre, quiabo, raiz-forte, folhas de beterraba Abobrinha, agrião, aipo, aspargos,  brotos de bambu, cogumelo, gengibre, pepino, pimentão, rabanete, batata-doce, batata-baroa, brotos de alfafa Azeitona preta, batata-inglesa, berinjela, inhame, pimentão, repolhos em geral, couve-flor, couve-de-bruxelas, tomate
Abacaxi, ameixa, figo, amora, cereja, damasco, limão Caqui, carambola, framboesa, goiaba, kiwi, lima, maçã, melão amarelo e verde, pêra, pêssego, romã, tâmara, uvas em geral Abacate, banana, coco,  acerola, cupuaçu, graviola, laranja ácida, mamão, manga, melão, maracujá, morango, tangerina ácida
Vinho tinto Água mineral, café preto, vinho branco Bebidas destiladas (vodca, cachaça ou uísque), chope, cerveja, refrigerantes
Alho, curry, cúrcuma,  cebola, salsa Açafrão açúcar mascavo, ágar, alecrim, araruta, coentro, cominho, cravo, erva-doce, estragão, hortelã, louro, manjericão, manjerona, mel de abelha, melado, menta, missô, mostarda sem vinagre, orégano, páprica, pimenta-de-caiena, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, maionese, molho inglês, molho à campanha, picles, vinagres em geral,  baunilha
Chá de dente-de-leão, hortelã, salsa, gengibre, frutos da roseira, chá-verde, camomila, ginseng Chá de alfafa, equinácea, aloe (babosa) Chá de cabelo de milho, sene, chá-preto

ALIMENTAÇÃO IDEAL PARA PESSOAS DO TIPO BO

PREFERIR MODERAR EVITAR
Carneiro, cordeiro, coelho Peru, ovos, carne bovina magra, frango Carne de porco e derivados (bacon, presunto, lingüiça etc.)
Bacalhau, badejo, garoupa, linguado, merluza, salmão, sardinha, truta Atum, carpa, enchova, pescada Camarão, lula, caranguejo, enguia, lagosta, caviar, mexilhão, ostra, rã, tartaruga, cação, carnes e peixe defumados, caviar, lula, arenque
Leite de cabra e derivados (iogurte, queijo etc.) Leite de soja e tofu, leite de vaca desnatado e derivado Leite de vaca integral e derivado (iogurte, queijo, manteiga etc.)
Azeite de oliveira extravirgem Óleo de arroz Óleo  de amendoim, algodão, canola, gergelim, milho, girassol
Nozes Amêndoas, castanhas, sementes de abóbora torradas, pecãs, pinhões Amendoim, avelãs, castanha de caju e do Pará, gergelim, pistache
Feijão de soja, ervilha em favas, feijão-de-corda, feijão branco, fradinho e mulatinho Feijão-azuki, rajado e preto, lentilhas, grão-de-bico
Arroz branco e integral, painço, trigo germinado Aveia Centeio, cevada, milho e derivados, trigo e derivados, trigo sarraceno, germe de trigo, glúten
Água mineral sem gás Cerveja, chope, vinho branco ou tinto Café preto, bebidas destiladas (cachaça, vodca, uísque), refrigerantes em geral
Ameixas em geral, bananas, mamão, uvas em geral Abacaxi, amora, cereja, damasco, framboesa, goiaba, groselha, kiwi, lima, limão, maçã, melão amarelo, manga, figo, melancia, nectarina, pêra, pêssego, tâmara Abacate, banana-da-terra, caqui, coco, carambola, laranja ácida, maracujá, morango, melão, tangerina
Açafrão, alfarroba, raiz-forte,  curry, pimenta-de-caiena, salsa Açúcar mascavo, ágar, alecrim, alho, aniz, araruta, cebolinha, coentro, cominho, cravo, estragão, hortelã, louro, manjericão, mel, melado, menta, missô, mostarda seca, páprica, molho de soja, molho inglês, tomilho Alcaparras, canela, maisena, noz-moscada, baunilha, pimenta-branca, pimenta da Jamaica, pimenta-do-reino, ketchup, picles e vinagres em geral, molho à campanha ou vinagrete
Chás de alcaçuz, gengibre, ginseng, dente-de-leão, frutos da roseira, salsa Chás de camomila, chá verde Chá de alfafa, aloe (babosa), cabelo de milho, sene, equinácea, tília, sabugueiro, chá-preto
Abóbora, abobrinha, acelga, alho, alho-poró, batata baroa, batata-doce, beterraba e suas folhas, brócolis, cebola, cará, cenoura, couve, escarola, chicória, coentro, espinafre, nabo, quiabo, pimentão, inhame, aipim Agrião, aipo, aspargos, brotos de alfafa e bambu, espinafre, berinjela,  alcachofra, pepino, raiz-forte, gengibre Azeitonas em geral, brotos de feijão, milho em geral, folhas de mostarda, rabanete, tomate

Dicas de Suplementos 3 de Outubro de 2009

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas.
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Sempre importante em qualquer aspecto para uma saúde melhor.

Suplementos

A medicina ortomolecular  e a fitoterapia preconizam o uso de dois suplementos:

Vitamina C – Recomenda-se o uso de 500 mg de vitamina C (ácido l-ascórbico) orgânica de uma a duas vezes ao dia, para reforçar as defesas. Crianças pequenas, metade da dose ou sob orientação pediátrica (ACENEW). (Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Cogumelo do Sol –  Eleva a imunidade por ser rico em substâncias imunomoduladoras, como a beta-glucana. Adultos devem tomar 2 cápsulas de 500 mg 2 a 3 vezes ao dia, tanto como preventivo quanto para tratamento. Crianças pequenas, tomar metade da dose, sendo possível abrir a cápsula e misturar o conteúdo nos alimentos. No caso de dificuldade de encontrar o cogumelo do sol, procurar comer cogumelos, tipo champignon, shitake, shimeji, funghi, etc. (SUNCOGUMELO). (Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Minerais e microminerais – Com a acidificação constante do sangue devido á alimentação industrializada moderna, aliada ao estresse, perdem-se muitos minerais e microminerais que não são repostos pela dieta, haja vista o fato de que os alimentos modernos estão empobrecidos em termos de minerais (solo naturalmente pobre, uso de adubos, agrotóxicos, manipulação industrial, congelamento, microondas, etc.). Certamente que essa condição afeta a imunidade. É necessário atualmente repor estes nutrientes de modo a manter as defesas orgânicas, mas não é qualquer suplemento que serve. Recomenda-se utilizar os concentrados biominerais marinhos, principalmente aqueles extraidos da poderosa alga Lithothâmnium, que possui acima de 50 minerais e microminerais orgânicos, de alta assimilação pelas células (VITALIDADE +)(Distribuidor Rio de Janeiro – Biotech (21) 2532-0347).

Frutas em geral – As frutas, principalmente as cítricas, ajudam a alcalinizar o sangue e são ricas em minerais e vitaminas, favorecendo a saúde e protegendo o organismo. Pessoas que consomem poucas frutas estão muito mais sujeitas, não só às viroses, quanto a qualquer outra enfermidade.

Estas orientações servem tanto para a prevenção quanto para serem utilizadas em casos de pessoas que contraíram qualquer tipo de gripe. Além do mais, estes procedimentos nos deixam seguros e tranqüilos em relação ao grande terror de se contrair, tanto a Influenza A quanto quaisquer outras doenças virais.

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