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Sinais e Sintomas do Stress 7 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Atividade Físicas, Depressão, Diabetes, Diabetes Gestacional, Diabetes Tipo 1, Diabetes Tipo 2, Dicas, Dieta, Hipertensão, Impotência, Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.

É diferente para cada um de nós.

Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.

Também respondem ao stress de maneira diferente.

Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;
3. Ranger os dentes;
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;
5. Gagueira ou gaguejar;
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;
7. Tremores de lábios e mãos;
8. Esquecimento, desorganização e confusão;
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;
10. Dificuldade em tomar decisões;
11. Tonturas e desmaios;
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;
13. Zumbido ou “sons”;
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;
15. Corar frequentemente, sudorese;
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;
17. Pés frios ou mãos suadas;
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;
19. Boca seca, problemas de deglutição;
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;
22. O aumento da frustração, irritabilidade;
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”;
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;
26. Aumento do número de acidentes menores;
27. Azia, dor de estômago, náusea;
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;
29. O excesso de arrotos, flatulência;
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;
31. Constipação, diarréia;
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;
33. Dificuldade em respirar, suspirar;
34. Resmungou;
35. Súbitos de pânico;
36. Desconfiança defensiva excessiva;
37. Dor no peito, palpitações;
38. Problemas na comunicação, a partilha
39. Micção freqüente
40. Retraimento social e isolamento;
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;
44. Uso freqüente de medicamentos;
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;
49. Aumento ou diminuição do apetite;
50. Compulsão ou impulso para jogos;

Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.

Por: Stress.org

1.  Frequent headaches, jaw clenching or
pain
  26. Insomnia, nightmares, disturbing
dreams
2.  Gritting, grinding teeth   27. Difficulty concentrating, racing thoughts
3.  Stuttering or stammering   28. Trouble learning new information
4.  Tremors, trembling of lips, hands   29. Forgetfulness, disorganization,
confusion
5.  Neck ache, back pain, muscle spasms   30. Difficulty in making decisions.
6.  Light headedness, faintness, dizziness   31. Feeling overloaded or overwhelmed.
7.  Ringing, buzzing or “popping sounds   32. Frequent crying spells or suicidal
thoughts
8.  Frequent blushing, sweating   33. Feelings of loneliness or worthlessness
9.  Cold or sweaty hands, feet   34. Little interest in appearance,
punctuality
10. Dry mouth, problems swallowing   35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping
11. Frequent colds, infections, herpes sores   36. Increased frustration, irritability,
edginess
12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”   37. Overreaction to petty annoyances
13. Unexplained or frequent “allergy”
attacks
  38. Increased number of minor accidents
14. Heartburn, stomach pain, nausea   39. Obsessive or compulsive behavior
15. Excess belching, flatulence   40. Reduced work efficiency or productivity
16. Constipation, diarrhea   41. Lies or excuses to cover up poor work
17. Difficulty breathing, sighing   42. Rapid or mumbled speech
18. Sudden attacks of panic   43. Excessive defensiveness or
suspiciousness
19. Chest pain, palpitations   44. Problems in communication, sharing
20. Frequent urination   45. Social withdrawal and isolation
21. Poor sexual desire or performance   46. Constant tiredness, weakness, fatigue
22. Excess anxiety, worry, guilt,
nervousness
  47. Frequent use of over-the-counter drugs
23. Increased anger, frustration, hostility   48. Weight gain or loss without diet
24. Depression, frequent or wild mood
swings
  49. Increased smoking, alcohol or drug use
25. Increased or decreased appetite   50. Excessive gambling or impulse buying
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Alimento x Emoções 31 de Março de 2011

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Banana: contra a ansiedade. Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria. Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.  

Abacate: amigo do sono. Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral. Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo. Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada. São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse. Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta. É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação. Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz. O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação. Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo. O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por: Prof. Paulo Edson Reis Jacob Neto

Efeitos do Stress 31 de Março de 2011

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É difícil para os cientistas definirem o Stress, porque é um fenômeno altamente subjetivo. É diferente para cada um de nós. Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazeroso para os outros. Também respondem ao Stress de maneira diferente.

Alguns comem mais, enquanto outras crescem pálidas ou comem menos. Existem inúmeras alterações físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, apertamento da mandíbula ou dor
2. A insônia, pesadelos, perturbação e sonhos
 3. Ranger, ranger os dentes
 4. Dificuldade de concentração, pensamentos
 5. Gagueira ou gaguejar
 6. Dificuldade para aprender novas informações
 7. Os tremores, tremores dos lábios e nas mãos
 8. Esquecimento, desorganização, confusão
 9. Dor no Pescoço, dor nas costas, espasmos musculares
 10. Dificuldade em tomar decisões.
 11. Tontura, desmaio, tontura
 12. Sentindo-se sobrecarregado.
 13. Tocando, zumbido ou “faz ruídos
 14. Freqüentes crises de choro ou pensamenteos suicida
 15. corar frequentes, sudorese
 16. Sentimentos de solidão ou inutilidade
 17. Frio nos pés ou suadas mãos
 18. pouco interesse na aparência,
 19. Boca seca, problemas de deglutição
 20. Hábitos nervosos, inquietação, os pés tocando
 21. gripes freqüentes, infecções, herpes
 22. Maior frustração, irritabilidade

23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”
 24. Reação exagerada a pequenos aborrecimentos
 25. “alergia” freqüentes
 26. Aumento do número de acidentes menores
 27. Azia, dor de estômago, náuseas
 28. O comportamento obsessivo ou compulsivo
 29. O excesso de arrotos, flatulência
 30. Reduzido a eficiência do trabalho ou a produtividade
 31. Obstipação, diarreia
 32. Mentiras ou desculpas para encobrir o mau trabalho
 33. Dificuldade em respirar, suspirar
 34. Fala Rápida ou fala murmurando
 35. Súbitos de pânico
 36. Desconfiança defensiva excessiva
 37. Dor no peito, palpitações
 38. Problemas na comunicação
 39. Micção freqüente
 40. Retirada Social e o isolamento
 41. Diminuição de desejo ou desempenho sexual
 42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga
 43. O excesso de ansiedade, preocupação, culpa, nervosismo
 44. O uso freqüente de drogas.
 45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade
 46. O ganho de peso ou perda sem dieta
 47. Depressão, humor freqüente.

48. Aumento fumo, álcool ou uso de drogas
 49. Aumento ou diminuição do apetite
 50. jogo excessivo ou a compra por impulso
 

Conforme demonstrado na lista acima, o estresse pode ter efeitos de grande alcance sobre as emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos em todo o corpo, como ilustrado pelo diagrama abaixo.

Por que procurar entender o Stress? 11 de Março de 2011

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– Atualmente mais de 50% das mortes ocorrem em razão de doenças ligadas ao stress.
– Pesquisas mostram cada vez mais uma forte associação entre stress excessivo e crônico e o desenvolvimento de várias doenças, como câncer, hipertensão, enfarte, úlceras, diabetes, asma, colite, psoríase, herpes, etc…
– A proporção é de 50 enfartes para cada morte devido a acidente de trabalho;
– O absenteísmo nas empresas, na maior parte, se deve a problemas relacionados ao stress.
– Entre 75 e 90% das consultas médicas são devidas a doenças ligadas ao stress.
– O presenteísmo (o estar fisicamente presente, mas não conseguir produzir, como se estivesse ausente), fenômeno atual, causa de grande prejuízo às empresas, ocorre mais em razão do stress do que qualquer outro problema;
– Grande parte de manifestações de raiva, violência urbana e doméstica se deve a altos níveis de stress;
– Nos EUA, 1 milhão de trabalhadores, por dia, faltam ao serviço por causa do stress;
– O stress não só pode afetar a saúde, mas também tem o poder de prejudicar a qualidade de vida e os relacionamentos interpessoais.

STRESS: uma reação do organismo, com componentes físicos e/ou psicológicos, causada pelas alterações psicofisiológicas que ocorrem quando a pessoa se confronta com uma situação que, de um modo ou de outro, a irrite, amedronte, excite ou confunda, ou mesmo que a faça imensamente feliz. A resposta do stress deve ser entendida como sendo um processo e não uma reação estanque e independente, pois no momento em que ela se inicia um longo processo bioquímico se instala. Independentemente da causa da tensão, o início se manifesta de modo bastante semelhante em todas as pessoas, com o aparecimento de taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e a sensação de estar de alerta. Só quando o processo está mais adiantado é que as diferenças se manifestam de acordo com a herança genética do indivíduo combinada com pontos de enfraquecimento desenvolvidos no decorrer da vida. O stress pode ou não levar a um desgaste geral do organismo dependendo da sua intensidade, tempo de duração, da vulnerabilidade do indivíduo e da habilidade de administrá-lo.

O desgaste ocorre, de modo mais pronunciado, quando a homeostase interna do organismo é perturbada por períodos longos ou de modo muito agudo.
Qualquer situação geradora de um estado emocional forte que leve a uma quebra da homoestase interna e exija alguma adaptação pode ser chamada de um estressor. Existem situações e eventos que são intrinsecamente estressantes (biogênicos), como o frio, a fome e a dor. Outros, os psicossociais, adquirem sua capacidade de estressar uma pessoa devido a sua história de vida e às experiências pelas quais passou. O evento, em si, é interpretado de acordo com a história de vida do ser humano, de seus valores e das suas crenças. Deste modo, a interpretação dada a qualquer evento é de fundamental importância na gênese da reação do stress. As estratégias de enfrentamento são de fundamental importância para amenizar os efeitos dos estressores. Elas podem ser aprendidas em qualquer idade. O treino de controle do stress, de base cognitivo-comportamental, se mostra muito eficaz no controle do stress tanto de crianças como de adultos.

Os benefícios do controle do stress se manifestam em maior produtividade, melhor saúde, relações interpessoais mais felizes e qualidade de vida mais elevada.
Os estudos atuais sobre stress estão sendo conduzidos por profissionais de várias áreas do saber, como psicologia, medicina, odontologia, educação, esportes, empresas, companhias de seguro, planos de saúde e muitas outras. Esses estudos, especialmente os conduzidos dentro do nosso próprio país, levando em consideração as características do povo brasileiro, são de grande importância para que possamos conhecer as implicações do stress para a saúde e a doença, a área acadêmica, o campo profissional, a qualidade de vida, a violência urbana e doméstica, o bem estar e a felicidade do ser humano.

Há 20 anos atrás quase não se falava em stress no Brasil, hoje o número de estudos, livros, artigos e pesquisas publicados está se tornando impressivo. Torna-se necessário a existência de uma associação que congregue e dissemine este precioso conhecimento que está se formando, que incentive pesquisas de qualidade nesta área e que possibilite a troca de idéias entre profissionais interessados no assunto. A A.B.S. se propõe justamente a esta missão.

A.B.S.
Associação Brasileira de Stress

A PNL e o Tratamento da Ansiedade 5 de Setembro de 2010

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Dr Richard Bolstad e Margot Hamblett

Esse artigo explora a capacidade dos processos baseados na PNL para alterar as estratégias que conduzem à ansiedade. Ansiedade é um estado. Os principais processos da PNL sugerem diversas maneiras para alterar o estado, mudando a fisiologia ou as representações internas. Baseado em pesquisas atuais sobre mudança na ansiedade, vamos descrever os metaprogramas e as estratégias específicas que estão associadas com a ansiedade. Depois vamos sugerir processos baseados na PNL que alteram essas estratégias, e mostrar como um Practitioner de PNL pode treinar uma pessoa ansiosa para criar um estilo de vida mais proveitoso e satisfatório.

A. O que é ansiedade?

O interesse pela ansiedade

Ansiedade é um estado emocional que irá trazer mais seres humanos para tratamento psiquiátrico do que qualquer outra coisa (Beletsis, 1989). 33% das pessoas que visitam seus médicos têm a ansiedade como principal queixa, e uma porcentagem semelhante da população em geral irá desenvolver um “distúrbio clinicamente significativo de ansiedade” em algum momento da sua vida (Barlow, Esler & Vitali, 1998).

No manual psiquiátrico DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, de 1994) da Associação Americana de Psiquiatria, a ansiedade é descrita de três maneiras. A primeira, a ansiedade prolongada é descrita em termos de sintomas em que a pessoa se sente impaciente, cansada, nervosa ou excitada, irritada, sofre de tensão muscular e é incapaz de dormir ou se concentrar. A segunda, ataques agudos de ansiedade (pânico) são descritos em termos de reações ainda mais intensas, tais como taquicardia, transpiração, tremores, dificuldade em respirar, dores abdominais ou no tórax, náuseas, tonturas e extremo medo (da morte, insanidade ou perda do controle). A terceira é o reconhecimento de que muitas pessoas sofrem de um dos dois tipos acima de ansiedade, mas a enfrentam de maneira que isso se transforma em outros sintomas – uso de álcool ou drogas, reações extremas e involuntárias de dissociação, transtornos alimentares, rituais compulsivos, violência e outros comportamentos projetados para evitar a ansiedade. Mais mulheres relatam a ansiedade dessa maneira do que os homens, e isso parece associado a uma preferência masculina por alguns desses outros comportamentos (Barlow, Esler & Vitali, 1998).

Compreensivelmente, um arsenal de medicamentos, como o Valium (Diazepan) foi usados para tratar da ansiedade. Existe pouca evidência de que as drogas, usadas sozinhas, reduzam a freqüência e a severidade da ansiedade, visto que usuários voltaram a exibir, depois do tratamento com drogas, o mesmo nível de medo e de comportamento de fuga de antes (Franklin, 1996). Repetidas vezes, os processos de mudanças cognitivas no estilo PNL foram comparados ao Diazepan e drogas correlatas e se mostraram muito mais bem sucedidos (Barlow, Ester & Vitali, 1998). Infelizmente, a ânsia por uma solução rápida (como as pílulas parecem oferecer) está implícita na própria natureza da ansiedade. Por outro lado, a psicoterapia de longo prazo também alimenta a natureza do problema, ao criar dependência (Beck & Emery, 1985). O que funciona é o que a PNL oferece: processos de mudança a curto prazo que devolvem para a pessoa o controle do seu próprio estado.

Desubstantivando a ansiedade

Nós começamos definindo a ansiedade como um estado e você poderá notar que os critérios para ansiedade no manual da Associação Americana de Psiquiatria são quase que totalmente cinestésicos internos. E também, quando o manual DSM-IV quer um sinônimo para a ansiedade, ele usa um puramente cognitivo: “expectativa apreensiva”. Isso é importante. Ansiedade é uma reação física, e ela também não pode ser gerada sem certas representações internas construídas (visual, auditiva ou cinestésica) de “possíveis” eventos futuros. A pessoa que vê uma aranha pode fazer uma enorme imagem interna da aranha se arrastando na direção dela, e aí sentir medo como resultado (Vc/Ci). (ver nota no final) Uma outra pessoa pode gerar o som de um salão cheio de pessoas rindo e debochando da vergonha dela de falar em público e sentir medo disso (Ac/Ci). Outra pessoa pode criar tão bem a sensação de escorregar e cair de um lugar alto que ela se sente como se estivesse caindo e sente medo disso (Cc Ci).

A ansiedade de longo prazo pode ser sustentada por estratégias que colocam o auditivo digital (Ad) na seqüência. Uma pessoa pode se imaginar fracassando num exame, falar consigo mesmo sobre como isso vai ser terrível e perceber um crescente pânico a respeito do que ela está falando (Vc > Ad\Ci).

Os resultados iniciais das sinestesias originais também podem ser realimentados no sistema. A taquicardia resultante do pensamento sobre a aranha pode conduzir para a especulação sobre um ataque do coração e, portanto, para um aumento do número de batimentos (Vc\Ci > Ad\Ci). Esta escalada física é a origem dos ataques de pânico, ao contrário da ansiedade de longo prazo.

Tais sinestesias foram identificadas por Bandler e Grinder (1976) como a origem da maioria dos medos e ansiedades. Como eles mencionaram, a pessoa com ansiedade não está necessariamente certa do que disparou a sua reação cinestésica. Para ela a reação parece “automática”. Às vezes, a teoria consciente dela sobre a causa é muito diferente da estratégia inconsciente que você, como Practitioner de PNL, poderia eliciar. Por exemplo, uma pessoa pode lhe contar que ela tem medo do “sucesso”, mas na realidade ela gera o pânico através de imagens internas de rejeição social e fracasso em público (Beck e Emery, 1985).

Como todas as reações ancoradas, o gatilho original pode se generalizar para situações correlatas. O manual psiquiátrico DSM-IV tem uma categoria chamada de Síndrome de Ansiedade Generalizada, onde a ansiedade é considerada como “flutuando livremente” e não relacionada a qualquer gatilho específico. A pesquisa dos psicólogos cognitivos (Beck e Emery, 1985) sugere que essa categoria é um mito. Gatilhos sempre existem, mas nem sempre são recordados conscientemente pela pessoa. Um dos motivos é que a ansiedade pode ser disparada por uma série de situações que não são, aparentemente, relacionadas (embora todas, freqüentemente, conduzam para as mesmas conseqüências finais temidas pela pessoa – por exemplo, humilhação, morte). Outro motivo é que, muitas vezes, as representações internas usadas para criar a ansiedade são de eventos que não existem ou não existiram no mundo real. Uma pessoa pode ter fobia de cobras apesar dela nunca ter visto uma cobra verdadeira. Ela faz isso imaginando como seria ser atacada mortalmente por uma cobra, associando-se a essa imagem, e sentindo medo, como se isso tivesse acontecido. Por essa razão, um filme como Tubarão é seguido por uma onda de novos sofredores de fobia. O filme é bastante inofensivo, mas as imagens internas não o são. O mundo do “Como se”

Por que os “sofredores” de ansiedade operam essas sinestesias aborrecidas? O terapeuta ericksoniano David Higgins (em Yapko, ed. 1989) chama a atenção de que todos nós vivemos num mundo de “como se”. A fim de agirmos, nós fazemos certas suposições sobre o que irá acontecer. Essas suposições são todas “alucinações”, mas elas têm o potencial para gerar esperança ou medo, felicidade ou dor. Esse é um processo auto-hipnótico contínuo e ativo, e é potencialmente saudável. Ao antecipar futuros desafios, nós estimamos a importância do desafio, e a força de nossos recursos para reagir a esse desafio (Beck & Emery). Algum medo é uma avaliação realística da gravidade do desafio e, com habilidade, mobiliza o corpo para lidar com tal desafio, aumentando o pulso e a respiração, mobilizando os músculos, etc. A ansiedade severa é um distúrbio do processo “como se”. A pessoa ansiosa (ao contrário da pessoa que tem medo real de uma ameaça atual) demonstra certas “distorções cognitivas” (para usar a terminologia da PNL, elas fazem certas substituições importantes das submodalidades ou das estratégias). São elas:

     

  1. Classificar pelo futuro
  2. Classificar pelo perigo.
  3. Associação com as suas representações internas de perigo.
  4. Aumentando a importância do perigo.
  5. Avaliação não realista resultante do item anterior
  6. Não ser “a causa”. As sinestesias estão disponíveis em todas as pessoas. As pessoas ansiosas as fazem funcionar com mais freqüência e com menos atenção consciente, assumindo a crença de que as suas sensações simplesmente acontecem, ou são causadas pelo ambiente, ao invés de serem resultado da atenção dela para as representações do “perigo”. 

     

  7. Ativação fisiológica.

Ansiedade e depressão

Num artigo anterior, nós discutimos os tratamentos da PNL para a depressão. Alguém pode seguir estratégias que geram ansiedade e estratégias que geram depressão. As duas condições envolvem a pessoa escolher o que está errado, e associar isso a experiências desagradáveis. Entretanto, os dois grupos são diferentes, e isso pode nos ajudar a distingui-los antes de considerarmos como resolver a ansiedade.

No caso da depressão, o foco está nas experiências passadas – fracassos, perdas e derrotas que já aconteceram e são, portanto, fatos estabelecidos. A pessoa deprimida pode nem ter uma linha do tempo futura para ficar ansiosa com ela, nem falar em ter metas. Seus comentários sobre a vida e seu próprio self são, portanto, baseados num “estilo permanente” de explicação (“Esse é o meu jeito e como as coisas são, tudo é igual, e sempre será.”). A pessoa deprimida tem, compreensivelmente, pouco interesse em fazer alguma coisa, porque ela presume o fracasso (“O que é que adianta se isso sempre me leva de volta para o lugar onde eu sempre estive – nenhum lugar.”). Ela pode ficar esperançosa em relação a tarefas específicas (e depois usar os padrões que estamos chamando de ansiedade), mas geralmente a pessoa deprimida já desistiu de tentar evitar o tipo de dor do qual a pessoa ansiosa está fugindo.

Na pessoa ansiosa, o foco está na derrota potencial e futura, no fracasso ou na perda. A pessoa ansiosa considera que talvez esses desastres sejam evitáveis, se ela, de alguma maneira, conseguir apenas escapar de certos eventos temidos. Neste caso, o estilo de explicação dela é mais vacilante, condicional e mais focado em eventos particulares (“Se eu pudesse só evitar os elevadores, as multidões, de pensar na morte, então eu poderia ser capaz de escapar desse terror.”). A pessoa ansiosa também tem objetivos, mas é incapaz de alcançá-los. Ela tem medo do fracasso. A pessoa ansiosa não desiste de fazer tudo (a menos que ela fique deprimida por causa da sua ansiedade), apenas daquelas coisas das quais ela tem medo (os gatilhos para sua ansiedade).

B. Como nós acabamos com a ansiedade?

Na realidade esta pergunta é menos simples do que parece inicialmente. A ansiedade em si é conduzida pela tentativa de evitar alguma conseqüência temida. A solução “simples” para a ansiedade de uma pessoa com fobia de aranha parece ser nunca pensar ou entrar em contato com qualquer coisa que represente aranhas. Para a pessoa com ansiedade sobre perda do autocontrole, a solução “simples” seria nunca estar numa situação onde a perda do autocontrole seja remotamente possível. Evidente que isso é impossível, mas muitas pessoas com ansiedade abraçam a ilusão de tais soluções sob a forma de drogas, distrações, estilos de vida totalmente organizados em torno de seus medos e relacionamentos dependentes onde a outra pessoa não pode ficar longe dos olhos dela ou do seu alcance. O que normalmente é chamado de “ganho secundário” (as vantagens inesperadas que o problema traz para a vida da pessoa, em termos de simpatia, fuga de desafios, etc.) é realmente um ganho primário nas condições de ansiedade. É muitas vezes o objetivo imediato da pessoa que tem ansiedade.

Como Practitioner de PNL, a primeira coisa que você precisa esclarecer é que o seu papel não é criar estas soluções ilusórias. Um exemplo de solução ilusória seria apresentar a PNL como o conjunto de ferramentas que irá solucionar automaticamente o problema da pessoa, não importa o que ela faça. Outro exemplo seria a oferta para se tornar a pessoa que dará total suporte ao sistema de vida (“Me chame a qualquer hora!”). Ser um “mágico” pode ser muito gratificante, mas essa satisfação é pequena se comparada com a alegria de capacitar a pessoa ansiosa para ela aprender sua própria magia. O seu papel, então, é ser uma espécie de treinador ou consultor.

A pessoa ansiosa está nos contratando para darmos a ela conselho e apoio para colocar em ação um plano que irá mudar sua vida. Isso se tornará uma relação colaborativa, na qual ela precisa não somente “ajudar”, mas também seguir experimentalmente o conselho que nós demos. Nós não temos uma mágica para solucionar o problema para elas. Mas se elas fizerem aquilo que sugerimos, nós acreditamos que elas irão experimentar mudanças. Isso é o mesmo que faz um consultor de empresas. Nós muitas vezes dizemos: “A PNL não funciona. Você é que funciona… A PNL só explica como você funciona, de modo perfeito.” Esse é um acordo de prazo determinado, e é importante tratar disso no início para marcar um número específico de sessões (na maioria dos casos nós usamos duas ou quatro).

O outro lado disso é que se não fomos contratados como consultor, nós aceitamos isso. Nós não continuamos tentando “vender nossos serviços”. Na prática isso se torna importante se nós sugerirmos alguma tarefa (como por exemplo, no final de cada dia, a pessoa identifica três coisas que ela executou naquele dia) e, na realidade, a pessoa não faz a tarefa. Nesse caso, nós não continuamos sugerindo outras tarefas esperando “encontrar uma que funcione”. Freqüentemente, nesta situação, nós examinamos com a pessoa o que ela fez no lugar da tarefa, e a ajudamos a descobrir como isso trouxe os resultados dos quais ela se queixa.

As ferramentas da PNL abaixo foram planejadas para serem usadas nesse contexto, para inverter as “distorções cognitivas” da ansiedade. São elas:

1. Ressignificar a ansiedade e seus sintomas.

2. Acessar recursos e soluções.

3. Ensinar transe e âncoras de relaxamento.

4. Alterar as submodalidades.

5. Criar crenças mais integradas.

Ressignificar a ansiedade e seus sintomas

Chame a atenção do valor das reações normais do medo e explique como a estrutura do problema ansiedade é gerada pelas distorções perceptivas e pelas sinestesias. Ansiedade é simplesmente um sinal de que a pessoa precisa identificar e ajustar as suas percepções da situação, e se comportar de um modo diferente.

Elicie os gatilhos que a pessoa usa para gerar ansiedade, e descubra as distorções da submodalidade que aumentam a importância da ameaça. Inúmeras vezes, nós solucionamos a ansiedade de falar em público simplesmente fazendo a pessoa perceber que a imagem que ela tinha na mente dela era focada num limitado grupo de pessoas, que tinham os olhos de tamanho fora do normal. Logo que a pessoa acessa seus gatilhos, ela pode mudá-los, muitas vezes, sem maiores explicações. Avaliações não realísticas que a pessoa faz devem ser verificadas nessa hora (as crenças resilientes exigem algumas das técnicas anteriores, mas uma pessoa ansiosa ― porque tudo “precisa ser feito imediatamente” ― pode ficar fascinada ao descobrir que ela avaliou incorretamente a necessidade).

Uma maneira engraçada de produzir trocas de submodalidades, mesmo nessa exploração inicial, é usar o tipo brincalhão de intervenção que Richard Bandler fez em seu livro “Magic in Action” (1984). Trabalhando com Susan, uma mulher que sofria de pânico quando sua família chegava tarde em casa, Bandler diz: “Digamos que eu tenho que substituí-la por um dia. Então uma parte do meu trabalho é, se alguém chegar tarde, entrar em pânico no seu lugar. O que eu faço dentro da minha cabeça para entrar em pânico?” Suzan responde: “Você começa a dizer frases como…” e Richard a interrompe: “Então eu tenho que falar comigo mesmo”. Ela continua: “…fulano está atrasado, ele não está em casa. Isso quer dizer que ele pode nem chegar.” Bandler pergunta: “Eu digo isso num tom de voz casual?” Esse padrão foi modelado por Tad James e é chamado de Níveis Lógicos da Terapia. James chama atenção de que, ao fazer isso, Bandler alcançou, por pressuposição lingüística, diversas ressignificações:

     

  • Susan concorda que ela causa o pânico: ela é “a causa”. 
  • Susan concorda que é preciso uma estratégia específica para fazer isso.   

     

  • Susan concorda que ela é experiente o suficiente para ensinar Bandler como fazer isso.   

     

  • Susan descreve o processo na segunda pessoa, como se alguém estivesse fazendo isso.   

     

  • Susan, para responder a última pergunta do Bandler acima, tem que considerar o que aconteceria se ela conduzisse a sua estratégia de um modo diferente do que ela normalmente faz. 

     

  • Susan faz, dessa maneira, um ensaio por meio de uma nova estratégia. 

  •  

    Gatilhos cinestésicos que alimentam um ciclo de pânico (p.ex., Vc\Ki > Ad\Ki) também podem ser ressignificados. Você pode mostrar que a sensação de desânimo é exatamente como a sensação de estar “tonto” com a agitação, a sensação da respiração forçada e da vertigem é como a sensação de quando dançamos rapidamente, a sensação de sentir calafrios e calores súbitos é como a de estar numa sauna e numa piscina fria, a ansiedade baseada na dormência das mãos ou do queixo é como ter a mão adormecida enquanto a pessoa descansa, absorta pela TV, etc.

    Acessar recursos e soluções

    Ajude a pessoa a identificar e a construir experiências de recursos internos para enfrentar as situações que ela acha difíceis. A pessoa ansiosa classifica por perigo, e quando solicitada a descobrir uma experiência de recurso, muitas vezes, em vez disso, ela irá acessar as épocas mais desafiadoras e assustadoras que ela teve. Ensinar a ela que isso é um metaprograma e que pode ser mudado simplesmente através de ensaio é importante. Três tipos de perguntas focadas na solução podem ser usados para eliciar estas épocas (Chevalier, 1995):

    1. Peça uma descrição do objetivo da pessoa.
      “O que será diferente como resultado da sua conversa comigo?”
      “O que você quer completar com êxito?”
      “O que precisa acontecer para você sentir que seu problema foi resolvido?”
      “Quando esse problema estiver resolvido, o que você estará fazendo e sentindo?”
    2. Pergunte sobre quando o problema não ocorre (as exceções). Por exemplo:
      “Quando foi que você percebeu que esse problema não era tão ruim?”
      “O que estava acontecendo naquela hora? O que você estava fazendo de diferente?”
    3. Se não existir nenhuma exceção, então pergunte sobre exceções hipotéticas usando a pergunta do “milagre”: “Suponha que numa noite, enquanto você dormia, houve um milagre e esse problema foi resolvido. Já que você estava dormindo, você não sabe que aconteceu o milagre ou que este problema foi resolvido. O que você supõe que irá perceber como diferente de manhã e que irá fazer com que você saiba que o problema foi resolvido?”

      Depois da pergunta do milagre, você pode fazer outra pergunta de follow-up tal como:

      “O que as outras pessoas perto de você iriam notar que estava diferente em você?”

      “E o que outras pessoas perto de você fariam de diferente?”

      “O que seria preciso para fingir que esse milagre aconteceu?”

      Faça o cliente se fazer perguntas focadas na solução do seu dia a dia. Antes de sair da cama de manhã, ele deve se perguntar: “Quais são as três coisas que eu estou aguardando ansiosamente para hoje?” Quando for para cama de noite, ele deve se perguntar: “Quais foram as três coisas que eu executei hoje?” O poder dessas perguntas é extraordinário.

      Ensine transe e estabeleça âncoras de relaxamento

      Uma maneira simples de construir recursos é ensinar a pessoa a relaxar fisiologicamente. Isso inclui mostrar a ela como realmente parar de tensionar os músculos, prestar atenção na expiração, ao invés da inspiração, respirar através da narina não dominante (Rossi, 1996) e se orientar para uma imaginação interna agradável. O objetivo é ensinar a pessoa a entrar em transe sozinha usando âncoras sob controle dela. Essas âncoras podem ser estabelecidas pela pessoa durante a terapia. Nós solucionamos completamente o problema de estudantes com ansiedade de exames induzindo, por exemplo, um transe, fazendo com que eles estabeleçam uma âncora gestual com a mão não dominante (a qual estará livre quando eles estiverem escrevendo). Depois que usar a âncora no exame, eles tendem a relatar que “foi o exame mais relaxado que eu já tive em toda a minha vida”.

      Como seria de esperar, muitos dos nossos clientes mais ansiosos dizem, depois de um transe inicial de 15 minutos, que isso é “a coisa mais relaxante que eu já tive”. Mas para eles isso é somente o início, porque a pessoa também precisa estar empenhada em usar esse processo regularmente. E regular, aponta Ernest Rossi (Rossi 1996), significa diversas vezes durante o dia, para assim re-estabelecer um ciclo ultradiano natural de repouso. Como Rossi, nós achamos que muitos clientes ansiosos não terão mais problemas se eles se organizarem para, a cada 90 minutos, descansarem dez minutos, deitando no seu lado dominante (e assim abrindo a narina não dominante).

      Alterar as submodalidades

      Não há dúvida de que as técnicas de mudança de submodalidade nos fornecem uma flexibilidade fenomenal para remover os gatilhos da ansiedade. Nós já discutimos a alteração de submodalidades de uma experiência para que ela seja codificada de uma maneira normal (p.ex., fazer com que os olhos das pessoas numa audiência, da qual temos medo, tenham o tamanho normal). Outras mudanças de submodalidades podem ser usadas para fazer isso com talento. No Magic in Action, Bandler demonstra o uso do swish visual para acabar com o pânico de uma mulher sobre sua família morrer num acidente, e uma cura pela dissociação do trauma para solucionar a agorafobia de uma mulher. Versões desses processos também foram utilizadas fora do campo da PNL pelos psicólogos cognitivos (veja Beck & Emery, 1985) e pelos terapeutas ericksonianos (veja Russell Bourne em Yapko, 1989).

      Simplesmente mudar a submodalidade da perspectiva do tempo irá, em nossa experiência, solucionar a maioria dos problemas das situações de ansiedade (p.ex., exames). Lembre que a pessoa ansiosa está olhando na direção do futuro. Nessa técnica da terapia da Linha do Tempo (James & Woodsmall, 1988), Tad James usa esse fato. “Se você puder, eu gostaria que pensasse sobre um evento sobre o qual você está temeroso ou ansioso. Quando já tiver um, eu gostaria que você flutuasse acima da sua linha do tempo. Vá para o futuro – um minuto depois da conclusão bem-sucedida do evento sobre o qual você está ansioso. (Naturalmente tenha certeza de que o evento saia da maneira que você quer.) Agora eu gostaria que você se virasse e olhasse para trás. Onde está a ansiedade agora? Perceba como você riu. Medo e ansiedade não têm existência fora do tempo.”

      A cura pela dissociação do trauma é a mais pesquisada de todas as intervenções da PNL para o pânico (veja Einspruch, Allen, Dennholz & Mann, Kosiey & McCleod, e Muss para exemplos). Nós ensinamos esse processo para psiquiatras em Saravejo para ser usado com os sobreviventes de uma das mais horríveis guerras da história. Margot conduziu uma mulher através da cura do trauma sobre a experiência dela na guerra. Ela começou bastante temerosa, anunciando em inglês: “Eu odeio a guerra, e eu odeio falar sobre ela!” Ela disse que tinha pesadelos todas as noites desde a guerra. Para ela, sons eram âncoras poderosas, e o som das explosões produzia um pânico incontrolável. Na semana anterior alguém havia organizado um show de fogos de artifício em Saravejo. Racionalmente, ela sabia que estava a salvo, mas o pânico a colocou de volta na situação da guerra. Ela correu para uma casa próxima e se escondeu no porão até o show terminar. Depois de tentar explicar sem sucesso o processo do trauma para ela (o conhecimento dela do inglês era limitado), Margot simplesmente pediu que ela imaginasse estar num cinema e conduziu o processo. O filme dela começou numa época antes da guerra e foi até depois da guerra, um período de cerca de três anos. Então Margot pediu que ela pensasse nos fogos de artifício e descobrisse como ela sentia isso agora. Ela riu. Depois Margot pediu que ela lembrasse algum dos piores momentos da guerra, e verificasse como eles eram agora. Ela olhou fixamente para frente com uma expressão extremamente confusa. “Então, como é?”, nós perguntamos para conferir. “Bem”, disse ela com um sorriso, “eu estou vendo as imagens, e é como se elas estivessem lá, e eu aqui.” Todo o processo levou vinte minutos.

      Criar crenças mais integradas

      Ansiedade e reações de pânico são incongruentes com o resto da vida da pessoa. Elas são, em termos de PNL, o resultado das “partes”. É como se a parte da pessoa que está no controle na hora do pânico ou da ansiedade tivesse suas próprias intenções, suas próprias crenças e suas próprias escolhas de comportamento, tudo bem diferente das intenções, crenças e escolhas que a pessoa usa quando está mais calma. Não existe nenhuma razão para um homem (ou mulher) adulto ter medo de elevador, por exemplo. Mas quando chega perto de um elevador, a pessoa com fobia de elevador reage com um grupo todo diferente de crenças do que pode acontecer, e escolhe um de uma variedade de comportamentos que ele normalmente não usa, e não acessa as habilidades que ele usualmente valoriza.

      Diversas técnicas permitem que a informação circule da neurologia da pessoa para a área onde a ansiedade está sendo gerada. Uma das mais simples é o Integrador do Movimento dos Olhos (Andreas, 1992) na qual a pessoa acessa a memória de uma situação de ansiedade (visual, auditiva e cinestésica) e segue o movimento do dedo do Practitioner enquanto ele o move de um lado para outro na frente do rosto do cliente, horizontal, vertical e obliquamente. Uma técnica similar é empregada fora da PNL como o EMDR (Shapiro, 1995). Francine Shapiro explica : “Uma das maneiras mais simples de descrever os efeitos de EMDR é dizer que o evento alvo permaneceu sem processamento devido às imediatas respostas bioquímicas ao trauma, o que o deixou isolado, numa estase neurológica. Quando o cliente segue um dedo em movimento ou responde a uma batida da mão, a um som, ou mesmo a um ponto fixo numa parede, inicia-se o processamento ativo da informação para responder ao estímulo presente. ” Em outras palavras, o seu cérebro sabe como consertar as coisas, assim que você acessar os dois lados dele ao mesmo tempo. 

      A nossa experiência é que, mesmo pessoas altamente ansiosas podem aprender a processar seu próprio conteúdo em casa, usando uma variante da técnica, tal como acessar os gatilhos da ansiedade enquanto faz malabarismo.

      Várias outras técnicas na PNL geram integração começando com os comportamentos da “parte” ativa durante a ansiedade, e segmentando para cima até que sejam acessados os principais recursos de toda neurologia. Uma é a técnica da Regressão Mental (Hall e Bodenhamer, 1997) na qual você inicia com o pensamento auditivo digital irracional e se pergunta repetidamente: “E por detrás deste pensamento rodopiando na mente existe outro pensamento… Então, você se permite notar, e que pensamento você descobre lá?” Nossa própria versão desse processo são os Estados Ascendentes (Bolstad, 1998) no qual a pessoa presta atenção na experiência cinestésica da ansiedade e se pergunta repetidamente: “Enquanto você está consciente disso, o que mais aparece debaixo disso?” Nós também usamos essa técnica no tratamento da ansiedade em uma única sessão.

      Outro conjunto de técnicas de integração inclui a Transformação Essencial (Andreas, 1992) e a Integração das Partes. Nessas, a pessoa identifica a intenção do comportamento problema e então se pergunta repetidamente: “E se você tem essa intenção total e perfeitamente, o que é ainda mais importante você alcançar?” A técnica de Gerador de Estima da nossa colega Lynn Timpany combina isso com a instalação de uma nova estratégia auditiva digital para aqueles que conduzem uma voz interna autocrítica. A nova estratégia de Lynn começa com os gatilhos antigos para a voz negativa, faz a pessoa dizer uma frase interruptora básica (como “Pense positivo!”), então diz algo com mais recursos para ela mesma e depois se congratula, o que dá a ela uma sensação positiva sobre como ela mudou seu pensamento. Lynn faz a pessoa passar por essa seqüência com cada exemplo que ela puder se lembrar. Com o uso dessa técnica nós conseguimos com que as pessoas fizessem apresentações de grupo no nosso curso de Master Practitioner e solucionamos a maioria dos problemas de ansiedade que estávamos habituados a enfrentar.

      Finalmente, a abundância de técnicas da PNL para a mudança de crenças pode ser usada para alterar as crenças irracionais logo que elas forem acessadas (note que enquanto elas são mantidas separadas na parte pânico da pessoa, a pessoa não as experimenta como reais e não “precisa” mudá-las). Alguns níveis de integração precisam ocorrer para que a mudança da crença acesse a parte da neurologia que gera a crença do problema.

      Resumo

      Ansiedade é o estado indesejado mais comum na psicoterapia, e é gerado por diversas sinestesias das representações dos potenciais perigos futuros para ativação cinestésica. A pessoa ansiosa classifica como potencial perigo futuro, se associa a ele, e exagera nas suas submodalidades. Isso resulta em avaliações fantasiosas do perigo, e de certo modo, o estado emocional da pessoa fica fora do seu controle. Usando o nosso modelo de terapia RESOLVE (Bolstad e Hamblett, 1998) nós podemos resumir assim as reações que descobrimos efetivas:

      Estado com recursos

      Estabeleça rapport

      Especificar os resultados

      Explore o Modelo de Mundo do cliente

      Conduzindo para o estado desejado

      Verifique a mudança

      Saída: Ponte ao Futuro

      Notas do tradutor:
      Ac – auditivo construído
      Ad – auditivo digital
      Cc – cinestésico construído
      Ci – cinestésico interno
      Vc – visual construído

      Ultradiano é aquele ciclo que se repete várias vezes ao dia, sempre com a mesma duração.

      Bibliografia

         

      • Allen, K. (1982) An Investigation of the Effectiveness of Neuro Linguistic Programming procedures in Treating Snake Phobias. Dissertation Abstracts International, 43, 861B 
      • Andreas, C. The Aligned Self: An Advanced Audiocassette Program: Booklet, NLP Comprehensive, Boulder, Colorado, 1992 
      • American Psychiatric Association Diagnostic Criteria From DSM-IV 2, American Psychiatric Association, Washington DC, 1994 
      • Bandler, R. Magic In Action, Meta Publications, Cupertino, 1984. 
      • Barlow, D.H., Esler, J.L. and Vitali, A.E. “Psychosocial Treatments for Panic Disorders, Phobias and Generalised Anxiety Disorder” in Nathan, P.E. and Gorman, J.M. A Guide To Treatments That Work, Oxford University Press, New York, 1998 
      • Beck, A.T. and Emery, G. with Greenberg, R.L. Anxiety Disorders and Phobias: A Cognitive Perspective, Basic Books, New York, 1985 
      • Bolstad, R. “Beyond Self”in Anchor Point, Vol 12, No. 12, December 1998, p 9-17 
      • Bolstad, R. and Hamblett, M., Transforming Communication, Addison-Wesley-Longman, Auckland, 1998 
      • Bolstad,R. and Hamblett, M. “NLP and the Rediscovery of Happiness” in Anchor Point, 1999 
      • Chevalier, A.J., On The Client’s Path, New Harbinger, Oakland, California, 1995 
      • Denholtz, M.S. and Mann, E.T. (1975) An Automated Audiovisual Treatment of Phobias Administered by Nonprofessionals. Journal of Behaviour Therapy and Experimental Psychiatry, 6: 111-115 
      • Einspruch, E. (1988) Neurolinguistic Programming in the Treatment of Phobias. Psychotherapy in Private Practice, 6 (1): 91-100 
      • Franklin, J.A. Overcoming Panic, Australian Psychological Society, Carlton, Victoria Grinder, J. and Bandler, R. The Structure of Magic II, Science and Behaviour, Palo Alto, California, 1976 
      • Hall, L. Michael and Bodenhamer, Bobby G, “The Mind Backtracking Technique” in Anchor Point, Vol 11, No. 6, June 1997 
      • James, T. and Woodsmall, W. Time Line Therapy And The Basis Of Personality, Meta Publications, Cupertino, California, 1988 
      • Kosiey, P. and McLeod, G. (1987) Visual Kinesthetic Dissociation in Treatment of Victims of Rape. Professional Psychology: Research and Practice, 18 (3): 276-282 
      • Muss, Dr D. (1991) The Trauma Trap. London: Doubleday 
      • Rossi, E.L. The Symptom Path To Enlightenment, Palisades Gateway Publishing, Pacific Palisades, California, 1996 
      • Shapiro, F. Eye Movement desensitisation and Reprocessing, The Guilford Press, New York, 1995 
      • Yapko, M.D. ed Brief Therapy Approaches to Treating Anxiety and Depression, Brunner/Mazel, New York, 1989 
      •  

      Richard Bolstad é Trainer de PNL na Nova Zelândia.   E-mail: learn@transformations.net.nz
      Artigo publicado sob título “Calming Down: NLP and the Treatment of Anxiety” no site www.transformations.net.nz
      Tradução JVF, direitos da tradução reservados.

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

     

     

 

 

 

 

 

 

 

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!! 10 de Agosto de 2010

Posted by Geraldo Neto in Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Por: Dr. Ernesto Artur – Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.  As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4… Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram… Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se  numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!

Stress elevado e má alimentação podem provocar úlceras 9 de Maio de 2010

Posted by Geraldo Neto in Dicas, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Úlcera e gastrite são queixas comuns entre pes-soas que não costumam de alimentar corretamente, fumam e ingerem bebidas alcoólica com freqüência, além de viver em estresse constante. É preciso, porém, diferenciar o problema e saber exatamente do que se trata antes de tomar alguma atitude em relação a situação.

Um dos sintomas da úlcera é dor epigástrica (na parte superior do abdome), que normalmente se chama “dor de fome”. O médico gastroenterologista Antonio Carlos Hepp explica que o paciente relata que quando está com o estômago vazio sente essa dor, e quando come, a dor diminui.

“Ele sente como se fosse um vazio e uma queimação”, comenta. Conforme ele, isso diferencia da gastrite. “Os pacientes com gastrite relatam que a dor na parte superior do abdome piora quando comem”, afirma. A gastrite causa ainda má digestão e estufamento.

Para ter certeza do problema de cada paciente, é preciso fazer um exame chamado endoscopia digestiva alta. É um exame fácil, feito no consultório. “O endoscópio é colocado pelo esôfago até o estômago e o duodeno. Assim, podemos ver se tem alguma úlcera, que é como uma ferida nas paredes internas desses órgãos”, explica Hepp.

A maioria das úlceras estão localizadas no duodeno, que á a saída do estômago. Para saber se a úlcera é maligna ou benigna, durante a endoscopia é recolhido material para biópsia. Se são benignas, é feito o tratamento com medicamentos e ela fica curada.

Se a ferida for mais grave, e houver mais dificuldade de cicatrizar com medicamento, pode acontecer de precisar ser operada. “A úlcera gástrica é a que mais nos preocupa, pois pode vir a se tornar uma doença maligna, um câncer gás-trico”, afirma o médico.

A endoscopia foi o grande avanço para tratamento das úlceras. “Há 20 anos, se operava pelos menos uma ou duas úlceras por semana. Hoje é uma ou duas por ano”, conta o médico. Segundo ele, logo nos primeiros sintomas as pessoas estão procurando o médico, fazendo os exames e tratando com diagnóstico correto. “Hoje existem bons medicamentos que cicatrizam a úlcera, então a maioria não precisa mais ser operada”.

A principal causa da úlcera é uma bactéria, chamada Helicobacter pylori. “Muita gente tem ela no estômago, e em algumas pessoas ela pode se tornar maligna”, diz o médico. A segunda maior causa são os fatores de tendência familiar.

“Quem fuma, bebe álcool e alguns determinados medi-camento pode desenvolver úlceras com mais facilidade”, alerta o especialista. O es-tresse causa mais gastrite do que úlceras. Porém, como o aumento de estresse pode baixar a imunidade, ele facilita a ação da bactéria.

Não fumar. Tomar bebida alcoólica moderadamente. Evitar sempre que possível as medicações que podem ser ulcerosas. Ou, no caso de precisar tomar, e ter tendência a úlceras, já tomar um medicamento que previna o aparecimento da ferida. Controlar o estresse e a tensão do dia- a-dia. Esses são alguns dos cuidados para evitar úlceras e ter uma vida mais saudável.

Nanachara C. Sperb

Doença da tireóide afetam 15% das mulheres brasileiras 9 de Maio de 2010

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Depressão, Dicas, Dieta, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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O sexo feminino é mais atingido que o masculino na proposição de 7:1, em nosso meio.

O hipotireoidismo atinge de 2 a 5 % da população adulta e está se convertendo na doença prevalente das disfunções. Caracterizam-no aumento de peso, pele seca, depressão, alterações menstruais, unhas quebradiças, sensação de frio, entre outros sintomas.

Distúrbio de fabricação de hormônios produzidos pela tireóide, são conhecidos como hipotireoidismo ou hipertireodismo.

A Glândula Tireóide, glândula de secreção interna, produz hormônios tireoidianos, que vão exercer sua ação nas células da periferia. Quando há excesso em circulação o quadro clínico é denominado de hipertireoidismo; quando há falta o mesmo se designa de hipotireoidismo. Já o hipertireoidismo, menos freqüente, se caracteriza por emagrecimento, tremores, sudorese aumentada e por vezes, sinais oculares.

O diagnóstico é feito por avaliação clínica e por dosagens periféricas dos hormônios tireoidianos, dosagem de anticorpos e do hormônio tireoestimulante hipofisário.

Para o Prof. Dr. Alberto Ferraz, cirurgião de cabeça e pescoço explica que a doença pode ser mais comum entre os brasileiros. “Precisamos mencionar que 4 a 7% da população brasileira apresenta nódulos na tireóide, mesmo sem quadro clínico de disfunção. Estes números tendem a crescer, a medida que se aperfeiçoam os meios diagnósticos. O tratamento do hipertireoidismo poderá ser cirúrgico, clínico ou com iodo radioativo.

Todos eles tem seus defensores mas, a meu ver, o cirúrgico é o que apresenta melhores resultados a curto e longo prazos.

O hipotireoidismo geralmente é de alçada clínica; será cirúrgico somente se a tireóide causar compressão de vias aero-digestivas. O mesmo é feito com hormônio tireoidiano administrado por via oral”, conta o Prof. Ferraz.

Quanto à detecção de nódulos na tireóide há inúmeros aspectos atuais a serem comentados: o emprego sistemático da ultrassonografia com Doppler, o emprego quase rotineiro da biópsia aspirativa por agulha fina, a utilização do Pet-Scan em casos selecionados. Feito no sentido de estabelecer diagnósticos que vão do benigno ao maligno, contemplando esses métodos um dos princípios básicos da medicina: a prevenção.

Nenhum exame deverá ser realizado sem que antes se proceda a uma consulta médica adequada. Recomenda-se uma dieta equilibrada em iodo, atividade física regular, ausência de stress, e consultas médicas periódicas, especialmente nas pessoas que tem, em seu histórico, antecedentes familiares de tireoidopatias.

Fonte: ADJORI

Os aminoácidos essenciais de nossa alimentação 9 de Maio de 2010

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Isoleucina: levedura de cerveja, leite em pó desnatado, queijos duros, aves, salmão, carne.

Leucina: leite em pó desnatado, levedura de cerveja, legumes desidratados, fígado, clara de ovo.

Lisina: leite em pó desnatado, levedura de cerveja, legumes desidratados, fígado, carne.

Metionina: peixes do mar, clara de ovo, aves, levedura de cerveja, leite em pó desnatado.

Fenilalanina: farinha de soja, levedura de cerveja, sementes de cereais, leite em pó desnatado, queijos, aves.

Treonina: levedura de cerveja, leite desnatado, queijos, salmão, carne.

Triptofano: levedura de cerveja, leite desnatado, fígado, aves, carnes, clara de ovo.

Valina: levedura de cerveja, leite desnatado, legumes desidratados, queijos, aves, carne.

Por: Prof. Paulo Edson da Silva Neto

Sintomas da Andropausa 22 de Janeiro de 2010

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-Aumento da proporção de gordura corporal;
-Diminuição da massa muscular;
-Tendência à anemia;
-Tendência à osteoporose;
-Perda de interesse sexual;
-Dificuldade de ereção;
-Dificuldade de concentração;
-Problemas de memória;
-Apatia e depressão;
-Queda de pêlos;
-Aumento de peso;
-Irritabilidade;
-Insônia;

Professor Paulo Edson Reis Jacob Neto

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