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Conexão mente e corpo 6 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Hipertensão, Obesidade, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Por mais surpreendente que possa parecer, a íntima conexão entre a mente eo corpo não foi bem compreendida até as últimas décadas do século passado.

No início dos anos 1970, por exemplo, uma pesquisa científica artigo publicado na revista Scientific American foi um dos primeiros estudos para investigar cientificamente esta ligação. Papel especial que estudou o que aconteceu no corpo quando a mente estava em um estado meditativo. O papel descobriu que enquanto a mente se estabeleceram com uma prática específica e eficaz de meditação, o corpo ganha um estado profundamente profundo de descanso.

Respiração resolvido de forma significativa. Os hormônios do estresse no sangue foram reduzida. Resistência aumentada da pele (um indicador de relaxamento fisiológico aumentado). O papel foi um marco no reconhecimento científico da conexão mente / corpo.

Também no De 1970, estávamos todos tornando-se familiarizado com o conceito de estresse. Stress tivesse estado conosco por muito tempo, claro, mas através do trabalho de cientistas como Hans Selye stress estava se tornando um processo definido. Hans Selye, um endocrinologista, tornou-se amplamente reconhecido como um especialista na área de gestão de stress. Selye definiu o estresse como resposta inespecífica do corpo a uma demanda colocada nele. Por exemplo, se nós estão em casa sozinho e um barulho estranho é ouvido em outra sala, a nossa freqüência cardíaca pode aumentar a pressão arterial e, provavelmente, o nosso também, a adrenalina dispara para cima e para os nossos sentidos tornam-se intensificado. Estas alterações fisiológicas são as resultado do que os cientistas chamam de luta ou fuga resposta. Tais mecanismos antigos na fisiologia humana são destinadas a preparar um para qualquer “luta” em uma situação desafiadora (por exemplo, o tigre no caminho antes de nós) ou para retirar-se do perigo. Embora estes mecanismos podem ser úteis em um desafio específico, que ocorre na fisiologia de forma sustentada podem criar a base para uma infinidade de saúde problemas. 
Entendendo e da estreita ligação entre mente e corpo desovado um outro nível de descoberta sobre a saúde ea doença, em termos de distúrbios psicossomáticos. Distúrbios psicossomáticos resultado da influência que a mente tem sobre os processos físicos. Uma doença psicossomática é aquela em que uma doença física é pensado para ser causado ou agravado por fatores mentais. Tais física doenças, incluindo doenças de pele, problemas cardiovasculares, distúrbios respiratórios, e distúrbios do sistema nervoso, incluindo esclerose múltipla pode ser particularmente agravada por fatores mentais, tais como estresse e ansiedade.

As mulheres são particularmente sensíveis ao estresse. Suas vidas são desafiados por estressores especial. As mulheres muitas vezes cuidar de outros muito mais do que cuidar de si. Podem empurrar-se difícil no malabarismo da vida profissional e pessoal. Stress em mulheres é também muitas vezes causadas pela matriz constante de mudanças hormonais que ocorrem na fisiologia feminina. É importante para as mulheres saiba como manter o equilíbrio: como estimular a conexão entre mente e corpo, e para evitar o acúmulo de estresse que podem quebrar essa conexão vital. Para prevenir o aparecimento de distúrbios psicossomáticos e para evitar os efeitos nocivos do estresse, as mulheres só tem a ganhar promovendo uma mente sã / corpo conexão.

Por: Lesley Goldman
Fonte: Messaggiamo.com

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Alimento x Emoções 31 de Março de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Depressão, Diabetes, Dicas, Dieta, Hipertensão, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Banana: contra a ansiedade. Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria. Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.  

Abacate: amigo do sono. Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral. Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo. Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada. São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse. Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta. É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação. Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz. O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação. Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo. O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por: Prof. Paulo Edson Reis Jacob Neto

Efeitos do Stress 31 de Março de 2011

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É difícil para os cientistas definirem o Stress, porque é um fenômeno altamente subjetivo. É diferente para cada um de nós. Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazeroso para os outros. Também respondem ao Stress de maneira diferente.

Alguns comem mais, enquanto outras crescem pálidas ou comem menos. Existem inúmeras alterações físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, apertamento da mandíbula ou dor
2. A insônia, pesadelos, perturbação e sonhos
 3. Ranger, ranger os dentes
 4. Dificuldade de concentração, pensamentos
 5. Gagueira ou gaguejar
 6. Dificuldade para aprender novas informações
 7. Os tremores, tremores dos lábios e nas mãos
 8. Esquecimento, desorganização, confusão
 9. Dor no Pescoço, dor nas costas, espasmos musculares
 10. Dificuldade em tomar decisões.
 11. Tontura, desmaio, tontura
 12. Sentindo-se sobrecarregado.
 13. Tocando, zumbido ou “faz ruídos
 14. Freqüentes crises de choro ou pensamenteos suicida
 15. corar frequentes, sudorese
 16. Sentimentos de solidão ou inutilidade
 17. Frio nos pés ou suadas mãos
 18. pouco interesse na aparência,
 19. Boca seca, problemas de deglutição
 20. Hábitos nervosos, inquietação, os pés tocando
 21. gripes freqüentes, infecções, herpes
 22. Maior frustração, irritabilidade

23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”
 24. Reação exagerada a pequenos aborrecimentos
 25. “alergia” freqüentes
 26. Aumento do número de acidentes menores
 27. Azia, dor de estômago, náuseas
 28. O comportamento obsessivo ou compulsivo
 29. O excesso de arrotos, flatulência
 30. Reduzido a eficiência do trabalho ou a produtividade
 31. Obstipação, diarreia
 32. Mentiras ou desculpas para encobrir o mau trabalho
 33. Dificuldade em respirar, suspirar
 34. Fala Rápida ou fala murmurando
 35. Súbitos de pânico
 36. Desconfiança defensiva excessiva
 37. Dor no peito, palpitações
 38. Problemas na comunicação
 39. Micção freqüente
 40. Retirada Social e o isolamento
 41. Diminuição de desejo ou desempenho sexual
 42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga
 43. O excesso de ansiedade, preocupação, culpa, nervosismo
 44. O uso freqüente de drogas.
 45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade
 46. O ganho de peso ou perda sem dieta
 47. Depressão, humor freqüente.

48. Aumento fumo, álcool ou uso de drogas
 49. Aumento ou diminuição do apetite
 50. jogo excessivo ou a compra por impulso
 

Conforme demonstrado na lista acima, o estresse pode ter efeitos de grande alcance sobre as emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos em todo o corpo, como ilustrado pelo diagrama abaixo.

Por que procurar entender o Stress? 11 de Março de 2011

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– Atualmente mais de 50% das mortes ocorrem em razão de doenças ligadas ao stress.
– Pesquisas mostram cada vez mais uma forte associação entre stress excessivo e crônico e o desenvolvimento de várias doenças, como câncer, hipertensão, enfarte, úlceras, diabetes, asma, colite, psoríase, herpes, etc…
– A proporção é de 50 enfartes para cada morte devido a acidente de trabalho;
– O absenteísmo nas empresas, na maior parte, se deve a problemas relacionados ao stress.
– Entre 75 e 90% das consultas médicas são devidas a doenças ligadas ao stress.
– O presenteísmo (o estar fisicamente presente, mas não conseguir produzir, como se estivesse ausente), fenômeno atual, causa de grande prejuízo às empresas, ocorre mais em razão do stress do que qualquer outro problema;
– Grande parte de manifestações de raiva, violência urbana e doméstica se deve a altos níveis de stress;
– Nos EUA, 1 milhão de trabalhadores, por dia, faltam ao serviço por causa do stress;
– O stress não só pode afetar a saúde, mas também tem o poder de prejudicar a qualidade de vida e os relacionamentos interpessoais.

STRESS: uma reação do organismo, com componentes físicos e/ou psicológicos, causada pelas alterações psicofisiológicas que ocorrem quando a pessoa se confronta com uma situação que, de um modo ou de outro, a irrite, amedronte, excite ou confunda, ou mesmo que a faça imensamente feliz. A resposta do stress deve ser entendida como sendo um processo e não uma reação estanque e independente, pois no momento em que ela se inicia um longo processo bioquímico se instala. Independentemente da causa da tensão, o início se manifesta de modo bastante semelhante em todas as pessoas, com o aparecimento de taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e a sensação de estar de alerta. Só quando o processo está mais adiantado é que as diferenças se manifestam de acordo com a herança genética do indivíduo combinada com pontos de enfraquecimento desenvolvidos no decorrer da vida. O stress pode ou não levar a um desgaste geral do organismo dependendo da sua intensidade, tempo de duração, da vulnerabilidade do indivíduo e da habilidade de administrá-lo.

O desgaste ocorre, de modo mais pronunciado, quando a homeostase interna do organismo é perturbada por períodos longos ou de modo muito agudo.
Qualquer situação geradora de um estado emocional forte que leve a uma quebra da homoestase interna e exija alguma adaptação pode ser chamada de um estressor. Existem situações e eventos que são intrinsecamente estressantes (biogênicos), como o frio, a fome e a dor. Outros, os psicossociais, adquirem sua capacidade de estressar uma pessoa devido a sua história de vida e às experiências pelas quais passou. O evento, em si, é interpretado de acordo com a história de vida do ser humano, de seus valores e das suas crenças. Deste modo, a interpretação dada a qualquer evento é de fundamental importância na gênese da reação do stress. As estratégias de enfrentamento são de fundamental importância para amenizar os efeitos dos estressores. Elas podem ser aprendidas em qualquer idade. O treino de controle do stress, de base cognitivo-comportamental, se mostra muito eficaz no controle do stress tanto de crianças como de adultos.

Os benefícios do controle do stress se manifestam em maior produtividade, melhor saúde, relações interpessoais mais felizes e qualidade de vida mais elevada.
Os estudos atuais sobre stress estão sendo conduzidos por profissionais de várias áreas do saber, como psicologia, medicina, odontologia, educação, esportes, empresas, companhias de seguro, planos de saúde e muitas outras. Esses estudos, especialmente os conduzidos dentro do nosso próprio país, levando em consideração as características do povo brasileiro, são de grande importância para que possamos conhecer as implicações do stress para a saúde e a doença, a área acadêmica, o campo profissional, a qualidade de vida, a violência urbana e doméstica, o bem estar e a felicidade do ser humano.

Há 20 anos atrás quase não se falava em stress no Brasil, hoje o número de estudos, livros, artigos e pesquisas publicados está se tornando impressivo. Torna-se necessário a existência de uma associação que congregue e dissemine este precioso conhecimento que está se formando, que incentive pesquisas de qualidade nesta área e que possibilite a troca de idéias entre profissionais interessados no assunto. A A.B.S. se propõe justamente a esta missão.

A.B.S.
Associação Brasileira de Stress

Stress e Depressão 22 de Novembro de 2009

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Todos nós lidamos com o stress na sociedade de hoje, um fato simples e perceptível. Todos sabem que o stress pode provocar muitas doença e até mesmo a morte, se os níveis de stress não forem mantidos sob controle.

Os sintomas mais comuns de stress são indigestão, azia, dor de estômago, hiperventilação, insônia, dores de cabeça, fadiga, diminuição do apetite, raiva, diminuiu a paciência, e de tristeza. Estes sintomas podem também ser sinais de depressão.

Se você tem vários destes sintomas por mais de alguns dias, você deve consultar um profissional de Saúde.

A forma geral de lidar com o stress é permanecer ativo: praticar esportes, fazer uma caminhada.

O ideal é dormir oito horas de sono por dia e beber muita água.

Fazer uma dieta equilibrada regular e um programa de exercícios regulares é outra maneira de diminuir o seu nível de stress e também ajuda a mantê-lo saudável.

 

 

 

Esperança de Vida Melhor 8 de Novembro de 2009

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A esperança humana é eterna, mas nós não somos. É bem verdade que se inevitavelmente morremos, a média de idade em que isso ocorre tem aumentado progressivamente na maior parte do mundo. Se tomarmos como exemplo um monge beneditino que vivia na Inglaterra no século 14, que tinha melhor alimentação, vestuário e higiene quando comparado com a população em geral, verá que a maioria vivia na média até seus 22 anos, e olhe lá!

No século 16 a idade média das pessoas era de 30 anos, poucos viviam mais que isso, e até o começo do século 19, poucos passavam dos 37 anos. Foi no século 20 que a expectativa de vida realmente aumentou, pulando de uma média aproximada de 30 ou 40 anos para mais de 70 anos!

O desafio da ciência tem sido tanto no sentido de aumentar essa média, quanto no sentido de aumentar nosso provável limite máximo, que gira em torno dos 115 anos. Por melhor que tenha sido o avanço da medicina, por mais que tenhamos conseguido aumentar a expectativa média de vida, o limite continua inalterado.

Alguns cientistas acreditam que o envelhecimento está geneticamente programado. Do mesmo modo que uma nave espacial é projetada para, digamos chegar até marte, mas não tem instruções em seus computadores para ir adiante, fomos programados geneticamente para viver até os 85 ou 90 anos, e a partir daí o sistema biológico simplesmente entra em declínio acentuado, como uma lâmpada que já atingiu seu limite de horas programadas pelo engenheiro.

O que causa esse declínio na capacidade do corpo manter a si mesmo? Não existe até o momento nenhuma teoria que explique totalmente esse fenômeno. Na verdade somos afetados por fatores tanto do ambiente quanto biológico.

Um fator do meio ambiente que por muito tempo foi estudado é a alimentação. Alguns cientistas chegaram a afirmar que animais com dietas com poucas calorias aumentavam o tempo de vida. Isso é verdadeiro com animais de laboratório, mas a maioria dos cientistas esqueceu de divulgar ao mesmo tempo em que esses animais realmente viviam mais anos, mas com um preço altíssimo. Simplesmente paravam de se reproduzir. Por outro lado, diversas pesquisas mostram que uma dieta balanceada, rica em fibras de vegetais, frutas e legumes, realmente dificultam o aparecimento de doenças.

Outros estudos sobre envelhecimento apontam para uma possível programação genética das células. Como a vida é sinônimo de multiplicação das células, haveria um ou mais genes que ditariam exatamente por quanto tempo a célula poderia se multiplicar. Esse limite varia nas diversas espécies animais. Uma tartaruga marinha teria como limite 180 anos, uma mosca de frutas algo em torno de 100 dias, e um ser humano entre 110 e 120 anos, na média 115 anos como limite.

Algumas alterações do envelhecimento são explicadas pelas mudanças no metabolismo do homem, como a comprovada diminuição de certos transmissores químicos do sistema nervoso. Como o cérebro regula todas as funções do organismo por meio de impulsos nervosos que determinam às glândulas e tecidos como e quando funcionarem, essa diminuição desses transmissores acabaria por acelerar o envelhecimento na medida em que as glândulas agiriam de modo inadequado. Esse é um fato já bem conhecido, e a reposição de hormônios em mulheres depois da menopausa já é um fato consumado. Outros experimentos já tiveram início para ver se realmente a reposição do hormônio de crescimento auxiliaria a postergar o declínio do envelhecimento.

Há ainda a teoria de envelhecimento baseado na possibilidade de que a partir de certa idade, nosso corpo começaria a produzir proteínas que não são reconhecidas pelo próprio organismo. A partir daí, nosso sistema de defesa imunológico cumpriria suas funções programadas de defesa e atacaria essas proteínas, destruindo ao mesmo tempo as células e paralisando as funções corporais. Outra explicação alternativa seria que o sistema imunológico, ao seguir o declínio do corpo com a idade, produziria muito menos anticorpo para combater as doenças.

O que podemos fazer para aumentar nossos anos de vida? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) podemos acrescentar entre 5 a 10 anos se tivermos uma atitude pro ativa, buscando a saúde e evitando doenças. A OMS listou 25 grandes riscos evitáveis e selecionou os 10 mais importantes a nível mundial, que são: baixo peso infantil e materno, práticas sexuais sem proteção adequada, pressão arterial elevada, uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, deficiência de ferro, e a obesidade e o sobrepeso. Esses fatores comprometem no mundo todo em torno de um terço dos anos de vida saudável perdidas anualmente.

Excluindo fatores típicos de populações menos favorecidas, como a deficiência de ferro ou o uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, observa-se que os outros fatores atingem praticamente todas as classes sociais.

Existem outros fatores que não estão listados, mas que certamente estão incluídos ainda que indiretamente. Entre esses fatores, devem ser lembradas as saúdes intestinais, a prática de atividade física regular, a evitação (JEJUM E RECOLHIMENTO ESPIRITUAL) e eliminação de tóxicos, como por exemplo, poluentes do ar, agrotóxicos alimentares, minerais pesados, radiações ionizantes, entre vários outros.

Na nossa prática TERAPÊUTICA, buscamos promover os fatores de saúde, evitar os de adoecimento e na medida do possível reparar os danos causados por esses tóxicos.

Por: Prof. Paulo Edson

A Dieta dos Franceses 21 de Junho de 2009

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Dr. Will Clower, autor de “A não-dieta dos  franceses”, lançado recentemente pela editora Campus. O médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, emagrecer com saúde, como os franceses.

“Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que estipulamos para nós. E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force. O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos: comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar”, explica no livro.

“Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios.. Onde estavam os produtos lights?”

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais – açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais. Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela que proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita. Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra porque alimentos de verdade funcionam em favor do corpo.

“Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção, e os corantes, conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram feitos para o nosso corpo”, defende.

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco quilos, respectivamente.

– Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios – fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só pra iogurtes e queijos frescos. Onde estavam os produtos lights?

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de  que se deve ter em casa, fala sobre os benefícios da cerveja e do vinho, com moderação, é claro, da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo.

Os resultados, garante ele, surgem em seguida.

Plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta!!!!

1 – Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 – Garfadas menores.. O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 – Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 – Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que tenha engolido.

5 – Sirva a comida em pratos pequenos.. Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 – Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares.

7 – Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 – Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 – Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come uma quantia normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos.

10 – Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade. 

 
Alimentos que se deve ter em casa

Peixes (salmão, sardinha, atum)
Grãos (granola, aveia, arroz)
Hortaliças (feijões, cebola, batata, abóbora, tomate)
Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre)
Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar branco ou mascavo, pimenta, sal)
Lanches (frutas desidratadas, biscoitos não-hidrogenados, nozes, azeitona)
Condimentos (mostarda, maionese de verdade)
Lacticínios (manteiga, queijo, ovos, leite, iogurte)
Bebidas (café, cerveja, suco de fruta, chá, água, vinho) 

Alimentação Desintoxicante 12 de Maio de 2009

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas, Obesidade.
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A cura verdadeira é uma experiência poderosa. Trata-se de um ato de generosidade, de atenção, de amor e também uma vivência espiritual. Quando curamos o corpo, estamos curando a psique e o espírito. Os três são inseparáveis.

Cada um de nós tem algum tipo de dor emocional, física ou espiritual. É por isso que todos necessitam da cura. Para a maioria de nós a dor é a manifestação real do emaranhado tóxico que nos separa do centro de nosso ser, e da origem de nossa energia e força. Esse é o motivo pelo qual nos sentimos como se não tivéssemos combustível ou “energia” suficiente para vivermos. Estamos esgotados, exaustos, suscetíveis, irritados e tristes. Estes sãos os sintomas tópicos de alguém intoxicado:

– Sensação de vazio. Atitude típica: buscar consolo com o tipo errado de comida que são os alimentos gordurosos, os doces e as massas industrializadas e conservadas quimicamente. Ou seja, nos auto-sabotamos e aumentamos a carga de intoxicação.

– Emocional desequilibrado com a sensação de estar fora de controle. Ansiedade, estresse e possibilidade de depressão. Muitos altos e baixos energéticos que não possibilitam “metabolizar” ou lidar positivamente com tantas emoções. Atitude típica: respirar muito mal, oxigenando de forma precária o cérebro, células, órgãos e sistemas. Devido à apatia geral que se instala, fobia por praticar atividade física e atividades de relaxamento corporal/mental.

– Espiritual abandonado, dificuldade de se concentrar e buscar comunicação com uma força superior. Atitude típica: maior exposição e atração (sintonia) pela negatividade do mundo externo, preguiça de ter fé em tudo, ninguém ou nós mesmos, ou seja, aumenta o ceticismo.

Neste contexto, seja pela ingestão, pelo emocional desequilibrado, pela baixa oxigenação e mobilização da energia física ou pela falta de fé, as cargas de intoxicação serão enormes e crescentes.

Aqui vem o raciocínio prático que pode nos ajudar. O que entra deve necessariamente sair, mas, como visto acima, nem sempre é tão simples. Muitas toxinas que entram no corpo, no espírito ou na mente não saem com facilidade. Talvez não as possamos ver, mas isso não significa que não estejam ali. Mesmo invisíveis, as sentimos todos os dias. Como fadiga, doença, raiva, depressão ou estresse. Como dor de cabeça, nas costas, erupções na pele e nervosismo. Elas nos impedem de dormir ou nos fazem dormir demais. Tiram-nos força, resistência e paixão de viver.

É hora de fazermos alguma coisa. É hora de recuperarmos e mantermos nossa energia, regenerarmos nosso corpo, curarmos nossa psique e de reacender o espírito.

Desintoxicar a vida significa ser capaz de encontrar o equilíbrio diariamente, recobrando o espírito e a sensação de frescor em todos os poros.

O segredo para a transformação pessoal começa no nível celular. Trata-se do rejuvenescimento de nossas células. Quando limpamos e reconstruímos nossas células, elas passam a nos transmitir novas mensagens. Novas células têm novos significados, novas estórias para contar. Não seguem a mesma velha programação.

Se você está pronta para mudar suas células velhas e cansadas e encontrar nova energia física, emocional, espiritual e mental, então está pronta para desintoxicar-se.

Não importam quais sejam suas razões. A decisão de se desintoxicar é um ato de coragem. As recompensas são extraordinárias, mas os desafios também o são. O fato de compreender sua motivação desde o início a manterá focalizada, e esse foco lhe dará forças.

Por: Dr. Paulo Edson

Dicas para emagrecer 1 de Maio de 2009

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Não tenha pressa.

Você pode vencer a Obesidade! 1 de Maio de 2009

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Lute, não perca a esperança, seja firme, a vitória é sua.

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