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Identifique sinais de estresse e evite que os sintomas se intensifiquem 19 de Agosto de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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No começo o estresse é apenas um estado de alerta. O corpo dá os primeiros sinais de que algo mudou: os músculos ficam contraídos e aumenta a produção de adrenalina. A pessoa está pronta para o que der e vier, fica alerta para o que se passa ao seu redor. De acordo com a especialista em estresse, Marilda Lipp, essa é a fase positiva, que prepara a pessoa para lidar com qualquer eventualidade.

Só que o efeito positivo do estresse deve durar, no máximo, 24 horas. A partir daí, é preciso cuidado para não entrar na fase de resistência. É quando mesmo depois de dormir uma noite inteira, ao acordar, a pessoa se sente cansada e a memória fica comprometida. “Esquecer de fazer uma ligação, esquecer onde colocou a chave. São esquecimentos bobos do dia a dia. É como se a vida tivesse pesando muito”, explica a especialista.

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A evolução do estresse não tem um prazo definido, mas as duas últimas etapas são as mais perigosas. A terceira fase é chamada de quase exaustão. Entre os sintomas estão: irritabilidade, gastrite, oscilação da pressão arterial, alteração da glicemia, queda de cabelo, ansiedade e depressão.

Até identificar que estava neste nível do estresse, qualquer barulho irritava a biomédica Loreta Pereira França. “Já fui parar duas vezes no pronto socorro com aumento de pressão repentina, de ter que ficar dois dias em repouso. É por isso que você precisa de ajuda”, relata Loreta. Ela toma remédios para controlar a ansiedade e sabe que sem o tratamento, poderia chegar ao último estágio.

Segundo a especialista em estresse, a fase da exaustão pode levar até a morte. A pessoa pode ter um enfarte, um derrame cerebral ou um câncer. “Logicamente não é o estresse que causa essas doenças, mas o estresse enfraquece o organismo e debilita a pessoa de tal maneira que outras doenças, que já estiverem geneticamente programadas, começam a ocorrer”, alerta Marilda.

Cada pessoa reage de uma maneira às fases do estresse. Por isso, antes de ficar doente, é importante colocar na rotina um tempo para a família, cuidados com o corpo e atividades que te façam sentir bem. “Na área emocional você deveria saber seu limite. Saber dizer não e manter atitude positiva frente à vida”, indica a especialista.

No ateliê de artesanato, Paula que trabalha como advogada tem um compromisso semanal com a saúde da mente. “Eu sinto muita paz e tranquilidade. Minha cabeça parece que esvazia e eu fico completamente relaxada. Isso me ajuda muito”, conta Paula.
Verifique se você tem sintomas de estresse:

Fonte: Centro Psicologico de Controle do Estresse – PUC Campinas
Marilda Lipp, psicóloga e especiliasta em estresse

Assinale os itens que indiquem como se sente neste momento:
1. Ombros levantados
2. 2. Dor ou tensão nas costas
3. 3. Aperto de mandíbula
4. Tensão ou dor na nuca
5. 5. Hiperacidez estomal (azia)
6. 6. Irritabilidade excessiva
7. 7. Boca seca
8. Taquicardia, ou coração batendo rápido demais
9. Suor excessivo
10. Mãos ou pés frios
11. Respiração ofegante
12. Desorganizado, não sabendo onde colocou as coisas.

Verifique o significado de sua pontuação:

Se não assinalou nenhum:
Parabéns, seu corpo está em pleno funcionamento no que se refere ao stress.

Se assinalou de 1 a 3:
A vida pode estar um pouco estressante para você. Avalie o que está ocorrendo. Veja o que está exigindo tanto de sua resistência. Pode ser o mundo lá fora ou pode ser você mesmo. Fortaleça o seu organismo.

Se assinalou de 4 a 8:
Há sinais de que seu nível de stress está alto e algo está exigindo demais seu organismo. Pode estar chegando no seu limite. Considere uma mudança de estilo de vida e de hábitos. Analise em que seu próprio modo de ser pode estar contribuindo para a tensão que está sentindo.

Se assinalou mais do que 8:
Seu nível de stress parece estar altíssimo. Seria bom consultar um psicólogo especialista em stress para fazer um diagnóstico. Sem dúvida, você tem fontes de stress representadas pelo mundo ao seu redor (pode ser família, ocupação, sociedade, etc) e fontes internas ( seu modo de pensar, de sentir e de ser) com as quais precisa aprender a lidar.

Por: Hellen Sacconi

Campinas, SP

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Estresse no ambiente de trabalho pode causar até diabetes 24 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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O estresse experimentado por pessoas em decorrência do seu trabalho pode aumentar o risco de doenças no coração e até diabetes. Segundo novo estudo publicado na revista científica British Medical Journal, é possível observar a relação entre o processo biológico e problema no ambiente laboral. Mais de 10 mil trabalhadores com idades entre 35 e 55 anos foram acompanhados durante 14 anos para a coleta de dados. Nesse período, os pesquisadores avaliaram os fatores ligados à síndrome metabólica, tais como obesidade, pressão alta e níveis de colesterol. Também foram levados em conta eventuais hábitos comprovamente danosos à saúde, como fumo, sedentarismo e bebida alcólica. O estudo relata que homens com estresse crônico decorrente do emprego eram duas vezes mais propensos a desenvolver a síndrome em comparação com pessoas que não sofriam esse mesmo estresse. Nas mulheres o número de ocorrências não foi tão alto. Em adição aos resultados sobre a saúde masculina, foi comprovado que os homens também tinham outros mais hábitos associados ao estresse, como dietas pobres em elementos necessários, além de tabagismo, álcool e outras drogas. Uma das explicações dadas no estudo é que a exposição contínua ao estresse no trabalho pode afetar o sistema nervoso.

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Por: Diabete Net

Stress diminui apetite sexual 20 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Impotência, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Cansaço, stress, parceiras pouco ativas e masturbação em excesso tiram o apetite sexual a 10% dos homens portugueses. Esta é a principal conclusão de um estudo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), que comparou 5255 homens heterossexuais de Portugal, Noruega e Croácia.

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A investigação sobre os Fatores Associados ao Interesse Sexual Masculino, da psicóloga Ana Carvalheira, revela que a maioria dos homens portugueses (50,8%) associa o cansaço à perda de apetite sexual. Segue-se o stress laboral (48,4%) e a parceira sexualmente passiva (27,7%). A masturbação excessiva afasta 15,7% dos homens de um relacionamento sexual a dois.

Os homens mais afetados têm entre 30 e 39 anos, ao contrário dos que têm mais de 60 anos. Segundo o estudo, os sexagenários são os que menos se deixam afetar por este problema.

A investigadora Ana Carvalheira explica por que razão são os ‘trintões’ os que menos interesse sexual revelam: “É o pico do stress. É a idade onde normalmente há mais casamentos e divórcios, mas também altura em que os homens são pais e estão no pico da atividade laboral. Creio que não existem soluções milagrosas, mas é preciso investir mais no erotismo entre os casais.”

Por: Por: Carolina Resende Matos no Correio da Manha 

Limão 16 de Maio de 2012

Posted by Geraldo Neto in Alimentos Funcionais, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Stress.
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Um agente Alcalinizante, Mineralizante e Bactericida

O limão é uma fruta cítrica, porque ele contém cerca de 6% de ácido cítrico em seu suco. Ou seja, em cada 100 gramas de suco fresco e puro de limão, temos cerca de 6 gramas de ácido cítrico e citratos, que são os sais do ácido cítrico.

Tal concentração de ácido cítrico ocorre em qualquer uma das suas variedades. Ou seja, não importa se ele é o limão verdadeiro que é o Siciliano, se ele é rústico como é o caso dos limões Cravo, Rosa, Capeta ou Vinagre, se ele é um limão enxertado como é o caso do Tahiti ou se é o limão Galego.

E este teor de 6%, considerado o mais elevado de todas as frutas, o diferencia das demais frutas cítricas, porque as laranjas, tangerinas e pomelos, apesar de serem frutas cítricas, apresentam na composição de seus sucos (fresco e puro) a concentração média de 0,6% de ácido cítrico e citratos. Ou seja, cerca de 10 vezes menos que seu “especial” colega de classe, o limão.

Terapeuticamente falando, o ácido cítrico e um ácido orgânico e tricarboxílico que, dentro da química e do organismo humano, é um agente tamponante e alcalinizante, ou seja, ele tem o poder de estabilizar uma condição levemente alcalina em todos os líquidos corporais, seja no sangue, na linfa, no líquido crânio-sacral ou nos líquidos intra e extra-celulares.
E, o que é mais importante, essa estabilização levemente alcalina dos líquidos corporais, que é um pH entre 7,36 a 7,42 é; metabolicamente falando, a condição ideal para todos os processos orgânicos acontecerem da forma mais equilibrada e harmônica. Ou seja, saúde, preservação e prevenção.

Em síntese, o limão tem o poder de realizar uma reengenharia da qualidade hídrica de todo o organismo, beneficiando assim o cérebro, pulmões, rins, sistema linfático, ou seja, imunológico; sistema nervoso, intestinos, fígado; enfim, todos os sistemas e órgãos vitais.
Assim, a partir do momento em que ingerimos o suco do limão, seja ele puro ou na composição com outros alimentos crus ou cozidos, inicia-se um processo de facilitação de alcalinização de todos os processos metabólicos.

Portanto, desfazendo enganos já muito arraigados entre todos nós, inclusive entre médicos e nutricionistas, o limão só pode ser reconhecido como um alimento ácido até o momento de ser ingerido, pois após sua ingestão, puro ou idealmente composto com outros alimentos, ele funcionará como um agente alcalinizante, condição esta que será tão mais constante, quanto mais diário e metódico for o consumo do limão via alimentação.
Pois, o ácido cítrico irá se combinar com sais minerais livres (biodisponíveis) à base de cálcio, magnésio e ferro, formando os respectivos citratos salinos, que conferirão o desejado pH ideal que é levemente alcalino.
Tal fenômeno explica uma outra importante propriedade terapêutica do limão, que é a de ser um agente de fixação de sais minerais.

Ou seja, quando desejamos melhorar aspectos da nossa saúde como anemia, osteoporose e vitalidade; portanto, aumentar a presença de ferro, cálcio e magnésio em nosso organismo, nada como fazer uso de alimentos ricos nesses elementos e associar o limão a eles.
Então, as folhas verdes são ricas em clorofila, magnésio e ferro, as raízes são ricas em todos os sais minerais, e por isso vem a indicação dos sucos desintoxicantes; sugiro sempre o introdução do limão junto com estes ingredientes no seu preparo.
Mas, existe uma frase clássica sobre o limão que tem muito fundo de verdade: “O limão é um antibiótico natural”.

Muitos podem pensar que este poder está na sua Vitamina C. Ledo engano. O suco do limão é relativamente pobre em vitamina C quando comparado com laranjas, tangerinas, acerola, goiaba e kiwi. Mas o mais curioso é que o limão tem 5 vezes mais vitamina C na sua casca: 150 mg/100g do que no seu suco 20-50 mg/100g.
Saiba mais sobre a casca do limão e todas as suas qualidades terapêuticas no texto “A Vitamina P do Limão” (link no final do artigo).

Mas, a explicação deste poder bactericida e antibiótico do limão está, novamente, no seu elevado teor de ácido cítrico. Um fato bem real é que, na indústria alimentícia, o ácido cítrico e seus citratos, são maciçamente usados como conservantes naturais. Ou seja, são usados para evitar o crescimento de bactérias, bacilos e fungos. Portanto, o ácido cítrico é um bactericida de alimentos e produtos industrializados.
Assim, quando temos uma mucosa ferida, seja ela interna ou externa, um bom procedimento é tratar com o suco fresco de limão.
Enganam-se aqueles que acreditam que o limão faz mal ao estômago. Na verdade, ele é um alcalinizante de distúrbios ácidos do estômago, além de ser um cicatrizante de mucosas lesadas e um excelente bactericida natural.

Como prova, a milenar Medicina Ayurvédica trata todos os problemas digestivos com preparados a partir do limão. E, algumas das receitas destes preparados vocês podem acessar no texto “Limão para tratar o Sistema Digestivo” (link no final do artigo).
Fecho com uma dica importante: todas as pessoas que desejam ser saudáveis, principalmente gestantes, crianças, adolescentes e os da terceira idade, devem consumir diariamente sucos contendo folhas verdes (couves, hortelã, salsa, capim cidreira, alfaces, etc.), sementes (linhaça, girassol, abóbora, gergelim, etc.) e raízes cruas (cenoura, beterraba, bardana e inhame), mas sempre associadas com o limão. Agora vocês já sabem vários dos motivos:

– Alcalinizar o organismo fortalecendo o sistema imunológico;
– Ajudar na fixação dos sais minerais como os de ferro, cálcio e magnésio;
– Cicatrizar mucosas e;
– Combater bactérias e demais microorganismos oportunistas.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas
voltados para o bem-estar e qualidade de vida.

180 países do mundo proíbem 8 de Maio de 2012

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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No início da década de 80, a sibutramina foi desenvolvida como antidepressivo, agindo em áreas do cérebro que controlam não somente o humor e sensação de bem estar, como também o apetite. Em novembro de 1997, o FDA (Food and Drug Administration), agência americana que controla a qualidade de alimentos e medicamentos, aprovou nos EUA o uso da sibutramina para o controle do peso. A sibutramina auxilia na redução do peso promovendo um aumento da sensação da saciedade agindo também sobre a compulsão alimentar e como inibidora da sensação de fome. Estudos recentes, ainda controversos, atribuem a sibutramina um aumento da taxa metabólica de repouso (aumentaria o gasto calórico em situações de repouso). Existe ainda a possibilidade de que outros mecanismos, ainda desconhecidos, sejam responsáveis pela perda de peso em pacientes usuários desse medicamento.
A sibutramina age inibindo a reabsorção, recaptação e a degradação de neurotransmissores como a serotonina, noradrenalina e a dopamina, fazendo com que essas substâncias fiquem disponíveis por mais tempo estimulando os neurônios. Em estudo publicado em agosto de 2000 no Journal of Neurochemistry, Volume 75, 2ª edição – Balioglu, A. e Wurtman, RJ pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Cambridge – demonstraram que, em ratos, a sibutramina eleva a concentração extracerebral de dopamina e de serotonina e sugerem que a ação antiobesidade do medicamento pode ser resultante das mudanças provocadas por esse aumento da dopamina atuando no cérebro, assim como por alterações metabólicas resultantes desse aumento de serotonina circulante.

Demétrio, S. e Oliveira, AM. , da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-FMRP- Departamento de Farmacologia – verificaram os efeitos da sibutramina em ratos Wistar machos submetidos ao modelo experimental de ansiedade do labirinto em T elevado (LTE). Este modelo procura gerar em um mesmo animal respostas defensivas condicionada (esquiva inibitória) e incondicionada (fuga), as quais têm sido correlacionadas à ansiedade generalizada e ao pânico, respectivamente. Os resultados mostram que a sibutramina inibe a resposta de esquiva inibitória, sugerindo efeito ansiolítico e inibe a fuga no LTE, indicando efeito antipânico. (http://143.107.1.36/siicusp/cd_2001/ficha1166.htm).A sibutramina possui ainda outros efeitos independentes da perda de peso:

  • Diminuição do nível de insulina plasmática;
  • Aumento de HDL (colesterol “bom”) plasmático;
  • Redução de LDL (colesterol “ruim”) e triglicérides plasmáticos.

Ainda não há estudos sobre sua ação sobre crianças e adolescentes: não é indicada sua prescrição para pacientes com menos de 16 anos de idade. Não deve ser usada nas seguintes situações:

  • associada aos inibidores da monoaminooxidase (IMAOs): deve haver pelo menos duas semanas de intervalo após a interrupção dos IMAOs antes do início do tratamento com sibutramina;
  • associada a outros medicamentos anorexígenos, descongestionantes, sedativos da tosse, ergotamina e derivados, lítio,
  • antecedentes re transtornos alimentares como anorexia nervosa ou bulimia;
  • Glaucoma;
  • hipertensão arterial (ou história de);
  • Doença ou dano cerebral;
  • Convulsões (ou história de);
  • Doença cardíaca (ou história de);
  • Acidente vascular cerebral (ou história de);
  • Litíase biliar (ou história de);
  • Patologias renais severas;
  • Patologias hepáticas severas

O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP recebeu 29 notificações de eventos adversos relacionados a sibutramina, (sete fichas foram encaminhadas pelo PSIFAVI – SISTEMA DE PSICOFARMACOVIGILÂNCIA DA UNIFESP) relacionados a seguir:

Tabela 1

Idade

Sexo

Dias*

Evento

21

M

60

Tontura + aumento de pressão arterial

41

F

14

Taquicardia + depressão + “bolo na garganta” #

47

F

?

Cefaléia + tontura + sudorese

45

F

01

Cefaléia + falta de ar + opressão no peito

41

F

?

Cefaléia + opressão precordial

45

F

?

Mãos, olhos e pernas inchadas.

26

F

01

Taquicardia

53

F

10

Taquicardia + “peso” em membros inferiores

39

F

01

Erupção na pele + edema e dormência labial

53

F

15

Prurido com placas + calafrios + ardor na pele

49

M

04

Disfunção erétil c/ ejaculação precoce + distúrbio de comportamento#

30

M

34

Síndrome do Pânico: dor precordial + sensação de morte iminente+extremidades frias + sudorese + hipertensão#

38

F

60

Neutropenia

40

F

02

Tontura + taquicardia + peso no braço esquerdo

?

F

90

Não observou perda de peso

?

F

03

Dor de cabeça

34

F

07

Aumento de peso

29

F

60

Depressão + ansiedade + insônia + falta de apetite#

37

F

01

Ânsia de vômito + perda de apetite + cefaléia+boca seca + calafrios

?

F

?

Aumento de peso

?

F

?

Gravidez: criança nasceu com Síndrome da Banda Amniótica

34

F

07

Desordens psiquiátricas + aversão a comida + insônia + constipação + taquicardia + alucinações + parestesias + agressividade + exaltação do humor + pensamento acelerado + comportamento de risco + hipotermia#

37

M

07

Aumento da pressão arterial

47

F

07

Síndrome Serotoninérgica: ansiedade, agitação, confusão, inquietação, hipomania, alucinações, coma, tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia, incoordenação, aumento do tônus muscular em membros inferiores, febre, sudorese, náusea, vômitos, diarréia e hipertensão.#

36

F

180

Distúrbio de conduta: irresponsabilidade, agressividade, irritabilidade, insônia, disfasia, redução do senso crítico.#

58

M

02

Ansiedade excessiva + sensação de aperto no peito.#

46

M

25

Ansiedade+falta de energia + cefaléia + excessiva distratibilidade + dificuldade de raciocínio.#

31

F

20

Ansiedade com alteração de memória de fixação.#

51

F

05

Ansiedade com irritabilidade.#

* início da medicação até o aparecimento do evento.

# Utilizamos o ALGORITMO KARCH E LASAGNA MODIFICADO POR NARANJO E COLAB. (NARANJO ET AL, CLIN PHARMACOL THER 1981. 30:239-45) para determinarmos a causalidade nos pacientes que manifestaram alterações psiquiátricas e nos 11 (onze) pacientes concluímos tratar-se de REAÇÃO ADVERSA PROVAVELMENTE RELACIONADA AO MEDICAMENTO.

Pesquisa realizada na Itália por Dra. Russo, A.e Prof. Caputi, A P., do Departamento Clinico e Experimental de Medicina e Farmacologia, Área de Farmacologia, Universidade de Messina – mostra os seguintes resultados:

Tabela 2

Sibutramina

Placebo

Evento adverso em Sistema nervoso

% incidência (n = 2068)

% incidência (n = 884)

amnésia

17.2

4.2

Insônia

10.7

4.5

Vertigem

7.0

3.4

Nervosismo

5.2

2.9

Ansiedade

4.5

3.4

Depressão

4.3

2.5

Parestesia

2.0

0.5

Sonolência

1.7

0.9

Estimulação do Sistema Nervoso Central

1.5

0.5

Labilidade emocional

1.3

0.6

Fonte: http://www.farmacovigilanza.org/corsi/corso_20010915.04.htm

Obs: Em função do objetivo desse Alerta, transcrevemos apenas as alterações no Sistema Nervoso.

Diante dessas notificações, O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP alerta:

  • Poucos trabalhos foram realizados até o momento procurando verificar os efeitos da sibutramina como desencadeadora de transtornos psiquiátricos em indivíduos sadios ou como fator de agravamento desses transtornos em pacientes já diagnosticados como portadores de distúrbios psiquiátricos;
  • Os inibidores da recaptação de serotonina podem constituir uma alternativa com poucos efeitos secundários, porém, em relação à atuação sobre receptores de noradrenalina, estudos mais dirigidos são necessários para podermos utilizar a sibutramina com segurança.
  • Embora os laboratórios farmacêuticos responsáveis pelo produto no Brasil informem que “Não há evidência que sibutramina interfira nos resultados de exames laboratoriais”, alterações na função hepática, incluindo aumentos (duas a três vezes o valor máximo considerado normal) na TGO, TGP, GGT, LDH, fosfatase alcalina e bilirrubinas, foram reportadas como eventos adversos em 1,6% pacientes tratados com sibutramina comparados ao grupo controle (utilizando placebo) que apresentou uma incidência de 0,8%.(www.rxlist.com/cgi/generic/sibutramine).
  • O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP, exercendo sua função de assegurar o devido uso de qualquer medicação, fez cumprir seus direitos notificando os laboratórios farmacêuticos responsáveis pelo produto no Brasil, a necessidade emergencial de alteração de bula desses produtos; caso haja o não cumprimento dessa notificação, medidas sanitárias legais serão tomadas.
  • O relato / notificação de eventos adversos é confidencial e não poderá resultar em ação legal contra o profissional de saúde que o fez. Na dúvida se a manifestação clínica é ou não um evento adverso, notifique!

 

Centro de Vigilância SanitáriaSetor de Farmacovigilância
Endereço: Av. São Luís, 99 – 5º Andar – São Paulo – S.P. – CEP 01046-001.
Telefone: 3259-2252 / 3259-5574 – Ramal 2066
E-mail:peri@cvs.saude.sp.gov.br
E-mail: farmacovig@cvs.saude.sp.gov.br

 

Transtornos Psiquiátricos mais frequentes 11 de Março de 2012

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  • Stress: Quem não é um pouco estressado hoje em dia? Mas esse pouco pode se transforma em muito doente. Sintomas: aumento da pressão e do colesterol, arteriosclerose, derrames, infartos, diabetes, gastrites e úlceras, intestino preso, diarréia e gases, acne, falta de memória, diminuição do interesse sexual, astenia, aumento ou diminuição do sono, falta de energia.
  • Síndrome do pânico: A síndrome do pânico não é uma doença, mas sim uma reação do organismo a um “stress” atual ou passado. Sintomas: taquicardia, sudorese, falta de ar, tremores, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tonturas, sensação de que o ambiente está estranho, de que vai desmaiar, de que vai ficar louco ou de que vai engasgar com alimentos, crises de suor, pensamentos que não saem da cabeça de que sofrem de doença grave, mesmo com exames negativos, ou de que poderiam fazer mal a si mesmo ou a outras pessoas, medo de tudo, até de sentir medo novamente.
  • Depressão: Tristeza, falta de interesse, pessimismo, apatia, indecisão, negativismo, aumento ou diminuição do sono, emagrecimento ou obesidade, dificuldade de concentração ou de se alegrar, diminuição da energia, preguiça, falta de vontade para as atividades do dia-a-dia.
  • Distúrbio obcessivo-compulsivo: Inclui jogo, sexo, compras, gastos excessivos, pequenos furtos, sensação de que o corpo está deformado. A pessoa fica escrava dos próprios pensamentos e repetição de atos, pois sabem que eles não fazem sentido, mas não conseguem evitá-los. O tratamento é longo com medicação e psicoterapia.
  • Anorexia nervosa: Mas freqüente em meninas adolescentes, mas também ocorre em homens e mulheres adultas. A pessoa emagrece muito e faz excesso de exercício físico. Mulheres param de menstruar. Em casos mais graves há enfraquecimento dos cabelos e das unhas e o paciente pode morrer ou torna-se crônico.
  • Bulimia: Pode ser uma doença independente ou fazer parte da Anorexia Nervosa. Consiste em ingerir quantidades enormes de alimento e depois provocar vômito ou diarréias. O paciente pode morrer por distúrbio hidroeletrolítico sem apresentar emagrecimento, o que torna a doença ainda mais grave e de difícil diagnóstico que a anorexia. Em ambas o paciente não costuma perceber o problema e quem observa são os familiares e amigos.
  • Hiperatividade e déficit de atenção: Doença que se inicia na infância e pode ou não permanecer na idade adulta. Mais diagnosticada na idade escolar, quando a criança parece não escutar o que lhe dizem, distrai-se facilmente, não completa os deveres, tem caligrafia lenta e laboriosa, é desorganizado, perde objetos, deixa cair as coisas da Mão, não consegue ficar sentado na sala e está sempre interrompendo o professor. Pode levar a sérias dificuldades na escola, no trabalho e no convívio social.

Café pode prevenir depressão, diz estudo 4 de Outubro de 2011

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Seria aquele cafezinho nosso de cada dia a bebida perfeita para prevenir a depressão? De acordo com estudos publicados pela revista norte-americana “Archives of Internal Medicine”, a resposta é sim.

Durante dez anos, médicos da Harvard School of Public Health, de Boston, examinaram os hábitos de 50 mil mulheres americanas. A análise dos dados apontou que aquelas que bebem, no máximo, uma xícara de café por semana tem 20% mais chances de desenvolver depressão em relação àquelas que são viciadas na bebida e chegam a ingerir quatro doses diárias.

Mas os pesquisadores alertam: os estudos ainda não foram concluídos para saber ao certo o que causa essa reação. No entanto, eles acreditam que a cafeína tem o poder de alterar a química do cérebro de maneira positiva. Se isso for de fato comprovado, o café entraria na lista de substâncias que podem prevenir o quadro depressivo. Casos já avançados da doença não podem ser curados apenas com a bebida.

Por Mariana Di Pilla

Transtorno do Pânico (TP) 17 de Maio de 2011

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A origem do nome pânico tem relação com a mitologia grega. O deus Pã, associado ao susto e fobias, deu origem ao termo utilizado.

Na atualidade, muito se fala a respeito do transtorno do pânico (TP), um distúrbio de ansiedade crônico que atinge cerca de três milhões e seiscentos mil brasileiros. Porém, em muitos meios, isso passa ainda sem um diagnóstico precoce ou correto. As pessoas com tal angústia dilaceradora, sofrendo de crises sem motivo algum ou inesperadas, procuram gerelamente médicos de outra especialidade e visitam pronto-socorros gerais e cardiológicos antes da ajuda especializada com psiquiatra.

Felizmente, a ciência tem feito um significativo avanço nos tratamentos recentes, colaborando na diminuição do sofrimento, preconceito e exclusão social a que tais pacientes são submetidos. AS diferenças de gênero também são importantes na escolha do melhor tratamento. As mulheres são, em média, duas vezes mais acometidas que os homens. A idade de início das crises situa-se, frequentemente, entre a adolescência e a terceira década de vida.

Principais sintomas do Transtorno do Pânico

O TP é caracterizado pela presença repetitiva de ataques de pânico. São crises espontâneas, súbitas, de mal estar e sensação ded perigo ou morte iminente, com vários sintomas e sinais de alerta como:

  • Sudorese
  • Tremores
  • Rubor facial
  • Taquicardia (batedeira no coração)
  • Taquipnéia (respiração curta e superficial)
  • Sensação de falta de ar
  • Sensação de sufocamento ou nó na garganta
  • Dor ou desconforto no torax
  • Tonturas
  • Formigamentos
  • Náuseas, vômitos e diarréias
  • Urgência urinária
  • Estranheza diante do mundo ou com relação a si mesmo

É importante freisarmos que os sintomas podem variar de acordo com cada pessoa. Pelo menos quatro sintomas são necessários para o disgnóstico.

Quais as causas?

Não há um único modelo explicativo. Os fatores mais importantes são:

  1. Predisposição genética: 35% dos parentes de primeiro grau de pacientes com TP sofrem do mesmo problema;
  2. Fatores biológicos: alterações na química cerebral envolvendo áreas do sistema nervoso central como o lócus ceruleus, o hipocampo e a amígdala, responsáveis pelas reações de alerta e medo. Os principais mensageiros químicos envolvidos são serotonina, a noradrenalina e, mais recentemente, o óxido nítrico e o glutamato;
  3. Emocionais e ambientais: pessoas com stress, depressão ou instabilidade afetivo-emocional são mais predispostas;
  4. Caracteristicas de personalidade: pessoas perfeccionistas, com dificuldade de dizer não, podem ser mais predispostas;
  5. Doenças clínicas associadas: pessoas com asma, broquite, prolapso de válvula cardíaca mitral parecem mais predispostas.

Há outros quadros psiquiátricos associados ao TP?

Sim, a agorafobia (medo de lugares ou situações onde possa se difícil ou embaraçoso escapar, como cinemas, shoppings, congestionamentos, bancos lotados) e a depressão são frequentes.

Prof. Dr. Joel Rennó Jr

Doutor em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da USP

O Stress na mulher 13 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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As principais fontes do Stress feminino são:

  • Dedicar-se mais ao trabalho ou aos filhos;
  • Mudança de estado civil;
  • Condicionamento cultural e social;
  • Múltiplus papéis. 

Sintomas:

  • Ansiedade;
  • Tristeza e depressão;
  • Falta de concentração;
  • Irregularidades menstruais;
  • Dores de estômago;
  • Enxaqueca.

Consequencias:

No trabalho:  podem ocorrer problemas como atrasos frequentes, falta de eficiência, conflitos com colegas e dificuldade de raciocínio.

No lar: conflito com filhos e parceiro

Prevenção:

Identificar os sinais de Stress, aplicando programas de controle do Stress específicos para mulheres incluíndo o aprendizado sobre Stress feminino, o conflito dos múltiplos papeis, habilidade de relacionamento com os filhos e companheiro, controle da ansiedade, desenvolvimento de redes pessoais e  suporte social.

Sinais e Sintomas do Stress 7 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Atividade Físicas, Depressão, Diabetes, Diabetes Gestacional, Diabetes Tipo 1, Diabetes Tipo 2, Dicas, Dieta, Hipertensão, Impotência, Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.

É diferente para cada um de nós.

Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.

Também respondem ao stress de maneira diferente.

Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;
3. Ranger os dentes;
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;
5. Gagueira ou gaguejar;
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;
7. Tremores de lábios e mãos;
8. Esquecimento, desorganização e confusão;
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;
10. Dificuldade em tomar decisões;
11. Tonturas e desmaios;
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;
13. Zumbido ou “sons”;
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;
15. Corar frequentemente, sudorese;
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;
17. Pés frios ou mãos suadas;
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;
19. Boca seca, problemas de deglutição;
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;
22. O aumento da frustração, irritabilidade;
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”;
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;
26. Aumento do número de acidentes menores;
27. Azia, dor de estômago, náusea;
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;
29. O excesso de arrotos, flatulência;
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;
31. Constipação, diarréia;
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;
33. Dificuldade em respirar, suspirar;
34. Resmungou;
35. Súbitos de pânico;
36. Desconfiança defensiva excessiva;
37. Dor no peito, palpitações;
38. Problemas na comunicação, a partilha
39. Micção freqüente
40. Retraimento social e isolamento;
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;
44. Uso freqüente de medicamentos;
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;
49. Aumento ou diminuição do apetite;
50. Compulsão ou impulso para jogos;

Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.

Por: Stress.org

1.  Frequent headaches, jaw clenching or
pain
  26. Insomnia, nightmares, disturbing
dreams
2.  Gritting, grinding teeth   27. Difficulty concentrating, racing thoughts
3.  Stuttering or stammering   28. Trouble learning new information
4.  Tremors, trembling of lips, hands   29. Forgetfulness, disorganization,
confusion
5.  Neck ache, back pain, muscle spasms   30. Difficulty in making decisions.
6.  Light headedness, faintness, dizziness   31. Feeling overloaded or overwhelmed.
7.  Ringing, buzzing or “popping sounds   32. Frequent crying spells or suicidal
thoughts
8.  Frequent blushing, sweating   33. Feelings of loneliness or worthlessness
9.  Cold or sweaty hands, feet   34. Little interest in appearance,
punctuality
10. Dry mouth, problems swallowing   35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping
11. Frequent colds, infections, herpes sores   36. Increased frustration, irritability,
edginess
12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”   37. Overreaction to petty annoyances
13. Unexplained or frequent “allergy”
attacks
  38. Increased number of minor accidents
14. Heartburn, stomach pain, nausea   39. Obsessive or compulsive behavior
15. Excess belching, flatulence   40. Reduced work efficiency or productivity
16. Constipation, diarrhea   41. Lies or excuses to cover up poor work
17. Difficulty breathing, sighing   42. Rapid or mumbled speech
18. Sudden attacks of panic   43. Excessive defensiveness or
suspiciousness
19. Chest pain, palpitations   44. Problems in communication, sharing
20. Frequent urination   45. Social withdrawal and isolation
21. Poor sexual desire or performance   46. Constant tiredness, weakness, fatigue
22. Excess anxiety, worry, guilt,
nervousness
  47. Frequent use of over-the-counter drugs
23. Increased anger, frustration, hostility   48. Weight gain or loss without diet
24. Depression, frequent or wild mood
swings
  49. Increased smoking, alcohol or drug use
25. Increased or decreased appetite   50. Excessive gambling or impulse buying
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