jump to navigation

A obesidade e o diabete 1 de Junho de 2012

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas, Dieta, Obesidade, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

Se o corpo não consegue aproveitar todo o açúcar consumido, ele sobra no sangue e faz uma série de estragos

A obesidade e o diabete

Por Regina Célia Pereira | Ilustração Erika OnoderaO explosivo aumento da obesidade ao redor do globo traz no seu rastro a inflação do número de casos de diabete. Estimativas revelam que 80% dos diabéticos do tipo 2 concentram quilos além da conta. Não por menos, essa relação tão íntima serviu de inspiração para a criação do termo diabesidade no meio médico. “O excesso de peso pode levar a distúrbios no organismo e resultar na resistência à insulina”, revela o endocrinologista Marcello Bronstein, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Isso acontece quando esse hormônio não consegue entregar a glicose para as células com total eficácia. Assim, o pâncreas precisa trabalhar incessantemente para tentar manter os níveis de açúcar no sangue normais. Com tanta hora extra, a glândula começa a apresentar sinais de exaustão e abrem-se as portas para o diabete.
A doença compromete todo o organismo, a começar pelo sistema circulatório. Órgãos como os rins não recebem boa irrigação sanguínea e não funcionam direito. Os membros inferiores, principalmente os pés, também padecem com pouco sangue. Sem falar dos olhos. Para combater esse perigo, mudanças no estilo de vida são fundamentais e, acredite, são eficientes. Rechear o cardápio com grãos integrais e aumentar a oferta de frutas e hortaliças é a primeira medida. Incrementar seu cotidiano com a prática, bem orientada, de atividades físicas é outra atitude muito bem-vinda.

Anúncios

180 países do mundo proíbem 8 de Maio de 2012

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
1 comment so far

No início da década de 80, a sibutramina foi desenvolvida como antidepressivo, agindo em áreas do cérebro que controlam não somente o humor e sensação de bem estar, como também o apetite. Em novembro de 1997, o FDA (Food and Drug Administration), agência americana que controla a qualidade de alimentos e medicamentos, aprovou nos EUA o uso da sibutramina para o controle do peso. A sibutramina auxilia na redução do peso promovendo um aumento da sensação da saciedade agindo também sobre a compulsão alimentar e como inibidora da sensação de fome. Estudos recentes, ainda controversos, atribuem a sibutramina um aumento da taxa metabólica de repouso (aumentaria o gasto calórico em situações de repouso). Existe ainda a possibilidade de que outros mecanismos, ainda desconhecidos, sejam responsáveis pela perda de peso em pacientes usuários desse medicamento.
A sibutramina age inibindo a reabsorção, recaptação e a degradação de neurotransmissores como a serotonina, noradrenalina e a dopamina, fazendo com que essas substâncias fiquem disponíveis por mais tempo estimulando os neurônios. Em estudo publicado em agosto de 2000 no Journal of Neurochemistry, Volume 75, 2ª edição – Balioglu, A. e Wurtman, RJ pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Cambridge – demonstraram que, em ratos, a sibutramina eleva a concentração extracerebral de dopamina e de serotonina e sugerem que a ação antiobesidade do medicamento pode ser resultante das mudanças provocadas por esse aumento da dopamina atuando no cérebro, assim como por alterações metabólicas resultantes desse aumento de serotonina circulante.

Demétrio, S. e Oliveira, AM. , da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-FMRP- Departamento de Farmacologia – verificaram os efeitos da sibutramina em ratos Wistar machos submetidos ao modelo experimental de ansiedade do labirinto em T elevado (LTE). Este modelo procura gerar em um mesmo animal respostas defensivas condicionada (esquiva inibitória) e incondicionada (fuga), as quais têm sido correlacionadas à ansiedade generalizada e ao pânico, respectivamente. Os resultados mostram que a sibutramina inibe a resposta de esquiva inibitória, sugerindo efeito ansiolítico e inibe a fuga no LTE, indicando efeito antipânico. (http://143.107.1.36/siicusp/cd_2001/ficha1166.htm).A sibutramina possui ainda outros efeitos independentes da perda de peso:

  • Diminuição do nível de insulina plasmática;
  • Aumento de HDL (colesterol “bom”) plasmático;
  • Redução de LDL (colesterol “ruim”) e triglicérides plasmáticos.

Ainda não há estudos sobre sua ação sobre crianças e adolescentes: não é indicada sua prescrição para pacientes com menos de 16 anos de idade. Não deve ser usada nas seguintes situações:

  • associada aos inibidores da monoaminooxidase (IMAOs): deve haver pelo menos duas semanas de intervalo após a interrupção dos IMAOs antes do início do tratamento com sibutramina;
  • associada a outros medicamentos anorexígenos, descongestionantes, sedativos da tosse, ergotamina e derivados, lítio,
  • antecedentes re transtornos alimentares como anorexia nervosa ou bulimia;
  • Glaucoma;
  • hipertensão arterial (ou história de);
  • Doença ou dano cerebral;
  • Convulsões (ou história de);
  • Doença cardíaca (ou história de);
  • Acidente vascular cerebral (ou história de);
  • Litíase biliar (ou história de);
  • Patologias renais severas;
  • Patologias hepáticas severas

O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP recebeu 29 notificações de eventos adversos relacionados a sibutramina, (sete fichas foram encaminhadas pelo PSIFAVI – SISTEMA DE PSICOFARMACOVIGILÂNCIA DA UNIFESP) relacionados a seguir:

Tabela 1

Idade

Sexo

Dias*

Evento

21

M

60

Tontura + aumento de pressão arterial

41

F

14

Taquicardia + depressão + “bolo na garganta” #

47

F

?

Cefaléia + tontura + sudorese

45

F

01

Cefaléia + falta de ar + opressão no peito

41

F

?

Cefaléia + opressão precordial

45

F

?

Mãos, olhos e pernas inchadas.

26

F

01

Taquicardia

53

F

10

Taquicardia + “peso” em membros inferiores

39

F

01

Erupção na pele + edema e dormência labial

53

F

15

Prurido com placas + calafrios + ardor na pele

49

M

04

Disfunção erétil c/ ejaculação precoce + distúrbio de comportamento#

30

M

34

Síndrome do Pânico: dor precordial + sensação de morte iminente+extremidades frias + sudorese + hipertensão#

38

F

60

Neutropenia

40

F

02

Tontura + taquicardia + peso no braço esquerdo

?

F

90

Não observou perda de peso

?

F

03

Dor de cabeça

34

F

07

Aumento de peso

29

F

60

Depressão + ansiedade + insônia + falta de apetite#

37

F

01

Ânsia de vômito + perda de apetite + cefaléia+boca seca + calafrios

?

F

?

Aumento de peso

?

F

?

Gravidez: criança nasceu com Síndrome da Banda Amniótica

34

F

07

Desordens psiquiátricas + aversão a comida + insônia + constipação + taquicardia + alucinações + parestesias + agressividade + exaltação do humor + pensamento acelerado + comportamento de risco + hipotermia#

37

M

07

Aumento da pressão arterial

47

F

07

Síndrome Serotoninérgica: ansiedade, agitação, confusão, inquietação, hipomania, alucinações, coma, tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia, incoordenação, aumento do tônus muscular em membros inferiores, febre, sudorese, náusea, vômitos, diarréia e hipertensão.#

36

F

180

Distúrbio de conduta: irresponsabilidade, agressividade, irritabilidade, insônia, disfasia, redução do senso crítico.#

58

M

02

Ansiedade excessiva + sensação de aperto no peito.#

46

M

25

Ansiedade+falta de energia + cefaléia + excessiva distratibilidade + dificuldade de raciocínio.#

31

F

20

Ansiedade com alteração de memória de fixação.#

51

F

05

Ansiedade com irritabilidade.#

* início da medicação até o aparecimento do evento.

# Utilizamos o ALGORITMO KARCH E LASAGNA MODIFICADO POR NARANJO E COLAB. (NARANJO ET AL, CLIN PHARMACOL THER 1981. 30:239-45) para determinarmos a causalidade nos pacientes que manifestaram alterações psiquiátricas e nos 11 (onze) pacientes concluímos tratar-se de REAÇÃO ADVERSA PROVAVELMENTE RELACIONADA AO MEDICAMENTO.

Pesquisa realizada na Itália por Dra. Russo, A.e Prof. Caputi, A P., do Departamento Clinico e Experimental de Medicina e Farmacologia, Área de Farmacologia, Universidade de Messina – mostra os seguintes resultados:

Tabela 2

Sibutramina

Placebo

Evento adverso em Sistema nervoso

% incidência (n = 2068)

% incidência (n = 884)

amnésia

17.2

4.2

Insônia

10.7

4.5

Vertigem

7.0

3.4

Nervosismo

5.2

2.9

Ansiedade

4.5

3.4

Depressão

4.3

2.5

Parestesia

2.0

0.5

Sonolência

1.7

0.9

Estimulação do Sistema Nervoso Central

1.5

0.5

Labilidade emocional

1.3

0.6

Fonte: http://www.farmacovigilanza.org/corsi/corso_20010915.04.htm

Obs: Em função do objetivo desse Alerta, transcrevemos apenas as alterações no Sistema Nervoso.

Diante dessas notificações, O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP alerta:

  • Poucos trabalhos foram realizados até o momento procurando verificar os efeitos da sibutramina como desencadeadora de transtornos psiquiátricos em indivíduos sadios ou como fator de agravamento desses transtornos em pacientes já diagnosticados como portadores de distúrbios psiquiátricos;
  • Os inibidores da recaptação de serotonina podem constituir uma alternativa com poucos efeitos secundários, porém, em relação à atuação sobre receptores de noradrenalina, estudos mais dirigidos são necessários para podermos utilizar a sibutramina com segurança.
  • Embora os laboratórios farmacêuticos responsáveis pelo produto no Brasil informem que “Não há evidência que sibutramina interfira nos resultados de exames laboratoriais”, alterações na função hepática, incluindo aumentos (duas a três vezes o valor máximo considerado normal) na TGO, TGP, GGT, LDH, fosfatase alcalina e bilirrubinas, foram reportadas como eventos adversos em 1,6% pacientes tratados com sibutramina comparados ao grupo controle (utilizando placebo) que apresentou uma incidência de 0,8%.(www.rxlist.com/cgi/generic/sibutramine).
  • O SETOR DE FARMACOVIGILÂNCIA DO CVS-SP, exercendo sua função de assegurar o devido uso de qualquer medicação, fez cumprir seus direitos notificando os laboratórios farmacêuticos responsáveis pelo produto no Brasil, a necessidade emergencial de alteração de bula desses produtos; caso haja o não cumprimento dessa notificação, medidas sanitárias legais serão tomadas.
  • O relato / notificação de eventos adversos é confidencial e não poderá resultar em ação legal contra o profissional de saúde que o fez. Na dúvida se a manifestação clínica é ou não um evento adverso, notifique!

 

Centro de Vigilância SanitáriaSetor de Farmacovigilância
Endereço: Av. São Luís, 99 – 5º Andar – São Paulo – S.P. – CEP 01046-001.
Telefone: 3259-2252 / 3259-5574 – Ramal 2066
E-mail:peri@cvs.saude.sp.gov.br
E-mail: farmacovig@cvs.saude.sp.gov.br

 

Transtornos Psiquiátricos mais frequentes 11 de Março de 2012

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Diabetes, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
1 comment so far
  • Stress: Quem não é um pouco estressado hoje em dia? Mas esse pouco pode se transforma em muito doente. Sintomas: aumento da pressão e do colesterol, arteriosclerose, derrames, infartos, diabetes, gastrites e úlceras, intestino preso, diarréia e gases, acne, falta de memória, diminuição do interesse sexual, astenia, aumento ou diminuição do sono, falta de energia.
  • Síndrome do pânico: A síndrome do pânico não é uma doença, mas sim uma reação do organismo a um “stress” atual ou passado. Sintomas: taquicardia, sudorese, falta de ar, tremores, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tonturas, sensação de que o ambiente está estranho, de que vai desmaiar, de que vai ficar louco ou de que vai engasgar com alimentos, crises de suor, pensamentos que não saem da cabeça de que sofrem de doença grave, mesmo com exames negativos, ou de que poderiam fazer mal a si mesmo ou a outras pessoas, medo de tudo, até de sentir medo novamente.
  • Depressão: Tristeza, falta de interesse, pessimismo, apatia, indecisão, negativismo, aumento ou diminuição do sono, emagrecimento ou obesidade, dificuldade de concentração ou de se alegrar, diminuição da energia, preguiça, falta de vontade para as atividades do dia-a-dia.
  • Distúrbio obcessivo-compulsivo: Inclui jogo, sexo, compras, gastos excessivos, pequenos furtos, sensação de que o corpo está deformado. A pessoa fica escrava dos próprios pensamentos e repetição de atos, pois sabem que eles não fazem sentido, mas não conseguem evitá-los. O tratamento é longo com medicação e psicoterapia.
  • Anorexia nervosa: Mas freqüente em meninas adolescentes, mas também ocorre em homens e mulheres adultas. A pessoa emagrece muito e faz excesso de exercício físico. Mulheres param de menstruar. Em casos mais graves há enfraquecimento dos cabelos e das unhas e o paciente pode morrer ou torna-se crônico.
  • Bulimia: Pode ser uma doença independente ou fazer parte da Anorexia Nervosa. Consiste em ingerir quantidades enormes de alimento e depois provocar vômito ou diarréias. O paciente pode morrer por distúrbio hidroeletrolítico sem apresentar emagrecimento, o que torna a doença ainda mais grave e de difícil diagnóstico que a anorexia. Em ambas o paciente não costuma perceber o problema e quem observa são os familiares e amigos.
  • Hiperatividade e déficit de atenção: Doença que se inicia na infância e pode ou não permanecer na idade adulta. Mais diagnosticada na idade escolar, quando a criança parece não escutar o que lhe dizem, distrai-se facilmente, não completa os deveres, tem caligrafia lenta e laboriosa, é desorganizado, perde objetos, deixa cair as coisas da Mão, não consegue ficar sentado na sala e está sempre interrompendo o professor. Pode levar a sérias dificuldades na escola, no trabalho e no convívio social.

Descubra plantas e ervas que podem fazer mal em excesso 17 de Maio de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Dicas, Dieta, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

Quando pensamos em ervas e verduras, dificilmente levamos em conta que alguma delas pode nos fazer mal, visto que são consideradas alimentos leves, associados à cura de pequenos transtornos. Todavia, até mesmo na hora de ingerir chás e saladas é preciso equilíbrio, pois como lembrou Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (Sinter-RJ) e terapeuta naturalista, “toda planta é tóxica. O que varia para o veneno é a dose”.

Por causa de suas vitaminas, minerais e nutrientes, muitas verduras e ervas devem ser consumidas com moderação para que não façam mal à saúde. O limite, segundo Jacob Neto é algo individualizado, pois leva em consideração idade, peso, sexo e outras características pessoais.

“Nada deve ser consumido indiscriminadamente. Nem mesmo alface! Além de ser calmante, vejo muita gente começar a fazer dieta e se jogar na alface. Rica em manganês, ela pode prejudicar o funcionamento da tireoide se for ingerida em demasia, atrapalhando o processo de emagrecimento. Por isso ressalto que o que é tóxico é o que não faz bem, não aquilo que mata”, contou o terapeuta.

Jacob Neto demonstrou preocupação com a crescente “moda” do consumo de produtos naturais, lembrando que muitas pessoas vão às lojas que vendem estes itens e fazem compras como se estivessem em um supermercado, porém sem qualquer orientação sobre o que estão adquirindo e como devem consumir saudavelmente aquele produto. “Virou moda consumir cápsulas de carqueja com alcachofra para emagrecer. Só que as pessoas não sabem, por exemplo, que a carqueja, em excesso abaixa a imunidade e expõe a pessoa à doenças”, destacou.

Segundo o terapeuta, existe uma diferença significativa entre remédios e medicamentos: “todo remédio vem de plantas, exclusivamente. Os medicamentos já são compostos 70% de vegetais, 25% de minerais e 5% de animais e tende a gerar efeitos colaterais”. O profissional também recomendou que o uso de suplementos seja feito única e exclusivamente sob prescrição médica para evitar overdoses que podem prejudicar a saúde: “quando ingerimos o alimento, dificilmente temos esse tipo de problema”.

Chazinho da vovó
Nem sempre o chá pode ser um aliado no combate às doenças, pois também podem fazer mal. O conselho das avós, de sempre mesclar ervas não é para ser descartado, visto que algumas plantas podem ser mal absorvidas ou causar outros males quando ingeridas sozinhas.

“Temos que levar sempre em consideração a individualidade para não haver excesso. No caso dos chás, recomendo, de maneira genérica, o consumo de 30ml de líquido por kg. Também não é preciso usar sempre folhas secas, mas se usar as frescas, é preciso aumentar a quantidade do ingrediente, porque elas têm mais água”, sugeriu o terapeuta.

Para conseguir o efeito desejado também é preciso combater a prisão de ventre para que todas as propriedades nutricionais do alimento possam ser absorvidas corretamente pelo nosso corpo.

O uso de produtos naturais também não deve ser feito ininterruptamente porque o corpo se acostuma. “O ideal é fazer uso por 21 dias, parar uma semana para que todas as células se renovem, e retomar o uso”, ensinou o profissional, que recomendou a busca de orientação médica, pois “toda planta é tóxica e seu uso deve ser individualizado”.

Saiba mais:
Conheça a seguir alguns vegetais e nutrientes que, em exagero, podem comprometer a saúde:

– Absinto (losna): ótimo vermífugo, o chá desta planta amarga é bom para febre, dor de estômago e problemas do fígado, mas pode destruir os glóbulos vermelhos do sangue;

– Agrião: muito rico em iodo, deve ser evitado por gestantes no primeiro e no último trimestre de gestação, pois pode comprometer a tireoide e induzir um aborto ou o parto prematuro;

– Alface: tem propriedades calmantes e é rico em manganês, podendo comprometer o funcionamento da tireoide quando consumido em excesso;

– Aloe vera (babosa): usada para tratar queda de cabelo, queimaduras, eczema e erisipela, deve ser usada apenas externamente, pois caso seja consumida, pode causar nefrite;

– Café: estimulante e rica em cafeína, é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, mas em demasia pode causar azia por sua acidez, insônia e até taquicardia;

– Capim Limão: calmante e digestivo, pode aumentar a acidez estomacal e provocar azia;

– Carqueja: o chá amargo é digestivo e faz bem ao fígado, mas, quando consumido em demasia, reduz os glóbulos brancos, comprometendo a imunidade;

– Genciana: trata males estomacais, intestinais, do fígado e da vesícula. Em demasia, causa enjoo e fraqueza;

– Guiné: pode ser usada no tratamento de dores de cabeça e cólicas intestinais. Em excesso, é tóxica;

– Poejo: seu chá é calmante, induz ao sono e também é usado para tratar rouquidão e má digestão. É abortivo;

Portal Terra.

Transtorno do Pânico (TP) 17 de Maio de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Hipertensão, Mitos e Verdades, Pânico, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

A origem do nome pânico tem relação com a mitologia grega. O deus Pã, associado ao susto e fobias, deu origem ao termo utilizado.

Na atualidade, muito se fala a respeito do transtorno do pânico (TP), um distúrbio de ansiedade crônico que atinge cerca de três milhões e seiscentos mil brasileiros. Porém, em muitos meios, isso passa ainda sem um diagnóstico precoce ou correto. As pessoas com tal angústia dilaceradora, sofrendo de crises sem motivo algum ou inesperadas, procuram gerelamente médicos de outra especialidade e visitam pronto-socorros gerais e cardiológicos antes da ajuda especializada com psiquiatra.

Felizmente, a ciência tem feito um significativo avanço nos tratamentos recentes, colaborando na diminuição do sofrimento, preconceito e exclusão social a que tais pacientes são submetidos. AS diferenças de gênero também são importantes na escolha do melhor tratamento. As mulheres são, em média, duas vezes mais acometidas que os homens. A idade de início das crises situa-se, frequentemente, entre a adolescência e a terceira década de vida.

Principais sintomas do Transtorno do Pânico

O TP é caracterizado pela presença repetitiva de ataques de pânico. São crises espontâneas, súbitas, de mal estar e sensação ded perigo ou morte iminente, com vários sintomas e sinais de alerta como:

  • Sudorese
  • Tremores
  • Rubor facial
  • Taquicardia (batedeira no coração)
  • Taquipnéia (respiração curta e superficial)
  • Sensação de falta de ar
  • Sensação de sufocamento ou nó na garganta
  • Dor ou desconforto no torax
  • Tonturas
  • Formigamentos
  • Náuseas, vômitos e diarréias
  • Urgência urinária
  • Estranheza diante do mundo ou com relação a si mesmo

É importante freisarmos que os sintomas podem variar de acordo com cada pessoa. Pelo menos quatro sintomas são necessários para o disgnóstico.

Quais as causas?

Não há um único modelo explicativo. Os fatores mais importantes são:

  1. Predisposição genética: 35% dos parentes de primeiro grau de pacientes com TP sofrem do mesmo problema;
  2. Fatores biológicos: alterações na química cerebral envolvendo áreas do sistema nervoso central como o lócus ceruleus, o hipocampo e a amígdala, responsáveis pelas reações de alerta e medo. Os principais mensageiros químicos envolvidos são serotonina, a noradrenalina e, mais recentemente, o óxido nítrico e o glutamato;
  3. Emocionais e ambientais: pessoas com stress, depressão ou instabilidade afetivo-emocional são mais predispostas;
  4. Caracteristicas de personalidade: pessoas perfeccionistas, com dificuldade de dizer não, podem ser mais predispostas;
  5. Doenças clínicas associadas: pessoas com asma, broquite, prolapso de válvula cardíaca mitral parecem mais predispostas.

Há outros quadros psiquiátricos associados ao TP?

Sim, a agorafobia (medo de lugares ou situações onde possa se difícil ou embaraçoso escapar, como cinemas, shoppings, congestionamentos, bancos lotados) e a depressão são frequentes.

Prof. Dr. Joel Rennó Jr

Doutor em Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da USP

O Stress na mulher 13 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

As principais fontes do Stress feminino são:

  • Dedicar-se mais ao trabalho ou aos filhos;
  • Mudança de estado civil;
  • Condicionamento cultural e social;
  • Múltiplus papéis. 

Sintomas:

  • Ansiedade;
  • Tristeza e depressão;
  • Falta de concentração;
  • Irregularidades menstruais;
  • Dores de estômago;
  • Enxaqueca.

Consequencias:

No trabalho:  podem ocorrer problemas como atrasos frequentes, falta de eficiência, conflitos com colegas e dificuldade de raciocínio.

No lar: conflito com filhos e parceiro

Prevenção:

Identificar os sinais de Stress, aplicando programas de controle do Stress específicos para mulheres incluíndo o aprendizado sobre Stress feminino, o conflito dos múltiplos papeis, habilidade de relacionamento com os filhos e companheiro, controle da ansiedade, desenvolvimento de redes pessoais e  suporte social.

Stress pós-traumático 8 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: ,
add a comment

O que é?
O transtorno de stress pós-traumático pode ser entendido como a perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O transtorno consiste num tipo de recordação que é melhor definido como revivescência pois é muito mais forte que uma simples recordação. Na revivescência além de recordar as imagens o paciente sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia com todo o sofrimento que ela causou originalmente. O transtorno então é a recorrência do sofrimento original de um trauma, que além do próprio sofrimento é desencadeante também de alterações neurofisiológicas e mentais.

Diagnóstico
O primeiro aspecto a ser definido é a existência de um evento traumatizante. Aquele suficientemente marcante, não há dúvidas quanto a ser ameaçador à vida ou à integridade individual, como os seqüestros, assaltos violentos, estupros. Há, contudo certos eventos que podem não ser considerados graves como um acidente de carro sem vítimas. Mesmo assim caso uma pessoa venha a apresentar o quadro de estresse pós-traumático perante uma situação que poderia não ser considerada forte o suficiente para causar danos à maioria das pessoas, pode causar danos para outras. Com certeza, um evento marcante, fora da rotina, que de alguma forma represente uma ameaça, tem que ter acontecido: sem isso não será possível fazer o diagnóstico, pois a definição dele envolve o evento externo. Os sintomas têm que estar diretamente relacionados ao evento estressante, as imagens, as recordações e as revivescência têm que ser a respeito do ocorrido e não sobre outros fatos quaisquer ainda que ameaçadores.
Para o diagnóstico é essencial que a pessoa tenha experimentado ou testemunhado um evento traumatizante ou gravemente ameaçador. Quando esse evento ocorre é necessário também que a pessoa tenha apresentado uma resposta marcante de medo, desesperança ou horror imediatamente após o evento traumático. Depois isso o indivíduo deve passar a ter recordações vivas, intrusivas (involuntárias e abruptas) do evento, incluindo a recordação do que pensou, sentiu ou percebeu enquanto vivia o evento traumático. Podem ocorrer pesadelos baseados no tema. Sentir como se o evento fosse acontecer de novo, chegando a comportar-se como se estivesse de fato vivendo de novo o evento traumático. Nesses eventos é possível que o paciente tenha flashbacks ou alucinações com as imagens do evento traumático. As situações que lembram o evento causam intenso sofrimento e são evitadas. Ter de expor-se novamente ao local pode ser insuportável para o paciente. Por isso o paciente passa a evitar os assuntos que lembrem o evento, como também as conversas, pessoas, objetos e sensações, tudo que se relacione ao trauma. A recordação dos aspectos essenciais do trauma pode também ser apagada da memória. A pessoa pode afastar-se do convívio social e outras atividades mesmo que não relacionadas ao evento. Pode passar a sentir-se diferente das outras pessoas. Pode passar a ter dificuldade de sentir determinadas emoções, como se houvesse um embotamento geral dos afetos. Pode passar a encarar as coisas com uma perspectiva de futuro mais restrita, passando a viver como se fosse morrer dentro de poucos anos, sem que exista nenhum motivo para isso.
Outros sintomas podem ser também insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, respostas exageradas a estímulos normais ou banais.
Para se fazer o diagnóstico é preciso que esses sintomas estejam presentes por no mínimo um mês. Caso o tempo seja inferior a isso não significa que a pessoa não teve nada, só não se pode dar esse diagnóstico.
Certos sintomas não compõem o diagnóstico, mas podem ser encontrados nos paciente com  stress pós-traumático como dor de cabeça, problemas gastrintestinais, problemas imunológicos, tonteiras, dores no peito, desconfortos.

Considerações
O transtorno de stress pós-traumático é provavelmente um transtorno muito comum, porém pouco conhecido, como nas décadas passadas foram desconhecidos porém freqüentes os transtornos de pânico, fobia social, obsessivo compulsivo. O stress pós-traumático se diferencia dos demais transtornos de ansiedade e da maioria dos transtornos mentais por ser causado a partir de um fator externo. O aparato mental do homem é capaz de lidar com situações estressantes sem que isso deixe cicatrizes, da mesma forma que os vasos sanguíneos são capazes de suportar elevações da pressão arterial durante o exercício físico normalmente. Há, contudo limites a partir dos quais o funcionamento mental fica perturbado. Provavelmente isso ocorre quando os mecanismos de enfrentamento e suporte contra estresse são fracos ou quando os estímulos são fortes demais.
Quando surgirá o transtorno não podemos saber, o fato de uma pessoa ter passado por um trauma não significa necessariamente que ela terá estresse pós-traumático. Observa-se que num mesmo evento, algumas pessoas podem apresentar esse transtorno e outras não. Essas variações nos levam a julgar que existem também predisposições pessoais a este problema, o que de fato tem sido constatado. Pessoas com outros problemas de ansiedade prévios apresentam maior susceptibilidade a desenvolverem o estresse pós-traumático.

Grupo de Risco e Curso
Qualquer pessoa pode desenvolver stress pós-traumático, desde uma criança até um ancião. Os sintomas não surgem necessariamente logo após o evento, podem levar meses. O intervalo mais comum entre evento traumatizante e o início dos sintomas são três meses. Muitas pessoas se recuperam dos sintomas em seis meses aproximadamente, outras podem ficar com os sintomas durante anos.

Tratamento
Os tratamentos preconizados ainda não são plenamente satisfatórios ou estão em início de investigação. Até recentemente a única medicação autorizada oficialmente para tratamento do stress pós-traumático nos EUA era a sertralina, que continua sendo indicada. Uma medicação promissora talvez mais eficaz que a sertralina é o topiramato. As primeiras investigações com ele mostraram uma resposta altamente satisfatória. Quem não obteve resposta com o tratamento convencional pode experimentar esse novo anticonvulsivante e estabilizador do humor.

Última Atualização: 15-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 02 Liv 05 Liv 14 Psychiatry Res. 1998; 81: 179-193
Epidemiological and Phenomenological Aspects of Post-Traumatic Stress Disorder
Michael Maes

Sinais e Sintomas do Stress 7 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Atividade Físicas, Depressão, Diabetes, Diabetes Gestacional, Diabetes Tipo 1, Diabetes Tipo 2, Dicas, Dieta, Hipertensão, Impotência, Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags: , ,
2 comments

O stress é difícil para os cientistas definirem, pois é um fenomeno altamente subjetivo.

É diferente para cada um de nós.

Coisas que são perturbadoras para alguns indivíduos pode ser prazerosas para os outros.

Também respondem ao stress de maneira diferente.

Algumas pessoas ficam vermelhas, algumas comem mais, enquanto outros crescem pálidas ou comem menos. Existem numerosas mudanças físicas, bem como as respostas emocionais, como ilustrado pela seguinte lista de cerca de 50 sinais e sintomas comuns de stress.

1. Dores de cabeça freqüentes, aperto da mandíbula ou dor;
2. Insônia, pesadelos, perturbando sonhos;
3. Ranger os dentes;
4. Dificuldade de concentração, pensamentos;
5. Gagueira ou gaguejar;
6. Dificuldade de aprendizagem de novas informações;
7. Tremores de lábios e mãos;
8. Esquecimento, desorganização e confusão;
9. Dor de garganta, dor nas costas, espasmos musculares;
10. Dificuldade em tomar decisões;
11. Tonturas e desmaios;
12. Sentir-se sobrecarregado e oprimido;
13. Zumbido ou “sons”;
14. Freqüentes crises de choro ou pensamentos suicidas;
15. Corar frequentemente, sudorese;
16. Sentimentos de solidão ou inutilidade;
17. Pés frios ou mãos suadas;
18. Pouco interesse na aparência, pontualidade prejudicada;
19. Boca seca, problemas de deglutição;
20. Hábitos nervosos, inquietação, pés inquietos;
21. Resfriados freqüentes, infecções, úlceras, herpes;
22. O aumento da frustração, irritabilidade;
23. Erupções cutâneas, prurido, urticária, “arrepiado”;
24. Agir de forma exagerada a pequenos aborrecimentos;
25. Inexplicados ataques freqüente de alergia;
26. Aumento do número de acidentes menores;
27. Azia, dor de estômago, náusea;
28. O comportamento obsessivo-compulsivo;
29. O excesso de arrotos, flatulência;
30. Reduzida eficiência no trabalho ou a produtividade;
31. Constipação, diarréia;
32. Mentiras ou desculpas para encobrir o trabalho;
33. Dificuldade em respirar, suspirar;
34. Resmungou;
35. Súbitos de pânico;
36. Desconfiança defensiva excessiva;
37. Dor no peito, palpitações;
38. Problemas na comunicação, a partilha
39. Micção freqüente
40. Retraimento social e isolamento;
41. Desejo sexual ou o desempenho prejudicado;
42. Cansaço constante, fraqueza, fadiga;
43. O excesso de ansiedade, medo, culpa e nervosismo;
44. Uso freqüente de medicamentos;
45. Aumento da raiva, frustração, hostilidade;
46. Ganho ou perda de peso sem dieta;
47. Depressão, oscilação de humor freqüente;
48. Aumento de fumo, álcool ou drogas;
49. Aumento ou diminuição do apetite;
50. Compulsão ou impulso para jogos;

Conforme demonstrado na lista acima, o stress pode ter amplos efeitos que variam em emoções, humor e comportamento. Igualmente importante, mas muitas vezes menos apreciados são os efeitos em vários sistemas, órgãos e tecidos por todo o corpo.

Por: Stress.org

1.  Frequent headaches, jaw clenching or
pain
  26. Insomnia, nightmares, disturbing
dreams
2.  Gritting, grinding teeth   27. Difficulty concentrating, racing thoughts
3.  Stuttering or stammering   28. Trouble learning new information
4.  Tremors, trembling of lips, hands   29. Forgetfulness, disorganization,
confusion
5.  Neck ache, back pain, muscle spasms   30. Difficulty in making decisions.
6.  Light headedness, faintness, dizziness   31. Feeling overloaded or overwhelmed.
7.  Ringing, buzzing or “popping sounds   32. Frequent crying spells or suicidal
thoughts
8.  Frequent blushing, sweating   33. Feelings of loneliness or worthlessness
9.  Cold or sweaty hands, feet   34. Little interest in appearance,
punctuality
10. Dry mouth, problems swallowing   35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping
11. Frequent colds, infections, herpes sores   36. Increased frustration, irritability,
edginess
12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”   37. Overreaction to petty annoyances
13. Unexplained or frequent “allergy”
attacks
  38. Increased number of minor accidents
14. Heartburn, stomach pain, nausea   39. Obsessive or compulsive behavior
15. Excess belching, flatulence   40. Reduced work efficiency or productivity
16. Constipation, diarrhea   41. Lies or excuses to cover up poor work
17. Difficulty breathing, sighing   42. Rapid or mumbled speech
18. Sudden attacks of panic   43. Excessive defensiveness or
suspiciousness
19. Chest pain, palpitations   44. Problems in communication, sharing
20. Frequent urination   45. Social withdrawal and isolation
21. Poor sexual desire or performance   46. Constant tiredness, weakness, fatigue
22. Excess anxiety, worry, guilt,
nervousness
  47. Frequent use of over-the-counter drugs
23. Increased anger, frustration, hostility   48. Weight gain or loss without diet
24. Depression, frequent or wild mood
swings
  49. Increased smoking, alcohol or drug use
25. Increased or decreased appetite   50. Excessive gambling or impulse buying

Conexão mente e corpo 6 de Abril de 2011

Posted by Geraldo Neto in Depressão, Hipertensão, Obesidade, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
Tags:
add a comment

Por mais surpreendente que possa parecer, a íntima conexão entre a mente eo corpo não foi bem compreendida até as últimas décadas do século passado.

No início dos anos 1970, por exemplo, uma pesquisa científica artigo publicado na revista Scientific American foi um dos primeiros estudos para investigar cientificamente esta ligação. Papel especial que estudou o que aconteceu no corpo quando a mente estava em um estado meditativo. O papel descobriu que enquanto a mente se estabeleceram com uma prática específica e eficaz de meditação, o corpo ganha um estado profundamente profundo de descanso.

Respiração resolvido de forma significativa. Os hormônios do estresse no sangue foram reduzida. Resistência aumentada da pele (um indicador de relaxamento fisiológico aumentado). O papel foi um marco no reconhecimento científico da conexão mente / corpo.

Também no De 1970, estávamos todos tornando-se familiarizado com o conceito de estresse. Stress tivesse estado conosco por muito tempo, claro, mas através do trabalho de cientistas como Hans Selye stress estava se tornando um processo definido. Hans Selye, um endocrinologista, tornou-se amplamente reconhecido como um especialista na área de gestão de stress. Selye definiu o estresse como resposta inespecífica do corpo a uma demanda colocada nele. Por exemplo, se nós estão em casa sozinho e um barulho estranho é ouvido em outra sala, a nossa freqüência cardíaca pode aumentar a pressão arterial e, provavelmente, o nosso também, a adrenalina dispara para cima e para os nossos sentidos tornam-se intensificado. Estas alterações fisiológicas são as resultado do que os cientistas chamam de luta ou fuga resposta. Tais mecanismos antigos na fisiologia humana são destinadas a preparar um para qualquer “luta” em uma situação desafiadora (por exemplo, o tigre no caminho antes de nós) ou para retirar-se do perigo. Embora estes mecanismos podem ser úteis em um desafio específico, que ocorre na fisiologia de forma sustentada podem criar a base para uma infinidade de saúde problemas. 
Entendendo e da estreita ligação entre mente e corpo desovado um outro nível de descoberta sobre a saúde ea doença, em termos de distúrbios psicossomáticos. Distúrbios psicossomáticos resultado da influência que a mente tem sobre os processos físicos. Uma doença psicossomática é aquela em que uma doença física é pensado para ser causado ou agravado por fatores mentais. Tais física doenças, incluindo doenças de pele, problemas cardiovasculares, distúrbios respiratórios, e distúrbios do sistema nervoso, incluindo esclerose múltipla pode ser particularmente agravada por fatores mentais, tais como estresse e ansiedade.

As mulheres são particularmente sensíveis ao estresse. Suas vidas são desafiados por estressores especial. As mulheres muitas vezes cuidar de outros muito mais do que cuidar de si. Podem empurrar-se difícil no malabarismo da vida profissional e pessoal. Stress em mulheres é também muitas vezes causadas pela matriz constante de mudanças hormonais que ocorrem na fisiologia feminina. É importante para as mulheres saiba como manter o equilíbrio: como estimular a conexão entre mente e corpo, e para evitar o acúmulo de estresse que podem quebrar essa conexão vital. Para prevenir o aparecimento de distúrbios psicossomáticos e para evitar os efeitos nocivos do estresse, as mulheres só tem a ganhar promovendo uma mente sã / corpo conexão.

Por: Lesley Goldman
Fonte: Messaggiamo.com

Alimento x Emoções 31 de Março de 2011

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Alimentos Funcionais, Depressão, Diabetes, Dicas, Dieta, Hipertensão, Mitos e Verdades, Obesidade, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
add a comment

Banana: contra a ansiedade. Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina. Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria. Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino. Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.  

Abacate: amigo do sono. Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

Salmão: levanta o astral. Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo. Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos. Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada. São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse. Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta. É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação. Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)

Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz. O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação. Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo. O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por: Prof. Paulo Edson Reis Jacob Neto

%d bloggers like this: