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Gerencie seu Stress 17 de Setembro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Alimentação, Atividade Físicas, Dicas, Hipertensão, Mitos e Verdades, Pânico, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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O que acontece quando você está estressado ?

Stress é o que você sente quando você tem que lidar com mais do que você está acostumado. Quando você está estressado , seu corpo reage como se estivesse em perigo. Ela produz hormônios que aceleram o coração, fazer você respirar mais rápido , e dar-lhe uma explosão de energia. Isso é chamado de resposta ao estresse de luta ou fuga.

Algum stress é normal e até mesmo útil. O estresse pode ajudar se você precisa trabalhar duro ou reagir rapidamente. Por exemplo , ele pode ajudá-lo a vencer uma corrida ou terminar um trabalho importante no tempo.

Mas se o stress acontece com muita freqüência ou dura muito tempo, pode ter efeitos ruins. Ele pode ser ligado a dores de cabeça, uma dor de estômago , dor nas costas e problemas para dormir. Ele pode enfraquecer seu sistema imunológico, tornando-o mais difícil de combater a doença. Se você já tem um problema de saúde, o stress pode torná-lo pior . Pode fazer-lhe mal-humorado, tenso ou deprimido. Seus relacionamentos podem sofrer , e você não pode fazer bem no trabalho ou na escola.

O que você pode fazer sobre stress?

A boa notícia é que você pode aprender maneiras de gerenciar o estresse. Para obter o stress sob controle:

Procure descobrir o que está causando stress em sua vida.
Procure maneiras de reduzir a quantidade de estresse em sua vida.
Aprenda maneiras saudáveis ​​de aliviar o stress ou reduzir seus efeitos nocivos.
Como você mede o seu nível de stress?
Às vezes, é claro que o stress está vindo não se sabe de onde. Outras, você pode contar com o stress durante uma grande mudança de vida, como a morte de um ente querido, casar ou ter um bebê. Mas outras vezes, pode não ser tão claro por que você se sentir estressado.

É importante descobrir o que provoca stress para você. Todo mundo se sente e responde ao stress de forma diferente. Manter um diário de stress pode ajudar. Compre um caderno e anote quando algo faz você se sentir estressado. Em seguida, escreva como você reagiu eo que você fez para lidar com o stress. Manter um diário de stress pode ajudá-lo a descobrir o que está causando o stress e quanto stress que você sente. Então você pode tomar medidas para reduzir o estresse ou manipulá-lo melhor.

Para descobrir como salientou e como você está agora, usar esta ferramenta interativa:

Qual é o seu nível de stress?

Como você pode evitar o stress?

O estresse é um fato da vida para a maioria das pessoas. Você pode não ser capaz de se livrar do sertãs, mas você pode procurar maneiras de reduzi-lo.

Você pode tentar algumas destas idéias:

Saiba melhores maneiras de gerenciar o seu tempo. Você pode fazer mais com menos stress, se você fizer uma programação. Pense em coisas que são mais importantes e fazer primeiros.
Encontrar melhores maneiras de lidar com as situações. Olha como você tem lidado com o stress. Seja honesto sobre o que funciona e o que não funciona. Pensar em outras coisas que podem funcionar melhor.
Cuide bem de si mesmo. Descanse bastante. Alimente-se bem. Não fume. Limitar a quantidade de álcool que você bebe .
Experimentar novas formas de pensar. Quando você está começando a se preocupar, para tentar parar os pensamentos. Trabalhar em desapego das coisas que você não pode mudar. Aprenda a dizer “não”.
Falar. Não ser capaz de falar sobre as suas necessidades e preocupações gera stress e pode fazer sentimentos negativos pior. Comunicação assertiva pode ajudar a expressar o que sente de uma forma consciente , tato .
Pedir ajuda. As pessoas que têm uma forte rede de familiares e amigos gerir melhor o stress .
Às vezes, o stress é muito para lidar sozinho. Conversando com um amigo ou membro da família pode ajudar, mas você também pode precisar de um conselheiro.

Como você pode aliviar o stress?

Você vai se sentir melhor se você pode encontrar maneiras de obter o stress fora de seu sistema . As melhores maneiras de aliviar o stress são diferentes para cada pessoa. Tente algumas destas ideias para ver quais funcionam para você :

Exercício. O exercício regular é uma das melhores maneiras de gerenciar o estresse. Andar a pé é uma ótima maneira de começar.
Escrever . Ele pode ajudar a escrever sobre as coisas que estão incomodando .
Deixe seus sentimentos para fora. Falar, rir, chorar, e expressar raiva quando você precisa de alguém que você confia.
Faça algo que você goste. Um hobby pode ajudar a relaxar. Trabalho voluntário ou trabalho que ajuda os outros pode ser um grande apaziguador do stress.
Aprenda maneiras de relaxar seu corpo. Isso pode incluir exercícios de respiração , exercícios de relaxamento muscular, massagens, aromaterapia, yoga ou exercícios de relaxamento, como tai chi e qi gong .
Concentre-se no presente. Tente meditação, exercícios de imagens, ou auto -hipnose. Ouvir música relaxante. Tente olhar para o humor na vida. O riso realmente pode ser o melhor remédio.

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O líder precisa saber administrar o companheiro chamado “stress” 12 de Setembro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Sem categoria.
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Prazos cada vez menores para entregar resultados, superação de metas, decisões que precisam ser tomada em curto espaço de tempo e com um grau de assertividade significativo. Somando-se a isso, a responsabilidade de conduzir um time formado por pessoas que apresentam necessidades e características comportamentais diferenciadas. Ao ler apenas algumas das atribuições que uma liderança convive diariamente, muitas profissionais certamente pensarão duas vezes antes de assumir a responsabilidade de gerir pessoas. Contudo, o objetivo aqui é mostrar que diante de tantos desafios estressantes, o líder pode encontrar um estado de equilíbrio e estendê-lo aos liderados, conseguindo, dessa forma, formar um time de alta performance.

Para trazer à tona o tema liderança X estresse, o RH.com.br conversou com a consultora Rosana Rodrigues que atua em projetos de coaching Individual e em equipe. Com a experiência de também conduzir treinamentos comportamentais, Rosana diz que se um líder começar a apresentar sinais de estresse, ele precisa identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez a liderança possa precisar da ajuda de alguém para fazer essa análise. “Essa ajuda pode ser encontrada na área de Gestão de Pessoas da empresa, em psicólogos, em médicos ou mesmo através de uma boa conversa com um amigo”, sugere. Durante entrevista concedida ao RH.com.br, a consultora pontua os principais fatores estressantes que têm acometido os líderes contemporâneos.
Rosana Rodrigues é uma das palestrantes da Jornada Virtual de Liderança 2013 – evento promovido pelo RH.com.br, que acontece no período de 12 a 27 de setembro próximo. Na ocasião, ela irá proferir a palestra em vídeo “Como construir equipes vencedoras”. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

RH.com.br – Ser líder significa que o profissional sempre estará diante da necessidade de lidar com situações que exigem rapidez de resposta, equilíbrio emocional e pressão imposta pelo próprio mercado. Toda liderança tende a ser estressada?
Rosana Rodrigues – Primeiro é preciso entender o que é estresse. De acordo com o site psychologytoday.com, estresse é uma simples reação para um estímulo que mexe com o nosso equilíbrio físico ou mental. Em outras palavras, é parte onipresente de nossa vida. Um evento estressante pode disparar a resposta “lute ou fuja”, fazendo com que hormônios como adrenalina e cortisol espalhem-se pelo corpo. Um pouco de estresse, conhecido como “estresse agudo” pode ser excitante – nos mantêm ativos e alertas. Mas no longo prazo, o estresse crônico, pode ter efeitos deteriorantes na saúde. Você pode não ser capaz de controlar os fatores estressantes no seu mundo, mas você pode modificar a maneira como você reage a eles. Partindo desse pressuposto, eu diria que sim, toda liderança deveria ser estressada no sentido de estar alerta e buscando sempre o melhor em si mesmo e nos outros.

RH – Líder estressado é sinônimo obrigatório de equipe tensa?
Rosana Rodrigues – Ainda levando em consideração a definição anterior, a resposta, em minha opinião, é não. Enquanto o líder estiver utilizando esse estado de alerta para, primeiramente, entender o perfil de sua equipe, provocar discussões de brainstorming que busquem o engajamento das pessoas nas soluções, para despertar o interesse da equipe em alcançar resultados que tenham significado para todos, o estresse não será, necessariamente, sinônimo de equipe tensa.

RH – Quais são os principais sinais que alertam a liderança, avisando-a de que ela está a um passo dos níveis perigosos de estresse?
Rosana Rodrigues – Os principais sinais são: falta de paciência; cansaço constante, falta de energia; desinteresse ou diminuição do interesse pelas pessoas; desinteresse ou diminuição do interesse em buscar conhecimento, novidades; e falta de perspectiva para o futuro.

RH – Esses mesmo sinais que alertam que o líder está extremamente estressado, também podem partir do comportamento externado pelo time?
Rosana Rodrigues – Sim. Eis alguns sinais: quando há o confronto entre as pessoas e não o conflito de ideias; faltas ao trabalho; turnover; criação de feudos; ausência de feedback e presença forte da rádio-corredor que se manifesta através de fofocas.

RH – Uma vez que o líder é vitimado por níveis elevados de estresse, como é possível reverter esse quadro e reencontrar o equilíbrio no trabalho?
Rosana Rodrigues – Primeiramente, tentar identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez ele precise da ajuda de alguém para fazer essa análise – área de Gestão de Pessoas da empresa, psicólogos, médicos ou mesmo uma boa conversa com um amigo. Vale a pena refletir, também, sobre o bom e velho tripé da liderança: missão, visão, valores. Será que há um desalinhamento entre o que ele quer e o que a empresa espera dele? Outro fator relevante é procurar oscilar a sua energia, dando atenção para todas as esferas: física, mental, emocional e espiritual. Infelizmente, grande parte das pessoas acaba deixando de lado as energias físicas – não cuidam da saúde do corpo, e a espiritual – não cuidam da saúde da alma. Também se deve: encontrar atividades extracurriculares, que lhe permitam explorar novas possibilidades ou simplesmente buscar o ócio criativo; dedicar um tempo para a solitude – não solidão, reconhecendo suas conquistas e aprendendo com seus erros; e controlar o que está sob seu controle e aceitar o que não está.

RH – Falasse muito que a qualidade de vida no trabalho tem sido fator de atração e de retenção para os talentos. Essa premissa também vale para as lideranças?
Rosana Rodrigues – Sem dúvida alguma. De uma forma geral, as pessoas estão cada vez mais conscientes de que, para produzir e obter resultados, é importante cuidar das outras áreas da vida. Se a empresa para a qual trabalham não lhes permite isso, elas buscarão outros desafios. Quando um líder ou qualquer outro profissional faz o que acredita e gosta, e percebe que a empresa onde trabalha lhe permite explorar seus sonhos individuais e seus outros interesses – que podem não estar diretamente ligados aos projetos da empresa, elas não terão motivos para olhar para o mercado.

RH – Liderança que preza pela sua qualidade de vida no trabalho estende esse pensamento aos liderados de forma inconsciente ou não?
Rosana Rodrigues – Muito provavelmente sim. Melhor ainda se for de forma consciente, ou seja, quando a liderança cria programas de incentivo, reconhecendo aqueles que, de alguma forma, melhoraram sua qualidade de vida no trabalho. O líder pode, por exemplo, premiar um liderado que trouxer uma ideia que alinhe qualidade de vida e alcance de resultado da equipe ao mesmo tempo.

RH – Suponhamos que um profissional extremamente “light” recebe a responsabilidade de conduzir uma equipe estressada. Qual a maior probabilidade: o time encontrar o equilíbrio ou a liderança tornar-se extremamente tensa?
Rosana Rodrigues – Isso vai depender do propósito do líder. Se liderança é, por definição, modelo e influência, é provável que essa equipe encontre o equilíbrio. O desafio do líder, nesse caso, será o de identificar os motivos pelos quais essa equipe está estressada e entender o perfil de cada um dos seus membros. Entender a cultura da empresa também é de grande validade para que o líder possa traçar uma estratégia de desenvolvimento de pessoas.

RH – Em sua opinião, quais os fatores que mais estressam os líderes?
Rosana Rodrigues – Podemos destacar: pressão para o alcance de metas e resultados; excesso de tarefas; má administração do tempo, ou melhor, dizendo, má administração das prioridades; baixo autoconhecimento; desalinhamento entre os interesses pessoais e interesses da empresa para qual trabalha.

RH – E quais os fatores que mais estressam os times?
Rosana Rodrigues – Neste caso, podemos citar: falta de perspectiva de crescimento profissional; liderança fraca; metas mal elaboradas; falta de recursos; líderes estressados; desenvolvimento insuficiente das habilidades comportamentais e técnicas; e falta de uma visão clara.

RH – A senhora poderia deixar alguma orientação final para os líderes estressados e que desejam sair desse estado de constante tensão?
Rosana Rodrigues – Não vejo como resolver essa situação a não ser parando para avaliar suas causas e pensar sobre planos de ação. Somos experts para criar planos de ação e de contingência para as empresas para quais trabalhamos e infelizmente pouco utilizamos essa expertise para avaliarmos nossa postura e nossas escolhas como profissionais e pessoas. Se nos lembrássemos das instruções dadas pelos comissários de bordo antes do avião decolar, saberíamos que para formar equipes vencedoras, trazer excelentes resultados para a empresa e para nossa carreira e ter uma vida mais equilibrada, precisaríamos cuidar de nós mesmos em primeiro lugar para depois cuidarmos dos outros.

Prazos cada vez menores para entregar resultados, superação de metas, decisões que precisam ser tomada em curto espaço de tempo e com um grau de assertividade significativo. Somando-se a isso, a responsabilidade de conduzir um time formado por pessoas que apresentam necessidades e características comportamentais diferenciadas. Ao ler apenas algumas das atribuições que uma liderança convive diariamente, muitas profissionais certamente pensarão duas vezes antes de assumir a responsabilidade de gerir pessoas. Contudo, o objetivo aqui é mostrar que diante de tantos desafios estressantes, o líder pode encontrar um estado de equilíbrio e estendê-lo aos liderados, conseguindo, dessa forma, formar um time de alta performance.
Para trazer à tona o tema liderança X estresse, o RH.com.br conversou com a consultora Rosana Rodrigues que atua em projetos de coaching Individual e em equipe. Com a experiência de também conduzir treinamentos comportamentais, Rosana diz que se um líder começar a apresentar sinais de estresse, ele precisa identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez a liderança possa precisar da ajuda de alguém para fazer essa análise. “Essa ajuda pode ser encontrada na área de Gestão de Pessoas da empresa, em psicólogos, em médicos ou mesmo através de uma boa conversa com um amigo”, sugere. Durante entrevista concedida ao RH.com.br, a consultora pontua os principais fatores estressantes que têm acometido os líderes contemporâneos.
Rosana Rodrigues é uma das palestrantes da Jornada Virtual de Liderança 2013 – evento promovido pelo RH.com.br, que acontece no período de 12 a 27 de setembro próximo. Na ocasião, ela irá proferir a palestra em vídeo “Como construir equipes vencedoras”. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

RH.com.br – Ser líder significa que o profissional sempre estará diante da necessidade de lidar com situações que exigem rapidez de resposta, equilíbrio emocional e pressão imposta pelo próprio mercado. Toda liderança tende a ser estressada?
Rosana Rodrigues – Primeiro é preciso entender o que é estresse. De acordo com o site psychologytoday.com, estresse é uma simples reação para um estímulo que mexe com o nosso equilíbrio físico ou mental. Em outras palavras, é parte onipresente de nossa vida. Um evento estressante pode disparar a resposta “lute ou fuja”, fazendo com que hormônios como adrenalina e cortisol espalhem-se pelo corpo. Um pouco de estresse, conhecido como “estresse agudo” pode ser excitante – nos mantêm ativos e alertas. Mas no longo prazo, o estresse crônico, pode ter efeitos deteriorantes na saúde. Você pode não ser capaz de controlar os fatores estressantes no seu mundo, mas você pode modificar a maneira como você reage a eles. Partindo desse pressuposto, eu diria que sim, toda liderança deveria ser estressada no sentido de estar alerta e buscando sempre o melhor em si mesmo e nos outros.

RH – Líder estressado é sinônimo obrigatório de equipe tensa?
Rosana Rodrigues – Ainda levando em consideração a definição anterior, a resposta, em minha opinião, é não. Enquanto o líder estiver utilizando esse estado de alerta para, primeiramente, entender o perfil de sua equipe, provocar discussões de brainstorming que busquem o engajamento das pessoas nas soluções, para despertar o interesse da equipe em alcançar resultados que tenham significado para todos, o estresse não será, necessariamente, sinônimo de equipe tensa.

RH – Quais são os principais sinais que alertam a liderança, avisando-a de que ela está a um passo dos níveis perigosos de estresse?
Rosana Rodrigues – Os principais sinais são: falta de paciência; cansaço constante, falta de energia; desinteresse ou diminuição do interesse pelas pessoas; desinteresse ou diminuição do interesse em buscar conhecimento, novidades; e falta de perspectiva para o futuro.

RH – Esses mesmo sinais que alertam que o líder está extremamente estressado, também podem partir do comportamento externado pelo time?
Rosana Rodrigues – Sim. Eis alguns sinais: quando há o confronto entre as pessoas e não o conflito de ideias; faltas ao trabalho; turnover; criação de feudos; ausência de feedback e presença forte da rádio-corredor que se manifesta através de fofocas.

RH – Uma vez que o líder é vitimado por níveis elevados de estresse, como é possível reverter esse quadro e reencontrar o equilíbrio no trabalho?
Rosana Rodrigues – Primeiramente, tentar identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez ele precise da ajuda de alguém para fazer essa análise – área de Gestão de Pessoas da empresa, psicólogos, médicos ou mesmo uma boa conversa com um amigo. Vale a pena refletir, também, sobre o bom e velho tripé da liderança: missão, visão, valores. Será que há um desalinhamento entre o que ele quer e o que a empresa espera dele? Outro fator relevante é procurar oscilar a sua energia, dando atenção para todas as esferas: física, mental, emocional e espiritual. Infelizmente, grande parte das pessoas acaba deixando de lado as energias físicas – não cuidam da saúde do corpo, e a espiritual – não cuidam da saúde da alma. Também se deve: encontrar atividades extracurriculares, que lhe permitam explorar novas possibilidades ou simplesmente buscar o ócio criativo; dedicar um tempo para a solitude – não solidão, reconhecendo suas conquistas e aprendendo com seus erros; e controlar o que está sob seu controle e aceitar o que não está.

RH – Falasse muito que a qualidade de vida no trabalho tem sido fator de atração e de retenção para os talentos. Essa premissa também vale para as lideranças?
Rosana Rodrigues – Sem dúvida alguma. De uma forma geral, as pessoas estão cada vez mais conscientes de que, para produzir e obter resultados, é importante cuidar das outras áreas da vida. Se a empresa para a qual trabalham não lhes permite isso, elas buscarão outros desafios. Quando um líder ou qualquer outro profissional faz o que acredita e gosta, e percebe que a empresa onde trabalha lhe permite explorar seus sonhos individuais e seus outros interesses – que podem não estar diretamente ligados aos projetos da empresa, elas não terão motivos para olhar para o mercado.

RH – Liderança que preza pela sua qualidade de vida no trabalho estende esse pensamento aos liderados de forma inconsciente ou não?
Rosana Rodrigues – Muito provavelmente sim. Melhor ainda se for de forma consciente, ou seja, quando a liderança cria programas de incentivo, reconhecendo aqueles que, de alguma forma, melhoraram sua qualidade de vida no trabalho. O líder pode, por exemplo, premiar um liderado que trouxer uma ideia que alinhe qualidade de vida e alcance de resultado da equipe ao mesmo tempo.

RH – Suponhamos que um profissional extremamente “light” recebe a responsabilidade de conduzir uma equipe estressada. Qual a maior probabilidade: o time encontrar o equilíbrio ou a liderança tornar-se extremamente tensa?
Rosana Rodrigues – Isso vai depender do propósito do líder. Se liderança é, por definição, modelo e influência, é provável que essa equipe encontre o equilíbrio. O desafio do líder, nesse caso, será o de identificar os motivos pelos quais essa equipe está estressada e entender o perfil de cada um dos seus membros. Entender a cultura da empresa também é de grande validade para que o líder possa traçar uma estratégia de desenvolvimento de pessoas.

RH – Em sua opinião, quais os fatores que mais estressam os líderes?
Rosana Rodrigues – Podemos destacar: pressão para o alcance de metas e resultados; excesso de tarefas; má administração do tempo, ou melhor, dizendo, má administração das prioridades; baixo autoconhecimento; desalinhamento entre os interesses pessoais e interesses da empresa para qual trabalha.

RH – E quais os fatores que mais estressam os times?
Rosana Rodrigues – Neste caso, podemos citar: falta de perspectiva de crescimento profissional; liderança fraca; metas mal elaboradas; falta de recursos; líderes estressados; desenvolvimento insuficiente das habilidades comportamentais e técnicas; e falta de uma visão clara.

RH – A senhora poderia deixar alguma orientação final para os líderes estressados e que desejam sair desse estado de constante tensão?
Rosana Rodrigues – Não vejo como resolver essa situação a não ser parando para avaliar suas causas e pensar sobre planos de ação. Somos experts para criar planos de ação e de contingência para as empresas para quais trabalhamos e infelizmente pouco utilizamos essa expertise para avaliarmos nossa postura e nossas escolhas como profissionais e pessoas. Se nos lembrássemos das instruções dadas pelos comissários de bordo antes do avião decolar, saberíamos que para formar equipes vencedoras, trazer excelentes resultados para a empresa e para nossa carreira e ter uma vida mais equilibrada, precisaríamos cuidar de nós mesmos em primeiro lugar para depois cuidarmos dos outros.

Prazos cada vez menores para entregar resultados, superação de metas, decisões que precisam ser tomada em curto espaço de tempo e com um grau de assertividade significativo. Somando-se a isso, a responsabilidade de conduzir um time formado por pessoas que apresentam necessidades e características comportamentais diferenciadas. Ao ler apenas algumas das atribuições que uma liderança convive diariamente, muitas profissionais certamente pensarão duas vezes antes de assumir a responsabilidade de gerir pessoas. Contudo, o objetivo aqui é mostrar que diante de tantos desafios estressantes, o líder pode encontrar um estado de equilíbrio e estendê-lo aos liderados, conseguindo, dessa forma, formar um time de alta performance.
Para trazer à tona o tema liderança X estresse, o RH.com.br conversou com a consultora Rosana Rodrigues que atua em projetos de coaching Individual e em equipe. Com a experiência de também conduzir treinamentos comportamentais, Rosana diz que se um líder começar a apresentar sinais de estresse, ele precisa identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez a liderança possa precisar da ajuda de alguém para fazer essa análise. “Essa ajuda pode ser encontrada na área de Gestão de Pessoas da empresa, em psicólogos, em médicos ou mesmo através de uma boa conversa com um amigo”, sugere. Durante entrevista concedida ao RH.com.br, a consultora pontua os principais fatores estressantes que têm acometido os líderes contemporâneos.
Rosana Rodrigues é uma das palestrantes da Jornada Virtual de Liderança 2013 – evento promovido pelo RH.com.br, que acontece no período de 12 a 27 de setembro próximo. Na ocasião, ela irá proferir a palestra em vídeo “Como construir equipes vencedoras”. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

RH.com.br – Ser líder significa que o profissional sempre estará diante da necessidade de lidar com situações que exigem rapidez de resposta, equilíbrio emocional e pressão imposta pelo próprio mercado. Toda liderança tende a ser estressada?
Rosana Rodrigues – Primeiro é preciso entender o que é estresse. De acordo com o site psychologytoday.com, estresse é uma simples reação para um estímulo que mexe com o nosso equilíbrio físico ou mental. Em outras palavras, é parte onipresente de nossa vida. Um evento estressante pode disparar a resposta “lute ou fuja”, fazendo com que hormônios como adrenalina e cortisol espalhem-se pelo corpo. Um pouco de estresse, conhecido como “estresse agudo” pode ser excitante – nos mantêm ativos e alertas. Mas no longo prazo, o estresse crônico, pode ter efeitos deteriorantes na saúde. Você pode não ser capaz de controlar os fatores estressantes no seu mundo, mas você pode modificar a maneira como você reage a eles. Partindo desse pressuposto, eu diria que sim, toda liderança deveria ser estressada no sentido de estar alerta e buscando sempre o melhor em si mesmo e nos outros.

RH – Líder estressado é sinônimo obrigatório de equipe tensa?
Rosana Rodrigues – Ainda levando em consideração a definição anterior, a resposta, em minha opinião, é não. Enquanto o líder estiver utilizando esse estado de alerta para, primeiramente, entender o perfil de sua equipe, provocar discussões de brainstorming que busquem o engajamento das pessoas nas soluções, para despertar o interesse da equipe em alcançar resultados que tenham significado para todos, o estresse não será, necessariamente, sinônimo de equipe tensa.

RH – Quais são os principais sinais que alertam a liderança, avisando-a de que ela está a um passo dos níveis perigosos de estresse?
Rosana Rodrigues – Os principais sinais são: falta de paciência; cansaço constante, falta de energia; desinteresse ou diminuição do interesse pelas pessoas; desinteresse ou diminuição do interesse em buscar conhecimento, novidades; e falta de perspectiva para o futuro.

RH – Esses mesmo sinais que alertam que o líder está extremamente estressado, também podem partir do comportamento externado pelo time?
Rosana Rodrigues – Sim. Eis alguns sinais: quando há o confronto entre as pessoas e não o conflito de ideias; faltas ao trabalho; turnover; criação de feudos; ausência de feedback e presença forte da rádio-corredor que se manifesta através de fofocas.

RH – Uma vez que o líder é vitimado por níveis elevados de estresse, como é possível reverter esse quadro e reencontrar o equilíbrio no trabalho?
Rosana Rodrigues – Primeiramente, tentar identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez ele precise da ajuda de alguém para fazer essa análise – área de Gestão de Pessoas da empresa, psicólogos, médicos ou mesmo uma boa conversa com um amigo. Vale a pena refletir, também, sobre o bom e velho tripé da liderança: missão, visão, valores. Será que há um desalinhamento entre o que ele quer e o que a empresa espera dele? Outro fator relevante é procurar oscilar a sua energia, dando atenção para todas as esferas: física, mental, emocional e espiritual. Infelizmente, grande parte das pessoas acaba deixando de lado as energias físicas – não cuidam da saúde do corpo, e a espiritual – não cuidam da saúde da alma. Também se deve: encontrar atividades extracurriculares, que lhe permitam explorar novas possibilidades ou simplesmente buscar o ócio criativo; dedicar um tempo para a solitude – não solidão, reconhecendo suas conquistas e aprendendo com seus erros; e controlar o que está sob seu controle e aceitar o que não está.

RH – Falasse muito que a qualidade de vida no trabalho tem sido fator de atração e de retenção para os talentos. Essa premissa também vale para as lideranças?
Rosana Rodrigues – Sem dúvida alguma. De uma forma geral, as pessoas estão cada vez mais conscientes de que, para produzir e obter resultados, é importante cuidar das outras áreas da vida. Se a empresa para a qual trabalham não lhes permite isso, elas buscarão outros desafios. Quando um líder ou qualquer outro profissional faz o que acredita e gosta, e percebe que a empresa onde trabalha lhe permite explorar seus sonhos individuais e seus outros interesses – que podem não estar diretamente ligados aos projetos da empresa, elas não terão motivos para olhar para o mercado.

RH – Liderança que preza pela sua qualidade de vida no trabalho estende esse pensamento aos liderados de forma inconsciente ou não?
Rosana Rodrigues – Muito provavelmente sim. Melhor ainda se for de forma consciente, ou seja, quando a liderança cria programas de incentivo, reconhecendo aqueles que, de alguma forma, melhoraram sua qualidade de vida no trabalho. O líder pode, por exemplo, premiar um liderado que trouxer uma ideia que alinhe qualidade de vida e alcance de resultado da equipe ao mesmo tempo.

RH – Suponhamos que um profissional extremamente “light” recebe a responsabilidade de conduzir uma equipe estressada. Qual a maior probabilidade: o time encontrar o equilíbrio ou a liderança tornar-se extremamente tensa?
Rosana Rodrigues – Isso vai depender do propósito do líder. Se liderança é, por definição, modelo e influência, é provável que essa equipe encontre o equilíbrio. O desafio do líder, nesse caso, será o de identificar os motivos pelos quais essa equipe está estressada e entender o perfil de cada um dos seus membros. Entender a cultura da empresa também é de grande validade para que o líder possa traçar uma estratégia de desenvolvimento de pessoas.

RH – Em sua opinião, quais os fatores que mais estressam os líderes?
Rosana Rodrigues – Podemos destacar: pressão para o alcance de metas e resultados; excesso de tarefas; má administração do tempo, ou melhor, dizendo, má administração das prioridades; baixo autoconhecimento; desalinhamento entre os interesses pessoais e interesses da empresa para qual trabalha.

RH – E quais os fatores que mais estressam os times?
Rosana Rodrigues – Neste caso, podemos citar: falta de perspectiva de crescimento profissional; liderança fraca; metas mal elaboradas; falta de recursos; líderes estressados; desenvolvimento insuficiente das habilidades comportamentais e técnicas; e falta de uma visão clara.

RH – A senhora poderia deixar alguma orientação final para os líderes estressados e que desejam sair desse estado de constante tensão?
Rosana Rodrigues – Não vejo como resolver essa situação a não ser parando para avaliar suas causas e pensar sobre planos de ação. Somos experts para criar planos de ação e de contingência para as empresas para quais trabalhamos e infelizmente pouco utilizamos essa expertise para avaliarmos nossa postura e nossas escolhas como profissionais e pessoas. Se nos lembrássemos das instruções dadas pelos comissários de bordo antes do avião decolar, saberíamos que para formar equipes vencedoras, trazer excelentes resultados para a empresa e para nossa carreira e ter uma vida mais equilibrada, precisaríamos cuidar de nós mesmos em primeiro lugar para depois cuidarmos dos outros.

Por: Patricia Bispo para RH

Como o estresse afeta sua saúde 27 de Agosto de 2013

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Stress:

Nós todos sentimos isso. Às vezes, o stress pode ser uma força positiva, motivando-nos para um bom desempenho. Mas muitas vezes – como quando você está preso no trânsito – é uma força negativa. Se você experimentar o stress durante um período prolongado de tempo, ela pode se tornar crônica – a menos que você tomar uma atitude.

A reação natural:

Alguma vez você já se encontrou com as mãos suadas em uma alguma data especial ou sentiu seu coração bater durante um filme de terror? Então você sabe que você pode sentir o stress, tanto o corpo quanto na mente.

Esta resposta automática desenvolvida em nossos sistemas, como forma de proteger-nos. Confrontado com o perigo, o corpo entra em ação, inundando o corpo com hormônios que elevam a sua frequência cardíaca, aumentar a pressão arterial, aumentar a sua energia e se preparar para lidar com o problema.

Você provavelmente vai enfrentar múltiplos desafios no seu dia-a-dia, como o cumprimento de prazos, pagar contas e fazer malabarismos com o cuidado com filhos ou de crianças que fazem o seu corpo reagir da mesma maneira. Como resultado, o sistema de alarme natural do seu corpo – a “luta ou fuga” resposta – pode ser colocado na posição ligado. E isso pode ter consequências graves para a sua saúde.

Pontos de pressão:

Mesmo de curta duração, pouco stress pode ter um impacto. Você pode ter uma dor de estômago antes de ter que fazer uma apresentação, por exemplo. Um stress agudo, causada por uma briga com seu cônjuge ou um evento como um terremoto ou ataque terrorista, pode ter um impacto ainda maior.

Vários estudos têm mostrado que essas tensões emocionais súbitas – especialmente a raiva – pode desencadear ataques cardíacos, arritmias e até mesmo morte súbita. Embora isso aconteça principalmente em pessoas que já têm doença cardíaca, algumas pessoas não sabem que têm um problema até que o stress agudo provoque um ataque cardíaco ou algo pior.

O estresse crônico:

Quando o stress começa a interferir na sua capacidade de viver uma vida normal por um período prolongado, torna-se ainda mais perigoso. Quanto maior for o stress, pior é será para a sua mente e corpo. Você pode se sentir cansado, incapaz de se concentrar ou irritável sem uma boa razão, por exemplo. Mas as causas de stress crônico desgaste em seu corpo também.
O stress pode tornar os problemas existentes maiores. Em um estudo, por exemplo, cerca de metade dos participantes viram melhorias na cefaléia crônica depois de aprender a parar o hábito de produção de stress “catastróficos”, ou constantemente pensamentos negativos sobre sua dor crônica. Estresse também pode causar doenças, ou por causa de mudanças no seu corpo ou por comer em excesso, tabagismo e outros maus hábitos que as pessoas usam para lidar com o stress. O stress no trabalho – alta demanda aliada à baixa capacidade de decisão – é associado com aumento do risco de doença coronariana, por exemplo. Outras formas de stress crônico, como a depressão e baixos níveis de apoio social, também têm tido grandes implicações no aumento do risco cardiovascular . E uma vez que você está doente, o stress pode também torná-lo mais difícil de recuperar. Uma análise de estudos anteriores, por exemplo, sugere que pacientes cardíacos com os chamados “Tipo D” personalidades – caracterizadas por stress crônico – sofrem mais riscos de má resultado.

O que você pode fazer:

Reduzindo os níveis de stress não só pode fazer você se sentir melhor agora, mas também pode proteger a sua saúde a longo prazo.

Em um estudo, os pesquisadores examinaram a associação entre o “efeito positivo” – sentimentos como felicidade, alegria, contentamento e entusiasmo – e o desenvolvimento de doença arterial coronariana. Eles descobriram que, para cada aumento de um ponto no efeito positivo sobre a escala de cinco pontos, a taxa de doenças cardíacas diminuiu em 22 por cento.

Embora o estudo não prova que o aumento do efeito positivo diminui os riscos cardiovasculares, os pesquisadores recomendam aumentar a sua influência positiva, fazendo um pouco de tempo para atividades agradáveis todos os dias.

Outras estratégias para reduzir o stress incluem:

Identificar o que está causando o stress. Monitore seu estado de espírito ao longo do dia. Se você se sentir estressado, anote a causa, seus pensamentos e seu humor. Uma vez que você sabe o que está te incomodando, poderá desenvolver um plano para lidar com isso. Isso pode significar o ajuste de expectativas mais razoáveis para si e para os outros ou pedir ajuda com as responsabilidades domésticas, atribuições de trabalho ou outras tarefas.

Listar todos os seus compromissos, avaliar suas prioridades e, em seguida, eliminar todas as tarefas que não são absolutamente essenciais.

Construir relacionamentos fortes. Relacionamentos podem ser uma fonte de stress. A investigação descobriu que, reações hostis negativas com o seu cônjuge causar mudanças imediatas nos hormônios de stress sensíveis. Os relacionamentos também podem servir como buffers de stress. Estenda a mão para os membros da família ou amigos próximos e que eles saibam que você está tendo um momento difícil. Eles podem ser capazes de oferecer assistência prática e apoio, ideias úteis ou apenas uma nova perspectiva quando você começa a lidar com o que está causando o stress.

Pare quando você está com raiva. Antes de reagir, procure tempo para se reagrupar contando até 10. Então reconsiderar.

Andar a pé ou outras atividades físicas também pode ajudá-lo a funcionar fora do vapor. Além disso, o exercício aumenta a produção de endorfinas, natural humor reforço do seu corpo. Comprometa-se com uma caminhada diária ou outra forma de exercício – um pequeno passo que pode fazer uma grande diferença na redução dos níveis de stress.

Descanse sua mente. De acordo com levantamento na América, o stress mantém mais de 40 por cento dos adultos deitado acordado à noite. Para ajudar a garantir que você obtenha melhor resultado, o recomendado são de sete a oito horas de sono, cortar na cafeína, remover distrações como a televisão ou computadores. A começar de seu quarto e ir para a cama na mesma hora todas as noites.

A pesquisa mostra que atividades como ioga e exercícios de relaxamento não só ajudam a reduzir o stress.

Se você continuar a sentir-se oprimido, consultar com um psicólogo ou outro profissional licenciado de saúde mental que podem ajudá-lo a aprender a gerir o stress de forma eficaz. Ele ou ela pode ajudá-lo a identificar situações ou comportamentos que contribuem para o stress crônico e, em seguida, desenvolver um plano de ação para mudá-las.

Por: Psicologia da Associação Americana agradece a assistência de David S. Krantz, PhD, Beverly Thorn, PhD, e Janice Kiecolt-Glaser, PhD, no desenvolvimento desta ficha.

Stress diminui apetite sexual 20 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Hipertensão, Impotência, Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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Cansaço, stress, parceiras pouco ativas e masturbação em excesso tiram o apetite sexual a 10% dos homens portugueses. Esta é a principal conclusão de um estudo do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), que comparou 5255 homens heterossexuais de Portugal, Noruega e Croácia.

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A investigação sobre os Fatores Associados ao Interesse Sexual Masculino, da psicóloga Ana Carvalheira, revela que a maioria dos homens portugueses (50,8%) associa o cansaço à perda de apetite sexual. Segue-se o stress laboral (48,4%) e a parceira sexualmente passiva (27,7%). A masturbação excessiva afasta 15,7% dos homens de um relacionamento sexual a dois.

Os homens mais afetados têm entre 30 e 39 anos, ao contrário dos que têm mais de 60 anos. Segundo o estudo, os sexagenários são os que menos se deixam afetar por este problema.

A investigadora Ana Carvalheira explica por que razão são os ‘trintões’ os que menos interesse sexual revelam: “É o pico do stress. É a idade onde normalmente há mais casamentos e divórcios, mas também altura em que os homens são pais e estão no pico da atividade laboral. Creio que não existem soluções milagrosas, mas é preciso investir mais no erotismo entre os casais.”

Por: Por: Carolina Resende Matos no Correio da Manha 

Sinais comuns do Stress 16 de Janeiro de 2013

Posted by Geraldo Neto in Qualidade de Vida, Sinais e Sintomas, Stress.
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There are numerous emotional and physical disorders that have been linked to stress including depression, anxiety, heart attacks, stroke, hypertension, immune system disturbances that increase susceptibility to infections, a host of viral linked disorders ranging from the common cold and herpes to AIDS and certain cancers, as well as autoimmune diseases like rheumatoid arthritis and multiple sclerosis. In addition stress can have direct effects on the skin (rashes, hives, atopic dermatitis, the gastrointestinal system (GERD, peptic ulcer, irritable bowel syndrome, ulcerative colitis) and can contribute to insomnia and degenerative neurological disorders like Parkinson’s disease. In fact, it’s hard to think of any disease in which stress cannot play an aggravating role or any part of the body that is not affected (see stress effects on the body stress diagram) or. This list will undoubtedly grow as the extensive ramifications of stress are increasingly being appreciated.

50 common signs and symptoms of stress

1. Frequent headaches, jaw clenching or pain2. Gritting, grinding teeth

3. Stuttering or stammering

4. Tremors, trembling of lips, hands

5. Neck ache, back pain, muscle spasms

6. Light headedness, faintness, dizziness

7. Ringing, buzzing or “popping sounds

8. Frequent blushing, sweating

9. Cold or sweaty hands, feet

10. Dry mouth, problems swallowing

11. Frequent colds, infections, herpes sores

12. Rashes, itching, hives, “goose bumps”

13. Unexplained or frequent “allergy” attacks

14. Heartburn, stomach pain, nausea

15. Excess belching, flatulence

16. Constipation, diarrhea, loss of control

17. Difficulty breathing, frequent sighing

18. Sudden attacks of life threatening panic

19. Chest pain, palpitations, rapid pulse

20. Frequent urination

21. Diminished sexual desire or performance

22. Excess anxiety, worry, guilt, nervousness

23. Increased anger, frustration, hostility

24. Depression, frequent or wild mood swings

25. Increased or decreased appetite

26. Insomnia, nightmares, disturbing dreams

27. Difficulty concentrating, racing thoughts

28. Trouble learning new information

29. Forgetfulness, disorganization, confusion

30. Difficulty in making decisions

31. Feeling overloaded or overwhelmed

32. Frequent crying spells or suicidal thoughts

33. Feelings of loneliness or worthlessness

34. Little interest in appearance, punctuality

35. Nervous habits, fidgeting, feet tapping

36. Increased frustration, irritability, edginess

37. Overreaction to petty annoyances

38. Increased number of minor accidents

39. Obsessive or compulsive behavior

40. Reduced work efficiency or productivity

41. Lies or excuses to cover up poor work

42. Rapid or mumbled speech

43. Excessive defensiveness or suspiciousness

44. Problems in communication, sharing

45. Social withdrawal and isolation

46. Constant tiredness, weakness, fatigue

47. Frequent use of over-the-counter drugs

48. Weight gain or loss without diet

49. Increased smoking, alcohol or drug use

50. Excessive gambling or impulse buying

As demonstrated in the above list, stress can have wide ranging effects on emotions, mood and behavior. Equally important but often less appreciated are effects on various systems, organs and tissues all over the body, as illustrated by the following diagram.

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