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Remédios caseiros para cessar o ronco 17 de Agosto de 2014

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas, Dieta, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Quem está obeso?, Stress.
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Mel: Além de ser muito utilizado para aliviar os males que atingem a garganta, o mel também ajuda a evitar o ronco, devido à sua ação anti-inflamatória que liberará as vias aéreas.

Aloe: A aloe é uma ótima erva para tratar o ronco e outros problemas respiratórios. Prepare um chá com algumas folhas desta erva: basta deixar ferver por alguns minutos, coar e beber uma hora antes de dormir.

Cebola: A cebola também é muito boa para tratar o ronco e outras doenças respiratórias. Para aproveitar os benefícios proporcionados por este alimento, o indicado é preparar um chá com açúcar mascavo: coloque uma cebola em fatias por cada litro de água e deixe ferver por 15 minutos. Coe e, com a água ainda quente, coloque algumas colheres (de sopa) de açúcar mascavo a gosto. Beba essa mistura uma ou duas horas antes de dormir.

Leite de soja: Trocar o leite de vaca pelo leite de soja é indicado, pois os produtos lácteos são conhecidos por aumentar o muco na garganta e, consequentemente, provocar mais roncos.

Azeite de oliva: Graças à sua ação anti-inflamatória, o azeite de oliva ajuda no tratamento para parar de roncar. Além disso, é um ótimo óleo para a saúde, por possuir menor quantidade de gorduras saturadas e maior quantidade de gorduras insaturadas.
Chá de hortelã-pimenta: Este chá ajuda a eliminar o catarro.

Peixe: Segundo alguns estudos, a carne vermelha ou gorduras saturadas podem causar espasmos leves resultando em inflamação das vias nasais. Por isso, o indicado é comer mais carne branca ou peixe, especialmente atum.

Inspirações de vapor: Fazer inspirações de vapor faz com que a respiração através da via nasal seja livre e adequada. Antes de dormir, coloque uma panela de água para ferver, cubra a cabeça com uma toalha e inale profundamente o vapor. A adição de alguma erva estimulante do sistema respiratório, como o eucalipto, dá um resultado ainda melhor.

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Quatro benefícios da prática sexual 16 de Agosto de 2014

Posted by Geraldo Neto in Atividade Físicas, Hipertensão, Impotência, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Quem está obeso?, Stress.
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1- mais anticorpos

Pessoas com vida sexual ativa têm mais defesa corporal contra germes, vírus e outros invasores. Pesquisadores da universidade de Wilkes, na Pensilvânia, descobriram que alunos que tiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana apresentavam níveis mais elevados de um determinado anticorpo.

2- prevenção contra câncer

Homens que ejaculam com freqüência (pelo menos 21 vezes por mês) são menos propensos a ter câncer de próstata, segundo estudo divulgado em publicação da Associação Americana de Medicina. A pesquisa, entretanto, não confirma se a ejaculação é o único fator a influir no resultado.

3- queima de calorias

Especialistas afirmam que a prática de sexo também é uma ótima forma de exercitar o corpo, apesar de não substituir uma corrida na esteira. Uma relação gasta cerca de 5 calorias por minuto, quatro a mais do que assistir TV, por exemplo. E, assim como nos exercícios, a freqüência amplia os resultados.

4- combate a dores

Segundo médicos, o orgasmo feminino tem o poder de bloquear a dor, através da liberação de hormônios. A estimulação vaginal pode amenizar dores crônicas nas costas e pernas, e a masturbação pode reduzir cólicas menstruais, incômodos e artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Fonte: O Globo

Pessoas estressadas comem mais e queimam menos calorias; entenda por quê 4 de Agosto de 2014

Posted by Geraldo Neto in Dicas, Dieta, Hipertensão, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Quem está obeso?, Stress.
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Estresse ou stress (em inglês) é a resposta do organismo frente a um perigo, que prepara o corpo para fugir ou lutar, um processo de adaptação geral, no qual ocorrem respostas fisiológicas aos estímulos ambientais.

E o estresse engorda? A resposta é sim, engorda. Segundo Fábio Cardoso, especialista em medicina preventiva e emagrecimento, o estresse faz você ficar mais gordo. E não é somente porque as pessoas tendem a comer alimentos menos saudáveis quando estão estressadas, mas principalmente porque o ele reduz a capacidade do corpo “queimar” calorias.

Pesquisadores da Ohio State University, nos Estados Unidos, publicaram recentemente um excelente trabalho. O estudo revela que o seu chefe exigente, problemas de relacionamento ou um vizinho chato, ou ainda todos eles juntos, podem reduzir sua capacidade de queimar gordura de forma assustadora.

Neste estudo, deram à 58 mulheres (média de idade de 53 anos), refeições contendo 60 gramas de gordura, 59 gramas de carboidrato e 36 gramas de proteína. Após a refeição os pesquisadores monitoraram o sangue e o gasto calórico por 6 horas. Por meio de questionários e entrevistas específicas forma determinados os níveis individuais de estresse.

O gasto calórico (capacidade de queimar calorias) foi alto logo após a refeição, mas diminuiu conforme as horas foram passando, o que é normal. O dado importante foi que a redução no gasto energético foi muito mais rápida nas mulheres que nas entrevistas e questionários afirmaram que estavam com níveis de estresse elevados (independente da causa – trabalho, família, relacionamentos).

Outro dado muito interessante: após a refeição, a oxidação de gorduras (queima das gorduras estocadas) aumentou gradualmente, porém teve elevação bem menor em mulheres que tinham descrito um nível de estresse aumentado.

A pesquisa ainda mostrou que as mulheres sob estresse tinham níveis sanguíneos mais elevados de triglicerídeos (gordura) após se alimentarem. Isto também pode indicar que o corpo tem mais dificuldade de utilizar a gordura como fonte de energia sob situações estressantes.

Um outro trabalho da mesma instituição, descreveu os achados de 354 pessoas atendidas em que metade delas admitiu ter uma relação “problemática” com o seu parceiro. Eles definiram casais que discutiam verbalmente mais de 2 vezes por semana. Foram coletados marcadores dos níveis inflamatórios no sangue destas pessoas.

A inflamação crônica faz parte da gênese de diversas doenças (derrames, infartos, câncer, demências, entre outras), e também, no ganho de peso e dificuldades de emagrecer. Tanto é verdade, que os especialistas sempre falam que o obeso é um “inflamado crônico”.

Nos pacientes com relacionamentos problemáticos, com níveis de stress elevados, os níveis de inflamação o foram sempre mais elevados que nas pessoas com bons relacionamentos.

Conclusão: estes dados demonstram os efeitos destas alterações metabólicas que dias seguidos de stress e até depressões facilitam o ganho de peso com o passar do tempo. E pelo estudo, esta diminuição nas capacidades de queimar calorias de utilizar a gordura, pode sim, no decorrer de um ano, gerar um ganho de peso de até 5 quilos…

Por isso Fábio aconselha: “Faça escolhas de vida saudáveis. Os relacionamentos, sua casa e seu ambiente de trabalho podem ter efeitos cumulativos sobre seu corpo, para o bem ou para o mal. Estresse demais não só engorda, mas pode até matar, pois aumenta a chance de desenvolvermos outras doenças. Isto não é frescura, é cientificamente comprovado”, argumenta.

Confira as 14 metas para emagrecer com saúde 2 de Agosto de 2014

Posted by Geraldo Neto in Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Quem está obeso?, Stress.
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As nutricionistas da USP têm uma lista de 14 metas que devemos tentar alcançar pouco a pouco, pelo menos duas a cada semana, para perder peso.

Confira as 14 metas da educação alimentar, indicadas pelo Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

1) Faça de 5 a 6 refeições por dia.
2) Frutas na sobremesa e nos lanches.
3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
6) Modere nos açúcares e nos doces.
7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.
10) Coma uma porção de leguminosas por dia.
11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.
12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.
14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.

RELAXAR É MELHOR PARA EMAGRECER 22 de Janeiro de 2009

Posted by Geraldo Neto in Obesidade, Quem está obeso?, Stress.
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Relaxar pode ser uma forma mais eficaz de perder peso do que fazer dieta, sugeriu um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.

A pesquisa acompanhou por dois anos o progresso de 225 mulheres com o peso acima da média e obesas que, divididas em três grupos, participaram de programas diferentes que incluíam meditação e visualização positiva; exercício físico e nutrição e folhetos com informações nutricionais.

Cada programa tinha a duração de dez semanas. O primeiro grupo foi o que teve mais sucesso na perda de peso – uma média de 2,5 quilos.

‘Nós descobrimos que a intervenção mais bem sucedida envolveu o intenso treinamento em técnicas de relaxamento ao mesmo tempo em que equipamos as mulheres para reconhecerem e evitarem estresse que leva (uma pessoa) a comer’, disse a coautora da pesquisa, Caroline Horwath, do Departamento de Nutrição Humana.

Longo prazo
Horwath disse que o fato de os programas “terem sucesso em impedir o aumento do peso por 12 meses é um resultado muito positivo”.

A pesquisa mostrou que mostrou que a abordagem dietética tradicional de restringir tanto calorias quanto tipos de alimento traz poucos resultados em se conseguir a perda de peso no longo prazo, afirmou Horwath.

“Dentro de cinco anos, várias pessoas em dieta recuperaram o peso que perderam e acabam mais pesadas do que quando começaram. Elas também tendem a desenvolver atitudes muito insalubres em relação a comida e perdem sua habilidade natural para reconhecer quando estão com fome ou saciadas.”

A abordagem sem dieta se concentra em melhorar o estilo de vida para reforçar a saúde independentemente da perda de peso, disse a pesquisadora.

“Todos os três tipos de intervenção no estudo encorajaram mulheres a se libertarem de dietas crônicas e a fazerem mudanças sustentáveis no seu estilo de vida. Isto incluiu prestar atenção na sensação de fome e saciedade, ao invés de se concentrar na perda de peso.”

“Nós fornecemos ferramentas para ajudá-las a lidar com pensamentos, emoções e atitudes para encorajá-las a recuperar o prazer de comer como uma atividade natural ligada à fome ao invés de ao estresse.”

O programa, adaptado de um desenvolvido pela Harvard Mind-Body Medical Institute, mostrou uma melhoria significativa na redução de sintomas psicológicos como ansiedade e depressão e sintomas médicos como dor, fadiga e insônia, concluiu Horwath.

O estudo foi divulgado no “American Journal of Health Promotion”.

da BBC Brasil
Folha Online

Quais fatores mais contribuiem para desenvolver a Obesidade? 24 de Abril de 2007

Posted by Geraldo Neto in Quem está obeso?.
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Fatores ambientais especialmente a alimentação e atividade física interagindo com fatores geneticamente determinados.

O aumento significativo dos casos de Obesidade sofreu maior influência de fatores ambientais como ingestão dietética inadequada e a redução da perda calórica devido ao aumento do sedentarismo.

Quem esta Obeso? 24 de Abril de 2007

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É atualmente um dos mais graves problemas de saúde pública, atingindo homens e mulheres de diversas faixa etárias.
Pode ser definida de acordo com os seguintes parâmetros:

– Relação cintura-quadril:
    – Menor que 96cm para homens e menos que 80cm para mulheres.
– Índice de massa corporal (IMC):
    – Relação entre o peso em kg e a altura em m2.
    – IMC = peso(KG)/altura(m2)
    – Sobrepeso: entre 25 e 29,9 kg/m2
    – Obesidade: maior ou igual a 30 kg/m2

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